Casa do Construtor encerra o ano de 2014 com a inauguração de mais quatro lojas

A Casa do Construtor, maior franquia no segmento de locação de equipamentos de pequeno porte para a construção civil, anuncia a abertura de quatro novas unidades em estados estratégicos para a empresa.  As franquias localizam-se nas cidades de Caxias do Sul (RS), Três Pontas (MG), Brasília (DF) e Guararema (interior de SP). Hoje, com 210 lojas espalhadas em todo o Brasil, a meta central da rede é elevar o número para mil unidades até 2020. 

Para Altino Cristofoletti Junior, sócio fundador da rede, há diversos tipos de cidades e municípios que podem ser explorados pelo setor do franchising nacional e o nicho do qual a Casa do Construtor está inserido tem bastante espaço para crescer pelo Brasil. “Este ano negociamos a abertura de 26 novas franquias e é com grande satisfação que anunciamos nesta reta final de 2014 a abertura destas novas lojas em regiões extremamente importantes para a marca.  O diferencial do nosso negócio está em  proporcionar um atendimento personalizado ao público, fornecer equipamentos de alta qualidade e tecnologia além de incluir iniciativas em governança corporativa para a gestão completa da loja, proporcionando diversos quesitos para o sucesso da franquia”, explica ele. 

Criada em 1993 por Altino Cristofoletti Junior e Expedito Eloel Arena, a Casa do Construtor completa 20 anos de mercado. A rede de franquias teve início como uma simples loja de materiais de construção, em Rio Claro, interior de São Paulo. Seja em qualquer loja, construtoras, empresas, condomínios e pessoas comuns que estejam executando a obra ou reforma podem locar equipamentos de pequeno e médio porte, como ferramentas elétricas, rompedores, compactadores, betoneiras e andaimes, além de equipamentos para limpeza e jardinagem.  

A empresa recebeu inúmeros prêmios nos últimos anos, inclusive como a “Melhor Franquia do Brasil”, em 2012, pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). No mesmo ano, na categoria “serviços gerais”, ganhou como a “Melhor Franquia do Brasil”, pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. A Casa do Construtor encerrou 2013 com faturamento de R$ 137,5 milhões e a previsão para 2014 é de R$ 180 milhões.

Mercado de franquias cresce 7,7% em 2014 e fatura R$127 bilhões

Confirmando a projeção feita pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) nas pesquisas trimestrais, o franchising cresceu 7,7% em faturamento no ano passado, totalizando R$127 bilhões.

Em relação ao número de marcas, o balanço de 2014 indica a existência de 2.942 redes operando no sistema de franquias no Brasil, o que representa um crescimento de 8,8% frente às 2.703 marcas do final de 2013. No fim do ano passado, 125.378 unidades franqueadas estavam em operação no Brasil, 9,6% a mais do que no ano anterior.

“Como entidade representativa do franchising brasileiro, a ABF é responsável por divulgar os dados oficiais do setor que são referência para o mercado e órgãos governamentais em todos os países onde o sistema de franquias opera”, observa a presidente da ABF Cristina Franco, acrescentando que para garantir a credibilidade do levantamento, todos os dados são auditados por empresa independente e cruzados com os levantados por outras entidades de setores correlatos ao franchising.

Os resultados da Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising revelaram um bom crescimento do setor entre outubro e dezembro, diante da desaceleração da economia observada em 2014.  A receita do sistema de franquias no 4º tri aumentou 12,8% em relação ao trimestre anterior, subindo de R$ 32.281 para R$ 36.397 bilhões. Quando comparado ao mesmo período de 2013, o crescimento no último trimestre do ano passado foi de 4,9%.

Os números comprovam que o desempenho do setor é positivo para o atual momento econômico do país. Observando-se os dados oficiais apurados por organizações representativas de outros setores da economia, o desempenho do franchising em 2014 foi acima da média.

De acordo com projeções da CNC – Confederação Nacional do Comércio, o varejo deve crescer 2,6% em 2014 e 3% este ano. Para a Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers, a previsão é de que as vendas do setor no ano passado aumentem 8,3%. Já os dados da CNI – Confederação Nacional da Indústria indicam que em 2014 haverá retração do setor industrial de 1,5%, com crescimento de 1% em 2015.

