Como planejar a expansão e selecionar os franqueados ideais

Para que uma rede de franquias cresça de maneira criteriosa, organizada e sustentável, é preciso planejamento e uma metodologia clara para escolher os franqueados e os novos pontos de venda. No curso “Como planejar a expansão e selecionar os franqueados ideais para sua rede”, que será realizado pelo Grupo Cherto em São Paulo em outubro, franqueadores e suas equipes aprenderão a criar e executar uma estratégia de crescimento eficaz para seu negócio.

O conteúdo do curso compreende a definição de características do negócio, projeção de estrutura de apoio, definição da localização de pontos comerciais, estratégias ativas de captação de franqueados, entre outros aspectos relevantes para o desenvolvimento da rede.

Os palestrantes serão Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store e especialista em marketing e expansão, e Guilherme De Cara, consultor especializado em estratégia que já coordenou mais de 50 projetos de expansão. O treinamento dura das 8 horas às 18 horas. O investimento é de R$ 850 e inclui material didático impresso, apresentações, certificado de participação, almoço e coffee breaks. 

Mais informações pelo e-mail atendimento@cherto.com.br ou pelo telefone (11) 3549-9910.

Para abastecer franquias, Francesca Romana Diana lança 3 coleções ao ano

Para abastecer as franquias com peças novas e atrair as clientes para as lojas, a rede de joias e acessórios Francesca Romana Diana lança três coleções por ano, com cerca de 30 mil peças cada. O valor das peças varia entre 100 reais e 2.500 reais. Além das coleções regulares, a marca ainda costuma fazer coleções regionais. Recentemente, uma linha voltada apenas para a loja de Belém, no Pará, teve inspiração no Círio de Nazaré.

Francesca Romana Diana é uma das mais conhecidas designers de joias e acessórios no Brasil e no mundo. Com grande experiência no mercado, ela montou em 2006 uma rede que leva seu próprio nome para vender suas peças. A partir de 2009, a empresa adotou o sistema de franchising para crescer. A marca agora está em nova fase de expansão.

A Franchise Store, a primeira loja de franquias da América Latina, cuida da captação e seleção de franqueados para a rede Francesca Romana Diana. O objetivo é abrir no mínimo quatro lojas ainda em 2013. “A marca é reconhecida por ter produtos de qualidade, extremo bom gosto e design inovador”, afirma Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. “As coleções são o grande destaque e ajudam os franqueados da marca a se destacarem da concorrência.”

Tanto lojas de shopping como lojas de rua estão no plano de expansão de Francesca Romana Diana. O investimento total para abertura de uma unidade de 30 metros quadrados é de cerca de 370 mil reais.  O mapa de expansão contempla todas as regiões do Brasil.

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Cinco modelos de franquias curiosos no Brasil e no mundo

1 – Franquia que usa peixes para remover cutículas

Algumas redes de foot spa da Grécia, como Doctor Fish, usam peixes da espécie Garra Rufa como manicures. Em vez de encarar uma manicure ou podóloga tradicional, os clientes colocam seus pés ou suas mãos em um aquário cheio de peixinhos que literalmente comem sua cutícula e supostamente ajudam a melhorar a circulação. Para passar 15 minutos com os Garra Rufa mordendo seus pés, paga-se cerca de 60 reais.

2 – Franquia que vende anúncios em sacos de pão
A rede espanhola Publipan, que também opera no Brasil, vende anúncios em sacos de pão. Os franqueados não precisam de um ponto comercial e podem trabalhar em casa, como revendedores dos anúncios nas regiões em que atuam. Seus principais clientes costumam ser os comerciantes do bairro. Para as padarias, a vantagem é receber os saquinhos gratuitamente.

3 – Franquia que faz réplica das mãos dos clientes em cera
Com uma cera atóxica e antialérgica, a franquia Mãos de Cera faz uma réplica das mãos dos seus clientes. Os franqueados montam quiosques da marca, mas também podem levar o serviço a festas e eventos. A empresa foi criada pelos irmãos Marcelo e André Moretti em 1999.

4 – Franquia de padaria drive trhu
A Pão To Go é uma padaria que permite que o cliente compre pão sem  sair do carro. O investimento inicial parte de R$150 mil e a empresa prevê um retorno médio de 20% do faturamento mensal, após a maturação da operação. A PãoToGo necessita de pequena área construída, reduzida quantidade de maquinário e pode ser instalada em estacionamentos, postos de gasolina, shoppings e pequenos terrenos.

5 – Franquia de intermediação cartorária
A empresa Cartório Postal, que nasceu no ano de 2003, oferece serviços de auxílio a obtenção de certidões em todo o país. Os serviços são direcionados tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas. A rede é afiliada à Associação Brasileira de Franchising (ABF).

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Como manter a equipe bem treinada apesar da grande rotatividade

Por Filomena Garcia*

Oferecer treinamento a franqueados e suas equipes é talvez um dos maiores benefícios que a empresa franqueadora pode entregar à sua rede de franquias. Afinal, os treinamentos materializam o conhecimento da rede e, se bem feitos a partir de processos claros, conseguem ajudar a transferir o know how da franqueadora para todas as equipes, ensinando todo mundo a como apresentar os produtos e serviços aos clientes e garantir um atendimento de qualidade.

