Entenda como levar sua marca para regiões onde a concorrência ainda não chegou

Com o aumento da concorrência e a profissionalização de diversos setores, tem se tornado cada vez mais importante crescer de forma rápida e ocupar novos mercados antes dos concorrentes. Quem sai na frente, consegue dificultar – ao menos por um período – a entrada de novas marcas naquela região.

Nos últimos anos, o desenvolvimento econômico das cidades do interior do Brasil abriu uma janela de oportunidades para empresas de diversos setores. A rede de restaurantes Griletto, com a adoção do sistema de franquias, soube aproveitar esse momento e conseguiu se estabelecer rapidamente em novos mercados. Ganhou espaço em um setor tão concorrido quanto o de alimentação em shopping centers e se tornou um player importante no ramo.

Para conhecer a estratégia do Griletto, leia o texto abaixo.

Quero crescer mais rápido que os concorrentes

Com o crescimento do consumo e o aumento da renda da população nas cidades do interior, cada vez mais as empresas nascidas nessas regiões têm ganhado força para crescer, se tornarem competitivas e fazerem sucesso também nos grandes centros. Foi o que aconteceu com a rede de restaurantes Griletto.

Fundada em 2004 na cidade paulista de Itu pelo empresário Ricardo José Alves, o Griletto adotou o sistema de franquias em 2008 e logo ganhou nome e espaço no segmento. A rede deve encerrar o ano de 2013 com faturamento de R$ 150 milhões e mais de 150 unidades em todo Brasil – todas instaladas em praças de alimentação dos shoppings.

Mas como explicar um crescimento tão rápido, em um mercado tão competitivo como o de alimentação em shopping center? O próprio dono do Griletto dá a resposta: “nós éramos a empresa certa para aqueles que buscavam uma opção de investimento”

Alves começou a trajetória de empreendedor como proprietário de um açougue em Itu. Em 2004, quando decidiu fechar o negócio e montar um restaurante chamado Griletto em um shopping da região, o empresário usou seus conhecimentos sobre carnes e o relacionamento com donos de frigoríficos para comprar bons produtos a preços competitivos. Assim, conseguia oferecer aos clientes pratos saborosos a um bom custo, tudo com sabor de comida caseira – produto que logo agradou o paladar e o bolso dos clientes.

Metódico, Alves também se preocupou em organizar processos e treinar sua equipe para preparar pratos com qualidade e oferecer um atendimento rápido e simpático. Fazendo a lição de casa bem feita, o empreendedor acabou por criar as bases de algo extremamente valioso para uma rede de franquias: processos claros e bem definidos, que serviriam de modelo para o treinamento dos futuros franqueados e seus funcionários.

Seguindo uma receita simples e eficiente, o Griletto agradou os consumidores e também os investidores. Com 12 lojas próprias abertas em shoppings do interior paulista, Alves passou a ser constantemente procurado por pessoas interessadas em abrir franquias da sua marca. Foi por isso que, em 2008, o empreendedor procurou a Cherto Consultoria para fazer o trabalho de formatar o modelo de franquia, mapear e documentar os processos da franqueadora e das unidades e planejar o crescimento da empresa.

A Franchise Store, loja de franquias da Cherto Consultoria, foi responsável por inicialmente captar interessados em abrir franquias Griletto e executar a expansão da marca. “O Griletto tinha um modelo de negócio que funcionava muito bem, era lucrativo e apresentava ótimos resultados em cidades do interior”, analisa Filomena Garcia, sócia da Cherto e diretora da Franchise Store. “Por isso, a franquia Griletto teve excelente aceitação do mercado e dos candidatos a franqueados, já que muitos shoppings vinham sendo inaugurados no interior e precisavam de uma operação de grelhados para instalar em sua praça de alimentação.”

O trabalho de captação funcionou e o Griletto cresceu muito rápido. Com franqueados bem selecionados, uma empresa bem estruturada para expansão e um bom suporte oferecido pela franqueadora, a rede se desenvolveu sem perder a qualidade, recebeu diversos prêmios e logo ganhou destaque no Franchising nacional.

“A Cherto foi fundamental, especialmente no ponta pé inicial da marca”, afirma Alves. “Tive segurança para tomar decisões e montar uma boa estrutura.”

Veja como a Mahogany tornou sua marca conhecida em todo país gastando muito pouco

Disputar espaço na cabeça e no bolso dos consumidores costuma custar bem caro para uma marca – o que cria uma dificuldade adicional principalmente para as pequenas e médias indústrias, já que elas não dispõem da mesma verba de Marketing das grandes corporações.

Mas sem muito capital para propaganda, como uma marca pode se tornar conhecida? Em muitos casos, a saída pode ser aumentar sua presença no varejo com lojas próprias ou franquias. Ao expor um mix completo de produtos em lojas exclusivas e com atendimento personalizado, a empresa consegue dar mais visibilidade à marca ao mesmo tempo em que aumenta as vendas. Foi o que aconteceu com a fabricante de cosméticos Mahogany.

Quer saber mais? Leia o texto abaixo.

Quero tornar minha marca mais conhecida

Durante mais de vinte anos, a equipe da fabricante de cosméticos Mahogany, fundada em 1991, trabalhou duro para colocar seus produtos em mais de 3.500 farmácias, supermercados e perfumarias do país. Depois de marcar presença nas prateleiras de redes como Pão de Açúcar, Droga Raia e Onofre, a diretoria decidiu rever sua estratégia de canais de vendas para que a empresa pudesse crescer ainda mais. O objetivo era tornar a marca mais conhecida, poder mostrar os seus diferenciais, ter contacto direto com os consumidores, vender mais e aumentar a lucratividade.

Foi então que, em 2005, o Grupo Cherto foi contratado para revisar a estratégia de canais da marca e propor uma solução à empresa. A consultoria sugeriu a criação de franquias pequenas, de cerca de 35 metros quadrados, que pudessem ser instaladas principalmente em shoppings. Além de estipular o tamanho da loja, o Grupo Cherto também formatou a equação financeira de cada unidade, definindo o mix de produtos, o preço dos itens, a margem de lucro de cada um deles e remuneração da equipe. No mix, o destaque ficaria com a linha de cosméticos para o corpo – que era o diferencial da marca, já que seus concorrentes focavam mais em perfumaria ou maquiagem.

A Mahogany lançou suas primeiras lojas franqueadas em 2006 e dois anos depois, o faturamento já havia triplicado e a margem de lucro da Mahogany tinha aumentado consideravelmente. O Grupo Cherto também realizou a expansão da marca. Em 2014, a rede já contabilizava mais de 160 lojas em 24 estados e conseguia oferecer um catálogo de produtos muito mais completo e um bom atendimento a seus clientes, reforçando a imagem da marca e a fidelidade do consumidor.

Antes da criação das franquias, um dos principais entraves para o crescimento da empresa era pagar um valor alto para colocar seus produtos em milhares de supermercados e drogarias e, mesmo assim, não conseguir ter a mesma visibilidade que as grandes indústrias do ramo conquistam nesses espaços. Com isso, a saída era sucumbir à pressão dos varejistas e oferecer preços mais baixos – o que deixava as margens de lucro mais estreitas.

Com as lojas franqueadas, a Mahogany ocupou pontos de destaque nos principais shoppings do país e se tornou mais visível para seus potenciais clientes. Os produtos, que costumavam ficar apertados nas prateleiras e disputavam atenção dos consumidores com grandes grifes, passaram a ser expostos de maneira mais atraente, em pontos exclusivos e com linhas completas para homens e mulheres.

