Como evitar problemas na padronização de uma franquia

O sistema e padronização de processos é a raiz de uma franquia. Através dele que é garantido o controle de qualidade nas unidades da empresa, mesmo que estejam distantes. A padronização de produção, de entrega de serviços, de atendimento, bem como de ponto de venda e de imagem de marca, é importante para o reconhecimento da qualidade da empresa por todos os públicos. Sem padronização, uma série de problemas pode aparecer: desde a perda de qualidade dos produtos, ao consequente avanço de velhos e novos concorrentes que possam oferecer realmente, o melhor produto para os consumidores.

Separamos cinco dicas para a padronização de uma rede de franquias seja eficiente.

 

1)    Proporcionando o melhor treinamento possível para futuros franqueados

Após selecionar os candidatos que mais fecham com o perfil da rede, a empresa deve se preocupar em proporcionar um programa excelente de treinamento para os futuros franqueados. Essa parte inicial é essencial para que o funcionamento das novas unidades de franquia seja desde sempre no mesmo nível das unidades mais velhas, a fim de que o controle de qualidade realmente exista – e que os clientes possam consumir os produtos e serviços que tanto confiam também nas novas lojas. Os franqueados gerenciam as unidades, supervisionam o trabalho dos funcionários e avaliam o que precisa ser melhorado. Para isso, o programa de treinamento deve ser um momento rico de aprendizado. Consultorias de treinamento podem ser bastante úteis nesse processo. Sistemas de bancos de dados também são muito funcionais para armazenamento de conteúdos que podem ser visualizados a qualquer hora e lugar, sendo acessíveis nos momentos mais cruciais.

 

2)    Participação presente da franqueadora – oferecendo suporte, esclarecendo questões

A franqueadora deve estar de olho em todas as suas unidades de franquia – mas não apenas para supervisionar, de vez em quando, a efetividade dos franqueados e funcionários. A atividade da franqueadora vai além do trabalho de seus gerentes e consultores. Ela deve estar disposta a atender as questões das unidades e a resolver todos os problemas que possam aparecer. Oferecer suporte aos franqueados é possivelmente uma das partes mais indispensáveis na gestão de uma rede de franquias, afinal de contas, ninguém nasce sabendo e os franqueados, em seus primeiros meses de trabalho principalmente, precisarão de muita ajuda. Assim, a qualidade das unidades é mantida até em momentos de crise. A franqueadora também deixa seus franqueados e funcionários sempre a par do que está acontecendo na empresa, principalmente em relação a mudanças de produção e no ambiente de trabalho. Para isso, campanhas de endomarketing sempre são bastante eficientes na disseminação de ideias dentro de uma empresa, a fim de que as melhorias sejam feitas.

 

 3)    Analisando e qualificando fornecedores

Esta parte diz muito a respeito do produto em si que a rede de franquias oferece. Todo produto precisa de uma matéria prima para ser produzido, certo? Então, em uma rede de franquias, com suas muitas unidades de produção, é fundamental que a matéria prima para a elaboração dos produtos seja da mesma qualidade em todas as lojas. Para isso, deve existir um controle rigoroso dos fornecedores escolhidos. É importante que a franqueadora tenha o papel de analisar a qualidade dos fornecedores periodicamente: tanto em relação à matéria prima em si, quanto a prazos e logísticas de entrega. A partir dessa análise, a qualificação de fornecedores já contratados, ou a contratação de fornecedores melhores, pode vir à tona. A comunicação entre a franqueadora e os fornecedores faz toda a diferença.

 

4) Preocupação estética: design das unidades, atendimento dos funcionários

Um dos primeiros contatos que os clientes terão com marca é a identidade visual: o impacto que a loja proporcionará em sua estrutura. Da mesma forma, um bom atendimento também traz uma imagem muito positiva para a empresa, afinal, todo cliente gosta de se sentir bem acolhido. No franchising, é essencial que as unidades de uma rede sigam um padrão estético, que sirva tanto como reconhecimento da marca, quanto como indicativo de que sua qualidade é a mesma em todos os lugares. Por isso, durante a instalação de novas lojas, esse cuidado deve ser especial. Um ambiente confortável e bacana é mais um convidativo para novos clientes, também. E, a respeito do atendimento dos funcionários, um diferencial é o seu treinamento, a fim de que aprendam como a marca busca humanizar sua imagem na relação com os clientes. Você já se sentiu super bem atendido em determinados restaurantes de franquias, por exemplo? Pois então: normalmente esses locais têm o costume de prepararem seu corpo de funcionários para proporcionarem a melhor experiência possível para todos os consumidores. Isso está diretamente associado ao controle de qualidade.

 

5) Uma comunicação interna bem estruturada resolve (quase) todos os problemas

Independentemente da situação, nada se resolve sem comunicação. No franchising, várias partes devem estar interligadas para que a sinergia da empresa não falhe e, para isso, canais eficientes de comunicação devem fazer parte da empresa. Não apenas eficientes: acessíveis, fluidos, democráticos. De nada adianta só a franqueadora ter acesso as funções de tais sistemas. Os canais de comunicação devem ser úteis para que os franqueados e os funcionários reportem questões a serem resolvidas, bem como insatisfações e todo tipo de análise dos consumidores. Isso, além de facilitar a resolução de problemas, pode auxiliar na pesquisa da empresa para novas maneiras de se pensar em produção, visando sempre a evolução da marca. Sendo assim, fique de olho nisso. Não existe padronização sem troca de informações.

Meta de vendas em franquias: Como conquistar resultados em rede?

O trabalho de uma equipe de vendas em uma empresa convencional é um desafio pois se baseia nas condições da empresa e do mercado. Imagine, então, em uma rede de franquias? O objetivo de aumento nas vendas de várias unidades de franquia pode parecer ainda mais difícil de ser atingido, pois é a gestão de muitas lojas que está em jogo. 

 

Empreendedores de sucesso são profissionais ambiciosos, que estão sempre buscando resultados melhores para o seu negócio. Ambição de um gestor é fundamental para que sua empresa não fique atrás da concorrência. De forma geral, pensando em negócios, a maneira mais óbvia para que se cresça é vendendo mais. Aumentar vendas é, afinal de contas, o que faz um empreendimento crescer e fixar seu espaço no mercado. Existe maior ambição que um empreendedor pode ter do que lucrar mais e mais com seus produtos e serviços?

Tanto a empresa deve estar com uma estrutura adequada para ampliar sua produção e atingir novos públicos, quanto o mercado deve oferecer oportunidades favoráveis para o crescimento. O trabalho de uma equipe de vendas, em uma empresa, é basicamente este: encontrar oportunidades, levando em conta as condições da empresa e do mercado, para atingir novos clientes e fazer o negócio vender mais. Todo empreendimento deve contar com uma equipe de vendas. Redes de franquias, então, obrigatoriamente necessitam de profissionais eficientes que exerçam essa função afinal, estarão lidando com uma empresa que funciona em diversas unidades.

Equipes de vendas: o que fazem? Como atuam em franquias?

