Franchising

Quinze anos de parceria chegaram ao fim em um único comunicado. A OdontoCompany, uma das maiores redes odontológicas do Brasil, anunciou uma reorganização societária que coloca seu fundador de volta ao comando absoluto da marca, encerrando a relação com o Grupo SMZTO e a gestora L Catterton.
Para investidores e empreendedores do setor de franquias, esse movimento chega carregado de sinais que precisam ser lidos com atenção e critério.
A história entre a OdontoCompany e o Grupo SMZTO começou em 2010 e, por mais de uma década, foi um dos casos mais citados no mercado de franquias odontológicas brasileiras como exemplo de expansão acelerada com apoio de capital estruturado.
Naquele momento, a rede já tinha uma base relevante de unidades e enxergou no modelo de private equity uma oportunidade de escalar com velocidade.
O Grupo SMZTO entrou como sócio estratégico, trazendo não apenas capital, mas também governança, processos e know-how de gestão profissional para uma rede que, até então, operava de forma mais orgânica.
Essa combinação — visão do fundador com estrutura de fundo — é um dos modelos mais comuns de aceleração no ecossistema de franquias. E, por um tempo considerável, funcionou.
A expansão que se seguiu foi expressiva. A OdontoCompany cresceu em número de unidades, em presença regional e em reconhecimento de marca, consolidando-se entre as maiores redes odontológicas do país.
Em 2019, um novo capítulo foi adicionado a essa história: a entrada da L Catterton, uma das maiores gestoras de private equity focadas no segmento de consumo e saúde no mundo.
Essa movimentação sinalizou ao mercado que a rede tinha apetite para um crescimento ainda mais ambicioso e que havia interesse de capital internacional na expansão do setor odontológico no Brasil.
A L Catterton não é um fundo qualquer. Com presença global e portfólio diversificado, sua entrada trouxe uma camada adicional de profissionalização e, também, de expectativas sobre performance e retorno.
A estrutura societária que se formou a partir daí moldou os anos seguintes da OdontoCompany — tanto nas decisões estratégicas quanto nas metas de crescimento, que passaram a ser influenciadas pelas dinâmicas típicas de fundos com horizonte definido de saída.
Essa é uma característica relevante do modelo de private equity: os fundos não entram para ficar para sempre. Eles entram, constroem valor, e buscam uma saída que entregue retorno aos seus investidores.
O que o comunicado de março de 2025 tornou público é que esse ciclo chegou ao fim — e que a saída ocorre num momento em que os dados operacionais da rede acendem algumas luzes amarelas no radar do mercado.
Entender a profundidade dessa relação de 15 anos é fundamental para interpretar com precisão o que a reorganização atual significa de verdade.
No dia 31 de março de 2025, um comunicado oficial mudou o mapa societário de uma das maiores redes odontológicas do Brasil.
A OdontoCompany anunciou que Paulo Zahr, fundador da rede, assumiria integralmente o controle da marca — encerrando a participação do Grupo SMZTO e da gestora L Catterton na estrutura de capital da empresa.
O movimento foi descrito como uma reorganização societária, termo técnico que indica uma reestruturação interna das participações sem necessariamente envolver venda para terceiros externos ao grupo atual.
Na prática, o que aconteceu foi uma redistribuição das participações entre as partes envolvidas.
Paulo Zahr retorna ao centro do comando com autoridade total sobre a marca OdontoCompany, enquanto as outras marcas do ecossistema seguem caminhos distintos — algo que detalharemos mais à frente.
É importante destacar que o comunicado foi cuidadosamente redigido. Não há menção a conflitos, desentendimentos ou rupturas. A narrativa oficial é de um encerramento natural de ciclo.
Isso é padrão em reorganizações desse tipo. Raramente o mercado terá acesso aos bastidores reais de uma transição societária — o que torna a leitura dos dados públicos ainda mais relevante para quem precisa avaliar o movimento.
Um ponto central e que não pode ser ignorado: a transação ainda não estava concluída no momento do anúncio.
