Franqueadores falam sobre os principais desafios.

Como as redes de franquias podem lidar com a mudança do perfil do franqueado, o encarecimento dos pontos de venda, a escassez de mão de obra, o aumento da concorrência e o risco que tudo isso representa para a rentabilidade das empresas? Algumas dessas respostas foram dadas durante a palestra Novos Desafios do Franchising, promovida hoje (28/05) pelo Grupo Cherto no auditório da Livraria da Vila do shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.

A palestra fez parte da comemoração dos 20 anos do Franchising University, o curso de franquias do Grupo Cherto. O evento contou com a participação de cerca de 60 importantes franqueadores brasileiros. Eles comentaram quais são os principais desafios que o mercado de franquias enfrenta hoje. Confira abaixo:

“Um dos principais desafios hoje é descobrir como uma rede de franquias pode conviver bem com a internet e aproveitar bem esse canal. Há vários questionamentos. Cada loja deve ter seu próprio site ou a rede toda deve ter um site só? Como usar a internet para trazer mais clientes para a loja? É um bom desafio, que traz muitas oportunidades.” – Fábio e Christiano Oliveira, franqueadores da Flytour

“Encontrar o franqueado certo sempre foi difícil, mas o processo se tornou ainda mais competitivo nos últimos anos porque agora os candidatos têm muitas opções de investimento. E quando você encontra a pessoa ideal, chega a hora de enfrentar outro desafio: a busca por um ponto comercial bom e com preço razoável, para que o negócio seja economicamente viável.” – Alberto Carneiro Neto, franqueador da Casa do Pão de Queijo

O principal desafio é preparar os executivos para serem empresários. Essa transformação exige outro tipo de postura e agilidade, para que toda rede possa ser mais rápida e se movimentar ao mesmo tempo” – Rodrigo Abreu, franqueador da Alphagraphics do Brasil

“A logística, para o meu setor, é um desafio enorme – nunca pode faltar produto na loja. Além disso, a falta de mão de obra também tem um grande impacto sobre o negócio.” – Jae Hoo Lee, presidente do Grupo Ornatus (que reúne as marcas Morana, Baloné, Jin Jin Wok, Jin Jin Sushi, My Sandwich e Little Tokyo)

“Uma das maiores dificuldades para a expansão é o alto custo dos pontos comerciais. Principalmente para marcas que, como a Lavasecco, miram um público de alta renda – e por isso precisa instalar lojas em áreas nobres”. – Maria Alzira Linares, franqueadora da Lavasecco

Empresários comentam mudanças.

O mercado de franquias brasileiro fatura anualmente cerca de R$ 103 bilhões, gera mais de 100 mil empregos diretos por ano e tem cerca de 2.400 marcas em atividade no país, com 100 mil unidades franqueadas em funcionamento.  Um cenário bem diferente de 1993 – ano em que o Franchising University, curso de franquias do Grupo Cherto, foi criado. “Há 20 anos, quase ninguém falava em franquia”, diz Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto. “Hoje, o sistema está maduro e consolidado.”

Para comemorar os 20 anos de Franchising University, o Grupo Cherto promoveu um evento para 60 grandes franqueadores no auditório da Livraria da Vila do shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo. Os franqueadores comentaram as principais mudanças que o Franchising brasileiro registrou nas últimas duas décadas:

 

“Hoje o mercado de franquias brasileiro não é feito somente de empreendedores que tiveram uma boa ideia e usaram o sistema de franchising para multiplicá-la. Agora temos outro tipo de empresário, inclusive donos de indústrias centenárias, que adotam o franchising para cresce. E fazem isso porque está comprovado que o modelo de franquia funciona e encanta o consumidor final”.


Cristina Franco, presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e diretora do Grupo Multi

“Depois de tantos anos, os franqueadores finalmente entenderam que a rede só será sólida se houver ganhos para toda cadeia. Isso significa que não apenas o franqueador deve estar bem. O fornecedor precisa ser bem remunerado, o franqueado também precisa ganhar dinheiro e o cliente, acima de tudo, deve estar bastante satisfeito com a marca”


José Carlos Semenzato, presidente da SMZTO (que comanda as redes Instituto Embelleze, Odonto Company, L’Entrecote de Paris, Casa do Sorvete Jundiá, Casa X, Donna’s, Mixirica, Yakisoba Factory, Beleza Pura, Praquemarido, Protezione, Multicanalidade)

 

“A principal mudança foi a chegada da tecnologia. Ela mexeu com tudo. Mudou a relação entre franqueados e franqueadores, entre clientes e empresas. E também trouxe muita inovação”.

