Franchise Store no programa Conta Corrente da Globo News

 

 

Amanhã, dia 17/04, às 21h, no programa Conta Corrente da Globo News, irá ao ar uma matéria especial sobre franquias gravada na Franchise Store. Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store e colunista do UOL Empreendedorismo, fala sobre o mercado de franquias e dá algumas dicas para quem pensa em investir nesse segmento.

A matéria falará ainda sobre o serviço de Assessoria Gratuita ao Investidor, oferecido pela Franchise Store para orientar o candidato a franquia e evitar que ele entre numa "fria" por falta de uma visão clara sobre o que são e como funcionam as franquias, ou por investir numa franquia que não é adequada ao seu perfil e capacidade de investimento.

Vale a pena conferir!

 

Rede Fórmula de academias chega a 13 unidades com resultados acima do esperado

 

 

Consolidada no mercado de franquias, a Fórmula Academia conta com todo o suporte e know how do Grupo Bodytech, o maior no setor Fitness do Brasil.

Segundo informações da IHRSA Latin American Report 2012, entidade internacional do mercado fitness, a área apresenta uma enorme capacidade de crescimento. O total de academias no país aumentou 30%, chegando a 23,4 mil e o faturamento do setor fitness e de bem-estar subiu 10%, alcançando a marca de R$ 2,45 bilhões. A Fórmula está no mercado com um modelo de negócio altamente rentável, de baixo custo operacional e com rápido retorno de investimento para atender essa nova demanda no Brasil.

Com o investimento inicial a partir de R$ 1 milhão (inclusos taxa de franquia + instalação + capital de giro) é possível ter o faturamento médio mensal de R$ 100 mil a R$ 180 mil, com lucro líquido de até 35% (de R$ 35 mil a R$ 63 mil) de acordo com o tamanho de cada academia.

Em razão da estratégia de pré venda, iniciada 1 a 2 meses antes da inauguração da academia, antecipando assim a entrada dos novos alunos com a oferta de planos promocionais de inauguração super atrativos e descontos especiais, consegue-se iniciar o funcionamento da academia já com cerca de 200 a 300 alunos matriculados em planos semestrais e anuais (promoção válida para planos de longo prazo).

Com este ramp up agressivo e de curva positiva acentuada, é possível atingir o break even aproximadamente no segundo mês de operação. Algumas unidades sequer utilizaram capital de giro no start up, dado que já inauguraram com 400 a 500 alunos inscritos. 

Com esta estratégia, a marca consegue se manter de 50 a 70% acima da meta estimada. Como as simulações de viabilidade financeira são feitas de maneira conservadora, a expectativa, que era atingir a meta de 20 a 30% nos primeiros 30 dias de operação do total do número de alunos e/ou faturamento bruto na maturidade (final do primeiro ano de operação), na realidade tem acontecido no primeiro dia de funcionamento.

Como o fator crítico de academias é o start up da operação e, consequentemente, o primeiro ano, a Fórmula consegue assim alavancar rapidamente nesta fase inicial e diminuir consideravelmente o prazo de retorno do investimento, inicialmente previsto para 36 meses.

Com 13 academias em operação, entre franquias e próprias, a Fórmula já está presente em 5 estados, e conta com mais de 10 mil alunos.

Para saber mais sobre as franquias Fórmula Academia, clique aqui.  

 

Empreender sozinho ou com sócios?

 

*Por Filomena Garcia

Quando decidimos abrir um negócio próprio, a próxima questão que surge, na grande maioria das vezes, é se encaramos esse desafio sozinho ou com sócios. Acredite: essa decisão pode ser tão importante quanto a de se tornar um empreendedor.

Existem vários aspectos que devem ser avaliados para que essa decisão tenha maior probalidade de dar certo do que errado. Não existe melhor ou pior caminho, com maior ou menor risco. Na verdade, sua chance de sucesso dependerá de um conjunto de fatores ligados ao perfil e aos propósitos de vida de cada um.