“As franquias são exemplo da vocação empreendedora brasileira e sua expansão para todo o território nacional confirma que as redes estão investindo cada vez mais para levar marcas, produtos e serviços para todo o público consumidor, ao mesmo tempo em que geram emprego e distribuem renda”, ressalta Cristina.

Ainda segundo a presidente, o franchising não está isolado das demais indústrias que compõem o varejo como um todo, mas apresentou desempenho superior se comparado ao registrado no setor industrial.

“Isso mostra que a cadeia do varejo está mais preparada para as oscilações do mercado. Por esse motivo, o franchising demora a sentir os efeitos da retração econômica e também é o primeiro a sair da crise, no momento de retomada”, completa a presidente da ABF.

Perspectivas para 2015

 Com base nos estudos trimestrais da entidade e em dados macroeconômicos, a ABF estima que o crescimento do faturamento do setor em 2015 ficará entre 7,5% e 9,0%. Já o número de marcas deve aumentar 8% e o de novas unidades, crescer entre 9% e 10%.

“Nosso objetivo é continuar municiando o mercado com dados fidedignos para que todos os seus atores tenham subsídios para a tomada de decisão ao longo dos próximos 12 meses”, afirma Cristina Franco e conclui: “Os números da indústria do franchising confirmam que somos um setor amadurecido que está fazendo a sua parte nos esforços da sociedade para o desenvolvimento da Nação”.

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Cultura Inglesa S.A. abre nova unidade no Rio Grande do Sul

Considerada referência no ensino de idiomas no país, a Cultura Inglesa S.A. expande a sua atuação na região Sul do Brasil com a inauguração da primeira escola em Novo Hamburgo. Localizada na Av. Doutor Mauricio Cardoso, nº 932, no centro da cidade, a secretaria já está aberta para fazer as matrículas dos alunos que começam a estudar no primeiro semestre de 2015.

“Todas as nossas salas de aula estão equipadas com as mais modernas tecnologias do mundo educacional. O E-board, por exemplo, é um quadro interativo multimídia com conteúdo exclusivo desenvolvido pelos nossos professores que faz muito sucesso com alunos de todas as idades, tornando o aprendizado cada vez mais dinâmico. Acredito que o principal diferencial da Cultura Inglesa é, justamente, a união da nossa tradição de mais de 80 anos com o uso de tecnologia”, explica Maria Lucia Willemsens, diretora superintendente da rede.

 Com uma expectativa de crescimento de 30% no estado durante o ano, a Cultura Inglesa pretende abrir franquias em mais seis cidades: Canoas, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e São Leopoldo.

 Além dos cursos de inglês para crianças, adolescentes e adultos, os alunos terão acesso aos programas de intercâmbio oferecidos exclusivamente pela Cultura Inglesa e que reúnem lazer e aprendizado da língua em países como Inglaterra, Estados Unidos e Canadá.

 Sobre a Cultura Inglesa

​A Cultura Inglesa S. A. é uma tradicional instituição de ensino de inglês. Com 80 anos de história e cerca de 60 mil alunos no Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins, investe na qualificação de professores e na tecnologia para tornar o aprendizado do idioma mais interessante, fácil e eficiente em todas as idades. A Cultura Inglesa promove atividades extracurriculares e programas de intercâmbio customizados para alunos e não alunos. Além disso, é Centro de aplicação dos Cambridge English Exams e foi eleita, pelo oitavo ano consecutivo, uma das melhores empresas para se trabalhar no país pelo Great Place to Work Institute (GPTW).

Petland quer inaugurar 300 unidades em seis anos

Quando pensamos em lojas de animais de estimação, é fácil vir à mente ambientes nos quais os bichinhos ficam expostos na vitrine, em espaços apertados e com pouca liberdade de movimento ou conforto para brincar. Esse é exatamente o oposto do conceito da Petland, rede de franquias líder em venda de pets no mundo. A empresa, que faturou U$ 250 milhões em 2013, tem investido em países como África do Sul, México e China, e planeja crescer no pulverizado mercado de lojas de bairro brasileiro, que corresponde a 69% do market share do segmento.