– José Henrique Ramos Ribeiro, franqueador do Fran’s Café

Grupo Cherto celebra 20 anos da Franchising University

Criado há 20 anos pela Cherto Consultoria, o curso Franchising University completa 20 anos. O treinamento é voltado para executivos e foi elaborado por Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto, para disseminar os principais conceitos do franchising num tempo em que pouco se falava sobre franquias no Brasil. “Digo com orgulho que muitos dos principais franqueadores brasileiros da atualidade foram alunos da Franchising University”, diz Marcelo Cherto.

Para comemorar os 20 anos de Franchising University, o Grupo Cherto promoveu um evento para 60 grandes franqueadores no auditório da Livraria da Vila do shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo. Fernando Campora, sócio do Grupo Cherto, ministrou uma palestra sobre os novos desafios do Franchising. Segundo ele, as redes devem se preocupar cada vez mais em melhorar o relacionamento com os franqueados e aumentar a rentabilidade das franquias. “É preciso haver um balanceamento entre expansão e gestão da rede”, afirma Campora.
Durante a apresentação, foi apresentado o novo serviço do Grupo Cherto, batizado de Raio-X. Trata-se de um software que traz um questionário completo que pode ser aplicado em toda rede para medir o nível de satisfação dos franqueados.  “É uma ferramenta de gestão importante, que permite ao franqueador monitorar os principais problemas da rede e atacá-los com velocidade”, afirma Campora.

Fórmula Academia mira 80 cidades para expansão

Depois de apresentar em maio seu modelo de franquias para mais de 40 empresários e investidores de Campinas, a Fórmula Academia segue em processo de expansão. Hoje, a rede, que pertence ao grupo Bodytech, o maior da América Latina no mercado de fitness, possui 43 unidades em operação ou em fase de desenvolvimento, com mais de 10 mil alunos atendidos.

 A meta é ter 120 academias até o final de 2015, ou mais de 75 unidades em pouco mais de dois anos e meio. Para Mário Esses, diretor executivo da Fórmula, há pelo menos 80 cidades com potencial de mercado. “O fitness veio para ficar. Podemos crescer muito no interior do Brasil, onde há demanda e carência por uma academia de topo de linha como a Fórmula”, diz.

 O plano de expansão da Fórmula é reflexo do ótimo momento que o mercado vive. Dados da IHRSA mostram que o mercado de fitness registrou um faturamento de US$ 2,4 bilhões em 2012, além de 7,3 milhões de alunos matriculados e 23,4 mil academias em operação, o que coloca o Brasil atrás apenas dos Estados Unidos neste último quesito.

 A Fórmula participa agora, entre 12 e 15 de junho, da ABF Franchising Expo 2013, a maior feira de franquias do mundo, em São Paulo. Esta é a terceira vez que a marca expõe seu modelo de negócios no evento, que oferece aos empresários as mais variadas opções para abrir seu próprio investimento.

Para obter mais informações sobre a Fórmula, basta enviar um e-mail para formula@franchisestore.com.br .

Monte sua Rede

Antes de entender os passos para a construção de uma operação de Franchising, é necessário entender os motivos para utilizá-lo como estratégia de Expansão de Vendas.
 

O Franchising não é uma solução para qualquer empresa, é um sistema complexo de estruturar e gerir s só faz sentido se a empresa entrar no modelos pelos motivos corretos. É necessário entender se as variáveis de negócio da empresa realmente indicam o Franchising como a melhor estratégia, ou se existem outras opções, talvez mais simples e de maior potencial para a expansão da empresa.
 

Para entender este ponto, vamos entender quais são os bons e os maus motivos para iniciar e construir uma operação de Franchising.

Redes que têm como base os bons motivos ampliam seu potencial de sucesso de longo prazo e podem se diferenciar do mercado através do modelo de Franchising;
 

Redes que ingressam no modelo baseadas nos maus motivos podem até conseguir resultados iniciais positivos, porém, tende a perder diferencial e espaço no mercado em longo prazo.
 

10 motivos bons para franquear um negócio:

Interesse em Crescer e Expandir os Negócios;

Reduzir a exposição da empresa, reduzindo o capital próprio empregado em uma operação;

Manter um gestor comprometido à frente do negócio;

Fortalecimento da marca;

Ganho de escala junto a Fornecedores;

Necessidade de controle sobre a Rede;

Criar barreiras para a concorrência;

Ganhar segurança de longo prazo;

Dificuldade de gestão à distância;

Retorno sobre o investimento.
 