Vale a pena avaliar alguns pontos para entender se esse é o melhor caminho no seu caso:

1. Você possui conhecimento do mercado escolhido?

Para minimizar o risco de qualquer novo negócio, é fundamental que você tenha conhecimento prévio do segmento em que pretende atuar. Seja através de uma experiência anterior como executivo de empresas, como consultor da área, ou mesmo como um curioso e estudioso do assunto.
Caso lhe falte essa expertise, pode ser uma boa idéia se associar a alguém que traga essa bagagem.

2. Você tem capital suficiente para iniciar seu negócio?

Em alguns casos, você pode ter muita experiência no segmento, porém, não dispõe de todo capital para implantar o negócio. Lembrando que você deve considerar em seus cálculos inclusive o capital de giro que será necessário até o próprio negócio se pagar.

Nesse caso, você tem a opção de buscar um sócio para dividir igualmente investimentos e responsabilidades. Ou você pode se unir a um sócio-investidor, que entrará apenas com capital, enquanto você tocará a operação no dia a dia. Ou vice-versa.

Independentemente de você ser o empreendedor investidor ou o empreendedor que capitalizará sua parte com o trabalho, o grande desafio desse tipo de sociedade é obter, em ambos os papéis, o envolvimento necessário para que o negócio cresça.

Sem o envolvimento dos seus sócios, você estará, na prática, sozinho. E uma das grandes vantagens de se ter um sócio, é poder compartilhar ideias e se certificar sobre os caminhos a tomar. Mesmo um sócio investidor pode, e deve, funcionar como um conselheiro.

3. Perfil complementar

Uma possibilidade bem interessante é se unir a sócios que tenham um perfil complementar ao seu. Além de trazer expertises diferenciadas para o negócio, o que é muito bom, fica muito mais fácil definir claramente o papel e a responsabilidade de cada um, minimizando os possíveis conflitos de sobreposição de funções.

Essa composição de sociedade também confere autonomia e velocidade às decisões do dia a dia de cada sócio, uma vez que a estratégia principal do negócio esteja definida e compartilhada por ambos. Quem ganha com isso é a empresa, pois em um mercado cada vez mais competitivo, agilidade e assertividade podem fazer toda a diferença.

4. Comprometimento

É fundamental que esteja claro, desde o início da sociedade, o comprometimento e dedicação que cada um irá dar ao negócio. Por esse motivo, é importante entender o momento de vida de cada sócio. Isso envolve compromissos com a família, filhos, estudos, projetos paralelos, entre outros.

Outro fator importante é que o impacto financeiro seja sentido por todas as partes, pois, como diz o velho ditado: em se tratando de negócios, o bolso sempre será uma das partes mais sensíveis do ser humano. Se os resultados do negócio afetarem a todos, é certo que ninguém ficará parado, ou menos comprometido.

Mais do que todos esses pontos, é fundamental que todos os sócios tenham o mesmo brilho nos olhos quando estiverem falando e trabalhando no negócio. Aquele que só os apaixonados pelo que fazem conseguem ter.

Na minha opinião, se você conseguir encontrar um sócio que seja tão apaixonado quanto você pelo negócio, e que tenha atitude e garra para fazer acontecer apesar de todas as dificuldades que aparecerão, você já terá percorrido um grande caminho para criar e desenvolver uma empresa tão grande quanto o tamanho de seus sonhos.

 *Sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios , varejo e Franchising. Co-autora dos livros "Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e "Marketing para Franquias"

 

Fonte:  UOL

 

Grupo Bodytech anuncia plano de expansão para 2013

 

 

Andando pelas ruas e shoppings do Rio, percebe-se com frequência a presença das fachadas de vidros esverdeados entrecortados por estruturas brancas de desenho minimalista. Esse design faz parte da identidade visual da Bodytech, academia da sociedade de mesmo nome nascida há oito anos e que já conta com 34 unidades em todo o Brasil, 16 delas apenas na capital fluminense. Quem ainda não se deu conta dessa presença terá cada vez menos chance de ficar alheio a ela.

Fundador da Accioly Fitness Participações, empresa controladora do Grupo Bodytech, Alexandre Accioly adianta: há outras seis unidades com inaugurações previstas para este ano e o primeiro semestre de 2014. Nesta conta entram também as unidades Fórmula, marca de academia mais compacta operada pelo grupo. Há cinco unidades em funcionamento e outras oito passando por obras, com previsão de abertura até 2014.

