O SONHO DE EMPREENDER

O brasileiro tem uma veia empreendedora muito forte. Uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) mostrou que possuir um negócio próprio é o 4º maior sonho da população do país, ficando atrás de viajar pelo Brasil e comprar uma casa ou carro.

Ainda que essa atividade tenha registrado aumento no número de pessoas interessadas, o futuro empresário encontrou dificuldades nos últimos anos. No auge da recessão, entre 2015 e 2016, a economia brasileira encolheu, afetando diretamente o consumo das famílias brasileiras. Além disso, o desemprego avançou e as empresas diminuíram o investimento sucessivamente. Esses fatores resultaram na queda dos recursos disponíveis no mercado e do consumo de modo geral.

Agora, com o país apresentando sinais de recuperação econômica – o mais recente deles foi o crescimento do PIB no último trimestre de 2017 –, é possível imaginar um cenário animador para 2018. Desde o final do ano passado, com o controle da inflação e o retorno gradual dos investimentos pelas empresas, existe a expectativa de uma melhora do consumo das famílias entre 2018 e 2019. “Esse cenário evidencia que tornar-se empreendedor pode ser uma boa opção para quem busca sair do emprego formal ou para quem está desempregado”, opina a especialista.

 

Lições da crise

Naturalmente, a crise econômica trouxe muitas incertezas e aumentou o medo de encarar um novo desafio. No entanto, os empreendedores podem tirar diversos aprendizados deste período complicado. É comum ver pessoas investindo e apostando em setores sem estudá-los previamente. É imprescindível que o empreendedor entenda sua ideia, saiba o tamanho do mercado, as possibilidades de aplicação e a forma mais rápida de fazer o seu negócio começar a dar lucro.

É preciso também planejar as despesas e reduzir os custos ao máximo. Ter um plano de negócios estruturado é muito importante para fazer o negócio andar. Sem planejamento e visão de futuro a empresa pode estagnar. A capacitação é outro ponto a ser levado em conta, uma vez que o mercado está em constante mudança.

Por fim, é sempre mais seguro apostar em modelos de negócio que exijam um baixo valor de investimento inicial. Um exemplo, lembra Gabriela, disso é o setor de serviços, que costuma exigir menos investimentos iniciais (o maior deles é o custo de mão de obra); e é considerado um dos grandes responsáveis pela conquista e fidelização dos clientes, pois apresenta uma ligação maior com os consumidores e é, sem dúvidas, um dos mais promissores, para os micro e pequenos empreendedores investirem.

BENEFÍCIOS DA CONSULTORIA DE EXPANSÃO

Para os empreendedores que desejam expandir seus negócios, contratar um profissional especializado para te ajudar nessa tarefa pode ser o melhor caminho para o sucesso.  A Franchise Store, possui sistema especializado para abrir novas franquias, que resulta em uma maior qualidade na análise dos candidatos e auxilio ao franqueador a se tornar cada vez mais atraente aos candidatos. Conheça os benefícios da consultoria de expansão para sua empresa:

 

A Dermage, rede especializada em dermo cosméticos, procurou o trabalho da Franchise Store para atender com mais velocidade a demanda de cadastros de interessados na franquia recebida pelo site da empresa. Antes de fechar o contrato, a própria equipe fazia o trabalho de comercialização, porém, com menos eficácia. “Com o tempo, percebemos que estávamos perdendo excelentes ‘sócios’ por não conseguir atender a toda a demanda de atendimento a candidatos e decidimos fortalecer esse braço”, conta a diretora de marketing e varejo da Dermage, Viviane Soares.

Com a entrada da consultoria de expansão, além de ganhar qualidade na análise dos candidatos, a velocidade de resposta aos interessados, na visão de Viviane, passou a ser mais rápida. Outro benefício foi o auxílio em termos operacionais.“A Franchise tem um conhecimento em termos de pontos comerciais, regiões, varejo, e não se limita a comercializar franquias. Ajuda o franqueador a se tornar cada vez mais atraente aos candidatos. Para o candidato, esse conhecimento se traduz em segurança”, diz ela.

Ao selecionar o futuro franqueado, uma consultoria especializada em expansão sempre leva em consideração as características pessoais e profissionais do candidato e cruza esses pontos com as peculiaridades do negócio. Na franquia, o que se espera é ter um candidato ideal. São vários aspectos analisados, além do perfil, tais como condições para ficar frente ao negócio full time, condições financeiras para sustentar a operação até que atinja fluxo de caixa positivo, conhecimento e relacionamento com a região onde se pretende operar e afinidades com o tipo de franquia. Para auxiliar as redes de franquias na busca por candidatos ideais para cada tipo de negócio, a Franchise possui uma área de expansão que oferece ao franqueador uma estrutura técnica, com consultores especializados neste tipo de operação.

O início de uma expansão pode ser a razão do sucesso ou insucesso de uma rede, depende do quanto a franqueadora se estrutura para cuidar desse franqueado. Terceirizar pode ser o melhor caminho para que o franqueador mantenha o seu foco em desenvolver o negócio. Aliás, a necessidade de manter o foco no negócio da empresa foi decisiva para que o sócio-fundador da Max Sushi, rede de comida japonesa, Jonas Máximo, apostasse na contratação da Franchise Store para aumentar o número de franqueados. Antes do trabalho da loja de franquias, eram apenas seis unidades.

A sócia-diretora da Franchise Store, Filomena Garcia, relata que os resultados satisfatórios deste tipo de operação atraem também outras pessoas próximas aos clientes atendidos. “À medida que os futuros franqueados conhecem o trabalho do consultor e entendem que esses profissionais possuem informações relevantes sobre o mercado e o modelo de negócio que está sendo comercializado, acabam voltando para buscar novos investimentos e indicam amigos ou conhecidos que querem abrir um negócio”, comemora.

A Franchise Store já apoiou a comercialização de mais de 700 franquias, detalhes que fazem a diferença. Antes de formalizar a parceira com uma consultoria de expansão, além de verificar se a empresa é bem aceita no mercado, se teve algum tipo de problema, e consultar os nomes dos clientes atendidos, o franqueador deve ficar atento aos detalhes do contrato, como porcentagem de comissão em cima da “venda” da franquia, melhor data para pagamento, valor da mensalidade dos serviços prestados, entre outros. Para o franqueado, a recomendação é de que não feche nenhum tipo de contrato sem antes conhecer pessoalmente o franqueador, estrutura física e equipe, não dependendo somente das informações passadas pelo consultor de expansão. A remuneração das empresas pode ser baseada em um contrato de prestação mensal de serviços, com um valor já pré-definido ou com valores variáveis.

Outro detalhe que merece atenção é o cuidado com os profissionais que não são conhecidos no mercado e que, em alguns casos, atuam somente com a parte da negociação da venda da franquia, sem se envolver no processo como um todo, chamados de corretores de franquias.

O consultor é ligado a uma consultoria especializada na expansão de redes de franquias, que oferece estrutura técnica e operacional para comercializá-las, conduzindo a negociação em todas as suas etapas. Já o corretor atua como um intermediário entre o franqueador e o franqueado. Porém, existem casos no mercado em que a empresa franqueadora é muito pequena ou não tem condições para remunerar uma consultoria e acaba optando por colocar um corretor para fazer essa intermediação, decisão que pode gerar um risco para a marca no futuro. Trata-se de profissional com formação e escopo de trabalho bem diferentes ao de um consultor, pois, enquanto o consultor defende única e exclusivamente os interesses do vendedor, tentando sempre o melhor preço, o corretor é um intermediário, sem compromisso de fidelidade com nenhuma das partes.

Os principais motivos de fechamento de franquias

Quem investe em uma franquia, está realizando um investimento mais seguro, com formatos operacionais já testados e, consequentemente, com menos chances de que o negócio não dê certo. Mesmo assim, é preciso ter em mente que surpresas e imprevistos fazem parte do empreendedorismo e apesar de todo o esforço o negócio pode ir por água abaixo. Mas você sabe quais são as principais causas que levam ao fechamento de franquias no Brasil?

Antes de apontar os maiores deslizes que levam à mortalidade das franquias,
é importante ressaltar o índice de insucesso no setor é consideravelmente baixo em relação aos demais negócios. Segundo o Sebrae, a taxa de mortalidade das pequenas empresas com até dois anos de operação é de 23%. Enquanto isso, no franchising, o mesmo indicador é de 3%.