Para mais informações sobre formatação de franquias, entre em contato com o Grupo Cherto:

www.cherto.com.br

Cherto – São Paulo

Endereço

Avenida Paulista, 1337 – 11 andar

Bela Vista – 01311-200 – São Paulo – SP

Telefone: (11) 3549-9910

Cherto – Rio de Janeiro

 

Endereço

Rua São José, 40 – 5 andar

Centro – 01311-200 – Rio de Janeiro – RJ

Telefone: (21) 3064-5920

Experiência e qualidade de ensino da marca chegam a diversas regiões do Brasil

Fácil Aprender Franchising já está presente em quatro estados brasileiros e comemora a abertura de mais um ponto de venda, desta vez, na cidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Em breve, a franquia de cursos on-line, que é referência em Educação a Distância (EaD), chegará nos estados do Paraná, Mato Grosso e em outras cidades mineiras. Neste projeto de expansão, a marca tem como meta chegar a 100 franqueados até 2014, para atender às necessidades do mercado em capacitação profissional de forma simples e rápida.

Com investimento inicial a partir de R$15 mil, a franquia é uma excelente oportunidade para quem sonha ser dono do próprio negócio. Os empreendedores têm a segurança de trabalhar com um produto já consolidado no mercado, de fácil comercialização, apoio operacional, além de rápido retorno com um faturamento de até R$75 mil por mês.

São mais de 100 cursos on-line disponibilizados para venda, em diversas áreas, que podem ser comercializados em empresas de todos os portes e setores, possibilitando capacitar os colaboradores com custos acessíveis e resultados comprovados. Os cursos também proporcionam qualificação para quem busca agilidade e praticidade na hora de se preparar para o mercado.

Conheça essa opção inteligente de trabalho e renda www.franquiafacilaprender.com.br

A EaD está em alta no Brasil. Cada vez mais, empresas e profissionais apostam nesta modalidade que atrai pela versatilidade, baixo custo, flexibilidade de estudo e acesso rápido ao conhecimento. A Fácil Aprender utiliza tecnologia de ponta, aliada às vantagens da EaD para proporcionar conhecimentos. Mais de 600 mil profissionais já foram capacitados por meio desta metodologia de ensino em várias regiões do Brasil, e em outros países da América Latina como Bolívia, Peru, Argentina, Colômbia, Uruguai, Paraguai e Equador.

Acesse o link http://www.franquiafacilaprender.com.br/inscricao.aspx e preencha seus dados para receber mais informações.

UNS Idiomas mira Rio de Janeiro para chegar às 100 unidades

Carlos Coelho, gerente de franquias, acredita que o estado tem potencial para ser um dos pilares do crescimento da rede de escolas de inglês e espera abrir pelo menos 15 unidades na região até o início de 2013

Investir em um negócio próprio requer pesquisa, capital suficiente para os primeiros meses de trabalho, identificação com a área de trabalho e uma boa dose de coragem. Além disso, deve haver preocupação considerável com a escolha do ponto onde o negócio será instalado, demanda de mão de obra qualificada para início das operações, carência da região pelo serviço ou produto oferecido e crescimento econômico local. Após avaliar justamente estes pontos, a UNS Idiomas, empresa do Grupo Werte e uma das cinco maiores redes de escolas de inglês do Brasil, aposta fortemente na instalação de novas unidades da rede no Rio de Janeiro e demais municípios do estado.

A rede comandada por Marcel Magalhães deve instalar 15 escolas na região até 2013, o que significa um investimento aproximado de R$2,7 milhões. As novas escolas fazem parte do projeto de expansão da rede, que tem como meta chegar às 100 unidades até 2013, ano em que a marca completa 10 anos de operações. A estratégia de crescimento contempla também o sistema de conversão de bandeira. O departamento de expansão da rede já comemora, inclusive, bons resultados com a estratégia principalmente em capitais.

A chegada da UNS Idiomas ao Rio de Janeiro representa uma oportunidade interessante para os empreendedores da região que buscam um negócio para investir. A área de educação é uma das que vem crescendo no Brasil e representam um negócio seguro para investimento, seja pelo aumento na busca por formação por conta da forte concorrência profissional, ou pela atratividade que o Brasil vem exercendo sobre os turistas, que buscam as cidades brasileiras, especialmente o Rio de Janeiro, para a temporada de férias, afirma Carlos Coelho, gerente de franquias da rede. A realização de eventos corporativos e esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos, também amplia a necessidade de aprendizado da língua entre os profissionais que atuam principalmente em áreas como comércio e serviços, já que é de extrema importância para a recepção aos turistas e para o desenvolvimento econômico das cidades.