Nas lojas, além de encontrar um catálogo completo, os clientes também passaram a contar com a ajuda dos vendedores para entender os diferenciais da marca e escolher o tipo de cosmético que mais adequado ao seu gosto e à sua necessidade. A combinação de atendimento personalizado e ampla oferta de produtos resultou em aumento de mais de 40% no tíquete médio.

“É cada vez mais comum que as indústrias avancem para o varejo via franquias”, diz Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto. “É uma forma interessante de reforçar a imagem da marca, aumentar as vendas e principalmente ampliar sua margem de lucro.”

Mesmo com as franquias, a Mahogany não precisou abandonar completamente as prateleiras dos supermercados e farmácias. Nas cidades que são pequenas demais para comportar uma franquia, a empresa manteve seus produtos nos antigos pontos de venda. Além disso, para não perder o espaço que havia conquistado, usou outra linha de cosméticos (batizada de Kevin Nichols) para substituir os produtos Mahogany nas farmácias e supermercados das grandes capitais – onde agora a empresa atua apenas com franquias.

“Foi fundamental para o sucesso a participação dos profissionais do Grupo Cherto, que estiveram com a Mahogany desde a formatação da franquia até a implantação e operação das lojas”, afirma Jaime Drummond, dono da Mahogany. “A empresa sentiu-se apoiada o tempo todo, em todas as etapas inclusive na seleção de franqueados, seu treinamento e pós-operação.”

Saiba como a SP Implantes cresceu sem investir quase nada

Assim como muitas pequenas empresas de sucesso, a clínica odontológica SP Implantes se deparava diariamente com um bom problema: a demanda dos clientes era maior que sua capacidade de atendimento – e não havia recursos suficientes para bancar a expansão e aproveitar as oportunidades que, literalmente, batiam à sua porta todos os dias.

A empresa, fundada em 2011, precisava de uma estratégia de expansão que lhe permitisse crescer rapidamente sem investir quase nada, porém com o cuidado de preservar a qualidade do serviço prestado e a imagem da marca. A saída apontada pela Cherto Consultoria foi a adoção do sistema de franquias. Funcionou. A SP Implantes logo dobrou a capacidade de atendimento e deve encerrar 2014 com 15 unidades em funcionamento.

Para saber mais, leia o texto abaixo.

Conheça a história de expansão da SP Implantes

Todos os dias, a dentista Dra.Claudia Deleu aparece em programas de televisão exibidos na Grande São Paulo para dar dicas de saúde bucal e mostrar como algumas pessoas voltam a mastigar corretamente e recuperam a auto-estima ao fazer tratamentos dentários. Depois de dar as orientações aos telespectadores, Dra. Claudia sugere que eles agendem uma avaliação na clínica odontológica SP Implantes e indica o telefone da empresa. É o suficiente para que as linhas da SP Implantes recebam, instantaneamente, centenas de ligações.

A cena se repete desde 2011, quando Dra. Claudia e sua irmã a empresária Sylvia Deleu fundaram a SP Implantes – uma clínica odontológica focada em implantes, que oferece tratamentos de excelente qualidade a preços acessíveis e permite parcelar o pagamento. Logo no início, as sócias tomaram a decisão de investir em duas frentes: ações de merchandising na TV e uma central telefônica, por onde são feitos todos os agendamentos das consultas. Com essa estratégia, a empresa criou um ótimo problema: formou uma demanda maior que sua capacidade de atendimento.

“Nosso trabalho foi baseado em dois pilares muito fortes: a divulgação em massa, pautada em boletins informativos, e não em aliciamento de pacientes”, afirma Claudia Deleu. “Com um código de ética muito rígido, que pauta tanto os atendimentos como nossa forma de comunicação, conquistamos a confiança dos consumidores e criamos uma marca forte e conhecida no estado de São Paulo.”

Com as linhas telefônicas sempre congestionadas, ficou claro para as sócias que a SP Implantes deveria crescer para conseguir atender todos clientes interessados nos serviços da empresa. O mercado também oferecia boas perspectivas. Nos últimos anos, com o aumento de renda da população e a possibilidade de parcelar o pagamento dos tratamentos odontológicos, a nova classe média pôde consumir esses serviços – e ainda havia um grande público que poderia passar a ter acesso a esses tratamentos.

“Depois de analisar o mercado e o desempenho da empresa, começamos a pensar na abertura de mais unidades próprias”, conta Sylvia. Mas seriam necessários altos investimentos, e a empresa não dispunha desse capital naquele momento. “Foi então que cogitamos adotar as franquias como estratégia de crescimento.”

As sócias ainda tinham algumas dúvidas em relação ao Franchising. A principal preocupação era que a empresa crescesse sem comprometer a qualidade dos tratamentos nem a imagem da marca. “Não há reclamações contra a SP Implantes no Procon porque sempre nos dedicamos a resolver todos os eventuais problemas e prezamos muito pela satisfação dos clientes”, comenta Sylvia. “E não quero que isso mude nunca.”

Com a ideia de franquear a SP Implantes, Sylvia decidiu pesquisar quais eram as consultorias que poderiam ajudá-la a entender melhor s principais conceitos do Franchising e a descobrir se esse era mesmo o melhor caminho para a expansão da empresa. “Falei com duas pessoas e, por coincidência, ambas sugeriram que eu procurasse a Cherto.”

Em 2011, a empresa contratou a Cherto Consultoria. “Depois de analisar o modelo de negócio da SP Implantes, ficou claro que o Franchising era mesmo a melhor estratégia de expansão naquele caso”, afirma Fernando Campora, sócio da Cherto Consultoria. “Com as franquias, as sócias poderiam agilizar a expansão da empresa com a ajuda do capital de terceiros e ainda teriam controle sobre a forma como os franqueados se relacionam com os clientes e representam a marca.”

A consultoria estruturou o modelo de negócio da franquia SP Implantes, mapeou e documentou os processos da empresa e também planejou a expansão da marca e o ritmo de abertura das unidades. A meta é inaugurar clínicas primeiramente nas cidades em que as ações de merchandising são veiculadas – onde a marca já é conhecida.

A empresa encerrará 2014 com 15 unidades em funcionamento. “A Cherto nos deu extrema confiança para seguir adiante e ver que estamos no caminho certo”, afirma Sylvia. “Hoje, quando damos um novo passo, fazemos isso com muito mais firmeza, sem medo.”

Quer saber se é possível transformar seu negócio em uma franquia ?

Para saber se a sua empresa pode adotar o sistema de franquias para crescer, responda as perguntas abaixo

Os 5 passos que você tem que seguir para assinar o contrato de franquia com segurança

Depois de estudar o mercado, entender seu perfil como empreendedor e encontrar a franquia que combina com seu perfil, muitos empreendedores acham que o trabalho está encerrado – bastaria assinar, então, o contrato da franquia. Nada disso. O processo seletivo da franqueadora não costuma ser demorado, mas envolve alguns procedimentos que você deve conhecer para não ficar ansioso nem inseguro.

Confira abaixo quais são passos que o candidato precisa percorrer até, enfim, assinar o contrato e se tornar o dono de uma franquia.

1. Marque uma reunião com a equipe da franqueadora.  Eles devem apresentar em detalhes o modelo de negócio, os suportes oferecidos aos franqueados e o plano de expansão da empresa. É a hora de tirar dúvidas técnicas e financeiras.