Esse é um dos motivos, senão o principal, que levam os investidores a aportarem recursos em franquias. O motivo é simples: as franquias já passaram por aquele tempo de maturação do negócio. Esse período é quando são feitos testes com consumidores e clientes e a adaptação da marca à sua demanda. Resumindo, as franquias são mais maduras, e isso faz toda diferença no mundo dos negócios.

Atenção ao contrato de franquias

Mesmo com toda essa segurança, algumas franquias acabam não sobrevivendo pelos mais diversos motivos. Nessa hora, entra em cena o contrato de franquias. Nele, estarão resguardadas todas as cláusulas a serem seguidas em casos de falência ou desistência do franqueado em seguir com a operação. É muito importante inserir no contrato as medidas a seguir quando isso ocorres. Assim, resguardam-se os direitos tanto da franquia como do franqueado.

Abaixo, você conhecerá as principais cláusulas que abordam o encerramento do contrato de franquias e do que elas tratam:

Cláusula de direito de preferência:  Ela tem como objetivo garantir ao franqueador a preferência na compra do negócio do franqueado. Ou seja, a franquia terá o direito de escolher se compra a unidade do franqueado desistente.

Cláusula de quarentena: O Objetivo dessa cláusula é impedir que um ex-franqueado da rede, ao fim do contrato, tenha no mesmo ponto comercial, em um período que pode chegar a 5 anos, um negócio idêntico ou semelhante ao do franqueador.

Cláusula de raio: Semelhante à cláusula acima, a cláusula de raio tem o propósito de delimitar uma determinada área na qual tanto franqueados como ex-franqueados ficam proibidos de montarem um negócio que siga o mesmo ramo de atuação de rede de franquia.

Cláusula de rescisão: De todas, está é a protagonista do contrato. Ela regula as hipóteses em que uma das partes rompe o contrato de franquias antes, depois ou mesmo ao término do prazo determinado de vigência do contrato.

Top 5 erros que levam ao fechamento de franquias

A Franchise Solutions, consultoria especializada em franquias, divulgou um estudo realizado com redes franqueadoras do Brasil inteiro para apurar quais eram os cinco principais erros cometidos pelas franquias que acabam fechando as portas.

O primeiro e mais relevante erro diz questão à localização escolhida para o ponto de venda. Cerca de 31% das unidades que encerram suas atividades o fazem pela má escolha do local do negócio. Para o diretor da Franchise Solutions, Pedro Almeida, a dica é entender se o negócio é de ‘’destino’’ ou de ‘’passagem’’. Ele explica:

“Existem negócios que são de passagem e outros que são de destino. A principal diferença entre eles é que, os de ‘passagem’ precisam ser instalados em locais com grande fluxo de pessoas ou de carros, como shoppings e centros de compras. Já os de ‘destino’ não necessitam disso, porém precisam ter facilidade de acesso”

O segundo item mais relevante observado na pesquisa é o capital de giro, ou melhor, a falta dele. Para28% das franquias que fecham, o esvaziamento do dinheiro de caixa é o principal motivo desse insucesso. Atualmente há uma grande oferta de linhas de crédito por parte de bancos públicos e privados, o que diminui a mortalidade de negócios.

Treinamento e estratégias fundamentais

A terceira causa observada no levantamento, é o mal treinamento dos colaboradores. De acordo com Almeida, da Franchise Solutions, muitas vezes o investidor não se dá conta de que aquela franquia não oferece o suporte necessário para a preparação dos seus prestadores.

“O problema maior não é abrir uma franquia em um local distante da franqueadora, mas sim a franqueadora não ter uma equipe para suprir a demanda por treinamento para seus franqueados”

Por fim, os dois últimos problemas apontados pelo estudo foram a concorrência desleal e a sazonalidade. Todos os negócios possuem alguma sazonalidade. Seja em maior ou menor escala, é importante o gestor perceber qual é o momento dela dentro da franquia.

“Com essa informação em mãos, é possível planejar e criar estratégias inteligentes para diminuir o impacto na vida financeira da empresa”

Em relação à concorrência, a principal medida para evitar ser engolido por ela é a estratégia de precificação. Na visão do consultor, muitas franquias decidem baixar drasticamente os preços dos produtos em épocas de vendas baixas. O objetivo é ganhar competitividade em relação ao concorrente. No entanto, nem sempre esta é a medida mais correta, pois pode prejudicar o fluxo de caixa.

Tea Shop chega ao Rio Design Barra como a maior loja gourmet em um shopping do Brasil

A mais charmosa loja de chá da Europa, e a maior rede do Brasil, inaugura sua maior loja conceito em um shopping no país. A Tea Shop aterrissou no Rio Design Barra no dia 09 de fevereiro proporcionando ao público uma experiência única, com uma variedade de 120 chás e infusões a granel, acessórios para o preparo da bebida e complementos de alimentos artesanais, além de um espaço gourmet para que o cliente tome seu chá. A marca está há 27 anos no mercado e tem mais de 70 operações, sendo 20 delas no Brasil. A franquia foi aberta pelo empresário Anthony DeMello, que investiu no empreendimento por conta de sua paixão por chás, e por isso acompanha ainda mais de perto o negócio.

“Gosto de chá tanto quente, como gelado.  Me tornei um cliente assíduo de uma marca de chás que existe em todo o território americano e eu sempre me perguntava o motivo de não termos algo similar aqui no Brasil. A partir disso, iniciei algumas buscas, até encontrarmos algo que se enquadrasse na demanda dos bebedores de chá, e foi assim que encontramos a Tea Shop”, diz Anthony sobre a decisão de abrir o negócio.

Para ele, a marca representa qualidade aos apreciadores de chá, que só crescem no Brasil. “São mais de 25 anos de história, com isso a marca decidiu dar o passo de se estabelecer no Brasil. Os produtos são todos 100% naturais. A variedade de ‘blends’ chega a marca dos 120, se tornando a maior rede de lojas de chá gourmet da Espanha e do Brasil. Tudo que um amante de chá precisa nós oferecemos, desde o chá com alta qualidade, como os acessórios para apreciar a bebida da melhor maneira, entre eles, canecas, bules e infusores, etc”, completa o empresário.

Oportunidade e adequação ao mercado:

Formado pela Fundação Getúlio Vargas em administração de empresas, Anthony vê a crise econômica no Brasil como uma oportunidade para quem é criativo e empreendedor. Para ele, é necessário estar ‘100% antenado’ para buscar as oportunidades de negócio.

“A crise é apenas uma etapa do ciclo da economia. Saber aproveitar as oportunidades que se apresentam é crucial. Muitas vezes uma ideia boa se perde em detrimento do não aproveitamento de uma oportunidade que se apresenta, por isso também requer muita atenção. Crise também é oportunidade. No Brasil não é diferente. As portas sempre se abrem, mas só conseguimos enxergar se estivermos 100% antenados. Muitos não suportam uma crise muito prolongada, as vendas caem, os clientes somem, mas é neste momento que temos que ser diferentes. Só esses conseguem sobreviver à crise, os outros ficam pelo caminho. O fato é que temos que aumentar nossa sensibilidade, interpretar melhor e mercado, oscilar junto a ele e assim agarrar a oportunidade que se apresentar”, explica.

Chá gelado ou quente?

O fato de abrir uma loja em pleno verão é vista pelo empresário como uma oportunidade para que os apreciadores escolham a bebida quente ou gelada. “O chá é uma bebida que se toma quente ou gelada. Esse mito sai de cena quando citamos o café. Todos no Brasil tomam café nas quatro estações do ano e nos quatro cantos do país. É exclusivamente uma questão pessoal. Eu, por exemplo, gosto de tomar chá gelado junto às minhas refeições e um chá quente depois de comer. Tem chá para todos os momentos do dia: chá que te ajuda na digestão, outro que te ajuda a ter mais energia, outro que ajuda na não absorção de novas gorduras ingeridas, lembrando que isso são propriedades de cada chá. Vale ressaltar que chá não é remédio, mas como tudo que é natural, tem propriedades que podem ou não ter efeito no seu corpo”, lembra Anthony.

Para o empreendedor, o carioca é um consumidor em potencial da iguaria. “O carioca, assim como o brasileiro, é um tomador de chás. Podemos ver que o consumo de refrigerantes caiu bruscamente nos últimos anos, as pessoas têm mais necessidade e até a vontade de se cuidar. O cuidado com o corpo e a saúde é algo primordial hoje. O que falta é termos produtos de qualidade no mercado brasileiro. O que temos hoje não se compara ao que é tomar um chá de verdade, e isso a Tea Shop vai oferecer, o melhor do chá. O carioca é adepto das novidades, e quando ele toma gosto, ele abraça de uma forma muito legal”, ressalta.