Equipes de venda são, aparentemente, profissionais responsáveis por convencer potenciais clientes que entraram em contato com a loja na qual trabalham. Entretanto, seu trabalho vai além da lábia que conhecemos. O trabalho de uma equipe de vendas deve ser baseado no que a empresa tem a oferecer e quais necessidades do mercado ela pode suprir. Convencer uma pessoa a se tornar cliente de uma loja é, então, estudar: conhecer profundamente o trabalho da empresa e estar por dentro das tendências do mercado, pensando na concorrência. É assim, pois, que se sabe afirmar que o produto oferecido proporciona mais vantagens do que o produto do concorrente. Em franquias, o contato entre franqueadores e suas equipes de vendas tem ainda maior importância, pois atuarão em diferentes localidades. Dito isso, é essencial reiterar que em franquias, é indispensável que haja treinamento de equipes de venda. Afinal, a padronização do atendimento é o que garante não apenas o foco nas metas a serem atingidas, mas também, o controle de qualidade da empresa. Em qualquer unidade de franquia, o atendimento deve seguir os mesmos princípios e receber os clientes da mesma forma.

 

O que pode ser feito em franquias? Alcançando resultados em unidades

Treinamento é o processo básico de preparação de equipes de vendas em franquias. Mas alcançar resultados em várias unidades ao mesmo tempo é um trabalho contínuo de comunicação e sinergia. O programa de treinamento é apenas o início de um esforço que deve partir tanto da empresa, quanto do profissional.

 

Para que o treinamento em franquias seja o melhor possível, a terceirização de consultores especializados em orientar vendedores é sempre um caminho interessante. Apostar em consultoria é confiar a qualificação de profissionais à orientadores que possuem experiência no mercado. Portanto, é importante que o franqueador separe investimento para que tal capacitação seja possível. O treinamento feito com consultores é uma forma de padronizar o aprendizado, auxiliando as equipes de venda a abordarem clientes de acordo com o posicionamento da marca, em qualquer unidade de franquia.

Algo que deve receber a devida atenção para que a performance das equipes de venda nas unidades seja aprimorada em meio à rotina é em questão aos canais de comunicação do franqueador e franqueado aos vendedores. Comunicar-se não é apenas realizar reuniões periódicas: é estar disponível para tirar dúvidas, prestar suporte, dar feedbacks. É importante que a empresa exerça esse papel para que acompanhe a equipe de vendas e a sugira mudanças, além de estimulá-la com elogios. Por isso, é implantar eficientes métodos de comunicação entre as unidades da rede é sempre um diferencial para unificar o crescimento das unidades em metas de aumento de vendas, por exemplo. Dessa forma, o franqueador pode fazer observações sobre produtos a se tornarem como foco e maneiras de abordar clientes.

 

Confiram também:   Benchamark em franquias: A importância de conhecer seus concorrentes

Benchmark em franquias: a importância de conhecer seus concorrentes

O mercado de franchising é um mercado de ampla concorrência. A todo momento surgem startups com tecnologias que oferecem produtos e serviços com tanta qualidade (ou mais) do que empresas já consolidadas. Saiba o que é benchmark e como competições podem se manter acirradas

 

O consumidor hoje em dia não tem piedade, está em busca do produto que mais lhe oferece vantagens. Marcas já consolidadas já não são mais tão valorizadas em um mercado que se torna mais competitivo com o passar dos anos, ao passo que novas tecnologias surgem e startups encontram seu espaço, por oferecerem inovação a consumidores. Por isso, estar a frente de quem mais entende as necessidades e desejos de seu público-alvo e utiliza das tecnologias do momento é a melhor estratégia para melhores resultados.

No franchising, isso não é diferente. Redes de franquias competem muito mais entre si. Afinal, seu alcance a consumidores é maior, possuem mais recursos financeiros e mais visibilidade ao público. Uma simples campanha pode mudar o rumo de uma rede que vinha perdendo espaço. Novas tecnologias, então, podem revolucionar a eficiência e a qualidade dos produtos. Quem não se atualiza, sai no prejuízo. Nisso, entra a prática do benchmarking. O benchmarking em franquias pode ser decisivo para a sobrevivência de uma rede. Nesse artigo iremos esclarecer mais sobre esse assunto.

 

 Benchmark: evolução por comparação

 

Benchmark significa, basicamente, referência. Mas talvez, no contexto mercadológico, seja mais fácil explicar o conceito utilizando a palavra comparação. Conhecer a concorrência é primordial, porém, mais do que conhecer, é importante levar em consideração algo importante: como a minha empresa está em comparação aos meus concorrentes? Como, como gestor, estou me sentindo? Estou em uma competição justa, ou estou muito atrás de negócios que estão conquistando muitos clientes?

Benchmark encontra a raiz na comparação para que uma empresa busque, no mercado, as tecnologias e processos de produção que estão em alta. É descobrir e analisar o que está dando certo na concorrência e integrar isso na empresa. Independentemente, o objetivo é trazer evolução e nivelar a concorrência, através da vantagem competitiva – aliando o que funciona nas outras empresas com os diferenciais da minha. No benchmarking, é fundamental considerar os objetivos da empresa, os produtos que oferece e seu posicionamento no mercado. É essencial que a identidade de marca seja mantida.

 

O que pode ser feito em benchmark em franquias?

 

O franchising é um mercado extremamente competitivo, pois consiste em empresas que atuam, com suas unidades, em diversas localidades. Portanto, também acabam existindo muitos outros motivos de comparação entre redes. É claro que a análise de benchmark de franquias concorrentes leva em conta o que qualquer empresa visualizaria. Entretanto, o franchising é um mercado mais complexo, que envolve o funcionamento de muitas unidades em localidades distintas, em meio a um plano de expansão e ao controle de qualidade das unidades. Talvez, esse seja o principal motivo para se fazer benchmark em franquias, pois sem a padronização da qualidade, uma rede começa a perder clientes para seus concorrentes. De qualquer forma, os cinco principais motivos para benchmarking em franquias são estes:

 

  1. Em relação à tecnologia de produção;
  2. Em relação às políticas de trabalho e atendimento;
  3. Em relação ao controle de qualidade e programas de treinamentos à franqueados;
  4. Em relação às estratégias de expansão;
  5. Em relação às campanhas de produtos.

 

O auxílio de consultorias especializadas em pesquisa de mercado é uma mão na roda na realização de benchmarking no mercado do franchising, principalmente para redes iniciantes. Como gestor, nunca deixe de considerar a ajuda de terceiros para aplicar alterações significativas nos processos de sua empresa.

Feira do Sebrae será o primeiro teste do varejo do ano

O apetite dos potenciais empresários brasileiros terá seu primeiro teste na Feira do Empreendedor, que acontece entre 7 e 10 de abril, em São Paulo. Com a perspectiva de receber 140 mil visitantes, o evento é a vitrine que abre o calendário das franquias na busca por novos negócios.

Organizada pelo Serbrae, a feira que é sediada no Pavilhão de Exposições do Anhembi com a participação de 450 expositores, que oferecerão oportunidades para todo perfil de empreendedor.

A feira será dividida em três frentes: fomento, capacitação e geração de negócios. Com destaque para a rodada de negócios com empresas brasileira e internacionais convidados pelo Sedrae e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. As empresas iniciantes conversam com as comerciais importadoras e exportadoras para dar os primeiros passos com a exportação indireta. Já as empresas mais preparadas negociam com o comprador internacional.