Os números ganham musculatura quando considerada a expansão do grupo Brasil afora.

— Começamos o ano com 34 Bodytechs e 13 Fórmulas presentes em dez estados. Pretendemos terminá-lo com 51 Bodytechs e 49 Fórmulas espalhadas por 18 estados — conta Accioly.

Desde a sua fundação, a empresa exibe taxas de crescimento que parecem acompanhar o ritmo das músicas aceleradas das aulas aeróbicas. E os investimentos correm junto:

— Somente para a abertura da nossa primeira academia, investi R$ 13 milhões. Até 2015, R$ 500 milhões serão investidos para aquisição e construção de novas unidades, sendo R$ 200 milhões gastos este ano.

A empresa, que tem o técnico Bernardinho, o empresário João Paulo Diniz e o banco BTG Pactual entre seus sócios, está confiante quanto ao sucesso das metas traçadas para os próximos anos. Para o diretor-presidente do Grupo Bodytech, Luiz Urquiza, o surgimento de novos shoppings e o aumento das recomendações médicas de praticar atividade física para solucionar problemas de saúde que vão de sobrepeso a depressão e doenças cardiovasculares dão fôlego à Bodytech.

— Há um aumento da preocupação com saúde e bem-estar no Brasil, onde as pessoas estão também envelhecendo com mais tempo para praticar atividade física. Isso gera uma enorme demanda no nosso mercado — observa.

Com expansão em ritmo tão acelerado, o Grupo Bodytech não estaria partindo para uma concentração do mercado de fitness? Urquiza defende que os órgãos fiscalizadores estão longe de se preocuparem com eles.

— Nossa área é bastante pulverizada. Hoje existem 23.400 academias no Brasil. Se somarmos as seis maiores redes, elas têm apenas 12% de participação no mercado de fitness, o que significa 1% do número de academias do país — afirma o executivo, acrescentando que não descarta a possibilidade de abrir o capital da Bodytech. — É natural que uma empresa que tenha nosso crescimento possa acessar o mercado de capitais, para obter uma fonte de financiamento que dê continuidade à sua rota de expansão.

Estratégia: ter sede perto de todo cliente potencial

Duas novas academias Bodytech estão previstas para se juntar às outras três da Barra da Tijuca. A primeira vai funcionar no lugar da Academia da Praia, na Avenida Erico Verissimo, a partir do segundo semestre. Após as reformas e a compra de 200 novos equipamentos, ao custo total de R$ 5 milhões, a unidade terá capacidade para receber até três mil alunos num espaço de dois mil metros quadrados. A segunda será inaugurada no segundo semestre de 2014 na Avenida Abelardo Bueno, próximo ao HSBC Arena. No Recreio dos Bandeirantes, onde já existe uma Bodytech, será lançada uma academia Fórmula, até 2014.

Já na Zona Sul, que hoje conta com nove Bodytechs, a empresa se prepara para abrir mais três unidades: uma em Copacabana, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana 1.144; uma em Botafogo, na esquina da Rua Voluntários da Pátria com a Conde de Irajá; e a terceira no Jardim Botânico, na Rua Maria Angélica. Os sócios também procuram pontos no Flamengo e em Laranjeiras.

Na Zona Norte, onde existe a Bodytech da Tijuca, e também a do Norte Shopping, a segunda maior academia do grupo no Rio, com cinco mil alunos matriculados, diversas outras academias Fórmulas serão montadas.

— Na Tijuca, apenas uma Fórmula funciona e uma segunda está com inauguração agendada para 2014. Mas nosso plano é expandir a marca para Vila Isabel, Méier, Maracanã, todos os bairros da região — diz Alexandre Accioly.

Ele explica que a estratégia de ocupação surgiu com o objetivo de vencer uma resistência inicial que o morador possa ter para se matricular. A ideia é mostrar ao cliente potencial que há sempre uma Bodytech por perto.