 

      Tea Shop:

De acordo com dados da Euromonitor International, as vendas de chá não param de crescer no Brasil: 4 mil toneladas do produto foram comercializadas no varejo até o fim de 2017. Nos próximos anos, esse mercado deve ter um aumento de 6%, atingindo vendas no valor de R$ 1,1 bilhão (até 2021). “É preciso desmistificar essa ideia de que chá a gente bebe quando está doente ou que é bebida de pessoas com mais idade. O que mais vemos nas nossas lojas são jovens interessados no bem-estar que a bebida provoca. Até as crianças e os adolescentes são nossos clientes fiéis”, conta Michel Bitencourt, diretor geral da Tea Shop no Brasil.

A Tea Shop possui exclusividade de blends – uma mistura de diversos tipos de chá ou infusões – e de acessórios. “Nosso produto é o melhor do mercado. A Tea Shop não nasceu agora. São 27 anos de história. Conquistou a Europa e agora vem para o Brasil com fôlego total e muita energia para crescer mais e mais. Já são 20 lojas em território brasileiro, presentes em diversos estados. Para uma marca ter sucesso, não basta ter produto de alta qualidade, é preciso ter pessoas capacitadas para extrair o melhor desse produto e isso não é uma tarefa fácil, por isso o processo para a escolha dos franqueados é bem detalhado e cauteloso. O mesmo acontece para os funcionários das lojas. Todos que trabalham na Tea Shop tem a capacidade de te indicar o melhor chá para a sua necessidade”, garante Michel.

Mais informações sobre a franquia Tea Shop? Clique aqui.

Abertura em São Paulo: FranquiaWA expande cada vez mais

Começamos aqui contando a história de mais uma abertura de sucesso com a expansão para a cidade de São Paulo. A WeAudit iniciou mais uma franquia, dessa vez na grande SP.

O grande sucesso aqui é que a WeAudit é a primeira Auditoria em Telefonia no Brasil a lançar o modelo de Franchise e já conta com 04 unidades em funcionamento e mais a sede localizada em Campinas/SP.

A empresa possui um objetivo ambicioso nos próximos anos: a atuação a nível nacional transformando o mercado de telecomunicações no Brasil. Tiago Hungria, fundador da WeAudit conta que a meta é ter mais de 60 franquias até o ano que vem.

O grande diferencial que queremos compartilhar é que a empresa está em busca de novos empreendedores investindo em treinamentos e tecnologias para que o franqueado possa contar com todo o suporte necessário. Além disso, o modelo de Franchising da empresa passou por uma reformulação para oferecer a possibilidade de atuação em Home Based, visando assim uma maior flexibilidade no começo do negócio.

Esse modelo conta com atuação sem a necessidade de infraestrutura e escritório próprio no primeiro ano de negócio, diminuindo o investimento inicial necessário. Com isso o franqueado pode focar nas vendas e resultados logo no começo.

“A possibilidade de atuação em Home Office, aliada ao nosso modelo compartilhado de negócio, onde dividimos os riscos com o franqueador são alguns de nossos diferenciais para o investidor”, conta Tiago Hungria, fundador da WeAudit.

“Com a abertura na cidade de São Paulo, vamos caminhando para concretizar o objetivo de expandir nacionalmente, mas isso é só o começo”, conta Hungria.

Quer saber mais sobre essa franquia e como você pode investir neste negócio? Confira aqui mais detalhes e os valores da FranquiaWA.

AS VANTAGENS DE INVESTIR EM UMA FRANQUIA

Em tempos competitivos como os dias de hoje, ninguém quer colocar o seu dinheiro em negócios arriscados. Investir certo é uma atitude inteligente e que possibilita que empreendedores talentosos consigam ter a chance e o tempo necessário para impor a sua capacidade e atingir o sucesso.

As franquias apresentam diversas vantagens em relação a uma empresa que começa do zero e são a alternativa perfeita para que não quer correr riscos desnecessários. Para te ajudar a decidir sobre qual a melhor alternativa, neste artigo iremos abordar 5 ótimos motivos para abrir uma franquia ao invés de tentar iniciar um negócio do zero.

1 Sistema testado e aprovado

Muitos empreendedores iniciantes nem sabem o que é um plano de negócios, e aí está outro ponto positivo das franquias: geralmente, o plano de negócios já é pré-definido. Na maioria das vezes, o pequeno empresário não dispõe de tempo e habilidade para prever fatos político-sociais e econômicos que possam afetar o seu comércio, então contar com o apoio de um franqueador consolidado te ajuda a crescer com menor risco financeiro. Por exemplo, por que será que o McDonald’s é uma empresa de sucesso? Será que é porque ele faz o melhor hambúrguer do mundo e vende pelo menor preço? Não, é possível comer melhor gastando menos. O diferencial do McDonald’s, assim como de todas as franquias de sucesso, é o sistema. Boas franquias têm um sistema que promove todo o suprimento, treinamento, marketing e auxílio na gestão para levar o franqueado ao sucesso. Abrindo uma franquia você tem acesso a esse sistema que já foi testado e aprovado pelo consumidor.

2 Índice de sucesso muito maior

Investir em franquia também é uma excelente alternativa porque esse tipo de negócio é muito menos arriscado. São marcas já testadas e previamente aceitas pelo mercado, o que as deixam muito mais seguras em qualquer área de atuação do que uma empresa que está começando do zero e ninguém nunca ouviu falar. Enquanto 80% dos negócios próprios não duram mais de 5 anos, no segmento das franquias o índice cai para apenas 20%. Se considerarmos somente as franquias com selo de excelência da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o índice fica ainda mais baixo.

Vale ressaltar que existem muitas franquias que podem se orgulhar de ter tido pouquíssimos casos de insucesso na abertura de novas unidades. O que acha de abrir um negócio de grande rentabilidade e “a prova de falhas”? Procure por uma dessas franquias.

3 Auxílio de uma equipe experiente

Outro ponto positivo que investir em franquias proporciona é os treinamentos e à assistência prestada para os franqueados. O objetivo dessas marcas é obter cada vez mais sucesso, o que faz com que ela disponibilize o máximo de apoio para aqueles que irão representá-las. Uma franquia é uma verdadeira escola de negócios para os novos empresários. Para iniciar um negócio bem sucedido é necessário ter uma série de capacidades. Entre estas podemos citar gestão de pessoas, gestão de caixa, domínio da parte jurídica, conhecimento em marketing e, principalmente, experiência no setor.

Se você não Se você não domina estas áreas e tão pouco dispões de uma equipe com Know How nestes setores, seu empreendimento tem grandes chances de engrossar as estatísticas de fracasso citadas no item anterior. A melhor opção para empreendedores com pouca experiência é procurar uma franquia. Lá você terá acesso a uma rede de profissionais especializados prontos para te ajudar a tocar seu negócio.

4 Ser procurado pelo público fiel à marca

Uma das grandes vantagens de investir em franquia é que você adquire uma empresa que já é consagrada no mercado. Mesmo nos primeiros meses, em que tudo é mais complicado e muitos dos empreendimentos comuns fecham suas portas, você já tem o suporte e o renome da marca que está representando. Isso traz uma enorme vantagem competitiva e garante um bom retorno do investimento feito. Em um negócio próprio você teria de ralar para conseguir fidelizar seus clientes. Já abrindo uma franquia, você tem a vantagem de ter clientes fiéis à marca, prontos para consumir no seu estabelecimento.

5 Auxílio na negociação de bons pontos comerciais

Se você já tenha tentou abrir uma loja dentro de um shopping provavelmente se assustou com os valores. Além do aluguel alto, normalmente é cobrado um valor de “luva” que pode chegar a cifras quase milionárias. Por conta disso, abrir uma loja de nome desconhecido num shopping center se torna quase inviável. Porém, tudo fica mais fácil quando é interesse do shopping ter seu empreendimento sediado lá. Isso acontece frequentemente com as franquias de nomes consagrados. Pense um pouco, você prefere ir a um shopping cheio de lojas desconhecidas ou no que têm Cacau Show, McDonald’s, Starbucks, Hering, Burguer King e outras franquias de sucesso? Por conta disso, as grandes franquias têm condições de aluguel mais favoráveis.