A conclusão depende de aprovação regulatória pelo CADE — o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, órgão brasileiro responsável por analisar operações que possam impactar a concorrência no mercado.
Isso significa que, tecnicamente, a reorganização estava em andamento e sujeita a condições externas à vontade das partes.
Para investidores e potenciais franqueados, esse detalhe importa: decisões baseadas em uma transação ainda não homologada carregam uma camada adicional de incerteza que precisa ser considerada.
O fato de o anúncio ter sido feito antes da aprovação final é relativamente comum em operações dessa natureza, mas reforça a necessidade de acompanhamento contínuo dos desdobramentos.
O CADE — Conselho Administrativo de Defesa Econômica — é a autarquia federal brasileira responsável por zelar pela livre concorrência no mercado.
Sempre que uma operação societária tem o potencial de alterar significativamente a estrutura de um mercado, ela precisa ser submetida à análise do órgão antes de ser concluída.
No caso da reorganização da OdontoCompany, a submissão ao CADE não é uma formalidade burocrática — é uma etapa real que pode influenciar os termos finais do acordo.
Por que o CADE se envolve nesse tipo de transação?
Quando marcas e participações são transferidas entre grupos de forma que altere o equilíbrio competitivo de um setor, o regulador precisa verificar se não há concentração excessiva de mercado ou risco para consumidores e demais participantes do segmento.
No setor odontológico, que envolve franquias com forte presença nacional e marcas com bases de franqueados consolidadas, esse tipo de análise faz todo o sentido.
O que isso significa em termos de prazo?
O processo de análise do CADE pode variar. Em casos mais simples, a aprovação pode vir em semanas. Em situações mais complexas, o processo pode se estender por meses — e eventualmente resultar em condicionantes ou ajustes nos termos da operação.
Para quem acompanha o mercado de franquias como investidor, monitorar o andamento da aprovação regulatória é parte da diligência necessária em qualquer avaliação séria da rede.
A falta dessa aprovação não inviabiliza o negócio, mas mantém o cenário em aberto até que a homologação aconteça.
Transparência nessa fase é um diferencial. Franqueadoras que comunicam ativamente os avanços regulatórios demonstram maturidade institucional e respeito pelo ecossistema de franqueados e investidores.
Fique atento às atualizações oficiais da OdontoCompany e ao portal do CADE para acompanhar o status da operação em tempo real.
Um dos aspectos mais reveladores da reorganização é o destino das outras marcas que compunham o portfólio do ecossistema da OdontoCompany.
Oral Sin e Orthodontic não seguem junto com Paulo Zahr nessa nova fase. Cada uma vai para um caminho diferente — e isso diz muito sobre como os ativos foram divididos entre as partes.
A Oral Sin foi transferida ao Grupo SMZTO, que fica com essa marca como parte do acordo de reorganização. Já a Orthodontic vai para a L Catterton, a gestora que havia entrado na operação em 2019.
Na prática, o que se vê é uma divisão de portfólio onde cada parte sai com um ativo específico da relação societária.
Esse tipo de estruturação é comum em saídas de fundos que investiram em grupos com múltiplas marcas: ao invés de uma venda única, os ativos são redistribuídos de acordo com o interesse estratégico de cada parte.
Para o Grupo SMZTO, ficar com a Oral Sin significa continuar no segmento de saúde bucal com uma marca própria, potencialmente integrando-a ao seu portfólio de franquias com foco diferente.
Para a L Catterton, a Orthodontic representa um ativo com posicionamento específico no mercado de ortodontia — um nicho que tem crescido no Brasil e que pode ter uma tese de valorização própria.
Para a OdontoCompany, a saída dessas marcas do guarda-chuva comum representa um enxugamento de portfólio.
Isso pode ser lido como foco — a marca concentra energia em uma única operação — ou como redução de escala, dependendo de como a gestão independente de Paulo Zahr vai conduzir a rede daqui para frente.