Normalmente, as franqueadoras costumam dar treinamento inicial aos franqueados assim que eles compram uma franquia. Outras redes treinam também, nesse início, os principais funcionários dessa equipe.

A questão é que, nos últimos anos, a rotatividade das equipes das franquias aumentou muito. Como a oferta de emprego cresceu bastante no país nos últimos anos, se tornou comum funcionários – especialmente os que ganham os menores salários – ficarem pouco tempo nas empresas e largarem seu posto rapidamente quando arrumam algum emprego que lhes pague um pouquinho mais.

Com funcionários saindo e entrando o tempo todo, como uma empresa de varejo, seja ela própria ou franquia, pode manter a equipe bem treinada o tempo todo sem aumentar muito o custo dos treinamentos?

Existem alguns pontos e algumas ferramentas que cada vez mais são utilizadas como forma de manter uma equipe não apenas treinada , mas também motivada.

O primeiro ponto é estabelecer quais são os treinamentos técnicos e comportamentais que a sua equipe precisa para ter uma ótima performance.

O segundo ponto é desenvolver esse conteúdo de forma objetiva e que seja lúdica também, com imagens que possam dizer mais do que mil palavras. Ter parte do treinamento “in loco”, ou seja, treinando os ensinamentos no dia-a-dia do negócio, também faz com que os resultados de aprendizagem sejam acelerados.

O terceiro ponto é utilizar ferramentas que prendam a atenção e o interesse pelo assunto, como por exemplo mesclar texto com imagens, incluir videos, e até mesmo exercicios em grupo para tornar o aprendizado mais dinamico e interessante.

O quarto ponto é definir um multiplicador na equipe. Essa pessoa será responsável por, periodicamente, reciclar os treinamentos com a equipe e acompanhar o desempenho de todos no dia-a-dia para ter certeza que  os conceitos aprendidos estão sendo colocados em prática.

Depois disso, resta usar os processos e a figura do multiplicador para treinar a equipe periodicamente. O treinamento é importante sempre. Uma equipe bem treinada sempre terá um desempenho melhor do que uma equipe não treinada. E a relação custo x beneficio de dar treinamento à equipe sempre será vantajosa.

É melhor pagar o preço de ter um colaborador que saia da sua empresa bem treinado do que pagar o preço de ter um colaborador que se mantenha com você sem treinamento. Este sim é um perigo eminente para a sua organização.

Portanto, se você nunca treinou ou não se lembra quando foi a última vez que reuniu sua equipe para aprimorá-la, não perca tempo. O treinamento é uma forma de gerar, a curto prazo, melhores resultados para o seu negócio sem ter que criar algum novo produto ou serviço, somente fazendo a lição de casa bem feita!

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. Co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios” e “Marketing para Franquias”  

Franquia de conserto de roupas Arranjos Express chega a Brasília

 

A rede de franquias Arranjos Express, de reparos e consertos para roupas, chega a Brasília. A marca pretende inaugurar mais oito unidades na praça e 25 em demais estados do Centro-Oeste.

A empresária Carla Pessoa, proprietária da unidade de Brasília, decidiu investir em franquias por acreditar no conceito inovador e na demanda do mercado por este segmento. “A Arranjos Express oferece uma atividade tradicional com padrões diferenciados. A primeira unidade está localizada no Shopping Conjunto Nacional e já estamos com a segunda loja em implantação que será aberta no Extra da Asa Norte”, conta Carla.

Atualmente a Arranjos Express possui 29 lojas em Portugal. No Brasil está presente em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Brasília e em processo de implantação no Ceará, Maceió e Pernambuco, pretendendo chegar a 250 lojas até 2015, sendo 30 até o final desse ano.

Segundo Paulo Alexandre, sócio fundador da rede, o que vem chamando atenção dos franqueados que chegam até a marca e que sonham em abrir o seu negócio próprio são os dois principais pilares da Arranjos Express: rapidez e qualidade. A marca executa barras em calças, saias e vestidos no prazo máximo de uma hora.  

Outro fator, não menos importante e que se destaca neste tipo de serviço oferecido pela rede é a localização. “É mais que uma simples loja, são ateliês que estão bem instalados em grandes centros comerciais como shoppings e supermercados”, pontua o franqueador.

 O espaço mínimo de uma unidade é de 25 metros quadrados com pelo menos três funcionárias. O investimento inicial, sem contar o ponto, é de R$ 95 mil reais.

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Rede de franquias de acessórios My Gloss abre loja virtual

A rede de lojas de acessórios pessoais, que hoje tem 13 lojas físicas, quer agora expandir seus negócios na internet. A empresa acaba de abrir uma loja virtual.

A nova loja na web funciona, por enquanto, para 25 mil clientes cadastrados, a grande maioria de mulheres, das classes A e B, entre 18 e 35 anos. Em sete dias, as vendas somaram R$ 30 mil e os itens mais vendidos foram bolsas e brincos que envolvem a orelha, os “ear cuffs”. O plano é, em dois meses, abrir para o público em geral.

São cerca de dois mil produtos no catálogo da marca, fabricados por empresas terceirizadas. No varejo físico, onde a estratégia da MyGloss é crescer com franqueados, serão abertas mais 10 lojas até outubro.

