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Feira do Sebrae será o primeiro teste do varejo do ano

O apetite dos potenciais empresários brasileiros terá seu primeiro teste na Feira do Empreendedor, que acontece entre 7 e 10 de abril, em São Paulo. Com a perspectiva de receber 140 mil visitantes, o evento é a vitrine que abre o calendário das franquias na busca por novos negócios.

Organizada pelo Serbrae, a feira que é sediada no Pavilhão de Exposições do Anhembi com a participação de 450 expositores, que oferecerão oportunidades para todo perfil de empreendedor.

A feira será dividida em três frentes: fomento, capacitação e geração de negócios. Com destaque para a rodada de negócios com empresas brasileira e internacionais convidados pelo Sedrae e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. As empresas iniciantes conversam com as comerciais importadoras e exportadoras para dar os primeiros passos com a exportação indireta. Já as empresas mais preparadas negociam com o comprador internacional.

A rede mineira Suav, que participa pela primeira vez da feira, aproveitará para encontrar franqueados em São Paulo. Segundo o diretor executivo da rede, Diogo Cordeiro de Oliveira, a empresa pretende alcançar 100 lojas este ano e faturar R$ 6 milhões, objetivo que passa pelo êxito no evento do mês que vem. ”Temos a intenção de alcançar 500 unidades em cinco anos da franquia no mercado”, diz.

Quem também tem grandes planos para evento é a Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos. A rede, comandada por Christian Neugebauer, vai anunciar no evento dois novos modelos de franquia: Chocobag e Quiosque.

A Chocobag é uma mala térmica estilizada com custo inicial de R$ 3 mil, com margem de 27% de lucro. Vinculado à uma loja ou quiosque, o franqueado atua com vendas porta a porta ou parcerias. A outra novidade é o quioque, com custo de R$ 38 mil e margem em torno de 15%. ”É a grande oportunidade para apresentar a Chocolateria, já que o público busca de novos negócios.” afirma Neugebauer

Porém, por mais opções de negócios que a feira ofereça, o novo empreendedor precisa ficar atento à questão como o perfil da rede, previsão de gastos e solidez da marca escolhida. “Obviamente, quem deve se certificar disso é o investidor. Analisar documentos e conversar com franqueados e ex-franqueados é a melhor forma de garantir que a marca tenha solidez”, explica.

 

Caminho oposto

Para os empresários que já atuam com lojas próprias mas querem desbravar os franquias, a Oficina de Franquias promete mostrar o caminho das pedras. Com um custo médio entre R$ 100 mil e R$ 200 mil para se entrar neste ramo, a Oficina oferece a opção de entrar como parceira do negócio e diminuir os custos iniciais. A marca entra como parceira no seu projeto e você investe apenas os custos operacionais de abertura. A oficina de franquias é considerada única e sob medida para quem quer se tornar um franqueador.