— Sempre que entramos numa região, abrimos uma Bodytech de grande porte, uma flagship, numa zona viária de fácil acesso e com área de estacionamento. Daí em diante, montamos as academias menores. Assim, o aluno pode malhar em qualquer academia do seu bairro, e não só na unidade onde está matriculado — explica Accioly.

Luxo em detalhes não tão pequenos

Quem pratica exercícios físicos sabe: a academia pode ser do lado de casa, mas, se os aparelhos não funcionarem ou a aula não convencer, a pessoa deixa de frequentá-la. Para afastar esse risco, a Bodytech se mune de equipamentos de ponta e profissionais renomados.

As mensalidades salgadas, de R$ 230 a R$ 630, dão acesso também a pequenos luxos. Na nuvem, é o site com design elegante que oferece playlist de músicas, ou o aplicativo para iPhone que, a partir de agosto, permitirá ao professor controlar séries de exercícios. No mundo físico, pode ser o fraldário com duchas adaptadas para que mamães banhem seus bebês, ou as centrífugas disponíveis para os alunos secarem suas roupas de banho.

No quesito acessibilidade, porém, a rede perde um ponto. Unidades como a da Visconde Pirajá não têm rampas para cadeirantes. A empresa se diz impedida de resolver o problema por restrições legais e causas estruturais, e frisa que filiais assim representam apenas 10% da rede.

Técnicos e técnicas de primeira

A inspiração veio da reação do público presente no Auditório Ibirapuera, em 2005, que tinha ido à loucura com a apresentação solo da Daiane dos Santos durante etapa da Copa do Mundo de Ginástica. Na ocasião, a ginasta conquistou o ouro após manter sua hipnótica apresentação, mesmo com o som interrompido por falha técnica. Naquele dia, Accioly percebeu que havia no Brasil uma demanda por academias que valorizassem os esportes, e não apenas o serviço fitness.

Foi daí que surgiu, no shopping Città America, ainda naquele ano, a primeira unidade do Grupo Bodytech dentro do conceito que planejara: um clube voltado para a família. Com a escolinha de vôlei já montada pelo sócio Bernardinho, Accioly convidou Georgette Vidor, considerada uma das principais treinadoras de ginástica artística do Brasil, para montar o curso de ginástica olímpica da Bodytech.

Em seguida, o convite se estendeu a outros atletas de ponta. O medalhista olímpico Flávio Canto topou ser o responsável pela metodologia técnica do ensino e aprimoramento do judô na rede. Já a escola de surfe da academia foi montada pelo campeão mundial em ondas gigantes Carlos Burle. Mais recentemente, Zico passou a integrar o time de diretores e levou todo o seu conhecimento para a escola de futebol.

— Decidi contratar as pessoas ícones em suas modalidades para não ter erro. Quando montei a academia, eu me sentia um leigo que, ao falar de vinho com um sommelier, escolhe a bebida mais cara — brinca Accioly.

O diretor-técnico do Grupo Bodytech, Eduardo Neto, explica que acompanha as novidades esportivas e de fitness mundo afora.

— A minha equipe, composta por seis coordenadores nacionais, pega muita coisa lá fora e adéqua à cultura dos brasileiros, que gostam do social, de aulas coletivas. Um exemplo de adaptação nossa é a walking dance — detalha Neto, citando a aula em que os alunos dançam sobre esteiras.

O Grupo Bodytech tem 4.100 funcionários. De acordo com Neto, professores e orientadores passam por um treinamento montado pela diretoria técnica ao serem contratados. Se levada em consideração a opinião de alunos como a publicitária Elaine Negri, todo esse zelo vem garantindo satisfação:

— Adoro as aulas; os professores são superqualificados.

Fonte: O Globo

Para saber mais sobre as franquias Fórmula, clique aqui. 

Microfranquias ganham espaço no mercado

Da Agência Sebrae de Notícias 

 

De olho nas oportunidades do setor de franchising, micro e pequenas empresasmineiras estão buscando mais informações para se tornarem franqueadoras e expandir a própria marca. Para orientar osempreendedores sobre as novidades do mercado de franquias, o Sebrae em Minas Gerais promove a palestra Tendências para o Varejo e Franchising, no dia 11 de abril, às 19hs, na capital. 