Esse é o momento de verificar se as suas expectativas são compatíveis com o que a marca oferece e entender se é possível abrir uma franquia da empresa na região de seu interesse – muitas marcas podem já ter franqueados ocupando aquela área.

2. Forneça seus dados completos. Caso você demonstre interesse em continuar no processo seletivo, a equipe de expansão da empresa franqueadora deve mandar uma ficha para você preencher com dados pessoais e financeiros. Cabe a você levantar toda a documentação necessária e garantir que não haja qualquer restrição de crédito em seu nome.

3. Prepare-se para ser avaliado. Depois que entregar os documentos, a empresa avaliará você. A franqueadora verificará se você comprovadamente tem o capital necessário para abertura da franquia e se tem alguma restrição de crédito. Também analisará seu histórico profissional e seu perfil comportamental, para saber se está de acordo com o perfil do franqueado que eles procuram – há franqueadoras, por exemplo, que só aceitam franqueados que tenham alguma experiência prévia em gestão.

Caso você tenha um ponto comercial disponível, a rede também analisará o imóvel e sua localização. Caso não tenha, a empresa pode buscar um ponto só depois que você assinar um pré-contrato.

4. Estude a Circular de Oferta de Franquia (COF). Caso a franqueadora aprove seu perfil, você deve receber a COF. É muito importante pedir a ajuda de um advogado para analisar o contrato e anotar as eventuais dúvidas para discutir com o franqueador. Por lei, você tem ao menos dez dias de prazo para avaliar a COF.

Na Circular de Oferta de Franquias, também constam alguns telefones de franqueados que estão na rede e outros que já fecharam ou repassaram suas lojas. Converse com eles e tente descobrir se a franqueadora realmente entrega o que promete.

5. Faça uma reunião final com o franqueador. Neste dia, você e ele tirarão as dúvidas que restarem. Caso você seja aprovado pelo franqueador e também confirme sua intenção de ingressar na rede, chegou a hora de assinar o contrato.

Saiba como as franqueadoras avaliam o candidato a franqueado

Quando decide comprar uma franquia, ao mesmo tempo em que o empreendedor avalia a franqueadora, ele também está sendo avaliado por ela. E como as franqueadoras fazem para identificar, dentre todos os interessados, os melhores empreendedores para fazer parte de sua rede e representar sua marca?

Além da disponibilidade de capital para investimento, é fundamental que o futuro franqueado tenha tempo disponível em quantidade suficiente para se dedicar à operação do negócio. De maneira geral, quanto mais complexa a operação, maior a influência da dedicação do franqueado nos resultados da unidade.

Embora a maioria das franqueadoras não exija que seus franqueados tenham experiência anterior em seus segmentos de atuação, elas avaliam a maturidade profissional do candidato. Buscam saber quais suas realizações anteriores, o que agregaram e se foram peças importantes para o crescimento das empresas em que atuaram. Essas informações trazem indícios do potencial que o candidato tem para desenvolver o seu negócio.

Outro ponto avaliado é se o perfil do candidato está alinhado com o modelo do negócio que ele pretende administrar. Um franqueado com perfil comercial e bom relacionamento, por exemplo, pode fazer toda a diferença em uma rede de serviços  que atue no segmento B2B. No caso de sociedades, é desejável que todos os sócios tenha perfis adequados ou, ao menos, complementares. O conhecimento da região em que se pretende atuar também é vital para muitos modelos de negócio e pode desequilibrar a balança caso o franqueador tenha que optar entre dois candidatos.

Por fim, as franqueadoras buscam franqueados que acreditem em seu modelo de negócio, sejam bons parceiros e queiram crescer junto com ela, inclusive abrindo mais unidades. Por isso, ser cliente da marca e fã apaixonado dos produtos ou serviços comercializados, apesar de não chegar a ser um pré-requisito, pode contar muitos pontos a favor de um candidato a franquia.

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”

Redes de franquia estão cada vez mais interessadas em expandir para o interior

Já faz algum tempo que redes franqueadoras têm colocado as cidades do interior como prioridade em seu mapa de expansão, já que os custos e a escassez de pontos comerciais em grandes cidades têm se tornado um obstáculo cada vez maior para o crescimento das redes nestas regiões.

A abertura de novos shoppings em cidades menores é outro fator que viabiliza a migração das redes para estas cidades. Filomena Garcia, Sócia-Diretora da Franchise Store, explica que esta é uma ótima oportunidade para investidores que procuram um negócio próprio sem ter que se deslocar para as capitais. “É interessante para o franqueado investir e fazer parte de uma grande marca. Assim ele investe com menos riscos e já adquire o know-how da empresa”.

Mas há cuidados importantes a tomar. “Antes de abrir uma franquia nestas regiões, é preciso analisar o mercado, o perfil dos consumidores e a concorrência local. As marcas locais já são tradicionais e têm a fidelidade do consumidor”, explica Filomena.

Redes que aderiram ao Franchising há pouco tempo, como a fabricante de colchões AmericanFlex, já iniciam sua expansão com foco no interior. A marca atua com 5 lojas próprias, todas no interior de São Paulo e Paraná, e em mais de 5 mil pontos de venda. Neste ano, vai inaugurar sua primeira franquia em Limeira. “Essas cidades têm um grande potencial econômico e estão muito visadas por investidores e empresários de todos os setores. As grandes capitais também já estão saturadas, por isso, acreditamos que as cidades  menores, mas com infraestrutura adequada, são os próximos passos dos grandes investidores”, explica o consultor de lojas exclusivas da rede, Saulo Luis Ferreira, a preferência pelo local.

Muitas redes de ensino de idiomas apostam há tempos em cidades do interior e, assim, conseguem crescer de forma rápida e sustentável. “As cidades menores atendem as expectativas de crescimento e ainda temos a vantagem de já ter empreendedores do interior interessados em abrir uma unidade da Minds”, conta Leiza Oliveira, fundadora da Mind Idiomas.

Wilson Justino, fundador do centro de ensino profissionalizante CEBRAC, confirma essa tendência. “O investimento inicial é inferior ao necessário para um grande centro e a própria situação ‘emergente’ destes municípios favorece o  estabelecimento de novos negócios”.

Enquanto muitas redes de alimentação sofrem para crescer e encontrar espaço em shoppings, a rede especializada em milkshakes Mister Mix chegou a 162 lojas em pouco tempo graças à estratégia de mirar cidades do interior. “Há um menor custo fixo mensal, possibilidade de fazer da sua loja um ‘point’ local, facilidade de contratação de mão de obra e maior aceitação do produto”, afirma o gerente de expansão, Ricardo Almeida.

A Los Paleteros, franqueadora de paletas mexicanas, segue a mesma linha da marca de milkshakes. A maioria de suas 36 unidades está instalada no interior e seu plano de expansão é de continuar nestas cidades. “Muitos consumidores viajam às capitais onde conhecem produtos diferentes e de qualidade, e ao voltarem às suas cidades, deparam-se com poucas opções de consumo. O público destas cidades é ávido por novidades, ao mesmo tempo que possui uma tendência de maior de fidelização”, diz o Gean Chu, fundador da marca.

Por outro lado, a rede de pizzaria Patroni afirma que o principal motivo de migrar para o interior foi justamente a lotação de pontos e a falta de espaço nas grandes cidades. “Esse movimento é iniciado pelas iniciativas de empreendedores de Shopping Centers, e acompanhado pela Patroni. Decidimos investir nessas regiões para dar capilaridade à marca e para propagarmos a cultura/experiência de consumo Patroni, com produtos artesanais e exclusivos”, afirma Luiz Cury Filho, diretor de expansão da Patroni Pizza.