A rede mineira Suav, que participa pela primeira vez da feira, aproveitará para encontrar franqueados em São Paulo. Segundo o diretor executivo da rede, Diogo Cordeiro de Oliveira, a empresa pretende alcançar 100 lojas este ano e faturar R$ 6 milhões, objetivo que passa pelo êxito no evento do mês que vem. ”Temos a intenção de alcançar 500 unidades em cinco anos da franquia no mercado”, diz.

Quem também tem grandes planos para evento é a Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos. A rede, comandada por Christian Neugebauer, vai anunciar no evento dois novos modelos de franquia: Chocobag e Quiosque.

A Chocobag é uma mala térmica estilizada com custo inicial de R$ 3 mil, com margem de 27% de lucro. Vinculado à uma loja ou quiosque, o franqueado atua com vendas porta a porta ou parcerias. A outra novidade é o quioque, com custo de R$ 38 mil e margem em torno de 15%. ”É a grande oportunidade para apresentar a Chocolateria, já que o público busca de novos negócios.” afirma Neugebauer

Porém, por mais opções de negócios que a feira ofereça, o novo empreendedor precisa ficar atento à questão como o perfil da rede, previsão de gastos e solidez da marca escolhida. “Obviamente, quem deve se certificar disso é o investidor. Analisar documentos e conversar com franqueados e ex-franqueados é a melhor forma de garantir que a marca tenha solidez”, explica.

 

Caminho oposto

Para os empresários que já atuam com lojas próprias mas querem desbravar os franquias, a Oficina de Franquias promete mostrar o caminho das pedras. Com um custo médio entre R$ 100 mil e R$ 200 mil para se entrar neste ramo, a Oficina oferece a opção de entrar como parceira do negócio e diminuir os custos iniciais. A marca entra como parceira no seu projeto e você investe apenas os custos operacionais de abertura. A oficina de franquias é considerada única e sob medida para quem quer se tornar um franqueador.

Inscrições para o guia de franquias 2018 vão até 01 de abril

As inscrições para o Guia de Franquias 2018/2019 estão abertas. O anuário, que será publicado em junho deste ano, irá revelar os vencedores do prêmio As Melhores Franquias do Brasil. A edição especial vai trazer a avaliação de cada marca inscrita e dar destaque àquelas que obtiverem a cotação de cinco estrelas. Serão premiadas também a Franquia do Ano e a Melhor Microfranquia.

Os dados serão compilados pela Serasa Experian. As marcas serão avaliadas em três quesitos: desempenho da rede (crescimento, taxas de retorno, número de lojas), qualidade da rede (suporte oferecido, força da marca, inovação) e satisfação do franqueado (treinamentos, consultoria, manuais).

 Com base nessas avaliações e em dados sobre investimento inicial, capital de giro e prazo de retorno, os leitores de Pequenas Empresas & Grandes Negócios poderão fundamentar sua decisão sobre a compra de uma franquia.

A pesquisa do Guia de Franquias, uma referência no setor há 15 anos, ocorre em duas etapas. Na primeira, os franqueadores precisam inscrever as suas marcas de franquias. As informações devem ser enviadas até o dia 1º de abril de 2018, por meio deste site. Em seguida, os franqueados farão a sua avaliação. Podem participar todas as redes que operam de acordo com a Lei da Franquia no Brasil (número 8.955). Caso a franquia não seja filiada à Associação Brasileira de Franchising (ABF), será imprescindível enviar uma cópia da Circular de Oferta de Franquia (COF).

 

Como participar

– Acesse o site da pesquisa e clique em “Inscreva-se agora!”

– Clique em “Primeiro acesso”

– Insira o CNPJ, o e-mail e um telefone para contato. Uma senha será gerada. Anote-a, pois ela será solicitada toda vez que o questionário for acessado.

– Responda ao questionário e envie a lista de seus franqueados. Eles serão sorteados para responder à pesquisa de satisfação sobre a sua franquia.

– Primeiro Acesso: O franqueador deve informar o CNPJ ou Código de identificação, um e-mail e um telefone para contato. Neste momento, será gerada uma senha para todos os acessos posteriores.

 

Veja também:  Feira do empreendedor terá espaço para público interessado em franquias.

Fábrica de Bolo Vó Alzira inaugura loja em Santo André

Uma das mais atraentes redes de franquia de alimentação do Brasil, a Fábrica de Bolo Vó Alzira, de bolos caseiros tradicionais, chega aos municípios do Grande ABC paulista com a abertura da primeira loja em Santo André. A loja de 33m², fica localizada na avenida pedro américo, nº 23, dentro do supermercado Carrefour. O investimento na franquia foi de R$ 180 mil.

A rede acelera o plano de expansão na região e pretende abrir mais sete unidades até o fim de 2018. A cidade de São Caetano do Sul ganhará uma loja e Santo André mais seis franquias. Os investimentos chegam à casa de R$ 700 mil. Com todas as lojas operando, a Fábrica de Bolo Vó Alzira projeta um crescimento de 10% no faturamento total da rede.

O estado de São Paulo é um dos principais focos da expansão. As áreas de interesse incluem a capital onde já conta com quatro lojas abertas e as principais cidades, como Osasco, Atibaia e Taubaté. A expectativa é abrir 40 unidades até o fim de 2018 no estado.

Com diferentes modelos de negócios – lojas de rua, malls, postos de gasolina, hipermercados, áreas de transporte público – a fábrica de bolo vó alzira aposta nessa variedade para atender as demandas regionais do mercado brasileiro. O aporte mínimo para abertura de uma franquia da marca é de R$ 99 mil, o diferencial é a não cobrança de royalties e o faturamento médio mensal de R$ 35 mil a R$ 70 mil.

 

 

Case Carioca

A Fábrica de Bolo Vó Alzira foi fundada pela empresária Alzira Ramos, uma boleira e dona de casa que decidiu empreender quando enfrentou dificuldades financeiras. De uma história de superação nascia, no ano de 2008 no Rio de Janeiro, a primeira loja da Fábrica de Bolo Vó Alzira na Zona Norte do Rio. Cinco anos mais tarde, em 2013, entrou no franchising. A proposta é oferecer bolos caseiros com sabores bem brasileiros, do tipo que nossa avó fazia, a preços acessíveis. Os bolos custam em média R$ 20. Entre os mais pedidos estão os de laranja, cenoura com chocolate, abacaxi com coco, chocolate com nozes e banana. Atualmente, a marca opera com 220 lojas em todo Brasil.

 

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Burger King será franqueadora da rede Popeyes no Brasil

A Burger King Brasil anunciou que fechou acordo com a rede de restaurantes Popeyes Louisiana Kitchens para ser master franqueadora da marca no país. Pelo acordo, a Burger King Brasil terá o direito exclusivo de desenvolver e operar restaurantes, por meio de operação própria ou franqueados, com a marca Popeyes no Brasil durante um período de 20 anos.

O contrato também estabelece metas anuais de crescimento da rede, com destaque para a meta de abertura de mais de 300 restaurantes nos primeiros dez anos de operação.

A companhia também será fornecedora exclusiva de serviços de marketing, treinamento, monitoramento e auditoria para os restaurantes franqueados no Brasil, podendo cobrar taxa de serviços dos franqueados.