Conclusão

Vale lembrar que abrir uma franquia também tem desvantagens, como o investimento alto, a cobrança de taxas e a obrigatoriedade de obedecer às imposições da rede franqueadora. Mas, analisando os vários benefícios (principalmente o Índice de Sucesso) franquear hoje é a melhor opção para quem deseja um negócio seguro, com grandes chances de sucesso e prosperidade.

A FORÇA DO MERCADO DE SAÚDE, BELEZA E BEM-ESTAR

O evento Estética in Rio, feira das principais empresas do mercado de estética, saúde, beleza e bem-estar, comprova que o setor de beleza está cada vez mais forte no mercado, isso frente ao grande número de lançamentos de alta tecnologia de seus expositores e inúmeros cases de sucesso.

O carro-chefe da feira é empreender e oferecer beleza que, paralela a três congressos e um
meeting, vai disponibilizar através de seus expositores, workshops gratuitos com o objetivo de capacitar ainda mais os profissionais do setor.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, o momento é de inovação. Com ou sem crise, o setor de beleza e estética no Brasil mostra que esse mercado permanece sem grandes danos, e apresenta 20% a menos de falência em comparação as demais ramos, fato importante e que mostra a robustez incomparável do segmento.

Nossa cultura está cada vez mais voltada à saúde e o bem estar e além do tradicional público feminino que, em qualquer lugar do mundo, com crise, ou não, não deixa de cuidar minimamente da beleza, temos incluído nesse segmento, nos últimos anos também o público masculino, que se cuida cada vez  mais.  Segundo dados obtidos de pesquisas do setor apresentadas no site Mundo do Marketing, o mercado de beleza tem crescido exponencialmente no Brasil. O gasto da população com cosméticos, produtos de higiene pessoal e serviços de beleza atingiu mais de R$ 38 bilhões, um número que tende a aumentar ainda mais nos próximos anos.

O Brasil já é o terceiro maior mercado consumidor dos produtos em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal – ABIHPEC. Apenas o estado de São Paulo possui mais fábricas do ramo de beleza do que as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul juntas  e o segundo setor que mais investe em inovação.

Apesar da desaceleração da economia nacional, o setor apresentou, ao longo dos últimos anos, crescimento bem mais vigoroso que o restante do PIB, registrando 9,8% de aumento médio, contra 3% do PIB total e 2,2% da indústria geral.

De acordo com estudo realizado pelo SPC Brasil, em um cenário de crise, o brasileiro opta por cortar atividades de lazer em vez de gastos com sua imagem e autoestima, comportamento que favorece a indústria da beleza. ”Quando há restrições econômicas a auto- estima das pessoas fica abalada e a busca por serviços e produtos de beleza aumenta. E os profissionais, além de se atualizarem com novos cursos, buscam estar em dia com as novidades tecnológicas”, acrescentou
Cristiano Paganin, CEO da empresa de Tonederm.

E o empreendedorismo integra o mercado nacional de estética. Não é atoa que mais de 6 mil congressistas já foram inscritos nos congressos internacionais da Estética in Rio, mais um recorde de público do evento. O mercado de beleza hoje movimento 42 bilhões por ano.

 

Case de crescimento e empreendedorismo.

Uma empresa que saiu da zona de conforto, foi a Dermage que desenvolve dermocosméticos especialmente para a pele e o clima do nosso País, com ativos de alta eficácia e resultados comprovados. Ao longo de mais de 25 anos de mercado, seus produtos, comercializados em 60 lojas próprias e presentes em 1.500 farmácias, conquistaram também, a confiança dos dermatologistas, que prescrevem a marca para seus pacientes. E foi exatamente dessa confiança e interação com
os médicos que surgiu a mudança. Segundo Viviane Soares administradora de empresa e diretora de marketing e varejo da Dermage, os dermatologistas sempre sugeriram a necessidade de uma linha profissional para que as suas esteticistas utilizassem os produtos em seus consultórios.  Afinal, o tratamento começa no consultório (com limpeza, peelings e outros) e os clientes continuam em casa (com os produtos tradicionais da marca).  “Atualmente são 15 itens no total. Agora, estamos desenvolvendo mais produtos, alguns solicitados por esteticistas parceiros.”

 

Mais informações sobre a franquia Dermage? Clique aqui.

O processo de franquia: passo a passo.

O passo a passo do processo de franquia. Desde a ideia inicial até a inauguração da franquia, tudo o que você precisa saber para começar um negócio com segurança.

 

1.O cadastro

Para começar, é preciso preencher uma ficha de cadastro, geralmente pela internet, para a marca avaliar o perfil do candidato. Ouvir muitas perguntas é um bom sinal, uma análise rigorosa reduz a chance de você não se adaptar à franquia.

 

2. O primeiro encontro

Se a marca aprovar o perfil do interessado, vai chamá-lo para uma reunião. O candidato recebe, então, a COF (Circular de Oferta de Franquia), que tem todas as informações relevantes sobre a empresa, e uma minuta do contrato.

O que ler na circular:

–  Balanços do franqueador dos últimos dois exercícios.

–  Valores a serem pagos (como taxas de franquia, royalties e publicidade).

–   Como é o treinamento e que suporte é oferecido.

– Se há obrigação de comprar só de fornecedores aprovados pela rede.

– Se existem pendências judiciais.

– Nome e telefone de franqueados e dos ex-franqueados que se desligaram há até 12 meses.

Pergunte ao franqueador:

– Qual é a estrutura para fornecer os produtos e o suporte necessários para meu negócio?
– A marca tem um manual de operação para tirar dúvidas?
– Quanto tempo dura o treinamento e o que é abordado?
– Esse negócio é afetado pela sazonalidade? Se for, o que fazer nos meses de pouco movimento?
– Quantas franquias a empresa pretende vender no ano e como vai crescer de modo sustentável?

 

3. Cliente por um dia

Como os contatos dos franqueados de uma rede são fornecidos na Circular de Oferta de Franquia, escolha algumas unidades para visitar. Vá como se fosse cliente e observe como é o atendimento e o que dizem os consumidores.

Dez dias é o prazo mínimo definido por lei para o candidato avaliar as informações da circular de oferta de franquia. Antes disso, ele não deve pagar nenhuma taxa ao franqueador.

 

4. Bate-papo com os franqueados

Converse com ao menos três franqueados para saber como é o dia a dia da operação e como o franqueador se relaciona com eles.

O que perguntar ao franqueado:

– Quanto capital de giro é realmente necessário?

– O suporte dado pela franqueadora é satisfatório?

– Os fornecedores são bons? Entregam no prazo?

– Qual é o faturamento da unidade?

 

5. O contrato

Não dá para fechar negócio sem avaliar minuciosamente a minuta do contrato para saber como será a relação com o franqueador. Em geral, suas cláusulas são padronizadas e há pouca margem para mudar. Mas dá para negociar pontos, como a multa por invasão de território ou então um desconto no investimento inicial ou na taxa de royalties por ser o primeiro franqueado a aderir à rede.

A taxa de franquia que deve ser paga ao franqueador no momento em que o contrato (ou pré contrato) for assinado.  Após fechar o acordo, o franqueado recebe um cronograma com os próximos passos, se não for fornecido, peça ao franqueador. Nele estarão os prazos para abrir a empresa, reformar o ponto, contratar a equipe e implantar sistemas. O processo leva de 90 a 120 dias.

Leia com atenção:

– Suas responsabilidades com a marca
– Como é o fornecimento de produtos
– Ao sair da rede, por quanto tempo é proibido atuar no mesmo ramo?
– Como é feita a rescisão se o negócio não der certo
– A possibilidade de vender a franquia

 

6. A escolha do ponto

Algumas redes ajudam o franqueado a encontrar o ponto; outras pedem para aprovar o local. Depois de achar um imóvel, em uma área de bom fluxo de pessoas, avalie se ele está em uma zona que permite que a empresa exerça suas atividades. Caso contrário, a empresa não conseguirá obter seu alvará de funcionamento na prefeitura.

