KFC lança tortilhas I-Twist Tropical, Picante e Cheddar no Brasil

 

Produtos fazem parte da plataforma “A Boa do Seu Bolso” e estão disponíveis nos restaurantes da companhia por R$ 5,95 cada. Rede pretende aumentar as vendas em 10% com as novas opções
 

A rede KFC amplia o seu portfólio no Brasil com o lançamento da linha de tortilhas I-Twist. As novas opções são compostas por tirinhas de frango, alface e mussarela em três versões de molho Tropical, Picante e Cheddar.  

O produto  é enrolado em tortilhas coloridas com ingredientes naturais e faz parte da plataforma “A Boa do Seu Bolso”, que oferece pratos mais baratos aos consumidores. O projeto realiza a rotatividade nas ofertas e em horários variados buscando agradar todos os clientes. Os três sabores estão disponíveis em todos os restaurantes da companhia pelo preço de R$ 5,95 cada.

Para divulgar o lançamento, o KFC realiza ações no ponto de venda e nas redes sociais, além de uma game online em que os internautas poderão “interagir” com o produto e concorrer a prêmios para serem trocados na loja. Com a iniciativa, a rede espera aumentar as vendas em 10%.

Fonte: Mundo do Marketing
 

Convite à entrada

 

A Pizza Hut está globalizando o design do seu cardápio para que, no mundo todo, as fotos das pizzas, entradas e sobremesas sejam bem vistosas e convidativas. A rede aproveita a estreia do menu que foi redesenhado em Dallas para lançar uma entrada, o pão de calabresa. É preparado com a mesma massa da pizza e recheado com calabresa, cebola e molho de tomate. Por R$ 12,90.

Fonte: Valor Econômico

Curso Gestão de Loja, Negócios & Finanças para o Varejo

De 08 a 10 de maio, a área de educação corportiva da Cherto Consultoria realiza o curso, Gestão de Loja, Negócios & Finanças para o Varejo.

O curso vai explorar os papéis do gestor de negócios de sucesso, por meio de conceitos de marketing, análise da concorrência, formação e motivação de pessoas e ferramentas para uma administração de negócios eficaz,. Os participantes também ficarão atualizados sobre as tendências do Franchising no mundo dos negócios, as fases do relacionamento Franqueador x Franqueado e como isso impacta na construção do sucesso, no dia-a-dia dos negócios.

O curso será ministrado por Américo José da Silva Filho, especialista em marketing e responsável por casos de sucesso de marcas como Bob's, Bradesco, Casa do Pão de Queijo, Claro, Ipiranga e Oi, e por Marcelo Martinovich, pós-graduado em Administração Financeira pelo Mackenzie e Economista.

Para maiores informações, acesse: Curso Gestão de Loja, Negócios & Finanças para o Varejo

 
Serviço:
Data: 08, 09 e 10 de maio de 2012
Horário: das 8h30 às 18h
Local: Hotel Mercure – Alameda Itu, 1151 – Cerqueira César – São Paulo
Valor: R$ 2.100,00 (incluindo material didático, coffee break e certificado)
Informações e inscrições:(11) 3549-9910 ou pelo e-mail atendimento@cherto.com.br
 

Do Rock in Rio para o cardápio do Chile, Doggis cresce no país

Rede de cachorro quente planeja abrir 25 lojas por ano no Brasil e investir R$ 40 milhões até 2015

 

Flavio Maia, diretor da Doggis no Brasil

O cachorro quente virou um bom negócio no Brasil. Que diga a rede chilena Doggis, considerada a maior da América Latina e que planeja abrir 25 lojas em nosso país por ano, com investimentos de R$ 40 milhões até 2015. Hoje são 15 lojas, sendo dez no Rio e cinco em São Paulo, Manaus, João Pessoa e Salvador. A marca acaba de “exportar” uma ideia tipicamente brasileira — e carioca — para o cardápio de suas 201 lojas no Chile. O Rock Doggis, criado para o Rock in Rio, fez tanto sucesso que, de ação temporária, entrou no cardápio fixo das filiais brasileiras e despertou o interesse do consumidor chileno.

“Vendemos no Rock in Rio cerca de 50 mil hot dogs, 50% acima da expectativa. Foram 20 toneladas de molho e quase 43 toneladas de salsicha. O produto já responde por 17% das vendas”, diz Flavio Maia, diretor da Doggis no Brasil. Ele comemora o crescimento da rede no país, respeitando a conjugação de produtos de qualidade com preços atraentes.

“Doggis é uma marca alegre e descontraída e nosso posicionamento é sempre vender muito mais por muito menos. O sucesso de Rock Doggis é resultado de estudos em busca do produto que se encaixasse no gosto dos jovens brasileiros”.

Fonte: Brasil Econômico (23/04/2012)

Marcas querem que franqueado vire dono de várias franquias

 

 

O evidente amadurecimento do mercado de franquias brasileiro, que faturou R$ 89 bilhões no ano passado, mudou também a forma como as redes lidam com seus franqueados. Diante do crescimento acelerado do setor, que ultrapassa a casa de dois dígitos há quase uma década, e do bom desempenho da economia, que elevou o número de investidores dispostos a entrar nesse segmento, as marcas se interessam cada vez mais por parceiros com perfil de liderança dispostos a administrar não apenas uma unidade, mas um grupo de lojas.