”Além disso, os royalties e contribuição ao fundo de marketing foram estabelecidos em patamares similares aos aplicáveis à marca Burger King no Brasil”, afirmou a companhia em comunicado.

Globalmente, Burker King e Popeys pertencem à Restaurant Brands, que tem o fundo 3G Capital dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles como principal acionista.

Segundo comunicado a rede Popeyes opera mais de 2800 unidades em mais de 25 países ao redor do mundo, com destaque para Estados Unidos e o Canadá. É a segunda maior rede de fast-food especializada em frango no mundo.

Gestão empresarial em franquias: A participação da franqueadora no plano de negócios

Você já deve saber que para que uma rede de franquias obtenha sucesso, é necessária a dedicação de diversas partes dentro da empresa. O franchising é caracterizado pela gestão que se expressa em um trabalho de equipe por parte da franqueadora de variadas e espalhadas unidades e por parte de cada franqueado, fazendo o gerenciamento das mesmas.  A equipe franqueadora tem primordialmente o papel de unir a visão da direção da empresa e do franqueador, à visão e ao trabalho dos franqueados.

 

Por mais experiente e criativo que o proprietário seja, o crescimento da rede não depende unicamente de sua competência. A equipe da franqueadora auxilia na organização e estruturação de todas as partes, através da estrutura de suporte, da padronização de operações, da gestão da rede e de estratégias claras e disseminadas de expansão. Por isso, é importante que, além de franqueador e franqueado, existam outros profissionais encarregados de atividades específicas para a gestão de unidades de franquia. A seguir, esclareceremos alguns dos cargos de uma equipe de franqueadora e como cada um auxilia diretamente no sucesso de um negócio.

 

Gerente de Franchising: administrando e conectando as  partes de uma franquia

 O gerente de franchising é o profissional que deverá ser responsável pela ligação entre as partes da franquia. Sendo assim, ele terá boas noções do que está funcionando e do que não está, e a partir disso, terá conhecimento para que sejam criadas as melhores estratégias para a empresa. Deve ter domínio da parte técnica do negócio, a fim de entender e exercer funções operacionais, agregando tudo isso à uma boa visão de mercado. Tudo isso porque, por ser a ligação entre franqueador e franqueados, terá o trabalho de integrá-los através da organização de políticas de trabalho e campanhas internas. Ao possuir o know-how necessário, esse trabalho será facilitado e sua participação será mais eficaz. Por se tratar de um papel bastante comunicativo e organizacional, profissionais da área das relações públicas e da administração podem contemplar as qualidades requeridas. O gerente de franchising deve ser um profissional completo: firme, organizado, comunicativo, flexível.

 

Comercial: vendendo o peixe para futuros franqueados

 Vender a marca de uma franquia consiste em mais do que apenas vender seus produtos e serviços. A missão, visão e imagem da franquia como negócio devem ser vendidas, no caso, bem apresentadas, a empreendedores que estejam interessados em se tornarem franqueados. A marca deve ser interessante e promissora, oferecendo um bom potencial de sucesso a fim de captar a atenção de profissionais que queiram fazer parte da rede.

O gerente tem a função de coordenar esse processo: desde a apresentação da rede em eventos e palestras, com o objetivo de divulgar o negócio, ao recrutamento em si de franqueados, auxiliando no processo seletivo e na escolha dos candidatos que encaixam no perfil. Sendo assim, seu papel é fundamental para a expansão da rede e obrigatoriamente deve haver um profissional encarregado por essas funções em uma franquia.

 

Treinamento: qualificando a formação de franqueados

Fácil e vantajoso seria se o próprio dono da franqueadora transmitisse seu know-how para os franqueados, a fim de padronizar processos e construir uma rede de qualidade. Entretanto, normalmente não sobra tempo para a dedicação necessária ao treinamento de operadores. É aí que entra a necessidade de um treinamento por parte de franqueadora, que terá a função de coordenar o programa de formação de franqueados e funcionários da rede. O treinamento qualifica a transmissão de know-how e, consequentemente, evita problemas operacionais futuros. Além disso, serve como um teste para futuros franqueados antes do momento do contrato.

 

Administrativo: controlando as finanças

Esta parte é bastante delicada dentro de uma rede de franquias. Em uma empresa desse perfil, existem diversas taxas que devem ser pagas por parte do franqueado e diversas unidades que possuem seus próprios faturamentos. Portanto, é fundamental que um especialista em contabilidade seja o gerente administrativo da rede, responsável por controlar os fluxos de capital. Das vendas, aos royalties, o profissional deve estar atento ao que está entrando e saindo de dinheiro. Obviamente, de início, este papel será do proprietário. Dinheiro é coisa séria e no mundo dos negócios, passar a perna é muito fácil. Todavia, é essencial que o dono encontre alguém de confiança para, a medida que o negócio cresce, organize todas as questões financeiras. O gerente também fará projeções, baseadas na análise de investimentos e também de tendências do mercado.

 

Marketing: garantindo a melhor comunicação da empresa

Nenhuma empresa conquista seu espaço no mercado sem estratégias de marketing e comunicação. Hoje em dia, em um mercado cada vez mais competitivo, investir em canais certeiros é um diferencial até para franquias que já estão bem estabelecidas no mercado. Talvez você já saiba que as redes de franquias possuem essa preocupação ao determinarem taxas de propaganda que devem ser pagas pelos franqueados. Pois então: é papel do gerente de marketing administrar o que será feito com o tal dinheiro. O profissional de marketing da franquia, além de gerenciar o fundo publicitário, também será encarregado da comunicação interna da empresa (endomarketing). Isso é essencial para que sejam disseminadas políticas de trabalho e, então, seja conquistado o controle de qualidade desejado.

 

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Cholateria Brasileira lança dois modelos de negócios enxutos durante a feira do empreendedor

Com investimento de apenas R$ 3 mil, a Chocobag dá mais mobilidade aos franqueados e amplia a presença nas cidades onde já está presente, já o outro novo modelo é um quiosque com investimento de R$ 38 mil

A Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos, participa da Feira do Empreendedor Sebrae, que acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi, entre os dias 7 e 10 de abril, em São Paulo. A empresa, comandada por Christian Neugebauer, herdeiro de uma família que há mais de 100 anos atua no segmento de chocolates, apresenta durante o evento dois novos modelos de franquia: a Chocobag e o Quiosque.

A Chocobag é uma mala térmica estilizada, com capacidade para até 62 litros, e a adesão à marca terá o custo inicial de apenas R$ 3 mil, com retorno previsto para cerca de três meses e uma estimativa de lucro em torno de 27% sobre as vendas. Vinculado à uma loja ou quiosque, o franqueado deste modelo atuará com vendas porta a porta ou através de parcerias com os comércios da região, em um raio pré determinado, podendo ser um bairro ou uma cidade vizinha. “A franquia é para o empreendedor que deseja colocar a ‘mão na massa’. Com a mobilidade que o modelo oferece, os franqueados poderão vender trufas e chocolates em barra em diferentes locais como salões de beleza, universidades, colégios, lojas de departamentos ou grandes magazines, parques e eventos em geral”, explica Neugebauer. Para adentrar no negócio modelo home based, é preciso que o interessado esteja enquadrado no MEI – microempreendedor individual – pelo Simples Nacional.