 

7. A locação do imóvel

Para evitar problemas, o ideal é fazer um acordo com prazo determinado, de preferência de ao menos cinco anos, duração da maioria dos contratos de franquia. Lojas de rua geralmente precisam de reforma, então negocie com o proprietário alguns descontos no aluguel pelas melhorias permanentes que serão feitas. Antes de alugar um ponto em shopping center, cheque o valor das luvas, pagas no início da locação. Ele não costuma constar no investimento inicial estimado pela franqueadora. Atenção! A renovação do contrato é prevista em lei para quem está em dia com as obrigações. Renove o acordo antes do prazo terminar, para ter direito a essa continuidade. Insira uma cláusula de vigência; se o proprietário vender o imóvel, o novo dono será obrigado a respeitar o prazo definido no acordo de locação. Sem essa cláusula, ele poderá notifica o inquilino para sair em 90 dias.

 

8. A nova empresa

Assinado o contrato, chega a hora de abrir uma empresa. Isso deve ser feito antes da inauguração da unidade, para cumprir obrigações fiscais e trabalhistas.

 

9. A volta às aulas

O franqueado e a equipe passam pelo treinamento para aprender a conduzir os processos segundo os padrões da rede e, claro, tirar as últimas dúvidas antes da estreia. É importante ler o manual de operações antes para saber se seus pontos principais foram abordados na prática.

 

10. O dia da inauguração

Com tudo pronto, chega, enfim, o dia de abrir a loja. Entregue-se ao negócio – e, sempre que precisar, conte com o suporte dos donos de outras unidades e do franqueador. Quando a unidade começa a operar, o franqueado passa a pagar taxas mensais de royalties (pelo direito de uso da marca e do sistema) e de publicidade. Quando a unidade começa a operar, o franqueado passa a pagar taxas mensais de royalties (pelo direito de uso da marca e do sistema) e de publicidade.

A aprendizagem das aquisições no Franchising

Interessante observar como todos estão surfando nas ondas de crescimento do Franchising, fruto das aquisições das redes franqueadas.

As linguagens, as culturas, a forma e o meio são tão distintos que, vale levantar os questionamentos: o que estão fazendo juntos, porque decidiram se unir  e como foi que apareceu que tinham objetivos comuns?

O Franchising, em sua grande maioria é uma história de varejo que deu certo e se transformou em uma rede de negócios, ou seja, uma loja que virou 50, 100, 500 PDVs.  Uma ou mais unidades de negócios de sucesso (loja, escola, clínica), que vendiam para o consumidor final, que permitiram a estruturação de uma empresa franqueadora que vende um negócio (franquia) para o empreendedor que virou franqueado.

Daí, um dia surge um banco ou fundo de investimento que começa a sondar, fazer perguntas e propostas para comprar. Auditorias e due diligence fazem parte do processo e como os zeros à direita são muitos, não há franqueador que desista, por mais que o stress role solto. O argumento é sempre o mesmo ”Bom que estamos arrumando a casa! Muito bom esse processo!”

Meses depois, assinam páginas e páginas de contratos para uns e acordos para outros. Champagne saúde, comemoração e começaram a aprender, conviver e a entender que  o mundo do Franchising é feito de pessoas que tem verdadeiro comprometimento com as marcas que criaram e com os franqueados que as compraram. Todos tem expectativas muito comuns: crescer, vencer, acertar serem os maiores e melhores.

Me parece que, assim como Franchising, fusão e aquisição é um casamento e tem que saber onde estão entrando, quem estão escolhendo e porque. Esta deve ser a melhor pergunta a ser respondida: porque eu estou te escolhendo?

Entenda como funciona compra e venda de uma franquia em funcionamento

Quem decide investir em uma franquia normalmente faz essa escolha porque busca segurança, em um modelo já testado e comprovado. Este novo empreendedor não quer começar do zero, passar por todas as etapas de um novo negócio, cometer erros e acertos ou empreender totalmente por conta própria. Ele prefere a segurança de receber todo o know-how e práticas de sucesso do franqueador para aumentar suas chances de sucesso no novo negócio. Mas, mesmo com todo o conhecimento que o franqueado receberá, ele ainda terá um grande desafio pela frente: achar um bom ponto comercial.

Com a escassez dos imóveis e o aumento dos aluguéis, encontrar um bom ponto está cada vez mais difícil. Um bom começo é perguntar às franqueadores se existem lojas já abertas que algum franqueado queira repassar. Essa pode ser uma saída para ocupar bons pontos. E saber exatamente o faturamento e resultado que a unidade já estava registrando, para evitar surpresas. Os motivos que um franqueado pode ter para repassar uma franquia são inúmeros. Pode ser que ele queira mudar de cidade, arrume outros objetivos profissionais, entre outros.

Pode haver situações em que a unidade não esteja performando bem. Mas isso não quer dizer que essa franquia não seja uma oportunidade de compra, pois se a questão for má gestão, um bom administrador pode reverter um resultado ruim em ótimo, pagando menor por isso. O cuidado é saber onde houve falhas e se elas são passíveis de alteração e calcular o tempo que será necessário para que esse negócio esteja operando no azul. Sempre tendo consciência que um novo negócio tem seu tempo de maturação até obter lucratividade.

Há detalhes que deverão ser avaliados em conjunto com a compra do negócio. O primeiro deles é o aluguel. Como está o contrato de locação? Terá reajustes em um novo contrato? Se o ponto for em um shopping, haverá pagamento de taxa de transferência da loja? Esse valor também deverá compor o valor total da compra e, portanto, tem de estar previsto antes da assinatura de um novo contrato com a franqueadora.

É importante lembrar também que você pode ser aprovado previamente pelo franqueado antes de finalizar a compra de uma franquia, pois um novo contrato deverá ser assinado entre franqueado e franqueador. O ideal é que o franqueador esteja ciente e até apoie essa venda de uma franquia em funcionamento.

E, por último, vale lembrar que mesmo na compra de uma unidade em funcionamento, o novo franqueado deverá receber ao menos com dez dias de antecedência da assinatura do novo contrato a COF (Circular de Oferta de Franquia) por parte de seu franqueador.

Após os trâmites legais e comerciais serem realizados, aí sim você poderá assumir uma unidade em funcionamento, com toda a garra e vontade quem um novo empreendedor deverá ter, independente do negócio em si já ter anos de existência.

A eficácia do suporte ao franqueado

A advogada Thais Kurita, do escritório Novoa Prado, e Victor Giansante, CEO da Boali, uniram teoria e prática para mostrar de que modo o suporte ao franqueado é um instrumento jurídico eficaz para as redes.

 

A advogada abordou os aspectos legais e o Contrato de Franquia que, segundo ela, deve especificar claramente os tipos de suporte que serão fornecidos pela empresa franqueadora: presencial e remoto, que envolve contato virtual (por teleconferência ou Skype, por exemplo). Para evitar dúvidas, a advogada diz que prefere colocar essa informação na Circular de Oferta de Franquia (COF), além de especificá-la no próprio Contrato.

A COF e o Contrato de Franquia devem ser claros quanto à forma que é oferecido o suporte ao franqueado, para que não haja a interpretação errônea de que o franqueador está exercendo ingerência na unidade franqueada.

De acordo com a especialista, são ferramentas de suporte ao franqueado os manuais, treinamentos, visitas de consultoria, auditorias, consumidor oculto, dentre outras. Outra iniciativa interessante é “utilizar o Regimento Interno construído junto com o franqueado, que poderá ser um instrumento balizador de regras a serem cumpridas por ambos os lados, e também do Código de Conduta”, afirmou Thais.

O suporte ao franqueado está ligado ao relacionamento entre franqueador e franqueado. Para Giansante, “franquia é relacionamento e essas ferramentas podem ser usadas de forma positiva”. No entanto, de acordo com o executivo, “nada substitui a visita presencial”, é o ideal para gerenciar melhor as solicitações e sugestões recebidas dos franqueados, é ter um só canal de entrada dessas informações. Segundo ele, em vários canais a informação acaba se perdendo. A dica é oferecer um suporte remoto centralizado em um só canal de comunicação.

Na visão dos palestrantes, se entendido corretamente pelo franqueado, o suporte gera valor e fortalece a relação de confiança e transparência na rede. Há cerca de um ano, a Boali trouxe franqueados para o time de consultoria da rede com um contrato de trabalho diferenciado. “Tem sido uma experiência incrível porque isso trouxe para a rede o que queremos em transparência, melhorou o relacionamento com os franqueados e eles trazem ‘inputs’ interessantes, disse Giansante, e completou: “É uma experiência legal e recomendo. Quando você traz o franqueado para dentro, melhora o relacionamento, a visão de valor”.