Para as redes, essa é uma forma de potencializar os resultados nas unidades bem-sucedidas e aumentar o envolvimento dos parceiros com a marca. Para os empreendedores, é a oportunidade de reduzir custos e ampliar lucro e produtividade. “Quando a pessoa tem um número maior de lojas da mesma marca, maximiza o investimento porque pode fazer gestão compartilhada do estoque e da equipe, além de ganhar mais experiência”, afirma Filomena Garcia, diretora da consultoria Franchise Store.

Nos Estados Unidos, é comum a figura do franqueado que comanda centenas de unidades. No Brasil, embora as redes sempre tenham incentivado esse tipo de crescimento, o interesse hoje é maior em virtude do aumento do poder aquisitivo, da concorrência e do número de investidores. Mas ter perfil empreendedor é muito importante.

Para administrar o negócio de maneira organizada e dar conta de 80 funcionários, Dalton Polete Neto, 27 anos, que gerencia quatro unidades da Griletto, abriu um escritório, contratou assessoria contábil e um profissional de recursos humanos para comandar todos os processos seletivos.

O investimento compensa. Além dos custos do escritório serem diluídos em quatro lojas e assim pesarem menos no caixa do empreendedor, Dalton ganhou agilidade nas contratações, reduziu custos, problemas com mão de obra e aumentou sua rentabilidade.

Hoje, o empresário fatura em média R$ 400 mil por mês com as unidades e conversa com a rede para a abertura de mais uma. “Conforme você se aprofunda e adquire experiência em uma franquia, consegue melhorar o desempenho e também aumentar sua capacidade de investimento”, explica.

Quem já opera como franqueado ainda pode negociar facilidades no fechamento de um novo contrato – prazos de pagamento maiores ou até mesmo descontos na taxa de franquia estão entre os benefícios oferecidos normalmente.

Mas esse crescimento não é para qualquer um. Além de apresentar bom desempenho, que comprove a capacidade de administrar outras unidades, o franqueado também precisa garantir ao franqueador que a expansão não vai afastá-lo do dia a dia da operação.

Capacitação

No caso de Dalton, por exemplo, a Griletto só autorizou a compra de novas unidades quando ele garantiu que manteria visitas diárias às lojas. Mesmo tendo contratado gerentes, o empreendedor frequenta pelo menos dois pontos por dia. “Quando você tem várias operações, todos os processos ganham proporção e te obrigam a adotar um estilo de administração mais profissional e próprio, que não dependa só da orientação da franquia”, explica Dalton Polete.

É por causa disso que algumas redes já investem na criação de cursos específicos para formar franqueados com capacidade de liderança e gestão do negócio de maneira mais independente. O grupo Trigo, que administra as redes Spoleto, Domino’s e Koni Store, desenvolve o projeto-piloto de uma universidade corporativa, que deve começar a funcionar no ano que vem. O curso será uma espécie de pós-graduação em administração de franquias com duração prevista de um ano. “Nós queremos que nossos franqueados cresçam e tenham uma postura mais profissional”, diz Renata Rouchou, diretora de expansão da marca.

Diversificar

Outra maneira de um franqueado crescer como empresário é adquirir franquias de redes diferentes.

Essa foi a opção da empresária Fátima Cerantola, que ao lado dos pais e da irmã Ana Maria, comanda oito unidades da Hering, duas da marca PUC, três da Lupo e ainda duas da Havaianas. Juntas, as lojas faturam R$ 13 milhões por ano. “Nós diversificamos dentro do mesmo ramo, mas apostando em nichos diferentes”, explica a empreendedora. A vantagem, segundo ela, é equilibrar os ganhos e reduzir o impacto da sazonalidade – enquanto as lojas da Hering e Havaianas vendem bem no verão, por exemplo, as unidades da Lupo faturam mais no inverno.

Antes de diversificar os investimentos, no entanto, ela recomenda que o franqueado desenvolva-se dentro de uma mesma marca. “É importante para entender melhor o sistema em si e aprender com alguns erros.”

Outra dica da empreendedora é a pessoa não apostar em segmentos muito diferentes. Ela mesma precisou vender a franquia de uma loja de produtos para casa que havia aberto. “Era um negócio totalmente diferente do que estava acostumada e não tinha como me aprofundar no ramo”, conclui.

A proposta é muito simples: achar bons empresários e fazer deles proprietários de diversas unidades.

Para ler a matéria na íntegra, acesse: Estadão.com.br

Brasil: 26% dos interessados em abrir franquia são formados em Administração

 

Um levantamento realizado pela Franchise Store revelou o perfil das pessoas interessadas em ingressar no setor de franchising. De acordo com a pesquisa, 26% dos que desejam abrir uma franquia são formados em Administração.