Já a outra novidade é o quiosque seco. Com apenas investimento de apenas R$ 38 mil, o novo franqueado poderá comercializar todo o leque de chocolates finos da marca, sem o espaço de café. Nesse modelo também enxuto, mas como foco em quem prefere empreender em um negócio físico, o faturamento médio previsto é de R$ 27 mil com margem de lucro de 15% e o retorno fica entre 14 e 24 meses.

Promovida pelo SEBRAE-SP, a 7ª edição da feira, pretende disseminar conhecimento e oportunidade de negócios para um público de aproximadamente 140 mil micros, pequenos e médios empresários, gerando milhões em negócios. “É uma grande oportunidade para apresentar a Chocolateria, já que o público que frequenta a feira está em busca de novos negócios”, afirma Neugebauer. “A estratégia da empresa é ampliar a oferta de oportunidades de investimento na marca. Com os lançamentos a rede passa a ter quatro modelos de negócios com valores de investimentos entre R$ 3 mil e  R$ 195 mil”, finaliza.



Serviço

Stand: FR11

De 7 a 10 de abril das 10 às 21h

Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1209, São Paulo – SP

Entrada gratuita

Sobre a Chocolateira Brasileira:

Unindo qualidade e sabor, a Chocolateria Brasileira traz ao mercado nacional produtos finos e desenvolvidos com matéria prima de primeira linha. No cardápio, barras, trufas e bombons, embalados individualmente ou em kits, se unem ao aroma do delicioso café, capaz de arrancar suspiro do mais distraído consumidor. Atualmente, são quatro formatos de franquia: quiosques de 3m² sem cafeteria ou 6 a 9 m² com o serviço, a loja de 40m² e o modelo home-based, estando este vinculado diretamente a algum franqueado. Os investimentos iniciais variam conforme o tamanho do negócio e rondam entre R$ 38 mil, para o caso do quiosque de 3m², R$ 89 mil para o quiosque maior com cafeteria e R$ 195 mil para a loja. O faturamento da marca em 2017 foi de R$ 6.400.000,00. A projeção para 2018 está estimada em R$ 8,3 milhões.

Nova onda do varejo: Apagando as barreiras entre o físico e o digital

O consumidor brasileiro está perto de viver uma das maiores revoluções na maneira de fazer compras. Ainda este ano, varejistas já não precisarão mais dizer ‘não’ aos seus clientes por causa de antigas limitações, como falta de estoque, frete alto e outras barreiras. Isso porque a tecnologia já está avançada a ponto de incluir o país no contexto Omnichannel , conceito já aplicado, por exemplo, nos Estados Unidos, Reino Unido e Japão, e que consiste em integrar todos os canais de venda e conectar a operação do varejo, desde a captura do pedido até a entrega do produto para cliente final.

 

Apesar da expressividade do e-commerce, que cresceu 10% entre 2017 e 2018 no Brasil, de acordo com dados da E-Marketer, o comportamento do consumidor vem mudando. Hoje, é possível dizer que a busca virou digital, mas a venda ainda é física. Segundo estudo da Deloitte, 71% das pessoas usam ferramentas virtuais antes de visitar uma loja. Quando chegam ao ponto de venda, 55% dos millennials – nascidos entre 1980 e 2000, fazem consultas pela internet. Ao sair, 16% continuam conectados.

É aí que o cenário para o Omnichannel se torna favorável. Renata Malagoli, diretora de Omnicommerce na Linx e especialista em varejo, conta que os processos de omnicanalidade podem resolver problemas antigos dos varejistas, como falta de produtos e baixo fluxo nas lojas. “Atualmente, marcas já permitem que o consumidor compre pela internet e retire a mercadoria na unidade mais próxima, ou ainda receba em casa um produto expedido por uma loja física. Aqui, os pontos de venda passam a funcionar também como um centro de distribuição”.

A especialista diz ainda que “além de trazer uma melhor experiência de compra para o consumidor, este novo modelo de negócio faz com que lojistas tenham ganhos operacionais significativos, como, por exemplo, a diminuição dos custos logísticos, otimização tributária e fiscal, giro de estoque, entre outros benefícios”.

A executiva usa o exemplo dos EUA para mostrar o quanto ainda estamos atrasados no quesito multicanalidade. Gigantes norte-americanas como a rede de farmácias Walgreens e a rede de lojas de departamento Macy’s, segundo Renata, já estão com processos omnichannel extremamente consistentes. “Elas permitem trocar produto que comprou no e-commerce na loja física, ou comprar na internet e retirar na loja. Há shiping entre uma loja e outra. Os processos já são consolidados”, diz.

A experiência completa de omnichannel precisa seguir alguns processos, que, para Renata, ilustram a multicanalidade e criam experiências únicas com a marca. São ações como: retirada na loja, envio de produto da loja, devolução de produtos nas lojas, entrega em domicílio, conexão entre lojas, bem como marketplaces. “O primeiro ponto é conseguir prover essas experiências completas”, afirma.

O segundo item essencial listado pela executiva é a necessidade tecnológica de integrar todos esses sistemas por meio de conexões únicas e não com as chamadas peer to peert. “É preciso integrar todos os sistemas, seja marketplace, plataforma de e-commerce, transportadora ou um ERP. As empresas precisam de um sistema para integrar tudo, como se fosse um hub.”

O problema é que, segundo Renata, a maioria dos sistemas foi criado de forma monocanal, para ser um módulo próprio. “São sistemas muito diferentes. Ter alguém que ofereça tudo isso para o mercado é complicado, por isso é preciso ter uma conexão que integra tudo isso”, completa a executiva, que admite que a Linx vislumbra esse caminho de integração para ser um hub omnichannel.

O fato é que os passos rumo à experiência omnichannel já estão sendo dados, mas ainda há muita estrada pela frente.

Mcdonald’s anuncia investimento de R$ 1,25 bilhão no Brasil

A divisão brasileira da Arcos Dourados, maior franquia independente do Mcdonald’s do mundo, informou que vai aumentar em 25% os investimentos no país, atingindo R$ 1,25 bilhão até o fim de 2019. De acordo com a companhia, o montante será utilizado na modernização e abertura de novos restaurantes no país.

O anúncio foi feito com a divulgação dos resultados financeiros da companhia de 2017, que apresentaram crescimento da receitas em 12,3% em relação a 2016. De acordo com a companhia 2017 foi um dos melhores anos da história da empresa no Brasil.

No 4º trimestre de 2017, a divisão registrou receita de US$ 403,2 milhões, um crescimento de 6,6%. Além disso, as vendas do sistema Mcdonald’s no Brasil (incluindo franqueados) cresceram 9,2% em moeda constante, registrando um aumento de 6,7%. A Arcos Dourados terminou o trimestre com um total de 929 restaurantes no Brasil.