Vantagens do sistema de franquias para o franqueador

A franquia deve ser encarada pela empresa como estratégia de expansão de seus negócios, ampliando o seu acesso ao mercado e consumidores, e tornando esse canal de vendas efetivo para todos os envolvidos no sistema de distribuição de seus produtos e serviços.

Portanto a operação de Franchising deve estar bem estruturada, implantada e gerida de forma adequada e assim, as principais vantagens para o Franqueador serão as seguintes:

Expansão mais rápida – a rapidez do sistema de franquias é um dos principais diferenciais desse formato de negócios, tendo em vista que o investimento maior será feito pelos franqueados individualmente, portanto a necessidade de capital da empresa é bem menor. Dessa forma, espaços podem ser ocupados mais rapidamente e ampliando as dificuldades para os concorrentes nesse processo.

Operação do negócio por um dono – tendo o franqueado entendido claramente o seu papel na gestão do negócio, os resultados tendem a ser maiores do que unidades próprias, operadas pela empresa, baseando-se no fato de o dono tem maior capacidade de envolvimento, engajamento e gerenciamento do negócio, buscando a lucratividade e a rentabilidade como focos principais e assim, obter o retorno do investimento.

Aspectos jurídicos – bastante maduro na economia, o sistema de franquias conta com legislação que estabelece claramente as responsabilidades das partes e da não existência de vínculos trabalhistas e fiscais entre a Franqueadora e franqueados, além da possibilidade de controles de padrões, formas e procedimentos operacionais, identidade visual, entre outros, de forma bastante efetiva, gerando ao consumidor a mesma experiência de marca.

Poder de compra da Rede – à medida que a Rede cresce, vai ampliando o poder de negociação da empresa franqueadora perante sua rede de fornecedores homologados, proporcionando economias de escala para a rede de franquias e assim potencializando os resultados do negócio.

Organização do conhecimento – um aspecto fundamental das redes mais estruturadas é permitir a troca de conhecimento entre todos os seus integrantes e assim ampliar o potencial de negócios da marca, uma vez que as práticas bem sucedidas podem ser difundidas consistentemente e assim gerar vantagens competitivas para a marca e seus franqueados.

Vale ressaltar que o sistema de franquias, apesar de sólido crescimento apontado nos últimos anos, apresenta também desafios relevantes que precisam ser avaliados por todas as empresas que pensam em ampliar seus negócios por meio das franquias.

Conheça as 10 maiores redes de franquias do Brasil

São Paulo – A rede de cosméticos O Boticário é, mais uma vez, a maior rede de franquias do país em número de unidades em operação.

É o que diz a Associação Brasileira de Franchising (ABF) em sua 2ª edição do estudo “As 50 Maiores Marcas de Franquias no Brasil”. A associação realizou a pesquisa especificamente com suas marcas associadas, que hoje estão em 1.100 franqueadoras.

O Boticário possui, hoje, 3.762 lojas em funcionamento. O segundo lugar ficou com a rede AM PM Mini Market, com 2.415 pontos. Já a medalha de bronze é da Cacau Show, totalizando 2.081 operações. Entraram pela primeira vez na lista as franqueadoras Casa de Bolos, Spa das Sobrancelhas e Não+Pêlo.

Falando de segmentos, o resultado desta edição se assemelha muito ao da primeira: há predominância dos setores de Alimentação (34%) e Serviços Educacionais (18%). Cerca de 66% das franqueadoras listadas têm mais de dez anos de atuação no mercado.

Um destaque é a área de Saúde, Beleza e Bem-Estar, que saltou sua participação de 12 para 16% – que se nota tanto pela permanência da rede o Boticário quanto pelo fato de duas estreantes no ranking serem do setor, além da ascensão de franquias na área de cuidados médicos.

 

Confira a seguir a lista das maiores franquias do Brasil: 

 

   O Boticário é uma franqueadora que comercializa produtos para beleza e estética, dos cosméticos aos tratamentos capilares e corporais. A rede do ramo de Saúde, Beleza e Bem-Estar possui hoje 3.762 unidades.

 A AM PM Mini Market é uma franqueadora de lojas de conveniência presentes em postos de combustíveis. A rede do setor de Alimentação possui hoje 2.415 unidades em operação.

Cacau Show é uma franqueadora de lojas de doces, com principal foco no chocolate. A rede do setor de Alimentação possui hoje 2.081 unidades.

     O McDonald’s é uma das maiores franqueadoras do país no ramo de fast food. A rede do setor de Alimentação possui hoje 2.009 unidades.

A Jet Oil é uma franqueadora de centros de troca de óleo. A rede do setor de Serviços Automotivos possui hoje 1.735 unidades.

A Lubrax+ é uma franqueadora que atua com troca de óleo express. A rede do setor de Serviços Automotivos possui hoje 1.617 unidades.

 

O Kumon é uma franqueadora de cursos livres em áreas como japonês, inglês, matemática e português. A rede do setor de Serviços Educacionais possui hoje 1.400 unidades.

 

 A BR Mania é uma franqueadora de lojas de conveniência em postos de combustíveis. A rede do setor de Alimentação possui hoje 1.311 unidades.

 

A Wizard by Pearson é uma franqueadora de escolas de idiomas, criada pelo empreendedor Carlos Wizard e depois vendido ao grupo Pearson. A rede do setor de Serviços Educacionais possui hoje 1.195 unidades.

 

 O Dia% é uma franqueadora de supermercados varejistas. A rede do setor de Alimentação possui hoje 1.145 unidades.

5 tendências do mercado americano de franquias

A 58ª Convenção Anual da IFA (International Franchise Association) reuniu 3.800 franqueadores, franqueados e fornecedores e trouxe à luz algumas tendências do mercado americano de franquias. Saiba quais são as mudanças – que logo podem chegar ao franchising brasileiro.

O culto ao bem-estar

Comida saudável e funcional, exercícios físicos e serviços de beleza inovadores: esses são os destaques dos setores relacionados a saúde e bem-estar. Os clientes – principalmente da geração millennial – querem alimentos como os probióticos, desejam se exercitar em academias de spinning e deixar os cílios curvados em clínicas especializadas. Este é o tempo de se sentir bem, e as marcas de franquias devem ficar de olho nesses setores.

Dados para todos os lados

O termo big data está presente nas conversas de franqueadores e franqueados. Os dados em grande volume podem ser usados para determinar o melhor lugar para se abrir uma nova unidade, o mix de produtos mais adequado para uma franquia e o perfil ideal do franqueado. Ainda são poucas as redes americanas usando essa ferramenta de forma estruturada, mas cresce o interesse em usar dados para validar decisões.

Investidores que miram os franqueados

Nos Estados Unidos, há multifranqueados – donos de muitas unidades, da mesma marca ou não – que são maiores do que diversos franqueadores. O maior franqueado do país, dono do grupo Flynn, que tem restaurantes Applebee’s e Taco Bell, fatura US$ 1,8 bilhão ao ano. Esse perfil de empreendedor tem atraído os fundos de investimento. Isso levanta questões ainda não respondidas: em que medida os franqueadores têm controle sobre quem recebe esses aportes? E os franqueados terão tempo para entregar os resultados a esses investidores, que querem vender suas partes em cinco anos?

Métricas que levam à eficiência

Uma preocupação constante na convenção da IFA diz respeito às finanças da unidade franqueada. Mais e mais franqueadores estão preocupados com a lucratividade de cada loja – quando os resultados são bons, o franqueado se mantém adimplente no pagamento dos royalties e abre mais franquias. O desafio é traçar métricas com base nos dados fornecidos por toda a rede. Essas informações precisam ser passadas pelos franqueados e depois usadas para calcular tíquete médio, lucratividade, custo da mercadoria vendida e outros indicadores.

Flexibilidade que facilita a expansão

O mercado internacional está na mira de muitas redes americanas. Um bom exemplo disso são as marcas de casual dining, como Applebee’s e Chili’s. Com o mercado local saturado, essas empresas buscam se expandir em países como o Brasil. Para ter uma operação eficiente em outros locais, no entanto, essas franquias precisam se flexibilizar em tamanho de unidade, cardápio, decoração e equipamentos utilizados. Se mantiverem o mesmo desenho das lojas dos Estados Unidos, essas redes não conseguirão montar unidades a um custo razoável.

Escolhendo a franquia certa: Que modelo de negócio combina com a sua personalidade.

Existe um perfil de franquia ideal para a sua personalidade? Algumas características podem sinalizar o melhor caminho para começar um negócio. 

