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Petland quer inaugurar 300 unidades em seis anos

Quando pensamos em lojas de animais de estimação, é fácil vir à mente ambientes nos quais os bichinhos ficam expostos na vitrine, em espaços apertados e com pouca liberdade de movimento ou conforto para brincar. Esse é exatamente o oposto do conceito da Petland, rede de franquias líder em venda de pets no mundo. A empresa, que faturou U$ 250 milhões em 2013, tem investido em países como África do Sul, México e China, e planeja crescer no pulverizado mercado de lojas de bairro brasileiro, que corresponde a 69% do market share do segmento.

Os números são animadores. O faturamento atual dos lojistas é de R$ 220/m², já o faturamento calculado para a franquia Petland em seu primeiro ano é de R$ 438/m², e de R$ 876/m² quando a empresa atinge maturidade. O investimento inicial na franquia é de R$ 290 mil, incluindo o treinamento de 10 dias na Universidade Petland. O prazo de contrato é de cinco anos, e o retorno vem de 24 a 36 meses.

Com duas lojas próprias em São Paulo, no Campo Belo e em Higienópolis, a empresa já tem duas unidades em Moema (uma delas a ser inaugurada no final de janeiro) e outra no Brooklin. A meta da Petland é ter, somente na grande São Paulo, 302 unidades até 2020. “Toda operação fora de São Paulo é executada por um máster franqueado. No momento, estamos com obras em andamento para abertura de lojas-piloto em Salvador e Curitiba. O plano de expansão para a Bahia prevê 25 lojas e para o Paraná 40 lojas até 2020”, conta Rodrigo Albuquerque, sócio-diretor da empresa no Brasil.

O segredo da companhia é conquistar os clientes por meio da experiência de compra. “Um dos nossos grandes diferenciais são os ambientes de socialização que permitem aos visitantes interagir com os pets. Nossos Petlanders são dedicados a combinar o animal de estimação certo com a família certa, para satisfazer as necessidades de ambos por meio das quatro necessidades básicas – ambiente, comportamento, manutenção e nutrição. Por isso, o nosso modelo de negócios faz da Petland o grupo de franquias líder no mundo em comercialização de animais de estimação”, diz Albuquerque.

Ele enfatiza que a rede vende animais somente com chip de identificação e pedigree. “Além de chip e pedigree, seguimos todos os critérios vigentes na lei brasileira e incrementamos com vários diferenciais conforme é feito na Petland USA. A ideia aqui é organizar o mercado, desde o varejo até a indústria e criadores. Bem estar animal sempre em primeiro lugar!”, afirma o executivo.

Apesar do foco intensivo em uma experiência divertida e interativa de compra, oretailtainment (ou seja, “varejotretenimento”), a rede possui um compromisso muito grande com os animais abandonados. Os números representam bem essa preocupação. A Petland já encontrou lares para mais de 327 mil animais carentes somente nos Estados Unidos. 

Não falta horizonte propício para crescimento, já que esse é o movimento do mercado petnacional, cujo varejo tem aumentado 8% ao ano. Além disso, o brasileiro gasta cerca de R$ 200/mês com seus animais de estimação, fazendo o setor pet faturar, só em 2013, R$ 15,2 bilhões. Com 37 milhões de cães e 21 milhões de gatos, o Brasil é a quarta maior nação em população pet com estimados 106 milhões de animais.

Sobre a Petland

Inspirada na filosofia de entretenimento americana, a Petland foi fundada em 1967, com a ideia de potencializar a interatividade entre humano e animal. Em meados da década de 1970 a empresa iniciou seu processo de expansão via franquias e internacionalizou-se a partir do Canadá. Hoje, a rede tem 142 lojas em 11 países: Estados Unidos, Canadá, Japão, China, África do Sul, México, Brasil, Honduras, Guatemala, El Salvador e Nicarágua.

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