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Pasteca busca apenas franqueados com mais de 45 anos ou aposentados

A rede Pasteca, pastelaria com duas unidades próprias em Santa Catarina que inicia agora a expansão por meio de franquias, procura apenas candidatos a franqueados que tenham mais de 45 anos ou estejam aposentados. Segundo Miriam Terezinha Fellipi, proprietária da Pasteca, os franqueados mais velhos têm o perfil ideal para gerir o negócio.

“Normalmente, são pessoas que já tiveram longa carreira profissional e agora querem abrir o próprio negócio, fazendo algo que, ao mesmo tempo lhes traga prazer e que possam envolver toda a família, encaminhando filhos e ficando mais perto do cônjuge”, diz Miriam. “Mas eles também querem a segurança de que não será complicado reaprender a trabalhar numa outra área”, explica.

Para as franquias, a Pasteca fez questão de preparar uma verdadeira linha de produção para os pastéis que funciona quase como uma pequena fábrica: com pouco manuseio, mas muito conhecimento de todo o processo que será passado aos franqueados durante o treinamento, os pastéis saem prontos para serem consumidos em 10 minutos.

“Os franqueados recebem a massa pronta, cortada no tamanho do pastel e porções de recheios já pré-definidos. Basta colocar o molho e os temperos e assar ou fritar na hora”, acrescenta Miriam. A rede também montou um centro de treinamento batizado de Universidade Pasteca, que fica em Chapecó/SC.

Depois de selecionado e aprovado, o franqueado da Pasteca inicia o treinamento e, enquanto isso, toda a loja vai sendo montada para ser entregue funcionando e já com 8 funcionários treinados em apenas 30 dias. São lojas compactas, a partir de 60 m², equipadas e preparadas para atender 6 mil clientes por mês, tanto nas lojas como no sistema delivery.

O investimento total para abrir uma franquia da Pasteca é de R$ 170 mil, já com a Taxa de Franquia, e o faturamento médio é de R$ 60 mil/mês, com uma rentabilidade de 10% para o franqueado.

A Pasteca existe desde 1993, quando Miriam Terezinha Fellipi, formada em Administração de Empresas, largou seu emprego num Frigorífico de Chapecó para assumir o negócio juntamente com sua irmã. Desde essa época, ela sonhava em um dia ter uma rede de franquias, espalhada por todo o território nacional.

A rede pretende abrir 45 franquias até 2017, todas na Região Sul do país. Em 2012, a rede com apenas 2 lojas faturou R$ 3 milhões. Até o final do ano, estão previstas as aberturas de 3 unidades franqueadas: mais uma em Chapecó (SC), uma em Erechim (RS) e uma em Passo Fundo (RS).

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O que é e para que serve a taxa de franquia?

Por Filomena Garcia*

A abertura de uma franquia compreende vários investimentos, como os custos da aquisição do ponto comercial, a reforma da loja e mobiliário, o estoque inicial e o capital de giro. Esses investimentos terão que ser realizados tanto para a abertura de uma franquia como na abertura de um negócio próprio que um empreendedor faça de forma independente.

Mas no caso específico da franquia, existe ainda uma taxa que é paga diretamente para o franqueador, conhecida como Taxa de franquia.

A taxa de franquia funciona como uma espécie de valor de entrada, porque dá ao franqueado o direito de fazer parte da rede e também de usar a marca da empresa franqueadora.

Em muitos casos, a taxa também cobre os custos de treinamento inicial que será dado para o próprio franqueado e eventualmente também para sua equipe.

Normalmente, o valor é pago uma vez, na assinatura do contrato, e também na renovação do contrato.

Essa taxa é definida pelo franqueador e varia de acordo com cada tipo de negócio e segmento. No mesmo segmento, como por exemplo o de alimentação, você encontrará diferentes taxas de franquia.

O que vale ressaltar, é que esse valor remunera toda a transferência de know how que o franqueador irá passar ao seu futuro fraqueado e sua equipe, seja através da entrega de manuais de como operar o negócio, na capacitaçao inicial, além do uso da marca.

Portanto, esse é um valor que comporta uma série de serviços, que com toda certeza custaria também se um empreendedor tivesse que desenvolver uma marca ou um modelo de negócio por conta própria.

 O que um futuro candidato deve observar na hora de escolher uma franquia não é somente o valor pago na taxa de franquia, e sim o que ele receberá por pagar esse valor.

 Isso quer dizer que, muitas vezes, pagar uma taxa menor não necessariamente será o melhor negócio. O que tem que ser avaliado é o valor total do investimento e as expectativas de retorno sobre o mesmo. Quem fizer isso com cautela e atenção terá boas chances de fazer um bom negócio.

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. Co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios” e “Marketing para Franquias” 

Rede de acessórios pessoais Morana chega a Cachoeiro do Itapemirim (ES)

O Grupo Ornatus acaba de inaugurar a segunda loja de acessórios pessoais Morana do Espírito Santo. A loja está instalada no Shopping Sul, em Cachoeiro do Itapemirim, a 135 km da capital Vitória, cidade em que se encontra a primeira unidade da rede no Estado.

A marca, que lançou recentemente a campanha Verão 2014 com a atriz Mariana Ximenes, é uma das maiores redes de franquias de acessórios femininos do Brasil. Em 2012, a Morana faturou R$ 145,48 milhões, o que representa aumento de 54,12% em relação ao ano anterior.  