Durante a palestra serão discutidas as vantagens e desvantagens do setor de franquias, técnicas de avaliação para a escolha do melhor negócio e ainda tendências do setor apresentadas neste ano em dois dos mais importantes eventos internacionais do segmento: o National Retail Fair e a Internacional Franchise Associantion (IFA). 

O evento também terá a participação do Diretor de Treinamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Juarez Leão, que irá falar sobre as perspectivas de mercado e como uma franquia bem administrada pode se tornar um empreendimento lucrativo. 

A palestra Tendências para o Varejo e Franchising integra as ações do Projeto Minas Franquia, promovido pelo Sebrae no estado para estimular as micro e pequenas empresas com potencial de se tornar franquias. Criado em 2011, o projeto já possibilitou o lançamento de 11 microfranquias em Uberlândia e Belo Horizonte. Neste ano, 25 empresas de Montes Claros, Varginha e Juiz de Fora também irão participar do projeto. “Queremos revelar o potencial de empresas mineiras e fomentar a criação de novas franquias em cidades polos”, explica a analista de Acesso a Mercado do Sebrae em Minas Gerais, Alessandra Simões. 

Serviço: 
Palestra Tendências para o Varejo e Franchising 
Data: 11 de abril, às 19h
Local: Auditório do Sebrae Minas – Avenida Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada 
Belo Horizonte/MG 
Entrada gratuita 
Inscrições: www.sebraemg.com.br

 

Amor aos Pedaços recebe investimento do fundo de private equity Mercatto Alimentos

 

 
 
O Grupo Amor aos Pedaços, rede de franquias líder na América Latina no segmento de doçaria, anunciou nesta semana a assinatura de um contrato importante para a estratégia de expansão da empresa. O Fundo Mercatto Alimentos, fundo de private equity pioneiro e especializado no setor nacional de alimentos e bebidas, adquiriu 33% do capital da companhia. “Esse novo parceiro vem ao encontro com os planos de desenvolvimento do nosso negócio”, afirma Ivani Calarezi, sócia-fundadora do Grupo Amor aos Pedaços ao lado de Armando Calarezi.
 
“Por meio desse investimento poderemos garantir nossa posição de destaque e liderança no mercado brasileiro de doces e sobremesas”, faz coro Silvana Abramovay Marmonti, sócia-diretora da rede. “A equipe de gestão do fundo terá um papel ativo dentro de nossa companhia, por meio de uma representação em nosso Conselho de Administração, com o objetivo de dar um apoio no trabalho da diretoria executiva. É importante frisar que nada será alterado na forma como nosso negócio é conduzido”, explica Ricardo Miragaia, diretor executivo do grupo.
 
Com faturamento de R$ 56 milhões registrados em 2012 da rede Amor aos Pedaços e mais 60 lojas distribuídas por São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Espirito Santo, Distrito Federal, Bahia, Pará, Sergipe, Pernambuco e Mato Grosso do Sul, o Grupo Amor aos Pedaços prevê para 2013 atingir o faturamento de R$ 70 milhões. “Nossa meta principal é chegar a 240 lojas em cinco anos”, destaca Silvana.  Recentemente, com investimentos em torno de R$ 5 milhões, a rede inaugurou sua nova fábrica, três vezes maior que a fábrica anterior, o que aumentará a capacidade de produção da empresa de 800 toneladas de produtos para 2.500 toneladas por ano.
 
Captado em 2008, o Fundo Mercatto Alimentos tem como estratégia investir em empresas de alimentos com produtos premium, marcas reconhecidas, com equipes de gestão com experiência consolidada e histórico de sucesso. Além da rede Amor aos Pedaços, a Mercatto Alimentos já investe nas empresas Forno de Minas e Villa Germania, também posicionadas como marcas líderes em seus segmentos de atuação.
 