Há franqueadoras, como a rede de serviços domésticos Maria Brasileira, que criam facilidades maiores para empreendedores que optam por abertura de unidades no interior. “O franqueado do interior terá taxa de franquia e royalties menores que os demais. A criação de demanda é potencializada pois o trabalho de indicação é maior nestas cidades e a busca por profissionais consequentemente se torna mais tranquila. Então somando investimento barato, custo fixo baixo, alta demanda e serviços recorrentes, se tem o segredo do sucesso”, diz Felipe Buranello, sócio da Maria Brasileira.

Confira outras marcas que têm cidades do interior como foco de expansão:

AlphaGraphics – R$ 890 mil

Americanflex – R$ 345 mil

Boragó – R$ 255 mil

CEBRAC – R$ 250 mil

Fórmula – R$ 1.200.000

Mapa da Mina – R$ 125 mil

Minds Idiomas – R$ 120 mil

Ortodontic Center – R$ 150 mil

Remax – R$ 120 mil

SPA das Sobrancelhas – R$ 115 mil

Spedini – R$ 415 mil

Zip Lube – R$ 250 mil

Franquias que vendem apenas para mulheres crescem acima da média do mercado

À medida que conquistam cada vez mais destaque no mercado de trabalho, as mulheres passam a ganhar mais e também a investir mais em sua aparência física e seu bem-estar. Esse comportamento atinge diretamente as lojas que vendem exclusivamente produtos e serviços voltados para o público feminino – segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), as franquias que têm as mulheres como clientes são algumas das que mais se destacaram no Franchising brasileiro nos últimos anos.

Os setores de roupas, sapatos e acessórios femininos, além de produtos de cosméticos e serviços como salões de beleza e centros estéticos, são áreas de grande interesse para quem busca um negócio promissor.

Somente no ano passado 73 novas franquias de cosméticos foram inauguradas no Brasil e o setor de franquias de beleza cresceu 23,9%, o maior porcentual do mercado brasileiro. As franquias de Acessórios pessoais e calçados, por sua vez, tiveram um crescimento de 17,1%, impulsionado principalmente pela venda de artigos femininos.

“O aumento do consumo destes produtos se deve à preocupação e necessidade que as mulheres sentem de apresentarem uma boa imagem, principalmente no ambiente de trabalho, onde elas já assumem cargos de liderança”, afirma Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. Segundo um levantamento do Data Popular, a pesquisa tempo de mulher, o consumo das mulheres cresceu mais de 80% num período de dez anos (2002 – 2012), em comparação aos gastos do homem.

Entretanto, apesar de mais consumistas, as mulheres estão também mais criteriosas na hora da compra. “As redes precisam se adequar a essa nova consumidora e oferecer atendimento de extrema qualidade, algo que faça essa mulher se sentir mais confiante e satisfeita com a marca e seus produtos e serviços”, diz Filomena.

Veja 45 franquias voltadas para o público feminino:

Andarella – R$ 185.000,00

Arezzo – R$ 600.000,00

Armazém – R$ 61.500,00

Atelier Mix – R$ 30.000,00

Balonè Acessórios – R$ 270.000,00

Belle Bijou – R$ 235.000,00

Canal – R$ 200.000,00

Cantão – R$ 260.000,00

Casa das Calcinhas – R$ 192.000,00

Capodarte – R$ 500.000,00

Carmen Steffens – R$ 400.000,00

Carol Gregori – R$ 70.000,00

Carolina Martori – R$ 251.000,00

Chita Chique – R$ 100.000,00

Cia de Moda – R$ 70.000,00

Código Girls – R$ 180.000,00

City Shoes – R$ 160.000,00

Couro & Cia – R$ 300.000,00

Contém 1g – R$ 120.000,00

Darling – R$ 160.000,00

Di Santinni Design – R$ 255.000,00

Dummond – R$ 500.000,00

Elementais – R$ 170.000,00

Emporionaka – R$ 195.000,00

Empório Bijoux – R4$ 165.000,00

Enjoy – R$ 245.000,00

Josefina Rosacor – R$ 174.000,00

Lessô Bis – R$ 270.000,00

Lez a Lez – R$ 500.000,00

Mentha Pimentha – R$ 200.000,00

Monica Sanches –R$ 175.000,00

Morana – R$ 200.000,00

My Gloss – R$ 315.000,00

My Shoes – R$ 350.000,00

Nina Fiori – R$ 203.000,00

Onodera – R$ 290.000,00

Pink Bijou – R$ 279.400,00

Raphaella Booz – R$ 390.000,00

Regina Rios – R$ 328.100,00

Santa Lolla – R$ 320.000,00

Shoe Shop – R$ 105.000,00

SPA das Sobrancelhas – R$ 50.000,00

Uncle K – R$ 299.000,00

Via Mia – R$ 500.000,00

Valmari – R$ 96.000,00

Indústrias de diversos segmentos avançam para o varejo com franquias

Nos últimos anos, muitas indústrias decidiram adotar o sistema de franchising para se aproximar do consumidor e reforçar a identidade de sua marca. “Essas empresas buscam oferecer uma experiência de consumo mais completa aos seus clientes e encontram no modelo de franquias uma ótima maneira de fazer isso”, diz o consultor de varejo Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto.

Para quem pretende abrir uma franquia, essa tendência pode ser uma boa oportunidade de se associar a uma marca forte. “Representar uma marca conhecida e aprovada pelo consumidor, vender produtos de qualidade e ter o suporte de uma indústria forte são as principais vantagens de investir numa franquia que vem da indústria”, afirma Cherto.

“A única desvantagem para o franqueado pode ser a competição com outros canais de venda que comercializam o mesmo produto.” Para evitar problemas, Cherto recomenda atenção aos contratos e indica conhecer melhor o histórico da empresa. “Antes de investir em qualquer tipo de franquia, convém saber mais sobre as pessoas que estão à frente do negócio.”

15 franquias que vêm da indústria e custam a partir de R$ 150 mil

DERMAGE – R$ 150.000,00

O que vende: dermocosméticos

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/dermage

 

MAYBELLINE NEW YORK – R$ 160.000,00

O que vende: maquiagem fabricada pela L’Oréal

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/maybelline

 

MMARTAN – R$ 175.000,00

O que vende: produtos de cama, mesa e banho

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/mmartan

 

NEW – R$ 200.000,00

O que vende: móveis planejados fabricados pelo Grupo Unicasa

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/new

 

CASA BRASILEIRA – R$ 250.000,00

O que vende: móveis planejados fabricados pelo Grupo Unicasa

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/casa-brasileira

 

O BOTICÁRIO – R$250.000,00

O que vende: cosméticos

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/o-boticario

 

HAVAIANAS – R$ 290.000,00

O que vende: sandálias de borracha fabricadas pela Alpargatas

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/havaianas

 

MAHOGANY – R$300.000,00

O que vende: cosméticos

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/mahogany

 

CONTÉM 1G – R$ 330.000,00

O que vende: maquiagem

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/contem-1g

 

HOPE LINGERIE – R$ 350.000,00

O que vende: lingerie

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/hope-lingerie

 

RAPHAELLA BOOZ – R$ 390.000,00

O que vende: calçados femininos

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/raphaella-booz

 

LILICA & TIGOR – R$ 400.000,00

O que vende: roupas infantis

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/lilica-a-tigor

 

