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Franquias aderem ao e-commerce como canal de vendas

Em franca expansão pelo país, especialmente nos últimos três anos, o e-commerce ganha cada vez mais a credibilidade e a confiança dos consumidores brasileiros. Segundo o site e-commerce.org, em 2011 o setor faturou R$ 18,70 bilhões, em 2012, R$ 22,50 bilhões e em 2013, R$ 28 bilhões. Para este ano, a previsão de crescimento é de 27%, número que representa uma movimentação de cerca de R$ 39,5 bilhões.

Dentre as justificativas para o aumento da compra em lojas virtuais estão a ascensão da classe C, que representa 21% dos consumidores no setor, o potencial investimento do marketing em mídia digital e o crescimento do acesso à internet – segundo o Ibope, 70,9 milhões de brasileiros já estão conectados à rede.

Categorias como eletrônicos, material esportivo e vestuário, que já possuíam forte presença no e-commerce, ganharam um incentivo a mais com a chegada da Copa do Mundo. Foi o que aconteceu com a rede de franquias Loja das Torcidas, nascida em São José do Rio Preto, que colocou sua loja virtual no ar uma semana antes do Mundial.

“Já vínhamos estudando a possibilidade de utilizar mais este canal de vendas com o objetivo de levar nossos produtos aos torcedores concentrados em regiões onde ainda não há uma franquia e colocar a estratégia em prática às vésperas do início da Copa do Mundo nos pareceu bastante propícia”, comentaSamadhi Müller, sócio proprietário da rede Loja das Torcidas.

De acordo com especialistas no assunto, uma das principais dicas para o início de um negócio online é encontrar um produto ou nicho em que os consumidores tenham dificuldade em encontrar em centros comerciais. Portanto, a ideia primordial da Loja das Torcidas foi assertiva.

“Já estamos colhendo alguns frutos por meio do e-commerce, mas é claro que ainda há muito trabalho a ser feito e um enorme espaço a ser conquistado”, afirma Daniel Guimarães, irmão e sócio de Samadhi na Loja das Torcidas. Ainda de acordo com o executivo, a rede espera obter um aumento de 20% nos lucros com a loja virtual até o final do ano.

As facilidades proporcionadas ao cliente por meio do comércio eletrônico, tais como a comodidade, fez com que outra empresa rio-pretense se lançasse no setor como único meio de comércio. Com foco nas redes de franquias, a Compre Store surgiu com o propósito de retirar um “peso” das costas do franqueador: a preocupação com fornecedores de suprimentos administrativos e, tendo em mente que as franquias – seus compradores diretos – estariam em diferentes e distantes lugares, a tática que lhe pareceu mais conveniente foi o uso de uma plataforma online comercial.

André Machado, diretor da Compre Store, já tinha um ponto a seu favor – a experiência. Na última empresa em que atuou, o empresário havia criado uma plataforma semelhante a fim de otimizar este processo, que segundo ele, costuma ser bastante demorado em certas circunstâncias, acarretando algumas dores de cabeça aos franqueadores.

“A experiência foi tão positiva, que os próprios franqueados com quem trabalhei me motivaram a seguir com o negócio, a partir de então, uma startup que atenderia diversas redes e não mais apenas uma única”, conta André.

A Compre Store está no mercado há um ano e atende, atualmente, nove redes, vendendo produtos como uniformes, EPIs, ferramentas, máquinas, equipamentos, materiais gráficos e comunicação visual. Ainda de acordo com André, artigos como uniforme, por exemplo, podem demorar até 60 dias para serem entregues à uma franquia, dependendo do fornecedor, enquanto a Compre Store faz o mesmo trabalho em um prazo que dura no máximo 15 dias.

“Contamos hoje com a parceria de importantes e responsáveis fornecedoras que colaboram com nossa garantia em entregar produtos de qualidade em um curto espaço de tempo, com isto, vimos conquistando a cada dia mais credibilidade perante os clientes”, declara André.

Como podemos perceber, os negócios online permitem múltiplas transações e inúmeras vantagens competitivas. Quando devidamente implementado, o e-commerce é mais rápido, mais barato e muito mais conveniente do que os métodos tradicionais de transação de bens e serviços. Além do mais, este novo conceito de compras beneficia todos os lados, tanto os consumidores, quanto as empresas, basta que ambos saibam aproveitá-lo.

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