Grande parte da economia do estado do Rio de Janeiro se baseia na prestação de serviços, sendo que 62,1% de seu Produto Interno Bruto (PIB) referem-se à atuação em áreas como telecomunicações, audiovisual, tecnologia da informação, turismo, turismo de negócios, ecoturismo, seguros e comércio, o que significa que a região será uma das mais impactadas pela realização da Copa de 2014, além de ser um grande pólo turístico e importante espaço para a realização de eventos esportivos. Além disso, a cidade conta com mais de 15 milhões de habitantes e com um bom número de universidades públicas e particulares, um potencial interessante de pessoas que precisarão aprender uma nova língua, tanto pela possibilidade de ascensão profissional que o idioma representa, quanto para explorar ainda mais o potencial turístico local, que atrai estrangeiros de diversos países.

Desde o ano passado até o momento, o Rio de Janeiro tem recebido um grande volume de investimentos devido ao fato de ser uma das cidades sede da Copa do Mundo de 2014. Construção de estádios de futebol, adaptação da rede hoteleira, reforma no complexo ferroviário da cidade e construção de um aeroporto são fatores responsáveis pela geração de empregos na região. Além do Mundial, os Jogos Olímpicos de 2016 e outros eventos internacionais de peso que acontecerão nos próximos cinco anos no Rio de Janeiro, como a cúpula de desenvolvimento sustentável Rio+20 e a Copa das Confederações são grandes motivos para que os investidores locais se preparem para aproveitar as oportunidades. Pensando nisso, a UNS Idiomas desenvolveu, inclusive, um programa de ensino do inglês focado em cada uma das profissões que mais vão precisar da segunda língua em 2014, como taxistas, garçons, camareiras, etc. Com o curso, esses profissionais vão aprender toda a gramática e vocabulário necessários para atender bem ao turista.

A fim de firmar novas parcerias no estado, a UNS Idiomas programa também uma rodada de negócios para apresentar o modelo da rede de franquias a futuros investidores. O encontro exclusivo acontece no próximo dia 28 de junho, durante todo o dia, com horários agendados, na unidade Tijuca, da UNS Idiomas. Um estudo de mercado desenvolvido pela UNS revela que o Rio de Janeiro é carente com relação ao ensino de inglês em menor tempo. Por isso, a rede voltou todas as suas estratégias de expansão para o estado.“Sabemos que o mercado fluminense precisa de escolas de inglês com um modelo diferente do ensino tradicional devido à quantidade de empresas internacionais que se instalaram na região, além de ser um pólo turístico”, explica Coelho. “Temos convicção que o Rio de Janeiro possui um potencial muito grande para o ensino do inglês e que vamos atingir nossa meta”, completa. A rede de escolas de inglês prioriza o ensino em apenas 18 meses, fator de interesse principalmente aos jovens, que desejam crescimento profissional rápido.

Serviço

Road Show UNS – Rio de Janeiro

28 de Junho

Inscrições: eventos@unsidiomas.com.br

Vagas limitadas

Histórico

A UNS nasceu da necessidade de seu fundador, Marcel Magalhães, criar um negócio diferente do formato apresentado pelo mercado, que obriga os alunos a dedicarem anos de suas vidas ao aprendizado de um novo idioma sem muitas vezes alcançar seu principal objetivo: falar fluentemente uma segunda língua.

A primeira unidade UNS Idiomas foi inaugurada em 2003 no bairro dos Jardins, na capital paulista, com o grande objetivo de quebrar os antigos paradigmas de que aprender um segundo idioma é exaustivo e entediante, e oferecer um aprendizado rápido e eficiente, focado na prática e na vivência cotidiana dos alunos, sem encarecer o custo.

Metodologia

A metodologia aplicada na UNS Idiomas tem foco exclusivo na aprendizagem rápida e eficaz de seus alunos. Com material didático próprio e parcerias com entidades reconhecidas mundialmente, como a Southern States University of Califórnia, a rede garante a seus alunos a fluência no idioma inglês em apenas 18 meses. A abordagem comunicativa, adotada pela UNS Idiomas, permite aos professores contextualizar as aulas de acordo com os interesses reais de seus alunos. Atualmente, grande porcentagem do público das escolas, cerca de 70%, é composta por jovens com idade entre 18 e 40 anos, a maioria executivos ou pré-executivos, que buscam no aprendizado uma chance de recolocação e sucesso profissional. Ainda, as escolas trabalham com conceitos que excluem a classificação dos alunos em “níveis” de aprendizagem tradicionais com pré-intermediário e intermediário, por exemplo. Estes conceitos, subdivididos nos 18 meses do curso, contemplam as fases Survival, Independence e Competence. Em todos eles, e desde a primeira aula, o aluno já se comunica em inglês e, ao longo do curso, atinge estágios cada vez mais avançados da comunicação, até alcançar a fluência perfeita no idioma.

