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A mais recente iniciativa do Grupo Paramount

POLO

Aberta no final de 2008, no shopping Ibirapuera, em São Paulo, a Skyland and Sea é a mais recente iniciativa do grupo têxtil Paramount no varejo. No ano passado, silenciosamente, a marca começou a ganhar corpo: inaugurou lojas nos shoppings Villa-Lobos, Higienópolis e Iguatemi de Campinas. No início do mês, a marca ganhou sua primeira franquia, na rua Oscar Freire, no bairro dos Jardins. “Para os próximos dois anos, a meta é ultrapassar as 20 lojas no esquema de franquia, de São Paulo a Fortaleza”, diz José Carlos Caramelo, diretor superintendente da Paramount. Para produzir as peças da Skyland – focadas no estilo esportivo chique – a Paramount está usando o parque fabril onde antes produzia o vestuário da Lacoste, que esteve nas mãos do grupo por mais de 25 anos no país. A grife francesa, aliás, começou a operar com lojas monomarca pela primeira vez, no mundo, no Brasil – por iniciativa da Paramount, diz Caramelo. Apesar do executivo garantir que há diferenças entre as duas, a Skyland tem o mesmo berço do jacaré . “Ela é casual, com apelo esportivo, é focada no público A, tem alta qualidade de matérias-primas e o principal produto são as camisas polo”.

O desenho das coleções é feito por uma equipe de estilistas própria, “com suporte de consultores internacionais.” Além da produção interna – que vai abarcar 70% da linha – a Skyland terá acessórios, como sapatos, bolsas, óculos e relógios importados de fornecedores europeus. A partir do ano que vem, a Skyland terá edições limitadas desenhadas por estilistas convidados – brasileiros e estrangeiros. “Também preparamos uma linha infantil bastante forte.” Além da Skyland, a companhia detém outra operação de varejo, a Alfaiataria Paramount, aberta em 2007 e que atualmente detém três lojas em São Paulo. O grupo Paramount – que possui divisões de fiação, tecidos, tops de lã e vestuário – vai fechar o ano de 2009 com R$ 290 milhões. “Tivemos um crescimento entre 10% e 15% no mercado interno e perdas entre 20% e 30%, no externo.” No momento, a companhia estuda trazer novas marcas internacionais de vestuário para licenciar no Brasil.

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