ANNA PEGOVA – R$ 545.000,00

O que vende: cosméticos

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/anna-pegova

 

HERING STORE – R$700.000,00

O que vende: roupas masculinas e femininas

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/hering-store

 

DELL ANNO – R$ 800.000,00

O que vende: móveis planejados fabricados pelo Grupo Unicasa

Mais informações: http://www.franquia.com.br/franquia/dell-anno

Saiba quais são os direitos e deveres de franqueados e franqueadores

Papel do franqueador

Definir e desenvolver o conceito de negócio que será franqueado;

Testar na prática este conceito, em uma ou mais “unidades-piloto” que, sempre que possível, devem ser instaladas, operadas e geridas pela própria empresa franqueadora;

Estabelecer as Normas, Processos, Políticas e Padrões a serem observados pelos franqueados, no que se refere à implantação, operação e gestão das respectivas franquias;

Recrutar e selecionar esses franqueados de acordo com critérios previamente estabelecidos pela própria direção da empresa franqueadora;

Capacitar os franqueados (e, quando for o caso, também os integrantes das respectivas equipes, ou ao menos alguns destes), por meio de programas de Capacitação (presenciais, a distância ou híbridos), de Guias de Processos ou Manuais e outros materiais, de orientação in loco ou remota, e por outros, garantindo aos franqueados o acesso aos conhecimentos de que necessitam para terem uma chance razoável de sucesso;

Manter e capacitar uma equipe qualificada para assessorar, orientar e inspirar, inclusive pelo exemplo, os franqueados no que diga respeito ao cumprimento das Normas, Políticas e Padrões acima referidos;

poiar e orientar seus franqueados na elaboração e implementação de planos e ações necessários à concretização do potencial de resultados de cada franquia;

Supervisionar e monitorar constantemente a rede de franquias, a fim de garantir a consistência na observância das Normas, Políticas, Processos e Padrões, lembrando que tudo o que afete negativamente a imagem de uma das unidades franqueadas pode acabar contaminando a imagem de toda a rede;

Coletar, processar, analisar e difundir conhecimentos que possam fazer uma diferença positiva nos negócios dos franqueados, inclusive – e especialmente – aquilo que poderíamos definir como “as melhores práticas” da rede, sem falar nos benchmarks identificados em outras organizações, inclusive de outros ramos de negócios;

Propiciar os meios necessários, tais como Intranet, encontros e convenções, para que seus franqueados se integrem e interajam de forma mais produtiva com a própria organização e entre eles mesmos.

 

Papel do franqueado

Investigar a empresa franqueadora e seus integrantes antes de firmar qualquer documento ou efetuar qualquer pagamento relativo à aquisição de sua franquia, para ter certeza de que está se vinculando a uma marca e uma organização saudáveis, tanto do ponto de vista jurídico quanto financeiro e tributário;

Investir (e reinvestir) os recursos necessários para implantar a respectiva unidade de negócios (a loja, o restaurante, a escola, o quiosque, o hotel, a oficina, ou o que quer que constitua sua unidade franqueada) e para mantê-la funcionando de acordo com os padrões ditados pelo franqueador;

Utilizar apenas os produtos, serviços e fornecedores definidos e/ou autorizados pela empresa franqueadora;

Pagar à franqueadora os valores relativos à aquisição e continuidade da franquia. Normalmente, esses valores incluem: taxas de franquia, ou inicial, de royalties, esta periódica, e uma contribuição, também periódica, para um Fundo Cooperativo de Marketing ou algo do gênero. Pode haver ainda a cobrança de outros valores, desde que prevista em contrato ou previamente ajustada de comum acordo entre as partes;

Arcar com os custos e despesas relacionados à operação e à gestão de seu negócio, incluindo a aquisição de mercadorias e insumos e o pagamento de salários e encargos, aluguéis, despesas com luz, água, condomínio, impostos, manutenção de equipamentos e/ou softwares, e o que mais for necessário ao, ou decorrente do, funcionamento de sua franquia de acordo com os padrões definidos pelo franqueador

Observar os Padrões, Normas, Processos e Políticas da rede em tudo o que se refere à implantação, operação e gestão de sua unidade franqueada, mantendo a consistência de imagem, de produto e de serviços que deve caracterizar a rede da qual faz parte;

Cooperar com o franqueador e com os demais franqueados integrantes da rede na busca de diferenciais competitivos;

Adotar apenas as ações de Marketing que sejam compatíveis com a imagem e o posicionamento da marca que identificam a rede e, de forma geral, apenas se, quando e da forma que seja autorizada pelo franqueador; e

“Fazer acontecer” na sua unidade, cuidando do dia a dia, orientando e motivando seus colaboradores, ouvindo e cativando seus clientes, e desempenhando as demais funções que cabem ao dono de um negócio que deseja vê-lo bem-sucedido. Faz-se conveniente aqui lembrar o velho ditado chinês que diz: “Aquele que não sabe sorrir, não deve abrir uma loja”.

Quais são os custos que o investidor terá ao montar uma franquia?

Antes de comprar uma franquia, o investidor precisa saber exatamente de quanto dinheiro dispõe e quais serão as despesas totais que terá ao montar uma unidade e começar a operá-la. Para ajudá-lo, listamos abaixo quais são os custos da abertura de uma franquia:

1.Taxa de franquia

Funciona como uma espécie de valor de entrada, porque dá ao franqueado o direito de fazer parte da rede e também de usar a marca da empresa franqueadora. Em muitos casos, a taxa cobre ainda os custos de treinamento inicial que será dado para o próprio franqueado e sua equipe, além de incluir o serviço de apoio da franqueadora à implantação da unidade. Normalmente, a taxa é paga uma vez, na assinatura do contrato, e também na renovação do contrato.

2.Estoque inicial

A maioria das empresas franqueadoras oferece ao franqueado ajuda para montar seu primeiro estoque, listando quais são os produtos que devem compor o portfólio da loja. Elas também indicam que quantidade comprar de cada item e para isso estimam qual é o valor que será gasto com essa primeira compra. No caso de franquias do setor de serviços, o investimento em estoque inicial normalmente não existe ou é bastante reduzido – o que há são gastos com os equipamentos necessários para execução do trabalho.

3.Capital de giro

Como acontece na abertura de qualquer negócio, o empreendedor deve reservar recursos para financiar o dia-a-dia do empreendimento e renovar o estoque até que o negócio consiga se manter com recursos próprios. Essa reserva que assegura o funcionamento da empresa em seus primeiros meses é chamada de capital de giro.

4.Compra do ponto comercial (luvas)

Algumas franquias do setor de serviços, em especial as microfranquias, não precisam de uma loja para operar, já que muitos serviços normalmente são prestados na residência ou na empresa do cliente. Já as franquias que atuam no varejo necessitam de um ponto comercial – e costuma ser muito importante para o sucesso do negócio que a loja seja bem localizada, instalada em uma rua de grande circulação ou mesmo em um shopping center.

Com o encarecimento dos imóveis nos últimos anos, o ponto comercial se tornou uma das principais despesas para quem quer abrir uma franquia. Mas o franqueado deve encará-lo como um investimento imobiliário, já que ele poderá reaver esse dinheiro – e até obter lucro – se conseguir valorizar o ponto e repassá-lo no futuro.

Vale ainda ressaltar que ao pagar as luvas, como se diz no mercado, o franqueado ganha apenas o direito de usar aquele imóvel durante a vigência do contrato. Porém, além de adquirir o ponto, ele também terá de pagar um valor de aluguel mensal – que não está contabilizado no investimento inicial da franquia.