Dados de investimento em uma franquia UNS Idiomas

Franquia Padrão

Investimento total

R$ 100 mil a R$ 180 mil

Taxa de franquia

R$ 10 a R$ 50 mil

Média de faturamento bruto por mês

R$ 50 mil

Lucro líquido mensal

De 30% a 42%

Capital de giro

R$15.000

Royalties

Não tem. Os franqueados pagam uma mensalidade de acordo com a região que varia de 1 salário mínimo até 2 salários minimo e meio

Fundo Nacional de Marketing

15% (contempla todas as campanhas nacionais) da venda do material didático.

Retorno do Investimento

De 18 a 24 meses

Ano de fundação

2003

Início no sistema de franchising

2004

Site

 www.unsidiomas.com.br

Mais sobre www.unsidiomas.com.br

A UNS Idiomas é uma rede especializada no ensino da língua inglesa em 18 meses, com foco no público jovem que busca o sucesso profissional através da fluência no idioma. Atualmente a UNS está entre as seis melhores franquias de idiomas do Brasil, de acordo com o ranking da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e recebeu o selo de cinco estrelas sobre os serviços prestados. A rede existe desde 2003 e já possui 49 unidades em dez estados brasileiros. 

Comida Japonesa por quilo

Tradicional em Brasília, com nove anos no mercado gastronômico, o Sushi Way é uma rede de restaurante especializada em comida japonesa, que apresenta um grande diferencial: sushi e sashimi por quilo.

O empreendimento surgiu da vontade dos sócios Daniel Gobeth e Gustavo Mainenti de oferecer sushi e sashimi com qualidade e agilidade por um preço acessível e sem diferenciação de valores. “Assim, o cliente pode degustar as duas formas da culinária japonesa em um mesmo prato”, explica Daniel.

Com a marca já consolidada, o Sushi Way agora se torna uma rede com a disponibilização de franquias da loja em todo o Brasil, sendo uma das poucas empresas genuinamente brasiliense a expandir para outros estados. “Brasília, por ser uma cidade nova, apresenta poucos investimentos com destaque nacional, porém, proporciona muito potencial para tal, pois o mercado é muito vantajoso e as oportunidades são grandes”, destaca Daniel.

Associação Brasileira de Franchising (ABF) afirma que a conversão de lojas em franquias é adotada cada vez mais pelas redes. Essa transformação pressupõe a obtenção de uma série de benefícios – desde uma estratégia agressiva de marketing até a possibilidade de praticar preços mais baixos. “A taxa de royalties cobrada pela rede acaba sendo compensada pelas vantagens”, afirma Ricardo Camargo, que é diretor-executivo da ABF.

O setor de franshising tem apresentado crescimento muito acima do que o próprio PIB do país. Além disso, a ABF, afirma ser o Brasil detentor de 2.213 marcas, 104 mil pontos de venda e ter gerado 936 mil empregos diretos em 2012. Para 2013, a entidade projeta crescimento de 15%, chegando a 2,4 mil marcas e movimentando mais de R$ 120 bilhões.

O primeiro investimento da rede se consolidou no shopping Conjunto Nacional, em agosto de 2004, e já no primeiro mês registrou-se uma média de 50 atendimentos por dia. Após seis anos de crescimento em quantidade de clientes e, consequentemente, em faturamento, a loja passa a atender cerca de 11 mil clientes ao mês, se tornando a líder de vendas dentro de um mix de 320 lojas em um dos maiores shoppings de Brasília.

Agora a rede se prepara para alçar voos ainda maiores e acaba de inaugurar mais uma loja em Águas Claras, lugar com grande destaque na gastronomia brasiliense por apresentar grandes estabelecimentos.

Por ser uma rede, o Sushi Way possui formas padronizadas que atendem, de forma igualitária a todos os grandes centros comerciais, como praças de alimentação de shopping e comércio local. Desse modo, o projeto arquitetônico da loja ocupa um espaço de 40m², contemporâneo, agradável e funcional. Além do diferencial em ter o serviço de delivery.

Ademais, para suportar um empreendimento desta magnitude sem perder a qualidade do produto oferecido, o diferencial da rede está na disponibilização de uma central de manipulação e distribuição de alimentos que abastece todas as operações, dando o suporte necessário para a padronização dos produtos vendidos. “Distribuímos a maioria absoluta dos produtos, manipulamos todos os peixes e os pescados e isso garante que a loja receba um produto de qualidade certificada, o que facilita a logística das lojas”, explica Daniel Gobeth.

