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Primeiro franqueado torna-se sócio na Rede Bem

Conquistar um franqueado que se identifica com a marca em todos os aspectos é o sonho de todo franqueador, ainda mais quando ele passa a atuar como sócio da rede por acreditar no sucesso do negócio. Foi o que aconteceu com a Rede Bem Drogarias. Adriano Garbelini é um empreendedor nato e com apenas 30 anos sabe muito bem aonde investir o seu capital.

A princípio ele estava interessado em uma franquia de sapatos para atender a um pedido da sua esposa. Mas quando teve a oportunidade de analisar o investimento inicial desse setor e compará-lo ao da farmácia já percebeu que poderia injetar três vezes menos e faturar três vezes mais e não pensou duas vezes.

“Imediatamente fechei o negócio. O que a maioria das pessoas pensa é que para ter uma farmácia é muito caro, mas na verdade se tiverem a curiosidade de observar os números vai perceber que o investimento é menor que muitos outros setores e o retorno além de rápido é seguro”, explica.

Prova que o negócio é um investimento diferenciado, em menos de seis meses, a Rede Bem já possui dez unidades com a perspectiva de chegar ao final de 2014 com 50. Até o final de 2016 a meta é atingir 300 franquias. Para alcançar esses números, a empresa mira inicialmente o Estado de São Paulo, com posterior expansão nos demais Estados.

O foco inicial da Rede Bem é a conversão de bandeira, ou seja, fazer com que os donos depequenas drogarias entrem para a rede e passem a usufruir dos benefícios oferecidos. Porém, quem não está no mercado, mas possuí identificação com o setor, também pode se candidatar e ser franqueado.

O varejo farmacêutico brasileiro vive um paradigma. De um lado, redes estruturadas e cada vez mais fortes, fruto de fusões e aquisições, muitas vezes com a participação de capital estrangeiro. De outro, as farmácias independentes, em maior número, porém, perdendo espaço a cada ano. De acordo coma consultoriaIMS, até 2017 as grandes redes serão responsáveis por 61% do faturamento do mercado nacional, estimado em R$ 49,6 bilhões. Os grandes já respondem por pelo menos 50% desta receita, mas do total de 65 mil farmácias do Brasil, pelo menos 58,5 mil são independentes.

“O pequeno varejista farmacêutico está fadado a fechar as portas caso não se profissionalize. Um dos focos da RedeBem é exatamente o de qualificar esses empresários a enfrentarem em condições de igualdade esse mercado altamente competitivo.A concorrência é brutal e somente as empresas estruturadas vão sobreviver,” afirma o diretor superintendente da Rede Bem, Cesar Vieira.

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