5.Reforma, mobiliário e equipamentos da loja

Depois de alugar o ponto comercial, o franqueado deverá reformá-lo de acordo com as regras estabelecidas pela empresa franqueadora. Também deverá adquirir o mobiliário e os equipamentos prescritos pela franqueadora, para manter o padrão visual de toda a rede e prestar o serviço de acordo com as normas da franquia.

Saiba quais os suportes que o franqueador oferece aos franqueados

Investidores que pretendem abrir seu próprio negócio às vezes ficam em dúvida entre montar uma nova loja ou adquirir uma franquia. As principais vantagens em se tornar franqueado de uma rede é poder trabalhar com uma marca já conhecida e, além disso, ter acesso a todo know-how que faz aquele negócio dar certo e crescer.

É papel do franqueador transmitir seu conhecimento aos franqueados e fornecer ferramentas para que a franquia alcance o sucesso. Desde a escolha do ponto, até treinamentos periódicos, cada franqueador oferece um tipo de suporte aos seus franqueados para garantir que todos sigam seu modelo de negócio e mantenham o bom desempenho da rede. Ao fazer isso, além de conquistar a fidelidade dos clientes, as marcas também buscam atrair mais sócios e expandir para diversas regiões.

Confira a seguir quais são os tipos de suporte que o franqueador pode oferecer a seus franqueados:

Seleção do ponto comercial

A escolha do ponto é um dos primeiros fatores a ser levado em conta para gerar bom resultado para a franquia. A localização da loja pode ser tanto na rua, shoppings ou até galerias e outros estabelecimentos. Depende do modelo do negócio e de que maneira ele dá mais visibilidade e se aproxima do público. Por isso, muitos franqueadores pré-selecionam o ponto comercial antes de entregá-lo a seus novos parceiros. A empresa pode adquirir previamente o ponto e repassá-lo ao franqueado ou usar parâmetros e ferramentas de geomarketing para definir qual é a melhor localização da nova loja.

Projeto Arquitetônico

Antes de iniciar a expansão, as franqueadoras contratam um escritório de arquitetura para montar um projeto padrão que servirá para todas as unidades da rede. O franqueado é responsável por adaptar este projeto ao seu ponto, contratando um profissional para adequar o modelo exigido de acordo com o tamanho do ponto.

 Apoio para financiamento e projeto financeiro

Algumas franqueadoras têm parceria com bancos para permitir que o franqueado tome crédito para compra da franquia. Outras franqueadoras chegam até mesmo a financiar parte da abertura da unidade com recursos próprios. Já com a unidade aberta, não cabe mais à franqueadora fornecer capital para o desenvolvimento da loja – seu papel passa a ser apenas o de dar orientações sobre a gestão das finanças da unidade, auxiliando o franqueado a organizar o caixa, os custos e os investimentos.

Apoio jurídico e administrativo

Ao fechar contrato com a rede, muitas vezes são oferecidos serviços jurídicos e administrativos do escritório que cuida destes processos da marca. Apoio jurídico consiste em orientações para o contrato social e formalidades legais para abertura da loja (registro na Junta Comercial, Inscrição na Receita Federal, CNPJ, entre outros). A franqueadora também pode oferecer orientações sobre a seleção e contratação de funcionários, indicando o perfil de cada cargo e os cálculos formais para pagamento de salários e benefícios.

Manuais

Os manuais de franquia são o conjunto de passos operacionais necessários para instruir a equipe. É um dos meios de transferir o know-how da franqueadora à unidade franqueada e, dessa forma, padronizar a atuação da rede e permitir que o franqueado replique apenas as melhores práticas. O conteúdo dos manuais são as ferramentas trabalhadas, os conceitos da rede e os processos. Tudo isso com uma linguagem fácil e que estimule a equipe a usá-lo.

Treinamento

Ao iniciar uma nova unidade, as franqueadoras geralmente oferecem treinamentos para passar para toda a equipe o know-how da rede. É muito importante transmitir para os colaboradores da loja todo o padrão de como a marca atua, desde de como gerir o negócio, controle de estoque, até como atender o cliente na hora da venda, pois é este processo que mantém o sucesso do negócio.

Consultoria de Campo

Periodicamente, a franqueadora oferece para todas as suas unidades um consultor de campo, seja ele da própria empresa, ou contratado de alguma consultoria. O papel desse profissional é visitar a loja, checar se todos os processos estão sendo cumpridos de maneira correta, identificar problemas e propor soluções, sempre com o objetivo de melhorar o desempenho da unidade e garantir a padronização da rede.

Publicidade e Marketing

Dentre as taxas que o franqueado paga para a franqueadora, existe uma específica que vai para o fundo de marketing. Esta contribuição é recolhida de todas as unidades da rede com o objetivo de realizar ações de marketing para dar visibilidade às lojas da marca. Este dinheiro é aplicado desde campanhas em mídias de massa (rádio, televisão, revistas, jornais, internet), até ações locais como anúncios e banners. Geralmente a criação fica por conta do franqueador e a estratégia de veiculação fica na responsabilidade do próprio franqueado.

Leis do Franchising

Conheça as principais leis e documentos obrigatórios do Franchising brasileiro:

A Lei Magalhães Teixeira

A única lei específica a regulamentar algum aspecto do Franchising no Brasil é a Lei no 8.955, que entrou em vigor em 16/02/1995, conhecida como Lei Magalhães Teixeira. Esta lei foi criada com o objetivo de garantir que o candidato a franqueado tenha acesso a umas tantas informações sobre a franquia (o negócio propriamente dito), que o franqueador lhe deve fornecer por escrito, antes de tomar sua decisão e de celebrar o contrato e efetuar qualquer pagamento relacionado ao negócio. É um exemplo daquilo a que os americanos designam disclosure statute, uma lei que obriga alguém a desvendar ou divulgar algo. Nada mais. Por isso mesmo, esta lei não regula o relacionamento entre o franqueador e seus franqueados depois que o contrato é firmado, mas somente o momento imediatamente anterior à celebração do contrato.

Veja o texto completo da lei: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8955.htm

A Circular de Oferta de Franquia

O artigo 3º da Lei no 8.955 instituiu nacionalmente a chamada Circular de Oferta de Franquia, também conhecida pela sigla COF. A COF é um documento, quase sempre com o formato de um caderno, que deve ser entregue pelo franqueador ao candidato à aquisição de uma franquia sua com a antecedência mínima de 10 dias (corridos) da data em que for celebrado o contrato de franquia, firmado qualquer outro documento ou efetuado, pelo candidato, qualquer pagamento relativo à aquisição da franquia. Este documento precisa conter umas tantas informações a respeito da organização franqueadora, da situação legal de sua marca ou marcas, da própria franquia, da situação financeira da empresa, dos investimentos que o franqueado deverá fazer, dos pagamentos que deverá efetuar, e assim por diante.

Aqui o candidato a franqueado recebe uma informação importante: os telefones dos franqueados da rede. Ligar para eles é uma oportunidade de conferir se o franqueador está realmente falando a verdade sobre o negócio e se entrega tudo que promete. Não perca a chance de fazer essa checagem!