Grupo Ornatus é detentor das marcas de franquia Morana e Balonè, de acessórios femininos, e Jin Jin Wok, Jin Jin Sushi, Little Tokyo e MySandwich, de alimentação. Possui mais de 300 lojas distribuídas pelo País e algumas fora do Brasil.

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Di Santinni: qualidade, preços acessíveis e bom atendimento

O segmento de calçados e acessórios pessoais é um dos mais competitivos do Franchising brasileiro. Com quase 200 redes atuando no setor, fica difícil se destacar da concorrência. Mas a Di Santinni, uma das maiores empresas do ramo, parece ter encontrado uma fórmula para ganhar a preferência dos consumidores e, com bons resultados financeiros, chamar atenção também de quem pensa em abrir uma franquia de calçados.

“Combinar os três pilares – diversidade de produtos de qualidade, a preços acessíveis e um bom atendimento – é a receita da Di Santinni para conquistar os clientes, aumentar as vendas das franquias e atrair cada vez mais candidatos interessados em fazer parte da nossa rede”, afirma Priscilla Ortolani, gerente de franquias da Di Santinni. “A divulgação da marca por diversos canais de comunicação, favorece o consumidor a perceber que as nossas lojas oferecem produtos da moda com a melhor relação custo x benefício para o consumidor e isso é bom também para o franqueado, que vende mais.”

Fundada em 1980, o Grupo Di Santinni tem hoje 125 unidades espalhadas em 12 estados brasileiros. As lojas da Di Santinni, que recebem todo mês cerca de 4,3 milhões de clientes, contam com uma linha completa de produtos, a preços acessíveis – são sapatos masculinos, femininos, infantis, esportivos, além de bolsas e acessórios. “Estamos falando de uma marca consolidada, com 33 anos de mercado, que alia qualidade a um bom custo e acompanha as tendências de um setor em franca expansão”, diz Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. “É uma excelente opção para o empreendedor que busca minimizar os riscos de seu investimento.”

A rede busca franqueados que fiquem à frente do negócio, conheçam bem a região em que pretendem trabalhar e tenham capacidade financeira, habilidades em vendas e gestão de pessoas. Uma loja Di Santinni exige capital inicial de R$ 390 mil, sem considerarmos o ponto comercial, e 24 meses para início de retorno do investimento. Há formatos de franquia para shoppings e ruas.

A Di Santinni oferece aos franqueados suporte completo em várias etapas do desenvolvimento do negócio – seleção e negociação de ponto comercial, projeto arquitetônico, manuais operacionais, desenvolvimento de produtos e fornecedores homologados, assessoria na compra de produtos, programas de treinamento e consultoria de campo.

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Presidente da AFRAS faz palestra sobre sustentabilidade nos negócios

Claudio Tieghi, presidente da Associação Franquia Sustentável (AFRAS) participa, no dia 22 de agosto, do painel “Os resultados da Educação trazidos para Negócios Sustentáveis”. O debate acontece durante o 2º Encontro Nacional de Profissionais de Sustentabilidade, evento com palestras e workshops interativos  sobre o tema, além de atividades de co-criação junto com os participantes.

Mediado por Jamile Balaguer Cruz, coordenadora de eventos da Abraps (Associação Brasileira de Profissionais de Sustentabilidade), o painel conta também com a presença de Mauricio Turra Ponte, e Vania Longo, coordenadora pedagógica do Colégio Brasília.

A Associação Franquia Sustentável foi criada há oito anos, dentro da ABF, com o objetivo de promover a cultura da gestão socialmente responsável nas empresas associadas. Dentre outros projetos, a AFRAS elaborou, em parceria com o Instituto Ethos, os indicadores de responsabilidade social do setor de franquias e, com a Fábrica Éthica Brasil e o Instituto Socioambiental, é responsável pelo Programa Franchising de Baixo Carbono, iniciativa que visa reduzir e compensar os gases causadores de efeito estufa provenientes do consumo de energia, combustíveis e descarte dos resíduos sólidos e orgânicos das redes de franquia.

A AFRAS também é responsável pelo Prêmio Melhores Franquias para Trabalhar, Prêmio Destaque de Sustentabilidade e incentivo dos associados nas ações de responsabilidade social realizadas durante o ano.

2º Encontro Nacional dos Profissionais de Sustentabilidade
Painel: Os resultados da Educação trazidos para Negócios Sustentáveis
Dia: 22 de agosto, das 11h às 12h30
Local: Teatro Universidade Anhembi Morumbi – Vila Olímpia (R. Casa do Ator, 275 – Vila Olímpia)

“Franqueadoras precisam equilibrar expansão e gestão da rede”

As aulas da 59ª turma da Franchising University começaram na segunda-feira (19/8) e marcaram o aniversário de 20 anos do curso intensivo de formação de executivos em Franchising. Américo José da Silva Filho, diretor responsável pela divisão de cursos e treinamentos Cherto Atco, saudou os cerca de 30 participantes na abertura do curso.

O primeiro palestrante foi Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto, que falou sobre os novos desafios do Franchising. “O momento do mercado pede que as empresas franqueadoras aprendam a equilibrar expansão e gestão da rede”, afirma Cherto. “É preciso descobrir o que os franqueados pensam, saber do que eles precisam e encontrar formas rentáveis de prover isso à rede.”

Desenvolvimento de uma estratégia de sucesso, análise de franqueabilidade, planejamento e estruturação das receitas de uma franqueadora foram os outros temas abordados no primeiro dia de curso.