O mercado ainda vai precisar de tempo para avaliar se a separação fortalece ou fragmenta o que antes era um ecossistema integrado.
Além da reorganização societária, existe uma camada de dados que qualquer investidor sério precisa encarar de frente.
Os números da ABF — Associação Brasileira de Franchising — contam uma história que não pode ser ignorada.
Queda de 26,9% no número de unidades em 2025. Esse é o dado mais impactante. Uma retração dessa magnitude em um único período de ranking é um sinal que exige investigação aprofundada, não relativização apressada.
Além disso, a rede recuou da 6ª para a 15ª posição entre as maiores redes de franquias do Brasil — um movimento de 9 posições que reflete diretamente a perda de unidades e de presença no mercado.
E não é só isso. Em 2024, já havia uma retração de 17% no número de unidades. Ou seja, a queda de 2025 não surge do nada — ela é a continuação de uma tendência que já estava em curso.
Dois anos consecutivos de retração relevante no número de unidades é um padrão que merece atenção redobrada.
O que pode causar esse tipo de movimento?
As razões podem ser variadas: fechamento de unidades com baixa performance, não renovação de contratos, reestruturação da rede para eliminar clínicas deficitárias, ou dificuldades operacionais mais amplas.
Sem acesso aos dados internos da franqueadora, é impossível apontar uma causa única. Mas o padrão dos números públicos é suficientemente relevante para exigir respostas claras de qualquer pessoa que considere investir na rede.
Dados do ranking ABF para a OdontoCompany:
Esses números não significam, por si só, que a rede está em colapso. Mas significam que perguntas precisam ser feitas — e respondidas com transparência.
A OdontoCompany mudou o discurso. E isso importa.
Redes em expansão falam em abertura de novas unidades, penetração em novos mercados, crescimento de franqueados. Esse era o vocabulário da rede durante os anos de parceria com os fundos.
Agora, o tom é outro: fortalecimento das unidades existentes, faturamento saudável e aumento de performance por clínica.
Esse pivô de linguagem não é cosmético. Ele revela uma mudança real de prioridade estratégica — e, em muitos casos, reflete o reconhecimento de que crescer em número de unidades sem solidez operacional cria mais problemas do que soluções.
Consolidar antes de expandir é uma estratégia legítima e, em muitos contextos, a mais inteligente. Redes que crescem rápido demais frequentemente enfrentam problemas de padronização, suporte ao franqueado e qualidade de entrega.
A pergunta relevante aqui é: essa mudança de foco é uma escolha estratégica proativa ou uma resposta necessária a um cenário de dificuldades operacionais?
A diferença importa muito para quem está considerando investir.
Se é uma escolha proativa, a rede está se preparando para uma expansão mais qualificada no futuro. Se é uma resposta a dificuldades, o prazo e a profundidade do processo de estabilização ainda são incertos.
O que observar nos próximos meses:
A mudança de estratégia, se genuína e bem executada, pode ser exatamente o que a rede precisava. Mas precisa ser sustentada por dados — não apenas por discurso.
Quando um private equity sai de uma rede de franquias e o fundador retoma o controle total, o mercado chama isso, informalmente, de “privatização do controle”.
Esse movimento tem implicações que vão muito além da estrutura jurídica da empresa.
Na governança, a saída de um fundo profissional frequentemente significa a redução de algumas estruturas formais de gestão. Fundos exigem relatórios, metas claras, conselhos ativos e processos documentados. Com a saída, parte dessa estrutura pode ser simplificada — o que pode ser agilidade ou pode ser perda de controles importantes, dependendo de como o fundador conduz a transição.
Na cultura da marca, o retorno do fundador tende a trazer de volta a identidade original da empresa — a visão que motivou a criação da rede. Isso pode energizar o time e os franqueados que se identificam com essa origem.
Por outro lado, pode também significar uma gestão mais centralizada e menos aberta a processos colaborativos que fundos costumam implementar.
Na relação com franqueados, essa transição costuma gerar um período de incerteza natural.