Os números são animadores. O faturamento atual dos lojistas é de R$ 220/m², já o faturamento calculado para a franquia Petland em seu primeiro ano é de R$ 438/m², e de R$ 876/m² quando a empresa atinge maturidade. O investimento inicial na franquia é de R$ 290 mil, incluindo o treinamento de 10 dias na Universidade Petland. O prazo de contrato é de cinco anos, e o retorno vem de 24 a 36 meses.

Com duas lojas próprias em São Paulo, no Campo Belo e em Higienópolis, a empresa já tem duas unidades em Moema (uma delas a ser inaugurada no final de janeiro) e outra no Brooklin. A meta da Petland é ter, somente na grande São Paulo, 302 unidades até 2020. “Toda operação fora de São Paulo é executada por um máster franqueado. No momento, estamos com obras em andamento para abertura de lojas-piloto em Salvador e Curitiba. O plano de expansão para a Bahia prevê 25 lojas e para o Paraná 40 lojas até 2020”, conta Rodrigo Albuquerque, sócio-diretor da empresa no Brasil.

O segredo da companhia é conquistar os clientes por meio da experiência de compra. “Um dos nossos grandes diferenciais são os ambientes de socialização que permitem aos visitantes interagir com os pets. Nossos Petlanders são dedicados a combinar o animal de estimação certo com a família certa, para satisfazer as necessidades de ambos por meio das quatro necessidades básicas – ambiente, comportamento, manutenção e nutrição. Por isso, o nosso modelo de negócios faz da Petland o grupo de franquias líder no mundo em comercialização de animais de estimação”, diz Albuquerque.

Ele enfatiza que a rede vende animais somente com chip de identificação e pedigree. “Além de chip e pedigree, seguimos todos os critérios vigentes na lei brasileira e incrementamos com vários diferenciais conforme é feito na Petland USA. A ideia aqui é organizar o mercado, desde o varejo até a indústria e criadores. Bem estar animal sempre em primeiro lugar!”, afirma o executivo.

Apesar do foco intensivo em uma experiência divertida e interativa de compra, oretailtainment (ou seja, “varejotretenimento”), a rede possui um compromisso muito grande com os animais abandonados. Os números representam bem essa preocupação. A Petland já encontrou lares para mais de 327 mil animais carentes somente nos Estados Unidos. 

Não falta horizonte propício para crescimento, já que esse é o movimento do mercado petnacional, cujo varejo tem aumentado 8% ao ano. Além disso, o brasileiro gasta cerca de R$ 200/mês com seus animais de estimação, fazendo o setor pet faturar, só em 2013, R$ 15,2 bilhões. Com 37 milhões de cães e 21 milhões de gatos, o Brasil é a quarta maior nação em população pet com estimados 106 milhões de animais.

Sobre a Petland

Inspirada na filosofia de entretenimento americana, a Petland foi fundada em 1967, com a ideia de potencializar a interatividade entre humano e animal. Em meados da década de 1970 a empresa iniciou seu processo de expansão via franquias e internacionalizou-se a partir do Canadá. Hoje, a rede tem 142 lojas em 11 países: Estados Unidos, Canadá, Japão, China, África do Sul, México, Brasil, Honduras, Guatemala, El Salvador e Nicarágua.

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Mapa da Mina pretende fechar 2015 com 15 unidades no RJ

 

Com seis unidades localizadas no Rio de Janeiro, a rede de semijoias Mapa da Mina anuncia o plano de expansão da marca que contempla a abertura de mais nove unidades até o final de 2015 no Estado. Em cinco anos a rede espera estar presente nas principais praças brasileiras com 60 unidades da marca.