O cenário para as franquias brasileiras é favorável. No 2º semestre de 2017, o setor faturou R$ 37,56 bilhões. Um crescimento de 6,8% em relação ao mesmo período de 2016. Com números promissores, muitas pessoas sonham em ter seu negócio próprio através de uma franquia. Além de “prontas”, são investimentos mais seguros. Afinal, já estão no mercado, absorvendo o público que demanda seu produto/serviço.

Apesar de favorável, os números não devem ser o único elemento avaliado ao abrir um negócio. O perfil de franquia e a personalidade do empreendedor, por exemplo, são fatores que não podem deixar de ser considerados. Não adianta, por exemplo, investir em uma franquia de hambúrguer se você é vegetariano.

Para não errar no investimento, separamos algumas dicas que vão te ajudar a entender qual o seu perfil de franquia baseado na sua personalidade. Confira:

1 – Aposte no seu gosto, mas fuja do modismo

Alguns negócios estão na moda. E isso pode te atrair para uma armadilha. Não é porque abre-se uma cafeteria na sua cidade todo mês que você deve abrir uma também. Pergunte-se que tipo de negócio faz sentido para você. É de vital importância que você tenha afinidades com o negócio que pretende investir. Quem quer abrir uma franquia de hotel, por exemplo, precisa gostar e ter experiência em viagens e hospitalidade. Parece algo sem importância, mas esse exercício elimina grandes chances de erro no seu investimento.

2 – Entenda as habilidades necessárias para o negócio almejado

Além de ter afinidade com o setor a ser investido, é preciso validar se as habilidades exigidas naquele mercado são compatíveis com o seu perfil. Uma franquia de alimentação, por exemplo, exige um perfil de liderança e comprometimento full-time. O negócio não vai andar sem o dono. Então não adianta investir se não há tempo e dedicação total.

Ao avaliar um negócio, faça as seguintes perguntas: eu gosto de liderar? Eu sei lidar com pessoas? Eu sei gerir processos (funcionários, estoque, fornecedores)? A partir dessas respostas, você afunila suas opções e fica mais próximo de ser um empreendedor de sucesso.

3 – Avalie o modelo de negócio da franquia

Você já tem a noção do que gosta e das suas habilidades para gerir um determinado negócio. O que falta? Estudar a franquia desejada. É imprescindível que você entenda bem a proposta da franquia antes de fechar um negócio. Responda às seguintes questões:

• O que ela exige de mim?
• Posso gerenciar o negócio sozinho ou preciso de funcionários?
• Quais as metas que terei de alcançar?
• Qual o valor aplicado e o prazo de retorno?
• O quanto vai exigir do meu tempo?
• A franquia me oferece treinamentos?
• Qual a margem de rentabilidade?

A respostas dessas questões, somadas às inclinações do seu perfil empreendedor, te darão uma diretriz para o seu novo negócio. Analise com cuidado e esteja determinado, isto te levará ao sucesso.

Franquias baratas: opções de negócios para empreender sem muito capital

Segundo a ABF, são mais de 500 redes de franquias que oferecem modelos de negócios com investimento total de até 100 mil reais. 

O sonho de ter um negócio próprio tem se tornado realidade para muitos brasileiros nos últimos anos, especialmente motivado pelo atual momento fragilizado da economia e da política no país, que gerou um alto índice de desemprego. Isso resulta em uma maior procura por uma alternativa de iniciar uma nova vida, principalmente quando há no mercado modelos de negócios, em franco crescimento e, que acima de tudo, exigem investimento reduzidos.

Para os novos empreendedores, é interessante cogitar as centenas de opções de franquias baratas, ou microfranquias termo que designa negócios cujos investimentos não ultrapassam a casa dos 100 mil reais. As oportunidades de baixo custo vão da prestação de serviços ao varejo, passando por diversos segmentos, adequados a todos os perfis e bolsos.

Segundo à ABF – Associação Brasileira de Franchising, atualmente, mais de 500 mil franquias oferecem modelos de negócios com investimento de até R$ 100 mil reais. As possibilidades disponíveis no mercado em sua maioria são sérias, com modelos testados e que podem gerar uma rentabilidade significativa.

Diante de tantas opções de franquias baratas disponíveis em praticamente todos os segmentos, é possível tornar-se empreendedor investindo em lojas físicas ou espaços que demandem menor estrutura. Inclusive, há franquias para trabalhar de casa, no formato Home Based as franquias baratas sejam ótimas opções para quem deseja se tornar empresário de forma mais segura, é necessário ter em mente que os ganhos também poderão ser menores em relação a outros empreendimentos de maior porte. É possível que algumas franquias baratas gerem ganhos maiores do que grandes marcas, mas o resultado dependerá do seu esforço, da qualidade do trabalho desenvolvido e da força que a franquia tem mercado.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão, é importante pesquisar o segmento e avaliar qual marca na qual deseja investir. Fazer uma análise aprofundada da Circular de Oferta da Franquia (COF), documento obrigatório que deve ser encaminhado ao investidor antes da assinatura do contrato, e conversar com outros franqueados para tirar todas as dúvidas sobre a empresa são recomendações que devem ser levadas em consideração antes de bater o martelo.

Um case de sucesso: Expansão Fatto a Mano hoje é tendência de mercado.

Fundada em 1987 por uma família italiana, a Fatto a Mano iniciou suas operações em São Paulo, oferecendo camisas e gravatas com corte e tecidos da alfaiataria europeia. Em 2014, após observar a necessidade do mercado pelo produto oferecido, iniciou a expansão da marca no formato de franquias.  Em dois anos, a franquia Fatto a Mano possuía mais de 100 unidades franqueadas espalhadas pelo Brasil. O planejamento e as apostas feita pela marca, foram a base para alcançar uma expansão que hoje é tendência de mercado.

Como de costume, o objetivo foi alcançado depois que superaram vários desafios durante a jornada empreendedor. A marca apostou em seu know how, oferecendo aos franqueados uma estrutura bem planejada e criteriosa na seleção dos parceiros. E uma equipe voltada exclusivamente para o atendimento ao franqueado, envolvendo supervisão, gerência, intranet, SAF, agência de marketing e treinamento.

O treinamento foi peça chave para esse sucesso. A Fatto a Mano oferece treinamento de gestão para os franqueados, por muitas vezes o investidor não ter conhecimento do varejo e isso pode implicar na gestão da franquia. É realizado um treinamento voltado para a gestão e o treinamento comercial, feito em loco com toda a equipe do franqueado. A marca acredita que a preparação do franqueado e de sua equipe proporciona segurança para os novos parceiros e garante uma gestão tranquila e de sucesso.

A Fatto A Mano tem como diferencial em sua franquia a flexibilidade, com planejamento de negócios, consultoria de campo, suporte por trás do franqueado, garantindo todo o suporte necessário que um novo empreendedor necessita. A marca afirma que o seu maior custo benefício é a forte linha de produtos, com qualidade de matéria prima e caimento diferenciado, desenvolvido pensando no perfil do homem brasileiro que é exigente e necessita um preço justo para a peça. Um produto simples e fácil de ser trabalhado e que dialoga com o que homem contemporâneo necessita.

Isso fez com que a marca se tornasse um case de sucesso, onde 70% dos franqueados possuem mais de uma unidade. Hoje a Fatto A Mano continua seu plano de expansão pelo Brasil no formato de franquias, buscando novos parceiros que queiram fazer parte dessa história de sucesso.

 

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DERMAGE E O SETOR DE BELEZA MASCULINA

De acordo com números revelados pela Euromonitor International, empresa que monitora o setor de beleza em 80 países, o mercado brasileiro de cuidados pessoais para homens só tende a crescer. Nos últimos cinco anos o setor de beleza masculina dobrou e deve continuar crescendo 7,1% ao ano até 2019, quando se deve tornar o maior mercado do mundo na categoria, movimentando US$ 6,7 bilhões em vendas.

O público masculino tem sido uma grande surpresa para o setor men’s care. Os homens estão mais vaidosos e preocupados com a estética. São clientes fiéis, que gastam mais quando gostam do serviço e indicam o estabelecimento com boas recomendações à famílias e amigos.