Se as informações contidas na Circular de Oferta forem insuficientes, ou estiverem em desacordo com a verdade, o franqueador estará sujeito não apenas às penalidades impostas pela própria Lei no 8.955 (anulação do contrato e obrigação de ressarcir o franqueado por todos os gastos e investimentos que tenha efetuado com relação à aquisição, implantação, operação e gestão da franquia, devidamente acrescidos de correção monetária e de juros), como também poderá ser considerado infrator do artigo 422 do novo Código Civil. E seus dirigentes ainda poderão estar sujeitos a eventuais medidas de natureza criminal.

O Contrato de Franquia

O Contrato de Franquia é o instrumento que formaliza e disciplina, do ponto de vista legal, o relacionamento entre o franqueador e cada um de seus franqueados. Ou seja, é o documento que oficializa a concessão, pelo franqueador ao franqueado, do direito de passar a integrar sua rede de franquias, através da implantação, operação e gestão de uma unidade franqueada, sediada num determinado endereço ou território que o contrato estipula, e na qual o franqueado poderá utilizar, ao longo de todo o prazo de vigência do contrato, a marca, os conhecimentos, os métodos de atuação e demais recursos e benefícios que o franqueador lhe puser à disposição.

Uma relação de Franchising “como deve ser” costuma incluir também o direito, para o franqueado, de contar com a orientação, apoio e capacitação contínuos assegurados pela franqueadora. Por outro lado, de forma geral, o contrato estipula que o franqueado tem a obrigação de instalar, operar e gerir seu próprio negócio e desempenhar as atividades que lhe competem sempre de acordo com os padrões estipulados pela empresa franqueadora.

Pelos benefícios que lhe resultam do fato de integrar uma rede estruturada, cada franqueado é obrigado, por contrato, a pagar, comumente, uma remuneração inicial (Taxa Inicial, Taxa de Franquia ou tenha o nome que tiver) e também royalties mensais, além de contribuir para um Fundo Cooperativo de Propaganda e Marketing da rede. Além disso, a regra é que o franqueado arque também com as despesas e os custos necessários à (ou decorrentes da) instalação, operação e gestão de seu próprio estabelecimento.

Como escolher uma franquia?

Nesta página, você encontrará dicas práticas que vão ajudá-lo a avaliar as oportunidades de franquias que o mercado oferece e decidir se o Franchising serve para você e qual, dentre as milhares de franquias hoje disponíveis no Brasil, é a mais adequada ao seu perfil, aos seus planos e sonhos, às suas necessidades e às suas possibilidades. Veja abaixo quais etapas você tem que percorrer até escolher uma franquia:

1 – Conheça a si mesmo

Faça uma auto-avaliação cuidadosa e honesta. Quais são seus pontos fortes? E seus pontos fracos? Quais são seus sonhos? Em que ramo de negócio deseja atuar? Você tem as habilidades mínimas necessárias para se dar bem como dono de um negócio nesse ramo? O que lhe falta?

O que impede ou dificulta sua realização pessoal? O que você mais gosta de fazer? Você compreende as implicações de ser franqueado? Está pronto para atuar de acordo com normas e padrões estipulados pelo franqueador?

2 – Avalie seu mercado

Quais tipos de negócio poderão ser bem-sucedidos na região em que você pretende instalar a sua franquia? Você já analisou isso a fundo? Está disposto a fazer isso antes de assinar um contrato de franquia?

Lembre-se que sem clientes em quantidade suficiente e com interesse e pode aquisitivo compatível com os produtos e serviços você terá para lhes oferecer, não há negócio que resista.

3 – Defina suas possibilidades

De quanto dinheiro você dispõe para investir no negócio? Você dispõe de recursos suficientes para continuar vivendo e pagando as despesas da família até que o negócio passe a gerar resultados que possam ser retirados sem colocar em risco o futuro da empresa? Sua família apoia sua decisão de empreender e está disposta a reduzir o padrão de vida, se necessário?

Você está consciente de que não há negócio que comece a gerar resultados logo no primeiro dia? De que pode levar alguns meses até que o negócio atinja seu ponto de equilíbrio (ou seja, que as receitas atinjam o mesmo patamar das despesas)?

4 – Estude as alternativas

Depois de fazer um filtro inicial, definindo em qual ramo você preferiria atuar, procure conhecer as oportunidades que o mercado lhe oferece nessa área. Mesmo que esteja interessado em uma determinada marca, procure compará-la com outras e verifique com cautela todos os dados do negócio – como investimento inicial, taxa de franquia, rentabilidade, prazo de retorno do investimento, entre outros aspectos.

Visite feiras de franquia, como aquela realizada anualmente pela Associação Brasileira de Franchising, e pesquise todas as marcas listadas aqui neste site. Receba também uma consultoria gratuita da Franchise Store. Para conversar com nossos consultores e conhecer melhor as opções disponíveis no mercado, basta ligar para (11) 3729-2093 ou enviar um e-mail para franchisestore@franchisestore.com.br.

5 – Informe-se sobre o histórico da franqueadora

Uma das primeiras coisas que os grandes investidores institucionais avaliam antes de colocar dinheiro num projeto são as pessoas que estão por trás daquele negócio. Por isso, procure se informar sobre a história da empresa franqueadora, dos seus sócios e fundadores e das pessoas que trabalham ali. Quem desenvolveu, quem estruturou e quem vai operar o negócio no dia a dia?

Da mesma forma, é recomendável avaliar a credibilidade das pessoas no mercado e o histórico de sucesso (ou de fracassos) dos integrantes da equipe do franqueador.

6 – Converse com quem já é franqueado

Procure visitar algumas unidades da marca e conversar pessoalmente com alguns franqueados da rede. Se necessário, converse também com os franqueados que já se desligaram da rede. Você encontra os nomes e endereços dessas pessoas na Circular de Oferta de Franquia.

Os franqueados podem ajudá-lo a saber qual é o suporte real que o franqueador oferece a sua rede e também dirão como é a rotina do dono de uma franquia. Mas converse com pelo cinco franqueados, para que opiniões positivas ou negativas demais não contaminem a sua percepção sobre a empresa.

7 – Estude com cautela a Circular de Oferta de Franquia

A Circular de Oferta de Franquia (COF) é um documento que, por lei, o franqueador deve entregá-lo no mínimo 10 dias antes de assinar qualquer contrato ou efetuar qualquer pagamento. Neste documento, estão expressos os direitos e deveres de franqueados e franqueadores. Muitos franqueados têm o péssimo hábito de firmar o contrato sem ler a COF – e a maioria pode se arrepender disso depois.

8 – Analise o contrato – de verdade!

Nunca assine um contrato sem antes analisá-lo a fundo, com a ajuda de um advogado de sua confiança que entenda de contratos. Parece óbvio, mas é importante lembrar que você jamais poderá alegar em sua defesa que ignora qualquer cláusula do contrato.

9 – Entenda o papel de cada parte

O franqueado que quiser ser bem-sucedido procurará seguir as normas e padrões definidos pelo franqueador. Portanto, seu papel como franqueado não será o de ficar “reinventando a roda”, nem fazendo as coisas à sua própria maneira. Se você acha que não conseguirá conviver com essas regras, então talvez seja melhor rever sua decisão de investir numa franquia. Mas se você gosta da ideia de replicar um modelo pronto e bem sucedido, vá em frente.

10 – Prepare-se para trabalhar muito

Pense muito, analise muito, investigue muito antes de investir seu dinheiro, seu tempo, seu esforço e seus sonhos numa franquia, seja ela qual for. Lembre-se que a franquia que serve para uma pessoa pode não ser a mais indicada para outra. Mas se está certo da sua decisão, prepare-se para se dedicar bastante para fazer bons negócios. E boa sorte!

