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Bijoux com amor próprio

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A designer de bijuterias Carol Gregori abriu uma loja com o seu nome há cinco anos, em Moema, São Paulo. Demorou três anos para acreditar numa expansão por meio de franquias. Mas agora que a coisa está engrenando – as butiques da Vila Olímpia e da Vila Madalena já funcionam a pleno vapor – planeja um crescimento mais expressivo. “Para o ano que vem, a previsão é abrir pelo menos cinco pontos de venda, dentro e fora de São Paulo. Adaptei a minha produção para atender até dez franquias”, diz Carol. O próximo ponto a inaugurar, em outubro, fica em Santo André. Carol também planeja abrir a segunda loja própria em um shopping, ainda este ano.

Completada a expansão, a designer dará outro passo importante: a implantação de uma oficina própria. Atualmente, Carol desenha as peças, compra a matéria-prima e entrega para terceiros a montagem das bijuterias. As mudanças na estrutura do negócio acompanham o bom momento pelo qual passa este mercado. “Ele deu um boom, ganhou mais design e aumentou de valor. Antes, bijuteria era coisa de quem não tinha dinheiro para comprar uma joia. Hoje, ela tem glamour e qualidade.”