Segundo a Euromonitor, em 2014, a venda de produtos para barba, sabonetes e shampoos voltados ao público masculino, movimentou cerca de US$ 4,7 bilhões no Brasil, um aumento de 99,4% em comparação a 2009. Em 2015, o mercado de beleza masculina movimentou cerca de R$ 20 bilhões na economia brasileira. Já em 2016, mesmo com um ano ruim em vendas para o varejo, os produtos de beleza para os homens não saíram da lista de compras. Esse mercado movimentou cerca de R$ 19,6 bilhões no ano de 2016. O ramo de barba, cabelo e bigode foram os que mais se destacaram. Atualmente, o Brasil está em quarto lugar em pesquisas de cosméticos a nível mundial, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão.

E é nesse contexto que a Dermage, marca brasileira de dermocosméticos, se destaca. Tradicional no mercado de cuidados pessoais, se diferencia por ter desenvolvido e produzido cuidadosamente uma linha dedicada à beleza masculina. A marca possui cosméticos feitos para suprir todas as necessidades da pele masculina, levando em conta todos os detalhes, além dos produtos desenvolvidos para o cabelo e barba. A marca oferece a linha Revitrat com shampoos anti-queda e anti-caspa, hidratante ureiactive, sérum suavizante de bolsas e olheiras e o age inverse nanoage, creme para a suavização de rugas profundas e linhas de expressão. Além da linha men skincare da Dermage, lançada pelo ator Klebber Toledo, que foi concebida para suprir as necessidades diárias do homem, com shower gel, desodorante, shampoo, spray condicionador e pós barba.

O mercado de beleza masculina é um segmento em expansão. Trata-se de um público interessado em aprender, mas que tem vergonha de perguntar e que geralmente buscam referências com a mulher ou com a namorada. A linha men skincare da Dermage traz a proposta de facilitar a escolha do produto de beleza masculina pelos homens, e romper essa dependência na hora de comprar um produto para cuidados pessoais.

 

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MR. CAT INVESTE EM TECNOLOGIA TOTVS

Modernas tecnologia de gestão garantirão uma atuação unificada, incluindo a retaguarda, planejamento e distribuição de todas as lojas da rede. 

 

A recente associação estratégica a um fundo de investimentos fez com que a Mr. Cat, marca de calçados, buscasse por um software de gestão capaz de integrar todas as áreas da empresa, que, até então, utilizava diversos sistemas, alguns deles caseiros. A companhia deparou-se com a dificuldade de encontrar uma ferramenta capaz de atender às necessidades do seu modelo de atuação e, ao mesmo tempo, proporcionar o controle no planejamento e distribuição dos seus produtos. A solução capaz de oferecer esse conjunto de benefícios integrados foi o sistema de gestão da TOTVS vocacionado para o setor de moda.

“Não ter sistemas integrados para gerenciar a empresa representava um risco organizacional e de governança, além de demandar equipes dobradas para tarefas que poderiam ser feitas de forma simples, com um sistema único. A virada tecnológica com a TOTVS inaugurará uma nova fase de gestão, nos atendendo de forma completa, de ponta a ponta na nossa operação”, explica John Christer Salén, CFO da Mr. Cat.

Além do ERP, responsável por todo o backoffice da marca, a Mr. Cat também adotou o módulo de planejamento de vendas, S&OP e DRP. O sistema analisa tendências de compras, históricos de comercializações de um determinado produto e verifica os eventos regionais, entre inúmeras possibilidades, para oferecer um planejamento estratégico de vendas diferenciado. A tecnologia não se baseia apenas em acontecimentos passados, mas em planejamentos de eventos ou ações comerciais que a empresa pretende executar. Complementa ainda o projeto a solução de balanceamento de estoque, que atuará diretamente na redução dos riscos de rupturas na disponibilidade e distribuição dos produtos em cada loja da rede.

Essa integração do negócio como um todo contempla as necessidades de retaguarda e, também, as demandas core da companhia, de colocar a mercadoria no ponto de venda, tudo com uma única solução. Com o ERP, a Mr. Cat consegue controlar toda cadeia de produção, desde a manufatura dos seus produtos de grade, até o gerenciamento completo de promoções específicas, que podem ser direcionadas apenas às unidades próprias ou a toda a rede de lojas. É possível criar parametrizações diretamente no sistema, de acordo com as regras que se deseja aplicar, como, por exemplo, “compre duas peças e ganhe a terceira” ou descontos apenas para determinadas regiões.

O software funciona 100% na nuvem e, dessa forma, garante à Mr. Cat alta disponibilidade de acesso e levar todas as informações para as mãos do gestor em tempo real. A modalidade SaaS facilita também que a tecnologia acompanhe o crescimento da rede e, a partir do momento em que novas lojas são abertas, o acesso da unidade é feito de forma automatizada, viabilizando uma operação rapidamente.

“Acreditamos na especialização e integração de tecnologias como propulsoras da Transformação Digital dos negócios. A parceria com a Mr. Cat é uma grande adição à nossa carteira e ao nosso ecossistema de inovação, pois são empresas assim que contribuem para o amadurecimento do varejo em um momento em que a Transformação Digital impera no mundo dos negócios”, conclui Ronan Maia, vice-presidente de Distribuição e Varejo da TOTVS.

 

   Sobre a Mr. Cat 

A Mr. Cat é uma loja de calçados e acessórios. A marca busca oferecer produtos de qualidade, design impecável e com o melhor preço, estando constantemente atualizada com as novas tendências e trabalhando com uma variedade de calçados femininos e masculinos, além de acessórios como pastas, carteiras, cintos e bolsas.

 

Mais informações sobre a franquia Mr. Cat? Clique aqui. 

De professor de inglês na Wizard a franqueado

O professor de inglês João Henrique Guimarães de Figueiredo, que lecionava o idioma em Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais, corrobora a força da marca Wizard by Pearson, hoje a maior escola de idiomas no mundo, segundo a Geofusion. Figueiredo, conhecedor da didática e qualidade do ensino da escola de idiomas, resolveu apostar na marca, saiu da frente do quadro negro para se tornar um investidor e inaugurou, no último dia 1º, uma Wizard by Pearson em Jacareí, interior de São Paulo.

A cidade, de economia industrial e sede de dezenas de multinacionais, ainda não possuía uma unidade da rede, o que fez crescer ainda mais a vontade de investir do professor João Henrique. “Temos a oportunidade de levar a qualidade dos cursos de idiomas Wizard a milhares de pessoas que buscam uma vaga em multinacionais, nas quais ter mais de um idioma é essencial. E nós, em contrapartida, podemos crescer na cidade”, explica.

As aulas na escola, localizada na avenida Avareí, 68, no centro de Jacareí, começam após o Carnaval, mas a procura dos alunos já é grande. A escola oferecerá cursos de inglês, espanhol, francês e alemão a crianças e adultos. A inauguração aconteceu com festa e muita música, com a presença de alunos e autoridades locais. A Wizard conta com cerca de 1.270 escolas no Brasil e está entre as 50 maiores marcas de franquias no Brasil, por unidades, ocupando o 9º lugar no setor de franquias, além do 1º no segmento exclusivo de escola de idiomas, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising).

  Sobre a Wizard by Pearson

Desde 1987, a Wizard by Pearson é a maior rede no segmento de ensino de idiomas do mundo e líder no mercado brasileiro. Possui mais de 1.250 escolas no Brasil, além de unidades nos Estados Unidos, Japão, Costa Rica e Paraguai. A Wizard oferece cursos de oito idiomas (Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Alemão, Português, Japonês e Chinês). Desenvolvidas no modelo de franquias, as escolas representam uma excelente oportunidade para aqueles que querem investir em um novo negócio. Além de contar com uma metodologia de ensino simples e de fácil gerenciamento por parte do franqueado, a rede oferece ao empreendedor todo o apoio necessário para seu desenvolvimento, como estruturação do imóvel e apoio de marketing. Além disso, investe constantemente na formação de seus franqueados e de seus professores por meio de treinamentos específicos, convenções, congressos e iniciativas como o MBA Wizard.

  Sobre a Pearson

Líder mundial em educação, a Pearson tem a missão de transformar vidas, fornecendo uma aprendizagem de melhor qualidade e mais acessível. A Pearson acredita que a educação abre oportunidades para melhores condições de vida e carreira profissional. A Pearson apoia ações em alfabetização e letramento por meio da campanha do Projeto de Alfabetização. O objetivo é que até 2030 nenhuma criança nasça com o risco de não ser alfabetizada. Mais informações podem ser obtidas no site.

 

Informações sobre a franquia Wizard? Clique aqui.