Cultura Inglesa S.A. abre nova unidade em Goiás

Considerada referência no ensino de idiomas no país, a Cultura Inglesa S.A. expande a sua atuação em Goiás com a inauguração da primeira escola em Anápolis. Localizada na Av. São Francisco de Assis, nº1140, em Jundiaí, a nova unidade já está aberta para fazer as matrículas dos alunos que começam a estudar no primeiro semestre deste ano.

Num mundo globalizado como o de hoje, saber se comunicar em inglês é cada vez mais importante tanto para a vida pessoal quanto para a profissional. Em 2014, a Cultura Inglesa notou um aumento de 10% no número de matrículas no Estado, o que só reforça a preocupação do goiano em estar atualizado com as tendências mundiais.

Com mais de 80 anos de experiência, a Cultura Inglesa é líder de mercado no Rio de Janeiro e amplia a sua atuação em Goiás buscando levar aos alunos o que há de mais moderno em termos de novas tecnologias aliadas a sua expertise no ensino do idioma “Todas as nossas salas de aula estão equipadas com as mais modernas tecnologias do mundo educacional. O E-board, por exemplo, é um quadro interativo multimídia com conteúdo exclusivo desenvolvido pelos nossos professores que faz muito sucesso com alunos de todas as idades, tornando o aprendizado cada vez mais dinâmico. Acredito que o principal diferencial da Cultura Inglesa é, justamente, a união da nossa tradição com o uso das mais modernas tecnologias”, explica Maria Lucia Willemsens, diretora superintendente da rede.

Além dos cursos de inglês para crianças, adolescentes e adultos, os alunos terão acesso aos programas de intercâmbio oferecidos exclusivamente pela Cultura Inglesa e que reúnem lazer e aprendizado da língua em países como Inglaterra, Estados Unidos e Canadá. 

A Cultura Inglesa S. A. é uma tradicional instituição de ensino de inglês. Com mais de 80 anos de história e cerca de 60 mil alunos no Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins, investe na qualificação de professores e na tecnologia para tornar o aprendizado do idioma mais interessante, fácil e eficiente em todas as idades. A Cultura Inglesa promove programas de intercâmbio customizados para alunos e não alunos. Além disso, é Centro Autorizado para aplicação dos Cambridge English Exams e foi eleita, pelo oitavo ano consecutivo, uma das melhores empresas para se trabalhar no país pelo Great Place to Work Institute (GPTW).

Petland dissemina boas práticas voltada ao bem estar animal no mundo todo

A Petland, franquia de lojas de animais de estimação e pet shop, tem como missão encontrar o animal certo para a família certa, seja pela adoção ou venda. As boas práticas da empresa, que opera em 11 países, chamaram a atenção da AILA (Aliança Internacional dos Animais), segunda maior ONG do Brasil, que se tornou parceira exclusiva nas campanhas de adoção de cães e gatos. A ação, auditada pela Petland, acontece uma vez por mês nas unidades próprias e franqueadas.

“Temos um compromisso muito grande com os animais abandonados”, afirma Rodrigo Albuquerque, sócio-diretor e responsável pela expansão da marca no Brasil. Os números representam bem essa preocupação. A empresa já encontrou lares para mais de 327 mil animais carentes somente nos Estados Unidos. A Petland é a rede de franquias que mais adota gatos nos EUA.

Venda de animais

A empresa também é referência mundial na venda de cães, pois investe no controle de qualidade de vida e bem estar dos filhotes. A Petland é a rede de franquias que mais vende animais o mundo!

Com início das operações no Brasil em maio de 2014, a empresa vem realizando um rigoroso trabalho de homologação de canis. “Usamos um checklist dos Estados Unidos, para homologar somente os canis que sigam as condições adequadas de higiene e saúde dos animais. Visitamos mais de 100 criadores e, atualmente, trabalhamos somente com três”, explica Albuquerque. Ele enfatiza que a rede comercializa animais somente com chip de identificação e pedigree.

Além de boas práticas relacionadas aos criadores, o procedimento nas lojas Petland é bastante rigoroso. Os animais recebem tratamento especial para ácaro e prevenção de otite, produtos de homeopatia, entre outros cuidados. Os clientes também ficam surpresos com o conforto e segurança que os cães recebem na loja/canil. Para se ter uma ideia, não se usa jornal, há refrigeração 24 horas por dia, sistema de exaustão e dois tanques na retaguarda para manter sempre o ambiente 100% limpo.  O acompanhamento de veterinário diário, gradil específico para evitar problemas de patela, dois certificados de saúde (canil e loja) e toda a tecnologia americana fazem da Petland uma empresa 100% em prol do bem estar animal e um caso de sucesso há 48 anos.

Para ajudar os clientes a escolher o pet ideal, a Petland tem um book de raças, com fotos e informações inerentes ao comportamento de cada raça. O Pet-kit, material de apoio que contém um DVD com fotos e orientações sobre cuidados com os cães, também é entregue para os clientes manterem-se informados no dia a dia.

Além de seguir todos os critérios vigentes na lei brasileira, a empresa também tem incrementado com vários diferenciais, conforme é feito na Petland norte-americana. “A ideia é organizar toda a cadeia de fornecedores, distribuidores e criadores. Bem estar animal sempre em primeiro lugar!”, afirma o executivo.

Para comprovar todos os procedimentos praticados pela Petland, os clientes têm acesso ao book dos canis cadastrados, em que se pode atestar as instalações e condições gerais do local.  A empresa é a favor da transparência total, por isso demonstra todos os procedimentos a seus clientes, sendo a maneira mais correta de se propagar o bem estar animal.

Rede de idiomas Yes! planeja dobrar número de escolas em São Paulo

A rede de idiomas Yes!, com sede no Rio de Janeiro, projeta abrir 11 escolas em São Paulo até dezembro e, com isso, finalizar o ano com 24 franquias no estado. Ao todo, a Yes!, que tem 149 escolas em todo o País, abrirá 30 novas unidades em todo o território nacional.  

 “A Yes! é bastante consolidada no Rio de Janeiro, mas queremos ganhar força em outras localidades, principalmente em São Paulo, onde há um grande mercado consumidor para explorar”, explica Clarice Caliman, gerente de expansão.

Além disso, o setor de educação vem crescendo acima das expectativas, o faturamento das franquias do segmento cresceu 16,6% entre 2012 e 2013, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Para efeito de comparação, o faturamento total do segmento de franchising brasileiro cresceu 11,9% no mesmo período. Segundo a ABF, as áreas de educação e treinamento foram beneficiadas pelo aumento da procura pelo ensino de idiomas e também pelos cursos profissionalizantes.

O interessado em começar o ano empreendendo encontrará na Yes! uma marca consolidada no mercado de educação há 40 anos. O investimento inicial para abrir uma unidade da rede é a partir de R$ 100 mil e o lucro médio aproximado é de 25% sobre o faturamento, com prazo de retorno que varia entre 18 e 24 meses. Entre os benefícios que a rede oferece está a isenção do pagamento da taxa de royalties e de publicidade.

Sobre a Yes!

Com sede no Rio de Janeiro, a rede que oferece cursos de inglês e espanhol foi fundada em 1972 e entrou para o segmento de franchising em 2006. Atualmente, a marca tem 149 unidades em todo o Brasil. O investimento inicial para quem deseja obter uma unidade da Yes!é de R$ 100 mil e o lucro médio aproximado é de 25% sobre o faturamento.