Franqueados que construíram sua relação com uma estrutura de gestão profissionalizada podem se perguntar o que muda com a nova governança: o suporte operacional continua? Os canais de comunicação se mantêm? A franqueadora tem capital suficiente para sustentar a estrutura de back-office?
Essas são dúvidas legítimas que precisam de respostas concretas — e o papel da franqueadora nesse momento é comunicar com clareza e consistência.
Historicamente, o retorno de fundadores ao controle pode funcionar muito bem. Empresas fundadas por empreendedores visionários frequentemente recuperam energia e direcionamento quando o fundador retoma as rédeas.
Mas também há casos em que a saída do fundo expõe fragilidades que a estrutura profissional ajudava a cobrir. O resultado depende muito da solidez operacional real da rede e da capacidade de execução do fundador sem o suporte estrutural do sócio investidor.
Esse é o ponto onde a análise precisa ser mais cuidadosa — e mais honesta.
Existem duas leituras possíveis para tudo o que foi anunciado, e ambas têm argumentos razoáveis.
A primeira interpretação é que estamos diante de um movimento deliberado e bem calculado de reposicionamento.
O ciclo com os fundos se encerrou de forma natural, Paulo Zahr retoma o controle com clareza de propósito, e a rede entra em uma fase de consolidação qualificada — priorizando a saúde das unidades existentes antes de voltar a crescer.
Nessa leitura, a queda no número de unidades é parte de um processo de depuração: clínicas que não performavam foram encerradas, e o que resta é uma base mais sólida sobre a qual construir o próximo ciclo.
Argumentos que sustentam essa leitura:
A segunda leitura é mais cautelosa.
Dois anos consecutivos de queda relevante no número de unidades, recuo expressivo no ranking ABF e saída de fundos estruturados podem indicar que a rede enfrenta desafios operacionais e de modelo que ainda estão sendo equacionados.
Nessa perspectiva, a reorganização societária pode ser tanto uma saída planejada dos fundos quanto uma resposta necessária a um cenário que tornou a continuidade da parceria inviável ou menos atraente.
Argumentos que sustentam essa leitura:
A verdade provavelmente está na interseção das duas leituras.
E é exatamente por isso que o momento exige análise — não torcida por um cenário ou pelo outro.
Transições societárias em redes de franquias são mais comuns do que parecem — e nem sempre significam risco. Mas exigem um olhar mais apurado de quem está considerando entrar.
Se você é um investidor avaliando uma rede que está passando por mudanças de controle relevantes, aqui estão os critérios mais importantes para orientar sua análise.
Solicite o Balanço Patrimonial e o DRE dos últimos dois exercícios. Verifique se a empresa tem caixa suficiente para sustentar a estrutura de suporte aos franqueados sem depender exclusivamente das taxas pagas por eles.
Faturamento médio por clínica é mais relevante do que o número total de unidades. Uma rede com 100 unidades saudáveis é mais interessante do que uma com 400 unidades com rentabilidade média negativa.
Quantas unidades fecharam nos últimos 12 e 24 meses? Qual foi o motivo declarado? Essa informação deve constar na Circular de Oferta de Franquia — o COF — que toda franqueadora é obrigada a fornecer.
Pesquise ações judiciais movidas por franqueados contra a rede. Isso é público e acessível. Um número elevado de litígios é um sinal de alerta consistente.
Converse com franqueados ativos — não apenas com os indicados pela franqueadora. Pergunte sobre a qualidade do suporte, a frequência de visitas de consultores e a responsividade da central em momentos de dificuldade.
Como a franqueadora está comunicando a mudança societária aos seus franqueados e ao mercado? Comunicação clara e proativa é um indicador de maturidade institucional.
Se houver processos no CADE ou em outros órgãos regulatórios, acompanhe o andamento antes de assinar qualquer contrato.
Esses critérios não são exclusivos para redes em transição — mas se tornam ainda mais importantes quando o cenário de governança está em movimento.