Para mais informações, acesse www.sushiway.com.br http://www.franquia.com.br/franquia/sushi_way .

Rede de Franquias Vininha cresce e expande atuação em São Paulo

A rede de franquias Vininha nasceu em Curitiba, no ano de 2002, atuando com entregas a domicílio de minissanduíches focados no nicho de mercado correspondente às reuniões e comemorações em ambientes corporativos. Inicialmente, a rede operava somente no delivery, e a primeira loja surgiu em 2006, em um bairro nobre da capital paranaense.

O reconhecimento em território nacional veio em 2009, quando a empresa consagrou-se vitoriosa no Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas Brasil (MPE – Brasil), realizado pelo Sebrae, FNQ, Movimento Brasil Competitivo e Gerdau. Mais de 50 mil empreendimentos estavam na disputa e foram avaliados de acordo com o perfil do empreendedor, desempenho organizacional e práticas de gestão.

Em 2011, a expansão se deu por meio do sistema de franquias de baixo custo operacional e modelo de negócio enxuto, o que resultou, no 1º ano de comercialização, na implantação de 13 lojas em tempo recorde.

Hoje são 25 franquias, e para 2013 a previsão é de que o Vininha conte com mais de 400 colaboradores em mais de 70 lojas espalhadas no Paraná, Santa Catarina e também em São Paulo.

O estado de São Paulo conta com 48 regiões disponíveis para a implantação de lojas Vininha e deve receber as primeiras lojas, já comercializadas, ainda neste semestre.

Para saber mais sobre as franquias Vininha, clique aqui. 

 

Unyca

 Produção de Vídeos

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(11) 2579-5404

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Informações sobre o mercado

Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o faturamento total do setor ficou em R$ 103 bilhões em 2012, o que representa um crescimento de 16,2% em relação a 2011. O setor segue crescendo, ano a ano, a taxas maiores que o PIB nacional.

O franchising brasileiro também foi responsável por gerar mais de 103 mil novos empregos diretos em 2012, uma alta de 12,3% em relação ao ano anterior. Juntas, as empresas do ramo têm 941 mil empregados. Em número de redes, o crescimento foi de 19,4%, saltando de 2.031 marcas, em 2011, para 2.426 em 2012. Já em relação ao número de unidades ou pontos, o segmento expandiu de 93.098 no ano de 2011 para 104.543 em 2012.

Para 2013, o setor projeta uma alta de 16% em faturamento, 9% em novas redes e 11% em novas unidades. A ABF prevê ainda mais de 11% de crescimento na geração de novos postos de trabalho.

O setor que mais cresceu em faturamento foi Hotelaria e Turismo, com 97,8%. Logo em seguida, vieram Limpeza e Conservação com crescimento de 44,5% e Informática e Eletrônicos com 32,5%. Por outro lado, os setores com menor desempenho foram, pela ordem, Fotos, Gráficas e Sinalização, com expansão de 1,6%, Negócios, Serviços e Outros Varejos, setor líder em faturamento, mas com apenas 2,6% de crescimento, e Educação e Treinamento, com 10,3%.

Para Cristina Franco, presidente da ABF, os números revelam a maturidade conquistada pelo franchising. “Crescer acima de 10% a 15% todos os anos, um sobre o outro, há quase uma década, revela a solidez adquirida pelo segmento. Se fôssemos um país, nosso crescimento seria mais que o dobro do da China, um fenômeno em matéria de desempenho”, diz a presidente.

Microfranquia

Os negócios enquadrados como microfranquias, aqueles com investimento inicial de até R$ 50 mil e faturamento mensal máximo de até R$ 30 mil, tiveram um crescimento considerado estável, quando comparado ao universo das franquias tradicionais. Em faturamento, as microfranquias cresceram 22% em 2012 sobre 2011, saltando de R$ 3,7 bilhões para R$ 4,5 bilhões. Em número de redes, saltou de 336 para 368, uma evolução de 10% de 2011 para 2012. Já em unidades, pulou de 12.561 para 13.352, uma expansão de 6%.

Na participação percentual em relação às franquias tradicionais, em 2012 as microfranquias representaram uma parcela de 4,4%. Em 2011, esta participação era de 4,2%. No caso das marcas, a participação era de 17% em 2011 e, em 2012, caiu para 15,2%. Já no número de unidades a participação era de 13,5% em 2011 e diminuiu para 12,8% em 2012.