“O Grupo Amor aos Pedaços é uma empresa que, em mais de 30 anos de história, conseguiu crescer a taxas elevadas e sem nunca perder seu compromisso com o consumidor e o franqueado. A qualidade de sua marca, de seus produtos e da sua rede de franqueados fazem deste um dos melhores negócios do segmento de food service brasileiro”, analisa Paulo Henrique Todaro, sócio da Mercatto Capital Partners e gestor responsável pelo Fundo Mercatto Alimentos. “Acreditamos que exista um imenso potencial de expansão para a rede Amor aos Pedaços nos próximos anos e esperamos poder contribuir com este propósito”, completa Todaro.
 
“Temos certeza que esse investimento resultará na ampliação da rede de forma orgânica e no fortalecimento de sua capacidade financeira. Também serão feitos investimentos em marketing e promoção da marca, bem como na estrutura de expansão de franquias e nas linhas de produção”, finaliza.
 
Para saber mais sobre as franquias Amor aos Pedaços, clique aqui. 
 
Fonte: Assessoria de Imprensa 

Franquia da Outer. Shoes fatura R$ 140 mil

A grife de sapatos e acessórios Outer.Shoes lançou seu sistema de franquias. Criada em 2004, no Rio de Janeiro, a marca usa materiais naturais e reciclados. Hoje, a rede soma oito lojas, a maioria no Rio de Janeiro. A previsão é inaugurar 54 novas franquias nos 
próximos cinco anos.
 
As lojas exigem de 30 a 45 metros quadrados de espaço. O faturamento médio mensal é de 140 mil reais e o ticket médio, de 250 reais. Os franqueados pagam royalties de 25% e taxa de propaganda de 5% sobre as compras. A margem de lucro é de 14%.
 
Investimento inicial: a partir de R$ 350 mil 
Prazo de retorno do capital: a partir de 20 meses
 
Para saber mais sobre as franquias Outer., clique aqui. 
 
Fonte: Exame

Como escolher a sua franquia?

 

O mercado de franquias no Brasil obteve um crescimento importante e expressivo nos últimos anos, devido a vários fatores como o crescimento da economia, novas marcas que aderiram ao sistema, além dos novos modelos de negócios que já são criados desde sua origem para se expandirem como franquias.

Outro fator importante para esse crescimento é o espírito empreendedor, que faz com que mais pessoas acreditem no seu potencial e partam para uma carreira solo, tendo o seu próprio negócio.

A principal essência do "franchising" é replicar um modelo que já demonstrou ser sucesso, isso não só possibilita um aprendizado mais rápido para o novo empreendedor, como também proporciona a ele um risco  menor, se comparado ao de abrir um negócio sozinho e partindo do zero.

O amadurecimento do setor também possibilitou a entrada de diferentes perfis de investidores.

Desde aquele que pretende somente substituir seu emprego por um negócio próprio para ter uma renda que atenda as suas necessidades, até grandes investidores que administram 10, 20 ou mais franquias.

Esse movimento fez com que o setor se profissionalizasse ainda mais, para atender as expectativas de quem já tem história de sucesso para contar em sua carreira.

Por se tratar de um investimento de menor risco, já que o modelo foi previamente testado, as franquias também têm atraído cada vez mais os jovens que, recém- formados, ainda não possuem grande experiência profissional, mas contam com garra e energia para absorver todo o conhecimento sobre como gerir um negócio.

Hoje já são mais de duas mil oportunidades de franquias no Brasil, segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), portanto, muitos empreendedores me perguntam por onde eles deveriam começar sua busca.

Não existe uma receita de bolo a ser seguida, mas algumas dicas são fundamentais para que a sua escolha tenha maior chance de sucesso:

1- Tenha acesso aos principais canais de divulgação

Existem sites especializados em franquias, que apresentam conteúdos e notícias do setor, além de uma breve apresentação das marcas, onde você poderá iniciar sua escolha, buscando primeiro os segmentos de maior afinidade.

As possibilidades são amplas, desde alimentação, calçados e acessórios, serviços, beleza e saúde, educação, entretenimento, vestuário, entre outros. Alguns exemplos são o www.franquia.com.br, ou www.abf.com.br.

Feiras do setor também são uma ótima oportunidade para, em um único lugar, você ter acesso a dezenas, ou centenas de marcas. Isso diminuirá muito o seu tempo em receber as informações de cada negócio.