O segmento odontológico é um dos mais resilientes dentro do ecossistema de franquias no Brasil — e um dos mais competitivos.
A demanda por serviços de saúde bucal no país é estruturalmente alta. O Brasil tem um dos maiores mercados de odontologia do mundo, com déficit histórico de acesso em diversas regiões e uma classe média que ampliou o consumo de serviços dentários nas últimas décadas.
Esse contexto de demanda cria um ambiente favorável para redes que conseguem operar com eficiência.
Mas é exatamente esse potencial de mercado que atraiu um número crescente de redes para o segmento — o que elevou substancialmente o nível de concorrência.
Hoje, o investidor que avalia uma franquia odontológica não escolhe entre uma ou duas opções. Ele encontra um mercado fragmentado, com redes de diferentes portes, posicionamentos e modelos de negócio competindo pelo mesmo pool de franqueados e pacientes.
O que diferencia redes saudáveis das que enfrentam dificuldades?
Alguns fatores se repetem consistentemente nas redes que sustentam crescimento sólido:
O segmento também vive um momento de evolução tecnológica relevante — com digitalização de prontuários, expansão da telemedicina odontológica e uso de softwares de gestão integrados que melhoram a performance das unidades.
Redes que investem nessa agenda de modernização tendem a se diferenciar com mais velocidade nos próximos anos.
O mercado tem espaço para boas redes. Mas não tem mais espaço para redes medianas com pretensões de escala.
Independentemente da rede que você está avaliando, existe um conjunto de perguntas que não podem ser puladas.
Se a franqueadora não consegue responder de forma clara, objetiva e documentada, isso já é uma resposta por si só.
Sobre a operação financeira:
Sobre a saúde da rede:
Sobre o suporte operacional:
Sobre o modelo financeiro:
Sobre a transição atual (específico para este momento):
Essas perguntas não são apenas para redes em transição. São o mínimo que qualquer investidor sério deve exigir antes de assinar um contrato de franquia.
O que vem a seguir para a OdontoCompany é uma questão em aberto — e honestidade intelectual exige que seja tratada como tal.
O cenário mais otimista é o de uma rede que, liberta das pressões típicas de fundos com horizonte de saída, consegue operar com visão de longo prazo, estabilizar sua base de franqueados e construir um crescimento mais sustentável.
Paulo Zahr é o fundador. Ele conhece a operação de dentro para fora. Fundadores em retorno ao controle frequentemente trazem energia renovada e decisões mais alinhadas com a realidade operacional do dia a dia.
Se o processo de consolidação for genuíno — com melhora real de performance por unidade, redução de fechamentos e fortalecimento do suporte — a rede pode reposicionar sua trajetória de forma consistente.
O cenário mais cauteloso reconhece que a saída de fundos estruturados retira também uma camada de suporte — financeiro, estratégico e de governança — que não é facilmente substituída de forma imediata.
Sem o capital e a estrutura do Grupo SMZTO e da L Catterton, a franqueadora precisará demonstrar que tem solidez própria para sustentar seu modelo de suporte, inovar em processos e competir em um mercado cada vez mais exigente.
O que o mercado vai observar como indicadores de recuperação:
A OdontoCompany tem história, tem marca e tem presença nacional. Esses são ativos reais.
Mas ativos precisam ser ativados por uma gestão que consiga transformá-los em resultados operacionais consistentes.
O próximo capítulo da rede está sendo escrito agora. E os próximos 12 a 24 meses serão os mais reveladores sobre para onde essa história caminha de fato.
A saída do Grupo SMZTO marca um ponto de inflexão relevante para a OdontoCompany e para o mercado de franquias odontológicas como um todo. Reorganizações societárias podem abrir ciclos de renovação, mas também exigem leitura criteriosa dos dados disponíveis.
Antes de qualquer decisão de investimento nesse segmento, aprofunde sua análise, consulte especialistas e acompanhe os indicadores operacionais da rede com atenção contínua.
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