Clastech

Digital Multimidia 

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Sistemas Profissionais

(11) 2985.4008

Como gerar uma experiência positiva para seu cliente

Basta olhar em volta para constatar o óbvio: os produtos de uma mesma categoria estão cada vez mais parecidos uns com os outros, seus preços estão cada vez mais próximos – se não iguais – e as campanhas para sua divulgação seguem todas basicamente o mesmo modelinho. Ou seja: diferenciar-se nesse mar de iguais é cada vez mais difícil.

Mais do que antes, a maior chance de uma marca ou empresa de se diferenciar da concorrência está na forma como seus produtos ou serviços chegam ao consumidor final. Traduzindo: está no 4º P (do Kotler), o tal “place”, ou ponto de venda, ou ponto de interação. Tanto que uma das principais razões que levam indústrias dos mais diversos ramos a avançar para o varejo – via franquias ou operações próprias – é precisamente a busca por um grau de controle maior sobre a forma como seus produtos são expostos, apresentados e vendidos aosconsumidores finais.

A questão é: uma vez obtido esse grau de controle maior, como agir para assegurar ao consumidor uma experiência de consumo positiva e memorável? É claro que não há uma receita infalível e o que funciona em uma categoria pode não funcionar em outra. Mas há certas medidas e atitudes que comprovadamente dão resultado e que todo e qualquernegócio pode replicar.

Na BR Week de 2012, tive a honra e o prazer de conduzir um painel para discutir esse tema, para o qual convidei três amigos meus que, em algum momento, foram clientes da Cherto Consultoria: João Appolinario (fundador e presidente da Polishop), Samuel Seibel (presidente da Livraria da Vila) e Ricardo Garrido (um dos fundadores e diretores da Companhia Tradicional de Comércio, que opera alguns dos melhores bares e restaurantes de São Paulo e do Rio de Janeiro, dentre os quais Astor, Pirajá, Lanchonete da Cidade, Bráz Pizzaria, Venga e Bottagallo). Três donos de empresas reconhecidamente craques em gerar experiências positivas para seus clientes. E eles deram dicas preciosas.

À la Howard Schultz (“Se quer que seus colaboradores sorriam, comece contratando gente que gosta de sorrir”), Samuel disse que requisitos essenciais para alguém ser um vendedor de uma das Livrarias da Vila são gostar de ler e gostar de gente. Quem gosta de livros e gosta de pessoas está sempre disposto a conversar sobre o que leu e a recomendar bons livros a quem lhe pede uma indicação.

Além disso, os clientes são estimulados a tocar e manusear os livros, inclusive levando um ou mais deles para o café (sempre há umcafé muito agradável numa livraria da rede) e ficar ali lendo o tempo que quiser. E é isso que os clientes que vão a uma livraria querem. Afinal, as obras podem ser compradas pela Internet. Muitas vezes, mais barato do que nas lojas físicas. Portanto, quem vai a uma livraria quer mais do que livros ou revistas, quer se sentir bem.

João, que dirige uma das organizações mais multicanais que conheço (a Polishop vende seus produtos por infomerciais na TV, telemarketing ativo e receptivo, catálogos, lojas físicas, internet e via empreendedores que fazem venda direta, à la Natura ou Avon), contou que criou as lojas – que hoje já passam de 160 nos principais shoppings do Brasil – exatamente para propiciar aos consumidores a oportunidade de interagir diretamente com seus produtos num ambiente bonito, agradável, livre de pressões (inclusive por parte dos vendedores), no qual são estimulados a experimentar tudo o que está exposto.

Enquanto muitas lojas chegam a colocar nas prateleiras cartazes pedindo que o cliente não mexa nos produtos, nas lojas Polishop a equipe é orientada a estimular o cliente mexer em tudo, e capacitada para ajudá-lo a experimentar o que bem entender. Quer experimentar uma esteira? Suba nela e corra 15, 30, 60 minutos ou quanto quiser. Quer testar a fritadeira a ar? Use-a para fritar batatas ou frango que a própria loja fornece para esse fim. Quer passar a chapinha nos cabelos? Sente-se no “camarim” preparado exatamente para isso e vá em frente, como fazem dezenas de mulheres nos finais de tarde de sexta e sábado. Quer fazer um cafezinho? Use qualquer das cafeteiras da loja, pois todas estarão abastecidas com água e pó (ou grãos) e há xícaras, adoçante, açúcar e colherinhas à disposição.

E Garrido, que é o sócio responsável pela gestão da brigada (a equipe) nas casas da Cia. Tradicional, repetiu no painel uma frase que eu já tinha ouvido dele e de seus sócios em outras ocasiões: “Nunca perdemos uma oportunidade de NÃO fazer uma campanha publicitária”. Ou seja: os recursos que seriam utilizados em publicidade e outras ações de marketing são canalizados para o recrutamento, seleção, capacitação, motivação e gestão dos recursos humanos.