A segunda-feira terminou com a apresentação do case Kumon. Julio Cansi Segala, diretor de planejamento e pesquisa, e  Julia Yurika Shiroiwa, responsável pelo recrutamento de fraqueados e expansão da rede, contaram a trajetória da rede de ensino extracurricular no Brasil, falaram sobre a evolução do modelo de negócio, a expansão da rede e o perfil do franqueado. “O educador trabalha pelo ideal e não pela razão”, diz Segala.

Hoje, os alunos acompanharam apresentações sobre os aspectos jurídicos, tributários e contábeis do Franchising.  Também assistiram a uma aula sobre transferência de conhecimento dentro da rede, que aborda a criação de processos e manuais. Por fim, o executivo André Jório apresenta o case da rede de franquias Coca-cola Clothing.

Na quarta-feira, as aulas tratarão do planejamento para expansão da rede, venda de franquias, seleção de franqueados, localização de pontos comerciais e criação e gerenciamento do Fundo de Marketing. Quinta-feira é dia de falar de capacitação, consultoria de campo e gestão da rede.  O curso termina na sexta-feira com uma visita de benchmarking à sede da rede de clínicas odontológicas Sorridents, em São Paulo.

O curso Franchising  University acontece sempre duas vezes ao ano.  Os interessados em participar das próximas turmas podem enviar um e-mail para atendimento@cherto.com.br.

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4 conceitos que você deve conhecer antes de comprar uma franquia

Ao cogitar a compra de uma franquia, é comum que o investidor tenha dúvidas sobre o funcionamento do Franchising e as diferenças entre abrir um negócio próprio e um negócio franqueado.Por isso é tão importante que, antes de tomar qualquer decisão, ele entenda as regras do sistema, conheça o papel de cada uma das partes e saiba o que são e para que servem as taxas cobradas pela franqueadora.

Para ajudar o investidor nesta tarefa, a Franchise Store listou quatro conceitos fundamentais que qualquer pessoa precisa compreender antes de comprar uma franquia:

1 – O que é e como funciona o sistema de franchising

Na essência, o Franchising consiste em replicar, ou, como se tornou moda dizer, em “clonar”, em diversos locais ou mercados, um mesmo conceito de negócio – que pode ser uma loja, um restaurante, uma lavanderia, etc.

Cada um dos “clones” é implantado, operado e gerido por um terceiro autônomo, o franqueado, a quem a empresa franqueadora autoriza, através de contrato, a comercialização de determinados produtos ou a prestação de certos serviços, em combinação com o uso de uma marca e dos métodos, sistemas, políticas e padrões desenvolvidos ou estipulados pela própria franqueadora.

Evidentemente, o grau de autonomia do franqueado costuma variar de uma empresa para a outra. Mas, em todos os casos, há a imposição pela franqueadora a cada franqueado de certos padrões a serem observados, nem que seja apenas com relação à identidade visual do ponto de venda.

O mais comum, contudo, é que as imposições e restrições sejam amplas e abranjam todos, ou quase todos, os aspectos relacionados à implantação, operação e gestão do negócio, incluindo localização do ponto de venda, layout, equipamentos e instalações, mix de produtos e serviços, merchandising, rotinas operacionais, fornecedores, política comercial, software de gestão, entre outros.

2 – Qual é o papel da empresa franqueadora

A empresa franqueadora deve definir e desenvolver o conceito de negócio que será franqueado e testar na prática este conceito em uma ou mais unidades-piloto. Também deve estabelecer as normas, processos, políticas e padrões a serem observados pelos franqueados, no que se refere à implantação, operação e gestão das respectivas franquias.

Também é responsabilidade da empresa franqueadora capacitar os franqueados – e, quando for o caso, os integrantes das respectivas equipes. Isso deve ser feito por meio de programas de capacitação, manuais, guias de processos e outros materiais, garantindo aos franqueados o acesso aos conhecimentos de que necessitam para terem uma chance razoável de sucesso.

A franqueadora também precisa manter uma equipe qualificada para assessorar, orientar e inspirar os franqueados no que diga respeito ao cumprimento das normas, políticas e padrões da marca. E tem que apoiar e orientar seus franqueados na elaboração e implantação de planos e ações necessários à concretização do potencial de resultados de cada franquia.

3 – Qual é o papel do franqueado

O franqueado precisa investigar a empresa franqueadora e seus integrantes antes de assinar qualquer documento ou efetuar qualquer pagamento relativo à aquisição de sua franquia, para ter certeza de que está se vinculando a uma marca e uma organização saudáveis, tanto do ponto de vista jurídico quanto financeiro e tributário.

Também deve investir (e reinvestir) os recursos necessários para implantar a respectiva unidade de negócio e para mantê-la funcionando de acordo com os padrões ditados pela empresa franqueadora. E tem que utilizar apenas os produtos, serviços e fornecedores definidos ou autorizados pela empresa franqueadora.

É dever do franqueado arcar com os custos e despesas relacionados à operação e à gestão de seu negócio e também pagar à franqueadora os valores relativos à aquisição e continuidade da franquia. Normalmente, esses valores incluem: taxa de franquia, de royalties e taxa de propaganda. Pode haver ainda a cobrança de outros valores, desde que prevista em contrato ou previamente ajustada de comum acordo entre as partes.