2-  Conheça o seu franqueador      

Entenda qual é a estrutura do seu futuro franqueador e os serviços de suporte que ele lhe oferece, para ter certeza de que você estará apto a abrir e operar um negócio depois de receber esse conhecimento.

Quais são os treinamentos iniciais? Você receberá a visita de um consultor de campo para mantê-lo sempre atualizado de todas as mudanças e atualizações da operação da franquia? Qual a periodicidade?

3- Instrumentos Jurídicos

Analise  o contrato. Se for o caso, contrate um advogado de sua confiança e que entenda de contratos para poder auxiliá–lo. Estude a COF (Circular de Oferta de Franquia), que é um documento descrito na Lei 8.955.

O franqueador deve entregá-lo a todos os candidatos, no mínimo 10 dias antes que estes firmem qualquer documento ou pagamento relacionado à aquisição de uma franquia.

Este documento deve conter informações a respeito da organização da franqueadora, da situação legal da marca ou marcas, da própria franquia, da situação financeira da empresa, dos investimentos que o franqueado deverá fazer, dos pagamentos que deverá efetuar, e assim por diante.

4- Suas premissas

Defina qual o valor que você dispõe para investir neste negócio. Em quanto tempo espera recuperá-lo? Tenha consciência de que pode levar alguns meses até que o negócio comece a gerar lucro.

Portanto, é importante que você possua mais recursos do que o necessário para a implantação do negócio, pois você precisará se manter até lá.

5- Converse com franqueados

Procure visitar e conversar pessoalmente com o maior número possível de integrantes das redes de franquias nas quais estiver interessado. Isso o ajudará a entender o atual momento da rede.

Franquias, em sua essência, trazem um aprendizado fantástico, pois todos os erros e acertos de um franqueador irão encurtar o caminho de um novo empreendedor no seu negócio. É aprender com a experiência do outro.

Por isso, cada vez mais, franquia é um assunto que está ou estará na pauta de todos aqueles que pretendem abrir negócio próprio.

Fonte: UOL

 * Sócia-diretora da Franchise Store, é especialista em marketing e atua há 20 anos nas áreas de negócios , varejo e Franchising. Co-autora dos livros "Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios e "Marketing para Franquias"

 

Mercado fitness cresce dois dígitos ao ano

 

*Por Daniela Rocha/Valor Econômico
 
 
O mercado brasileiro de academias de ginástica deu um salto surpreendente. Entre 2007 e 2012, o faturamento dobrou, passando de 1,2 bilhão de dólares para 2,4 bilhões dólares, segundo levantamento realizado pela International Health, Racquet & Sportsclub Association (IHRSA). Recentemente, o Brasil atingiu o posto de segundo país no mundo em número de academias com 23,4 mil estabelecimentos em operação, perdendo apenas dos Estados Unidos. Atualmente, são 7,3 milhões de pessoas matriculadas, o que coloca o país no sexto lugar no ranking mundial em número de clientes, atrás dos Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Reino Unido e Canadá. Em média, o crescimento foi de 16% ao ano nos últimos seis anos, superior ao desempenho médio da economia brasileira que foi de 3,7% ao ano no mesmo período.
 
Os representantes do setor seguem otimistas quanto ao potencial. "O segmento tende a crescer na faixa de dois dígitos ao ano nos próximos cinco a dez anos", destaca Peter Thomas, CEO da Runner. Segundo Kleber Pereira, diretor da Associação Brasileira de Academias (Acad), apesar de economistas preverem desempeho modesto do PIB em 2013, pouco acima de 3%, a perspectiva é de avanço de pelo menos 10% no ano.
 
O negócio de fitness segue a passos largos no país porque há correlação entre o aumento da renda per capta e o percentual de pessoas que cuidam preventivamente da saúde, avalia Luiz Urquiza, diretor presidente do Grupo Bodytech com base em estudos internacionais. Se o Brasil continuar fazendo o dever de casa de melhoria de renda, o executivo diz que a tendência é que aumente o número matriculados. Eles representam apenas 3,7% da população. Em 2007, a participação era de 1,8%. "A classe D está enxugando e as classes C e B têm crescido de forma substancial. Com a mobilidade, a partir do momento em que as pessoas têm suas necessidades básicas e higiênicas preenchidas, passam a contar com recursos para investimento em cosméticos e academias de ginástica", afirma Urquiza.
 