Segundo o documento, uma mudança favorável no ”mix” e o quarto trismestre positivo seguido de tráfego dos restaurantes trouxeram este resultado favorável. ”Algumas ações de marketing no trismestre, que estimularam o crescimento da receita sem ferir as margens brutas, foram o lançamento do Quattro Formaggi, a introdução de produtos com dupla marca, como as opções de Nutella, entreo outrs”, escrevem

Planos Portal

 Uma estratégia efetiva para a geração de leads, que proporciona uma expansão eficiente sem perder tempo

 

 

 Mais visibilidade para sua marca

No portal franquia.com.br, as marcas aparecem em destaque em todas as páginas e sempre em um contexto informativo. Não há poluição visual e a navegação do usuário é simples e rápida – tudo para que sua franquia ganhe relevância.

 

Cadastros mais qualificados

Ao combinar diversos filtros, o usuário do site consegue selecionar apenas franquias adequadas ao seu perfil e ao seu capital de investimento. Isso é ótimo para o franqueador, que receberá apenas os cadastros de pessoas realmente interessadas na franquia.

 

Ferramenta gratuita para  gestão dos candidatos

Você não precisa contratar um software para gerenciar seus candidatos: a Franchise Store oferece gratuitamente uma ferramenta já integrada com o portal. Esse software permite que você acompanhe a evolução de cada candidato e o trabalho de sua equipe de expansão.

 

 

Confira as opções de planos: 

 

Plano Mais

Valor do plano: R$ 560,00

 

Plano exposição

Valor do plano: R$ 1100,00

 

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Ou envie um email para:  maiara.souza@franchisestore.com.br

Franquia Subway apresenta nova identidade da marca e loja no Brasil

Logo da rede de fast food está mais moderno; no novo restaurante, painéis digitais e uma área de preparação de alimentos separada são novidade

A Subway anunciou, em São Paulo, a sua nova identidade de marca no Brasil, estreando um novo tipo de restaurante. O design traz o conceito de Fresh Forward, com um novo logotipo (batizado de Choice Mark).

No novo logo, a fonte com traços mais retos dá lugar a uma tipografia mais curva e o verde escuro característico da marca dá lugar a um verde mais claro e vivo, que deixa a marca mais jovem.

Além disso, o novo logo ganhou ainda um elemento para ser trabalhado em lugares onde não for possível utilizar a marca completa, como avatares, ícones de apps, etc. O novo elemento é um “S” que se forma com a junção das duas setas características da marca. O logotipo pode ser visto de longe e à noite.

 

Novos modelos de restaurante

Nas novas lojas, há painéis digitais com o menu para os clientes e uma área de preparação de alimentos separada da área de entrega.A decoração também traz elementos que vendem a ideia da qualidade do menu da marca.

“O novo design é a próxima fase de evolução da Subway. O que queremos com o Fresh Forward é que os nossos clientes se sintam acolhidos, confortáveis, e usufruam de uma experiência positiva em toda a sua jornada percorrida dentro de um restaurante Subway. Nosso objetivo é que essa experiência seja sempre memorável”, diz Paul Davis, diretor regional de marketing da Subway Brasil.

A primeira loja com o novo conceito foi inaugurada no shopping Metrô Santa Cruz, na capital paulista.

Com 44 lojas espalhadas em 113 países, a Subway vende 7 milhões de sanduíches por dia.

 Mais informações sobre a franquia Subway? Clique aqui. 

The Body Shop lança campanha contra testes em animais com finalidade cosmética

A The Body Shop, rede inglesa de cosméticos naturais, em parceria com a Cruelty Free International, organização internacional sem fins lucrativos que trabalha para acabar com os testes em animais, lança no dia 8 de junho, no Brasil, a campanha Forever Against Animal Testing (Contra teste em Animais), que consiste em um abaixo assinado uma petição global com o objetivo de banir, até 2020, testes em animais com finalidade cosmética em produtos e ingredientes em todo o mundo.  A ação foi protocolocada na sede da Organização das Nações Unidades (ONU), em Nova York, no dia 1 de junho.

A The Body Shop foi a primeira marca no mundo a levantar a bandeira contra testes em animais, já que usa ingredientes naturais e livres de crueldade em todos os seus produtos desde a sua fundação em 1976. Em 1989, fez sua primeira campanha de conscientização sobre o tema, também em parceria com a Cruelty Free (quando o nome era BUAV) resultando na proibição dessa prática no Reino Unido em 1998.

Em 2004, outra campanha foi feita na União Europeia. E finalmente em 2013, testes em animais com finalidade cosmética foram completamente banidos em toda a UE.

Em 2017, a campanha tem como objetivo influenciar a legislação dos 189 países signatários da ONU, levando em consideração que 80% do mundo ainda permite testes em animais na indústria cosmética, inclusive o Brasil, onde o processo para banir essa prática ainda está em tramitação.

Em março, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal aprovou a proposta de proibição ao uso de animais em testes para produção de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal.  Agora o documento segue para a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e, depois, para deliberação final pelo Plenário do Senado.

De acordo com o texto aprovado, os testes em animais poderão ser admitidos pela autoridade sanitária em situações excepcionais, quando houver “graves preocupações em relação à segurança de um ingrediente cosmético” e somente após consulta à sociedade. No entanto, a The Body Shop e CFI querem influenciar para que a pratica não seja mais permitida em nenhuma circunstância.

Apesar de existirem tecnologias alternativas para testes de cosméticos, tais como a pele humana artificial, que são, na maioria dos casos, tão eficazes quanto o teste animal e foram validadas pelas autoridades, a Cruelty Free International estima que cerca de 500 mil animais ainda sejam usados ​em testes com finalidade cosmética a cada ano, o que significa 1.390 animais por dia.

A campanha

No Brasil, a campanha acontecerá nos 115 pontos de venda em todos Brasil, no site e nas redes sociais da marca, convidando os clientes a assinarem a petição. A meta é coletar 8 milhões de assinaturas globalmente. Os consumidores serão estimulados a usar a hashtag da campanha, #ForeverAgainstAnimalTesting #ContraTesteEmAnimais, nas mídias sociais para aumentar a conscientização sobre o assunto.

“A The Body Shop acredita que testes com animais em produtos e ingredientes são antiquados, cruéis e desnecessários. Por isso, estamos à frente da mais ambiciosa campanha da marca para buscar a proibição global do uso de animais para testar produtos e ingredientes com finalidade cosmética. Nossa expectativa é coletar mais de 200 mil assinaturas no Brasil”, explica Karina Meyer, Diretora de marketing da The Body Shop Brasil.

A campanha terá duração de quase três anos. Nesse ano, o foco é conscientizar e derrubar mitos em torno dos testes em animais e das alternativas disponíveis. Em 2018, a meta é atingir os 8 milhões de assinaturas e apresentar o documento às Nações Unidas, para que seja convocada uma convenção internacional sobre a proibição de teste com finalidade cosmética em animais. Finalmente, em 2019, com a ajuda da ONU, o objetivo é promover aproximação com governos e agências internacionais para criar a lei.

 

 

Sobre a The Body Shop

Fundada em 1976 em Brighton, Inglaterra, a The Body Shop® é uma marca inglesa de cosméticos naturais que procura fazer a diferença positiva no mundo produzindo produtos para o corpo, rosto e fragrâncias de forma ética e sustentável. A The Body Shop® foi pioneira na filosofia de que os negócios podem ser uma força para o bem e essa missão continua sendo a força central da marca. A The Body Shop® conta com 3 mil lojas em 66 países e, junto com a Aesop e a Natura, integra o Natura & Co, grupo de cosméticos global, multicanal e multi-marca, que se compromete a gerar impacto econômico, social e ambiental positivo em todo o mundo.