O franqueado também precisa observar os padrões, normas, processos e políticas da rede em tudo o que se refere à implantação, operação e gestão de sua unidade franqueada, mantendo a consistência de imagem, de produto e de serviços que deve caracterizar a rede da qual faz parte.

Deve adotar apenas as ações de marketing que sejam compatíveis com a imagem e o posicionamento da marca e cuidar do dia a dia do seu negócio, orientando e motivando seus colaboradores, ouvindo e cativando seus clientes e desempenhando as demais funções que cabem ao dono de um negócio que queira ser bem-sucedido.

4 – De que maneiras o franqueado remunera a franqueadora e contribui para divulgação da marca

O franqueado tem o dever de remunerar a franqueadora de acordo com as regras expostas em contrato. Normalmente, primeira taxa a ser paga é a Taxa de Franquia. Ela funciona como uma espécie de valor de entrada, porque dá ao franqueado o direito de fazer parte da rede e também de usar a marca da empresa franqueadora.

Esse valor remunera todo o conhecimento que a franqueadora irá passar ao seu futuro fraqueado e sua equipe sobre a implantação, operação e gestão do negócio, incluindo muitas vezes os custos com treinamento inicial. Normalmente, a taxa de franquia é paga uma vez, na assinatura do contrato, e também na renovação do contrato.

Há pelo menos duas outras taxas que o franqueado costumará pagar para a franqueadora – só que de forma periódica, geralmente a cada mês. Uma delas são os royalties, que costumam ser cobrados mensalmente pela maioria das franqueadoras como forma de remuneração pelo uso da marca e venda de seus produtos ou serviços. Há diversas formas de cobrança dessa taxa. Algumas redes cobram royalties sobre o faturamento bruto. Outras embutem o valor no preço dos produtos. Todas as modalidades são válidas, desde que expostas com transparência no contrato.

Por fim, o franqueado também costuma pagar mensalmente uma taxa de propaganda. Nesse caso, vale ressaltar que o dinheiro não vai para o caixa da empresa franqueadora, mas sim para um Fundo de Marketing, que vai custear as ações de divulgação da franquia.

Esse dinheiro deve ser apenas administrado pela franqueadora, mas não é uma receita da empresa – e sim um recurso da rede de franqueados. O papel da franqueadora é simplesmente o de administrar esse dinheiro com o intuito de maximizar as ações de marketing da rede. O Fundo pode ser comparado a um condomínio residencial. Nesses edifícios, os moradores pagam um valor à administradora, que gere esses recursos em prol do bem comum.

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Mania de Churrasco Prime Steak House terá 9 lojas até o fim de 2013

A franquia Mania de Churrasco Prime Steak House, especializada em cortes de carnes nobres, iniciou sua expansão em junho de 2013 e até o fim do ano terá 9 lojas em funcionamento. Atualmente, há três unidades em operação: uma no shopping Vila Olímpia em São Paulo, uma em São Caetano (SP) e outra em Santos (SP). As novas unidades serão abertas no estado de São Paulo e também na cidade de Londrina, no Paraná.

“O principal diferencial, que ajudou a impulsionar nossa expansão, é a qualidade de nossos produtos”, afirma Alessandro Pereira, sócio da rede. “Oferecemos apenas cortes de carnes nobres, como Angus, e trabalhamos só com os fornecedores que atendem as melhores churrascarias do Brasil, como o VPJ, que fornece para a rede Fogo de Chão.”

O rigor na escolha de fornecedores de altíssima qualidade, porém, não impactou no preço das refeições oferecidas pela Mania de Churrasco Prime Steak House. Os pratos têm preços acessíveis – o tíquete médio das lojas varia entre R$ 26 a R$ 28.

Desde o início do franchising, os sócios se preocuparam em criar um modelo de loja bastante enxuto, com poucos equipamentos e uma cozinha de fácil operação. O investimento mínimo para abertura de uma unidade é de R$ 400 mil e o faturamento mensal é estimado em R$ 120 mil, com retorno do investimento previsto para 36 meses.

 “A empresa oferece um produto diferenciado, de muita qualidade, a um preço justo para o consumidor”, afirma Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, primeira loja de franquias do Brasil. “É uma franquia interessante para o investidor que busca boas oportunidades no ramo de alimentação.”

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Alphagraphics amplia portfólio e investe em marketing customizado

Nos últimos cinco anos, o empresário Rodrigo Abreu, que comanda a rede de gráficas rápidas Alphagraphics no Brasil, tem obtido sucesso na empreitada de tirar a empresa do mundo do papel e torná-la menos dependente dos negócios com material impresso.

“Temos conquistado muitos clientes importantes ao fornecer serviços que unem nosso negócio tradicional, com base na produção de material impresso, à internet”, diz Abreu. “Esse tipo de mistura está impulsionando nossas receitas.”

A Alphagraphics tem sede nos Estados Unidos e cerca de 250 lojas em oito países. Desde 2008, quando Abreu assumiu o comando da operação brasileira, a AlphaGraphics no Brasil abriu novos negócios, que no ano passado responderam por aproximadamente 9% do faturamento de 72 milhões de reais — só com os serviços que unem material impresso personalizado a estratégias de marketing digital, as receitas chegaram a 5 milhão de reais em 2012.