De acordo com o diretor da rede, Marcos Pertile, o Estado do Rio de Janeiro é um dos principais focos de expansão da marca e o plano contempla a abertura de lojas e quiosques. “Em fevereiro abriremos uma unidade no Madureira Shopping. O investimento aproximado nestas unidades é de R$ 150 mil. Nosso diferencial é oferecer acessórios que tragam a sofisticação e o glamour de uma peça valiosa”, explica.

De olho em clientes que buscam produtos com design diferenciado, a Mapa da Mina passou a fabricar as próprias peças e, atualmente, tem capacidade para produzir 200 mil itens por mês – o mix de produtos chega a 3 mil. Acompanhando as principais tendências da moda no mercado, a rede fabrica peças folheadas a ouro 18 quilates, desenvolvidas com componentes antialérgicos e uma segura camada de ouro, para maior durabilidade.

 “Nos últimos anos, com o aumento do poder aquisitivo da classe C, as empresas de folheados a ouro investiram muito no setor de designer dentro de sua estrutura física. Contrataram profissionais e investiram em equipamentos de ultima geração, para confecção dos protótipos, conseguindo assim peças mais sofisticadas, como é o nosso caso”, diz o diretor, Pertile. Em 2013, a Mapa da Mina faturou R$ 9,6 milhões e, para este ano, a previsão de crescimento é de 15%.

A rede disponibiliza loja e quiosque como modelo de negócios. Para os interessados em montar uma loja o investimento inicial é a partir de R$ 150 mil, com taxa de franquia de R$ 20 mil e faturamento médio mensal de R$ 95 mil. No caso de quiosques, o investimento inicial é a partir de R$ 90 mil, com taxa de franquia de R$ 20 mil e faturamento médio mensal de R$ 45 mil. O prazo de retorno é de 18 a 24 meses e o lucro médio mensal varia de 12% a 15%.

A febre dos food trucks chega ao mercado de franquias

Por Filomena Garcia*

Para quem quer montar uma franquia, um dos principais desafios é encontrar um bom ponto comercial a um custo acessível, que possibilite o retorno do investimento em um prazo razoável. Por isso, ter um ponto de venda relativamente barato e que consiga ser instalado em lugares de grande fluxo de pessoas é algo bastante interessante.

Esse é um dos motivos que fazem o modelo de negócio food truck parecer tão atraente. Esse formato, que já faz muito sucesso em países como os Estados Unidos, agora vem ganhando espaço também no Brasil – e tem alto potencial de crescimento através do sistema de franquias.

Food trucks são operações que funcionam em pequenas vans, kombis ou furgões e normalmente estão baseados na diversificação de um único produto, ou em um mix pequeno de ofertas, como por exemplo: milk shakes, hambúrgueres, doces, massas, comidas típicas, entre tantos outros.

A interação do chef com os clientes é um dos diferenciais, além da conveniência e agilidade no serviço. É uma forma inovadora de experiência de consumo,  que ganha mais espaço a cada dia.

Quem pretende investir em um negócio neste modelo deve, de qualquer forma, tomar os mesmos cuidados que teria em um modelo de negócio mais tradicional – ou seja, deve avaliar o histórico dos sócios fundadores, o perfil do negócio, o suporte oferecido pelo franqueador, etc.

Mas o investidor deve ainda tomar um cuidado extra, já que não há um histórico mais longo do faturamento e despesas da operação, dificultando um estudo mais elaborado do modelo de negócio.

É importante ao escolher uma marca, entender como o franqueador definiu o potencial de unidades que irá abrir e quais serão os territórios de atuação, já que pode haver deslocamentos do ponto. Além disso, é importante entender o potencial de faturamento mensal e o que está incluso no investimento inicial (equipamentos, produtos, treinamentos, etc), além de saber em quanto tempo está previsto o retorno deste investimento.

Após fazer as análises, se este for o negócio que está adequado ao seu perfil e alinhado com as suas expectativas de trabalho e lucratividade, saiba que você estará andando sobre rodas para atender o cliente, mas com um negócio que deve ter seus pilares bem estruturados e com riscos minimizados – como deve ser uma franquia.

*Filomena Garcia é sócia-diretora da Franchise Store, especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. Co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios” e “Marketing para Franquias”.

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