Informações sobre a franquia The Body Shop? Clique aqui.

7 perguntas que devem ser feitas antes de franquear seu negócio

Confira alguns conceitos básicos do franchising que podem ajudar a decidir se sua empresa tem o que é necessário para se tornar uma franquia.

 

1. Realmente funciona?

O negócio precisa ser testado! Não há lei, obviamente, exigindo que um franqueador demonstre competência por meio de prova ou algo do tipo, até pela subjetividade de cada negócio, porém há considerações práticas que devem ser seguidas. Além das questões éticas – é importante lembrar que muita gente vai investir o “dinheiro da vida” no seu negócio -, para estabelecer credibilidade e, assim, vender franquias, você precisará mostrar que sua unidade piloto é bem-sucedida. Há negócios com pouco tempo de experiência que podem e devem ingressar no ramo de franquias, até por respeito ao timing de mercado e àquela velha máxima: “quem chega primeiro bebe água limpa”, porém é preciso testar aceitação e operacionalidade. Podemos resumir os testes nos 3 “ps”: Produto, Processo e Pessoa.

 

2. É vendável?

Para ser franqueável, o modelo de negócios também precisa ser atraente para potenciais franqueados. Embora seja difícil quantificar a “vendibility”, fatores como a credibilidade, singularidade e posicionamento da marca contribuem.

 

3. Replicaremos com sucesso?

A chave para o sucesso no mercado de franquias é garantir que a essência do sucesso do franqueador seja replicada aos franqueados. É importante lembrar que o conceito deve funcionar em locais diferentes e não apenas por causa de uma localização específica, de um super vendedor ou ainda porque você está empregando 80 horas semanais na empresa. Se o negócio tiver um motivo de sucesso que não pode ser replicado, será difícil repetir a magia. Idealmente, um conceito de franquia deve ser relativamente simples de operar e deve ser capaz de trabalhar em uma variedade de mercados. É claro que franqueados podem trazer algumas habilidades para o jogo, mas isto não deve ser a esperança do negócio.

 

4. O payback é atrativo e, principalmente, real?

Muitas vezes, o Franqueado está empregando no negócio o dinheiro da vida dele, não brinque com isso. Quando o Franqueado depende exclusivamente do negócio, ele esperará um retorno positivo. É importante realizar previsões baseadas em 3 cenários: Pessimista, Conservador e o Otimista (ou Meta de Venda). Não prometa o melhor dos cenários, o mercado é feito por variáveis.

 

5. Seu Valor é maior que seu preço?

Não há nada mais consistente do que a fidelização de clientes. Para isso, seu negócio deve oferecer intangíveis muito maiores do que produtos ou serviços. É importante fazer a seguinte pergunta: O que meu negócio oferece que o dinheiro não pode comprar?

 

6. Você gosta de gestão de pessoas?

Uma franquia é baseada na manutenção de relacionamentos. Gestão de Pessoas. Os franqueadores mais bem-sucedidos são tipicamente aqueles que estão mais empenhados em garantir que seus franqueados tenham sucesso. Treinamento, suporte, acompanhamento, atualização, contatos, contatos, contatos.

 

7. Seu capital vai acompanhar o crescimento?

O ramo de franquias é um meio de expansão de baixo custo, mas, isso não significa “custo zero”. Para se tornar franqueador, você precisará de capital para estruturação, desenvolvimento de documentações legais, manuais, vídeos, programas de treinamento e materiais de marketing, sem mencionar o orçamento de marketing para geração de leads de franquia. Lembre-se que para subir no palco, primeiro deve-se aprender a tocar. Por isso, estruture-se antes de alçar voos mais altos.

 

Texto de: Lucas Atanazio Vetorasso — CEO do Grupo ATNZO, aos 33 anos, o jovem estrategista possui mais de 500 franquias na conta.

Engenheiros vendem franquia online de suplementos que pode faturar R$ 10 mil por mês

O Nylmar Diego Zacharias e o Luiz Gustavo Guimarães, são consumidores de suplementos já há alguns anos, uma vez que sempre praticaram atividade física. Mas a academia ficava para depois do expediente. O Nylmar é engenheiro químico e administrador e o Luiz engenheiro químico e ambos trabalhavam em multinacionais. O Nylmar tinha vontade de empreender, mas a família o incentivou a estudar e passar por empresas antes de se arriscar com um negócio próprio. Ele só se sentiu seguro para encarar o desafio de iniciar como empresário depois que teve que sair do trabalho por conta de uma redução no quadro de funcionários. Como já estava prestando atenção no crescimento do setor fitness, decidiu juntar a oportunidade de mercado com o que ele gostava e criou um e-commerce para venda de suplementos alimentares , montou um estoque pequeno e começou a vender.

O Luiz estava muito bem na empresa multinacional em que trabalhava, mas veio a crise. Ele entrou em um programa de Licença Temporária e ficou 11 meses afastado das atividades. Aproveitou para estudar o setor de suplementos e decidiu se associar ao Nylmar. Quando voltou ao trabalho ficou mais 6 meses na empresa para depois se desligar e se dedicar integralmente ao negócio de venda de suplementos.Os dois tinham feito um bom “pé de meia” enquanto estavam nas empresas e isso deu mais segurança para empreender. Segundo o Nylmar, antes só existiam franquias de lojas físicas de suplementos. “Comecei a pensar na ideia de fazer algo diferente: criar um modelo de franquia de loja online”.

No primeiro ano, a empresa comercializou mais de 200 franquias, em 15 estados do país e se tornou a maior rede de franquias de suplementos do Brasil. Eles atribuem esse sucesso ao modelo de franquia que permite que o franqueado crie um site para disponibilizar os produtos da empresa.”Desta forma o franqueado tem uma loja virtual para vender suplementos sem precisar investir em estoque, ficando responsável somente pela divulgação do site para o consumidor final”. A empresa ainda se responsabiliza pela entrega em todas as cidades do Brasil.

O valor da franquia é de R$9 mil, tendo expectativa de retorno de 8 a 12 meses. O faturamento bruto estimado é de R$10 mil mensais já a partir do terceiro mês. Os sócios alertam que o faturamento depende muito do esforço do franqueado. “É importante salientar que o sucesso da franquia depende muito do empenho da pessoa, buscando vendas e formando parcerias”. Os engenheiros hoje comemoram o sucesso:“Em menos de 2 anos empreendendo, aprendi muito com a vida! Passei por muitas dificuldades, contornei e hoje sinto que sou muito mais preparado para a vida e para o trabalho. Além de ser muito mais feliz”, diz Nylmar. O Luiz concorda:”Empreender te proporciona uma vida com muitos desafios, onde te estimula sempre a estar saindo da zona de conforto. Me sinto realizado a cada conquista e a cada desafio superado”.

 

 

Saiba mais sobre essa história de sucesso:

Mais informações sobre a franquia Brasil Nutri Shop? Clique aqui. 