Na última década, equipamentos mais modernos baratearam o custo das impressões, ao mesmo tempo que o papel perdeu espaço para a mídia digital em seus mais diferentes formatos, desde os sites na internet até os aplicativos para telefones celulares. Daí a necessidade de incorporar novos serviços ao portfólio da Alphagraphics.

Abreu decidiu usar a estrutura que a empresa já tinha e criar serviços inovadores — sua principal estratégia foi aproveitar as novas tecnologias para desenvolver produtos e serviços personalizados, em que os clientes pudessem estar dispostos a pagar mais para ter algo exclusivo ou sob medida para suas necessidades.

Um dos exemplos foi o desenvolvimento das campanhas de marketing que juntam o material impresso personalizado aos sites individuais (URL personalizada) “As lojas brasileiras da AlphaGraphics já tinham máquinas para imprimir convites e panfletos com mensagens diferentes para ser enviados a cada destinatário”, diz Abreu. Em 2009, Abreu colocou essa tecnologia a serviço de campanhas digitais, produzindo impressos com endereços de sites personalizados para cada destinatário. 

Hoje, a operação brasileira se tornou um modelo para a AlphaGraphics no mundo. “Nossa operação no Brasil tem sido um exemplo de inovação e visão de futuro para toda a empresa”, diz Art Coley, presidente mundial da AlphaGraphics. “Os serviços que Abreu ajudou a criar foram copiados por diversas lojas da nossa rede pelo mundo afora.”

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Vale a pena avaliar franqueadores que têm mais de uma marca

Na semana passada, falamos dos candidatos a franqueados que têm um perfil de investidor. Agora vou falar sobre como esses investidores estão estimulando as empresas franqueadoras a criarem a segunda, terceira ou até quarta marca.

O franqueado investidor é aquele que faz a escolha da franquia se baseando, principalmente, em informações financeiras.

Mais do que querer abrir o negócio dos seus sonhos, esse investidor está preocupado em encontrar uma franquia que tenha uma boa lucratividade, um prazo de retorno de investimento condizente com suas expectativas e que entregue mensalmente a ele uma remuneração compatível com o capital investido.

Como a imensa maioria dos investidores escolhe franquias rentáveis, consegue obter sucesso e recupera o investimento, é comum que eles reinvistam o lucro que obtiveram com a franquia em uma nova unidade franqueada. Por isso, é cada vez mais comum encontrar franqueados que têm duas, três, vinte lojas de uma mesma rede. 

Mas e quando a rede cresce tanto que não há mais tanto espaço para expansão?

Para que esses franqueados comprem uma nova franquia da mesma empresa – e não de empresas franqueadoras concorrentes –, muitos franqueadores têm criado uma outra marca.

Essa é uma forma inteligente de aproveitar a força de uma rede já existente, onde parte dos seus franqueados desejam continuar a investir, e melhor é continuar a investir com alguém que já se conhece e confia.

Isso vale tanto para o franqueador, que terá um franqueado já conhecido, como para o franqueado, que continuará com o mesmo franqueador.

Ou seja, todos ganham.

É o caso, por exemplo, do Grupo O Boticário. A empresa cresceu tanto que se tornou a maior rede de franquias do Brasil. Os franqueados satisfeitos sempre se candidatavam a comprar mais lojas, mas o mercado começou a não ter tanto espaço para acomodar mais pontos de venda da marca.

O que a empresa fez? Lançou as marcas Eudora, The Beauty Box e Quem disse, Berenice? Assim, os franqueados que querem reinvestir seu lucro e comprar mais franquias têm mais opções de investimento dentro da própria empresa – e não precisam migrar para outro franqueador.

A mesma coisa tem acontecido com outras empresas, como Grupo Trigo e Grupo Multi, por exemplo.

Vale a pena prestar atenção em empresas como essas. Quando muitos franqueados da mesma rede têm mais de uma loja, isso pode ser um indicador de que o negócio funciona bem e que a franqueadora dá o suporte necessário. E quando a rede de franquia tem mais de uma marca, isso pode ser um sinal ainda mais forte de sucesso da empresa.

É uma tendência do mercado que as grandes redes que alcançaram o sucesso criem novas marcas para acomodar seus franqueados. Também é uma tendência que as marcas novas cresçam cada vez mais com a ajuda de seus próprios franqueados, que investirão em novas unidades.

Para quem quer abrir uma franquia, fica a dica: se a rede já tem algum tempo de mercado e não há nenhum franqueado com mais de uma loja, isso pode ser um sinal de que a rede tem problemas. Fique de olho.

* Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios , varejo e Franchising. Co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios” e “Marketing para Franquias”

Koni Store lança campanha na TV para divulgar novidades do cardápio

Neste mês de agosto, a rede de culinária japonesa Koni Store incrementa o cardápio e lança campanha de novos sabores de rolls e temakis com investimento de R$ 400 mil. Pela primeira vez a marca vai veicular comercial em TV aberta, na Rede Globo de São Luís (Maranhão) e Brasília.  A estreia acontece no dia 15 de agosto e permanece no ar até 15 de setembro.