Afinal, como diz Garrido, o principal agente de marketing de uma empresa como a dele é o garçom. Mais do que o chope, a decoração, os salgadinhos ou a comida, é o garçom que faz com que os clientes retornem e tragam outras pessoas com eles, as quais, por sua vez, vão trazer outras pessoas e assim por diante. Não que os produtos e o ambiente físico não sejam importantes, mas o que faz a diferença é o atendimento. Que, diga-se de passagem, é impecável nos bares e restaurantes dessa empresa.

Fica claro que o segredo dessas três organizações não é segredo nenhum. As três investem atenção e tempo de executivos de alto nível, mais um bocado de dinheiro, na contração dos recursos humanos adequados e, depois, na sua capacitação e motivação. Mas, antes e acima disso, fica claro que as três “desenharam” a forma de ser e de operar de seus pontos de venda a partir da observação cuidadosa e atenta de como se comportam e o que buscam as pessoas que os frequentam.

Fizeram como ensina o especialista em branding Marc Gobé, que, numa palestra em Nova York, disse que consumidores compram e pessoas vivem. E que empresário que trata seus clientes como pessoas – e não como consumidores – tem como recompensa um aumento nas vendas e no grau de fidelidade deles pela sua marca. Concordo 100% com ele. E você?

 *Marcelo Cherto é Presidente da Cherto Consultoria, da Cherto Educação Corporativa e da Franchise Store

Microfranquias: você tem perfil para montar um negócio em casa?

Nos últimos anos, muito se tem falado sobre as microfranquias – um modelo de franquia mais enxuto, que normalmente exige um investimento de no máximo R$ 50 mil. Elas vêm crescendo de forma expressiva dentro do segmento de franchising.

Novas marcas estão criando modelos de negócio neste formato e mais empreendedores estão se tornando empresários por esta vertente.

A microfranquia funciona da mesma forma que as demais empresas do segmento: o franqueador (proprietário da empresa) cede aos franqueados (interessados em abrir um negócio) os direitos de uso da marca, a tecnologia e também o conhecimento sobre o negócio.

A principal diferença desse tipo de franquia é que, além do valor de investimento ser menor, não há exigência de um ponto comercial. A sede pode ser a própria residência do franqueado. Além disso, normalmente o próprio franqueado pode realizar as atividades sozinho, sem ter que montar um quadro de colaboradores.

Os negócios mais disseminados neste modelo estão ligados ao setor de serviços, como reparos em residências, cuidados com idosos ou bebês, pet sitter(cuidados com animais), professores particulares, procedimentos estéticos em domicílio, entre outros.

O modelo parece muito convidativo, não é mesmo? Afinal, quem não gostaria de ter seu próprio negócio, trabalhar em casa, receber treinamento do franqueador e ainda por cima ter um bom retorno sobre o investimento? Mas será que prestar atenção somente a esses pontos já é suficiente para que tudo dê certo?

Embora as franquias ofereçam um risco menor se comparadas à abertura de negócios independentes, vale lembrar que a possibilidade de o negócio não dar certo sempre vai existir. Por isso, mesmo em uma microfranquia, o empreendedor terá que se dedicar muito ao negócio para que ele cresça e gere os resultados esperados.

Além de ter afinidade com o negócio escolhido, é muito importante que o dono de uma microfranquia tenha um perfil comportamental compatível com a sua rotina de trabalho.

Você deve ser muito sincero consigo mesmo ao responder, por exemplo, o quanto é disciplinado para montar um negócio em casa e gerenciar seu próprio tempo, sem ter ninguém – nem sócios, nem colaboradores – para dizer o que é preciso ser feito e quando.

Para não deixar a preguiça vencer, o empreendedor precisa ter metas e objetivos claros. Também deve ser alguém que consiga se automotivar, já que grande parte do tempo trabalhará sozinho.

O lado bom é que, como franqueado, o empresário fará parte de uma rede com outros franqueados, e poderá trocar novas ideias e experiências do que tem dado certo. Além disso, contará com o suporte do franqueador, que poderá apoiá-lo sempre que for necessário.

Portanto, a boa notícia para quem é disciplinado e pretende adquirir uma microfranquia é que hoje já estão disponíveis no Brasil quase 400 marcas. Com certeza, uma delas poderá se encaixar no seu perfil de operador e, ao mesmo tempo, ser do tamanho do seu bolso.

*Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios, varejo e Franchising. É co-autora dos livros “Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e “Marketing para Franquias”