Como ter mais visibilidade nos negócios B2B

A natureza dos anúncios mudou. Os anunciantes digitais que até então, acreditavam que a visibilidade era conquistada pagando pouco para fazer com que a marca fosse vista de qualquer maneira, estão assistindo à perda de valor, venda e credibilidade dos seus negócios.

O público também mudou. De acordo com estudos, o número de pessoas que usam bloqueadores de propagando cresceu 30% em 2016, o que equivale a 615 milhões de dispositivos filtrando anúncios em todo o mundo.

Com isso, o mercado B2C já conta com novas alternativas de exposição, ainda mais efetivas e direcionadas ao seu público-alvo. Baseadas em conteúdo, essa nova publicidade expõe as marcas e produtos de maneira mais pertinente, por exemplo inserindo as mensagens e diferenciais da empresa em matérias relevantes, histórias de sucesso entre outros temas.

 

B2B: um espelhamento diferente do B2C

As mudanças tecnológicas trouxeram avanços inquestionáveis ao mercado B2C. As inovações baseadas em aplicativos que analisam dados para prever a demanda ou necessidades, robôs e serviços que atendem à necessidade do consumidor de forma imediata, entre tantas outras novidades incorpordas recentemente, moldaram também um novo mercado B2B, que tem evoluído.

Com um modelo de negócios conveniente para compradores e fornecedores, o desenvolvimento das plataformas reúnem a mais alta tecnologia disponível para potencializar o comércia entre empresas cada vez mais baseadas em dados. Como hoje a exposição diferenciada e certeira de uma oferta ou produto é a maneira mais efetiva para conquistar novos clientes, fazer negócios virtuais com esse embasamento é o passo mais importante para quebrar regras estabelecidas já obsoletas.

Ao reunir um significante número de vendedores e compradores negociando diretamente, conectados por plataformas, as compras únicas são agregadas e os vendedores têm acesso a novos clientes com o custo de transação menor. Hoje uma empresa é capaz de comprar vários itens diferentes com uma única ordem de compra. E com preços pré-negociados, com serviços agregados para garantir a satisfação do cliente.

Com as taxas das transações mais baixas para os compradores, os fornecedores também ganham benefícios. como novas possibilidades de aumentar suas receitas e ganho da visibilidade do público certo, algo que as propagandas na web não garantem mais.

Em suma, demanda entendida e de maneira inteligente, compartilhada juntamente com o poder de conexão dos ”novos” marketplaces B2B criam uma onda de melhores negócios para fornecedores de todos os segmentos e portes, permitindo que um pequeno fornecedor, antes de alcançar o mercado regional, se torne global, ao mesmo tempo em que os grandes descobrem nichos nunca explorados. Viva o comércio inteligente entre empresas.

Brasileiros investem em Bitcoins como diferencial nos negócios

O número de brasileiros interessados nesse investimento vem se tornando cada vez maior, e 2017 foi cenário para a febre de moedas digitais. É bem verdade que, em fevereiro, uma queda brusca derrubou o valor para US$ 6,9 mil, prova da variação do mercado, que faz a moeda subir 15% num dia e cair 20% no outro. Ainda assim, o cenário é visto com otimismo por empresários, que inserem as moedas virtuais cada vez mais no plano de negócios das empresas.

 

Dólar, euro e bitcoin

De olho na tendência e atenta às necessidades do mercado, a MelhorCâmbio.com adicionou a comparação de criptomoedas das doze maiores exchanges do país à plataforma, que antes oferecia apenas o serviço para moedas estrangeiras.

A nova ferramenta tem valores atualizados a cada minuto. “O objetivo é facilitar a vida do usuário, para que não seja necessário pesquisar em cada casa de câmbio para saber qual oferece as melhores condições”, diz Alexandre Monteiro, sócio da startup. Além de bitcoin, a Melhor Câmbio também faz transações com o Litecoin, conhecido como a prata digital

 

Comparação da melhor cotação

A prática com moedas virtuais também é realidade na Câmbio Store, marketplace multimoedas que tornou factível a troca de bitcoins por moeda em espécie e vice-versa. A empresa desenvolveu uma tecnologia de integração com as corretoras parceiras e possibilita vender bitcoins por euros, por exemplo. “Somos a primeira plataforma de câmbio on-line a oferecer tanto moedas físicas quanto virtuais com o mínimo de fricção possível para nossos clientes e com uma usabilidade mais acessível”, explica José Marques da Costa, COO da Câmbio Store.

 

Não aceitamos cheque, só dinheiro e bitcoin

Não são somente fintechs que usam moedas virtuais; outros meios aderiram à novidade, como a ANI (Associação Nacional dos Inventores), instituição que auxilia inventores a comercializarem suas criações. Antenado nas inovações, o fundador Carlos Mazzei já aceita bitcoins. “É a nova realidade, então encontramos um jeito de incentivar as pessoas a investirem em suas ideias”, conta. O pagamento virtual pode ser feito de forma fracionada, devido aos altos valores das criptomoedas. “Por enquanto escolhemos o bitcoin, por ser a porta de entrada para as outras moedas do tipo. Apesar de correr o risco de perder ou de ganhar, pensei ‘por que não?’”, conclui Mazzei.

 

Bolsa de valores de bitcoin

Atenta às novidades e movimentações do mercado, a venture builder SuperJobs fez uma grande aposta ao fazer um aporte de 11,11% na startup brasileira Wuzu, a primeira Bolsa de Valores de Bitcoins. A ideia é a de que a plataforma ajude a organizar a rede de criptomoedas e o cenário cheio de incertezas e falhas de segurança. “A Wuzu vem para garantir um ambiente seguro para a realização de transações financeiras com esse tipo de moeda, que vem ganhando cada vez mais popularidade entre investidores”, afirma Marcos Botelho, CEO da SuperJobs.

Referência no mercado de franquias

A Cherto nasceu em 1986, como a primeira consultoria de Franchising da América Latina. Sua trajetória se confunde com a história do mercado de franquias no Brasil.

Marcelo Cherto, presidente da empresa, é um dos fundadores da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e um dos principais responsáveis por difundir os conceitos do Franchising no país.

O sistema de franquias sempre esteve em nossa essência, mas, com o passar dos anos, percebemos que era possível utilizar os mecanismos de gestão das melhores empresas franqueadoras para aprimorar o desempenho de outros canais de vendas. Por isso, além de continuar a atender franqueadores, a Cherto passou também a trabalhar para indústrias, empresas de comércio e serviços, construtoras, instituições financeiras, organizações sem fins lucrativos e todo tipo de empresa que queira vender mais e melhor. Ao ampliar nosso escopo, nos tornamos especialistas em expansão de negócios e ocupação de mercado.

 

O Grupo Cherto REÚNE 4 ÁREAS:

Cherto, com planejamento para expansão, processos e manuais, implantação e gestão.

Cherto Atco, com treinamentos in company, palestras, convenções, cursos abertos e aulas do meusuceso.com.

Cherto Tecnologia, com ferramenta online para melhorar a gestão de redes do negócio.

Franchise Store, com divulgação do modelo de negócio, busca e seleção de franqueados e apoio total na expansão da rede

Faça parte desse time!

 

Para anunciar na Franchise Store acesse: Mídia Kit Franchise Store

Ou envie um email para: maiara.souza@franchisestore.com.br