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Setor de vestuário é impulsionado por novas marcas que aderem ao franchising

O segmento de vestuário faturou mais de R$ 9 bilhões no mercado do franchising no ano passado, uma variação de 12% em relação a 2012 segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O crescimento do setor se deve principalmente à expansão das marcas já firmadas nos grandes centros para outras regiões, ao surgimento de novas marcas e à vinda de redes internacionais que buscam conquistar o consumidor brasileiro. Outro impulso muito importante para este setor no franchising foi o consumo por parte da Classe C, responsável por 30% dos gastos em vestuário no ano passado.

O aumento de unidades de redes já existentes no Brasil foi de 17,4% enquanto o número de novas marcas franqueadas cresceu 13% em 2013. Redes para roupas de clubes de futebol, como Academia Store e Loja das Torcidas e voltadas para o público infantil, como Malwee para brasileirinhos e Fun Store fazem parte desta porcentagem.

Após se estabilizarem nos maiores centros urbanos do país, estas marcas agora miram outras regiões. “O processo de expansão destas franqueadoras agora é de interiorização. Elas buscam ir na contra-mão dos grandes centros e conquistar espaço em cidades em que haja menos presença”, explica a consultora Paula Marques, líder de Projetos na Cherto Consultoria.

Além de buscarem cidades pouco ocupadas pela concorrência, as redes podem optar pela diversificação dos canais de venda. “Várias empresas apresentam um modelo monocanal (único canal de venda). Mas muitas já encontraram no e-comerce ou em lojas multimarcas maneiras de se expandir paralelamente ao modelo de franquia”, completa Paula.

Apesar do bom momento do setor, ainda existem dificuldades dentro do mercado de franchising, tanto para as marcas já consolidadas, quanto para as recém-lançadas redes de franquia. Ao planejar expansão, é importante analisar a concorrência existente na região e estudar a localização em que as lojas serão instaladas. “Está cada vez mais difícil encontrar um bom ponto, principalmente dentro dos shoppings centers”, analisa a consultora. Além disso, é importante considerar as características climáticas e o perfil do público de cada região do Brasil.

Para os interessados em investir em uma marca de roupas, é importante ter o perfil adequado para que o negócio dê certo. Os franqueadores procuram investidores que, além de se interessarem por moda, tenham conhecimento sobre gestão. Saber administrar o estoque e formar uma equipe capaz de oferecer bom atendimento também são habilidades essenciais para os franqueados do ramo.

Confira 50 franquias do segmento de vestuário:

De R$ 50 mil a R$ 100 mil:

Armazém  – R$ 61 mil

Vida Marinha – R$ 65 mil

Cia de Moda – R$ 70 mil

Santos na Área – R$ 100 mil

Academia Store – R$ 100 mil

 De 101 mil a R$ 250 mil:

Babioli – R$ 110 mil

São Paulo Mania – R$ 110 mil

PUC – R$ 115 mil

Myth – R$ 120 mil

Arte na Rua – R$ 125 mil

Yoga – R$ 127 mil

Liga Retrô – R$ 140 mil

Polo UK – R$ 176 mil

Código Girls – R$ 180 mil

ADJI – R$ 185 mil

Cavalera – R$ 185 mil

Enzo Toscani  – R$ 185 mil

 BB Básico – R$ 198 mil

Canal – R$ 200 mil

Buda Khe Rhi – R$ 230 mil

Boundless – R$ 230 mil

Enjoy – R$ 245 mil

Overend – R$ 250 mil

 De R$ 251 mil a 400 mil:

Cantão – R$ 260 mil

Mormaii – R$ 260 mil

Triângulo Moda – R$  271 mil

Tip Top – R$ 285 mil

Intimus Fashion – R$ 295 mil

ALPHABETO  – R$ 300 mil

Tyrol – R$ 300 mil

Valisere – R$ 300 mil

PUKET – R$ 340 mil

1+1  – R$ 350 mil

Coca-Cola Clothing – R$ 350 mil

Hope Lingerie – R$ 350 mil

Scala – R$ 350 mil

Dress To – R$ 400 mil

Lilica e Tigor – R$ 400 mil

De R$ 401 mil a R$ 500 mil:

Banetton – R$ 415 mil

Lez a Lez – R$ 500 mil

De R$ 501 mil a R$ 1 milhão

AD Eternum – R$ 575 mil

Colcci – R$ 600 mil

Fórum – R$ 600 mil

Iódice – R$ 600 mil

Triton – R$ 600 mil

Tufi Duek – R$ 600 mil

Hering Store – R$ 700 mil

Lacoste – R$ 900 mil