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Entenda o que é ESG e por que é tão importante para as empresas

14 de outubro de 2021

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Pessoas conversando ao ar livre sobre o esg

ESG (Environmental, Social and Governance) é um conjunto de boas práticas que estão cada vez mais presentes nas empresas do mundo todo. 

Numa tradução livre, a sigla significa “meio ambiente, social e governança”, aspectos fundamentais que devem nortear as decisões das empresas.

De uns tempos para cá, o ESG ganhou ainda mais força não apenas pela sua importância, mas também pela urgência de implementar essas ações e da visão que o próprio mercado passou a ter de negócios que levam essas práticas a sério. 

Neste texto, você vai entender o que é ESG e qual sua importância. Confira!

O que é ESG

Muito tem se falado sobre as práticas ESG e como elas podem transformar os negócios, mas nem todo mundo sabe como essas práticas funcionam e de que maneira podem fazer a diferença na rotina empresarial. 

A seguir, explicamos o que significam as siglas ESG e por que é tão urgente desenvolver estratégias que atendam essas necessidades. Veja:

Environmental

A primeira sigla de ESG, environmental, diz respeito ao meio ambiente. 

Não estamos falando apenas de apagar as luzes que não são utilizadas no escritório, mas sim de práticas que englobam questões ambientais como um todo. 

Já está mais do que claro que nosso planeta está passando por uma grave crise climática: aumento da temperatura global, falta de chuvas, incêndios florestais, seca, derretimento das calotas polares. 

Esses são apenas alguns problemas que estão afetando a vida como conhecemos hoje, mas que vão determinar como será nosso futuro. Dessa maneira, é mais do que urgente nos posicionarmos sobre esses temas para tentar amenizar o problema – já que muitos deles são irreversíveis. 

Entre as práticas ambientais de ESG para adotar quando assunto é meio ambiente, estão: 

Gestão de resíduos: a coleta seletiva é uma boa maneira de começar; 

Política contra o desmatamento: a empresa não precisa ser dona de grandes terras para ser contra o desmatamento, apoiar causas que defendem a preservação do meio ambiente já é um ponto positivo;

Uso de fontes renováveis: investir em painéis solares, além de ser mais econômico, é um recurso eco friendly;

Posicionamento da empresa em relação à crise climática: negar a existência do aquecimento global, por exemplo, é algo condenável nas práticas ESG.

Social

 Pessoas em sala de reunião

Atender as principais necessidades da equipe é fundamental em qualquer prática ESG. Mais do que oferecer um salário competitivo, é importante desenvolver políticas de vantagens e benefícios alinhadas com as demandas internas da equipe. Foto: Unsplash

 

Empresas com práticas de ESG bem estruturadas também levam a sério seu compromisso social, e aqui entra o relacionamento com colaboradores, fornecedores e qualquer outro agente que faça parte da rotina da organização. 

Sem um bom relacionamento interno é praticamente impossível a empresa ter sucesso em todas as frentes. Mesmo registrando números positivos, a cultura organizacional deve ser saudável, igualitária e justa. 

Nesse sentido, algumas boas práticas também estão relacionadas ao quesito social da empresa são:

Reduzir o turnover: colaboradores tendem a ficar mais tempo em empresas onde são bem recebidos, bem remunerados e bem tratados;

Ambiente saudável: que tipo de estrutura a empresa proporciona aos colaboradores? 

Plano estruturado de vantagens e benefícios: o quesito social também leva em consideração fatores que vão além do salário;

Estrutura moderna e de qualidade: para ser produtiva, a equipe precisa trabalhar em um local bem equipado que supra todas as suas necessidades; 

Incentivo à diversidade e inclusão: prezar por equipes diversas em termos de gênero, raça e posição social. Se a maioria do seu time é formado por homens brancos, temos um problema!

Políticas bem definidas em questões relacionadas à assédio moral e sexual: esse tipo de conduta é crime e é responsabilidade da empresa fazer o possível para evitar que essas situações aconteçam – e punir devidamente os responsáveis se acontecer algo do tipo. 

É no quesito social que a empresa coloca em prática seu discurso. Em outras palavras, não vale ter um bom plano de ESG no papel sem vivê-lo na íntegra no dia a dia dos negócios.

Governance

O ESG também contempla estratégias voltadas para uma boa governança

Na prática, é preciso garantir que a empresa é bem administrada pelos gestores/diretores e que a gestão atende aos interesses de todos que fazem parte dos processos da empresa, desde os cargos de liderança até os colaboradores. 

Assim, o aspecto de governança do ESG também deve: 

– Ser transparente em questões financeiras; 

– Prezar pela segurança contábil do negócio para evitar possíveis desvios de verbas; 

– Ter um departamento de Recursos Humanos ativo e presente na jornada profissional dos colaboradores; 

– Ter um plano de gestão de crise para resolver problemas de maneira rápida e eficiente.

A importância do ESG para o futuro das empresas

Mulher de vestido branco conversando

Sem barreiras entre gestores e colaboradores: a transparência é outro ponto importante nas práticas de ESG. É preciso haver uma comunicação um pouco mais direta e acessível entre todos os envolvidos na organização. Foto: Unsplash

 

Como você pode perceber, os critérios ESG englobam todos os departamentos e ações internas ou externas de uma empresa. 

Essas práticas não passaram a ser importantes apenas agora só porque estamos enfrentando problemas sociais e ambientais, por exemplo. Sempre se falou sobre os compromissos das organizações não só com sua própria equipe, mas com a sociedade como um todo. 

E não se trata apenas de uma questão de bom senso, mas de pensar a longo prazo

De uns tempos pra cá, quem passou a dar mais atenção para as práticas ESG foram os investidores. Instituições financeiras, acionistas e investidores de modo geral passaram a utilizar o ESG como critério para aplicações financeiras. 

Isso significa que empresas com ações bem estruturadas de ESG tendem a conseguir mais dinheiro do que as que não levam as práticas a sério. 

Segundo relatório da consultoria PwC, até 2025 57% dos ativos europeus estarão destinados para fundos ESG. Inclusive, 77% dos investidores da Europa pretendem parar de comprar de empresas “não ESG”. 

Ou seja, a própria continuidade dos negócios como conhecemos hoje pode ser afetada se as organizações não começarem a aplicar essas estratégias o quanto antes.

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