Cada vez mais os médicos têm incentivado a prática de exercícios físicos no dia a dia como garantia de boa saúde. A mídia especializada pega carona e dissemina a importância das atividades com regularidade. Há foco na prevenção, mas também na melhoria das condições de vida das pessoas que já sofrem de doenças como hipertensão, diabetes, depressão, insônia ou problemas cardíacos, de coluna e articulações. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 31% da população é portadora de pelo menos uma doença crônico degenerativa. O combate à obesidade é outra bandeira mundial, sendo que no Brasil, considerando-se apenas o público de mais de 20 anos, mais de 60% dos homens e mulheres sofrem de sobrepeso ou obesidade. O envelhecimento da população brasileira também é uma realidade que mexe com o mercado fitness. Os exercícios de fortalecimento muscular são indicados para que as pessoas atinjam idade avançada com boa mobilidade e mais independência. "A expectativa de vida do brasileiro é de 73 anos. Em vez de terceira idade, fala-se em quarta idade. Os idosos hoje, mesmo aposentados, continuam trabalhando ou fazendo variadas atividades ", comenta Fabio Pelissioni, gerente de marketing da Fitness Brasil, maior empresa de conteúdo de fitness e bem-estar da América Latina. De maneira geral, os especialistas esperam expansão da demanda complexa. "Será fundamental as academias se capacitem para crescer com esses públicos", enfatiza Luiz Urquiza, da Bodytech.
 
O fato é que ocorreu uma mudança de paradigma na área. "Antigamente se atrelava a atividade física ao modismo e a alguns aficionados pela boa forma, mas hoje o lado da saúde e do bem-estar ganharam grande peso", constata Richard Bilton, diretor presidente da Companhia Athletica. Diversas academias tem aproveitado para agregar produtos e serviços diferenciados aos clientes como lojas de roupas, materiais esportivos, suplementos e alimentos funcionais, SPAs, programas de dietas e centros de estética. Essa é mais uma forma de ampliar os resultados. "Levando-se em conta o mercado abrangente de bem-estar, o Brasil concentra 90% dos investimentos na America do Sul e 55% na America Latina e ainda tem muito espaço para evoluir", afirma Fabio Pelissioni da Fitness Brasil.
 
O grupo Bio Ritmo passou a apostar em uma estratégia diferenciada, para aproveitar a onda da redistribuição de renda. Com a marca Smart Fit, simplificou a operação para cobrar mensalidades menores do que as praticadas pela rede Bio Ritmo, conhecida pelo alto padrão. Na Smart Fit, as matrículas podem ser feitas pela internet e a oferta é mais enxuta: sala de musculação e a área de cardio com bicicletas e esteiras. "É um modelo menos sofisticado, com menor rentabilidade, porém, maior volume de alunos", explica Edgard Corona, fundador e presidente do grupo. As mensalidades variam de 49 reais a 69 reais, dependendo da região. Esse é o segmento da empresa que mais cresce, incluindo operações de internacionalização no México e no Chile.
 
O grupo Bodytech também está atuando em diferentes mercados. A rede Bodytech é constituída por grandes e médias academias com foco nas classes A e B e grande oferta de serviços. Já a rede Fórmula tem como objetivo a praticidade. A estrutura básica é formada por uma área de musculação, espaço para atividade aeróbica com esteiras, uma sala para aula de spinning (bicicleta) e uma sala para demais aulas coletivas. O tíquete está entre 89 reais e 169 reais. "A Fórmula Academia é voltada para quem faz uma escolha mais funcional. Mas, os preços abrem a possibilidade para que pessoas em mobilidade social venham para o nosso negócio", comenta Luiz Urquiza, diretor presidente do grupo.
 
Para saber mais sobre a rede de franquias Fórmula, clique aqui.