Assinada pelo Grupo Sal e Mídia 1, a ação ainda contempla spots de rádio, outdoor, banners de internet e divulgação em bancas de jornal. A campanha objetiva apresentar os novos sabores do cardápio assinados pelo chef Nao Hara. Segundo a gerente de marketing da rede Vanessa Huguinin, a marca espera 5% de crescimento nas vendas do segundo semestre do ano e a expectativa é que as novidades venham a representar 8% dos pedidos do menu, além de ampliarem as opções de produtos para os clientes.

A rede espera abrir 25 lojas até o final de 2013 e fechar o ano com 72 unidades em operação e mais 15 assinadas, encerrando 2013 com um total de 87 (entre abertas e pontos assinados).

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Sorridents quer ter 500 clínicas odontológicas até 2016

A Sorridents, maior rede de clínicas odontológicas da América Latina com 145 unidades em funcionamento, inaugura mais uma clínica na cidade de São Paulo, no bairro de Vila Sabrina, zona norte, reforçando forte identificação da população local com a marca, que já possui outras seis unidades instaladas na região.

A inauguração da unidade Vila Sabrina é a sexta das 30 inaugurações previstas para 2013. A rede já possui 183 unidades comercializadas. A meta é crescer 20% ao ano e chegar as 500 clínicas em todo país em 2016. “Nascemos como uma rede que oferece qualidade em saúde bucal em regiões menos favorecidas e com o crescimento do poder aquisitivo da família brasileira, percebemos que elas buscam serviços que atendam às suas necessidades com excelência na prestação de serviço”, afirma o vice-presidente da Sorridents, Cléber Soares.

 Para alcançar o objetivo de expansão, a Sorridents investe em um modelo de crescimento sustentável, que visa ocupar regiões próximas de onde já existam clínicas para que tanto os franqueados quanto os pacientes tenham a segurança de conhecer de perto o atendimento da rede. “Traçamos em 2010 uma meta de crescimento em espiral, que visa abrir clínicas em regiões onde já somos conhecidos, buscando reforçar a credibilidade que alçamos nestes 18 anos de atuação no mercado. Isso significa que sempre que alguém pensar em uma clínica da família, irá lembrar da Sorridents”, conclui Soares.

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Surge um novo perfil de franqueado: o investidor

Durante muito tempo, o sonho de ter uma franquia era algo comum principalmente entre pessoas que queriam deixar seus empregos para trás e abrir um negócio próprio.

Esses empreendedores encaravam a franquia como um plano B para carreira, um novo caminho para quando largassem a vida de empregados para virar patrões.

Esse tipo de franqueado ainda existe, é claro. E em grande quantidade. Mas nos últimos anos surgiu um novo perfil no mercado: o investidor.

O investidor é aquele candidato a franqueado que faz a escolha da franquia se baseando, principalmente, em informações financeiras.

Mais do que querer abrir o negócio dos seus sonhos, esse investidor está preocupado em encontrar uma franquia que tenha uma boa lucratividade, um prazo de retorno de investimento condizente com suas expectativas e que entregue mensalmente a ele uma remuneração compatível com o capital investido.

É cada vez mais comum encontrar esse tipo de candidato. Com a desaceleração da economia, queda dos juros e queda da Bolsa de Valores, mais e mais investidores procuram aplicar seu capital na chamada economia real. Ou seja, investem dinheiro na abertura de um negócio.

E por que eles escolhem as franquias? Porque as franquias são modelos de negócio testados e aprovados. Os franqueados recebem um modelo de negócio pronto. Além disso, a empresa franqueadora oferece treinamento à equipe do franqueado e dá suporte também em ações de marketing e comunicação.

Ao franqueado, cabe a gestão do dia a dia do negócio e financeira – e essa é a parte que os investidores costumam dominar muito bem, o que só contribui ainda mais para o sucesso do negócio.

Por isso, abrir uma franquia tende a ser não apenas um investimento mais seguro como também mais lucrativo para esses franqueados.

Como a imensa maioria dos investidores tem visão também de médio e longo prazo,  é comum que eles reinvistam o lucro que obtiveram com a franquia em uma nova unidade franqueada – normalmente, uma unidade da mesma rede.

Por isso, é cada vez mais comum encontrar franqueados que têm duas, três, vinte lojas de uma mesma rede.  Eles são investidores que tiveram bons resultados com seus investimentos e resolveram repetir a estratégia.

Eles são a prova viva de que as franquias daquela marca são um negócio de sucesso. E é por tudo isso que os investidores são cada vez mais bem-vindos no sistema de Franchising.

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios , varejo e Franchising. Co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios” e “Marketing para Franquias”

Mc Donald’s faturou R$ 1 bilhão no Brasil no segundo trimestre de 2013

A Arcos Dorados, master franquia do Mc Donald’s que atua em 20 países da América Latina, registrou faturamento de US$ 459 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) no Brasil no segundo trimestre de 2013. 

As vendas no Brasil cresceram 9,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. O mercado brasileiro agrupa 746 dos 1.971 restaurantes da rede de fast-food operados pela Arcos Dorados.

A operadora de restaurantes conseguiu reverter o prejuízo de US$ 6,6 milhões registrado no primeiro trimestre com lucro líquido de US$ 8,8 milhões. No mesmo trimestre de 2012, o ganho líquido foi de US$ 12,1 milhões.

“A empresa atribui a variação principalmente a resultados operacionais mais baixos e à depreciação cambial das moedas locais dos países da região durante o período, o que foi parcialmente compensado por uma redução no imposto de renda”, afirmou a companhia.

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