Outros 10% são formados em Direito, 6% cursaram Engenharia, 3%, Ciências Contábeis e 3%, Propaganda e Marketing. Já 2% estudaram Economia, a mesma quantidade que cursou Medicina.

Ao analisar a ocupação dos interessados, os dados indicam que 20% são empresários, 11% são autonômos, 8% gerentes, 7% de empregados de empresas privadas, 6% profissionais liberais e 4% são estudantes.

Outros 3% são consultores, supervisores, sem ocupação, profissional autonômos e funcionários públicos. Uma parcela de 2% é formada por assistentes e diretores, enquanto 23% têm outras ocupações.

Dinheiro para investir

Apesar do interesse, as pessoas têm pouco dinheiro para investir. Pelos dados, 39% têm até R$ 10 mil. Outros 24% dispõem entre R$ 50 mil e R$ 100 mil e 21%, entre R$ 10 mil e R$ 50 mil.

Sobre a faixa etária, os jovens, do total de interessados, 45% têm de 21 a 30 anos. Em seguida, aparecem as pessoas de 31 a 40 anos, com 36% de participação, as de 41 a 50 anos, com 14%, e as de 51 a 60 anos, com 5%. Além disso, 60% dos interessados são homens e 40%, mulheres.

Por região, a maioria é do Sudeste (54%). Já 18% são do Nordeste, seguidos por Sul (12%), Centro-Oeste (10%) e Norte (6%).

Fonte: InfoMoney

Jovem prefere abrir uma franquia a ser empregado

 

O jovem brasileiro quer ter um negócio próprio e a franquia aparece como a opção mais segura de investimento. É o que mostra pesquisa feita pela Franchise Store sobre o perfil dos interessados nas franquias: 45% deles têm entre 21 e 30 anos. O número de 2011 indica que a intenção tem aumentado, já que em 2010 o índice era de 36%. O setor de alimentação é preferido para abertura do empreendimento.

Segundo a sócia-diretora da Franchise Store, Filomena Garcia, o número cada vez maior de jovens com a intenção de ser o próprio chefe pode ser explicado pelas características comuns às pessoas dessa faixa etária. Elas têm menos paciência para um plano de carreira formal e mais confiança em seu desempenho. “O jovem busca uma forma menos tradicional e mais rápida de crescimento”, destaca.

A pesquisa mostra ainda que 39% têm pouco dinheiro para investir: até R$ 10 mil. Porém, esse valor não se encaixa na grande maioria das opções de franquia. Entram então no leque de possibilidades as microfranquias, que requerem investimento de até R$ 50 mil. Esse segmento geralmente está relacionado à prestação de serviços, trabalho em casa e o próprio franqueado é o executor do serviço, explica André Friedheim, diretor da Francap, consultoria na área de franchising. “Mesmo que o interessado tente um empréstimo no banco, ele vai precisar oferecer garantias”, ressalta Friedheim.

Formado em publicidade e com pós-graduação em administração, Felipe Pollastrini, de 28 anos, resolveu investir há dois anos em uma franquia do Seletti, de culinária saudável. Ser dono do próprio negócio era um plano antigo. A insatisfação com um emprego de auditor ajudou a levar adiante a ideia. “Tinha um dinheiro disponível e minha família é de empresários. Decidi seguir o mesmo caminho.”

Ter o próprio negócio sempre motivou o gerente da área de empresas de um banco Fábio Nacaratto, de 30 anos. Formado em administração, ele cuidará de duas franquias da Risotto Mix nos shoppings de Piracicaba e Sumaré, ambos com inauguração em 2013. “Busquei uma opção mais sólida, com menor risco.”

O investimento de Aline Zagatto Lara Bove, de 28 anos, é uma unidade da Brou’ne em São José dos Campos. Formada em terapia ocupacional com pós-graduação, ela não se encontrou na área. “Vi que não tinha muito a ver comigo. Meu marido sempre falou de abrir uma franquia e decidimos investir.”

Para quem pretende entrar no ramo, o consultor do Sebrae-SP, Wlamir Bello, aconselha comparar a franquia com um negócio independente para avaliar. Apesar do risco ser menor, os padrões já são definidos o que reduz a autonomia do franqueado. E além do custo de abertura normal de uma empresa, há taxas da franquia.

Fonte: Jornal da Tarde

Spoleto investe R$ 1,5 mil em campanha “Legítima” italiana

 

Tutto italiana! No ano da Itália no Brasil, o Spoleto lança prato e campanha legítimos, inspirados no país da Tarantela. A campanha do Penne ao Pomodoro é assinada pelas agências Packaging Brands, responsável pelo conceito, e Artplan, que desenvolveu o novo filme animado da marca. Nele, o Chefinho do Spoleto roda a Itália em uma “lambreta” em busca de inspiração para elaborar o novo prato.

A campanha ficará no ar de 17 de abril a 30 de maio, em todos os restaurantes Spoleto do país. Ela também será exibida no mobiliário urbano na cidade e município do Rio de Janeiro e em Brasília, nos outdoors; na Rede Globo em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro; na TV por assinatura, em revistas nacionais e populares.

A rede investiu R$ 1,5 mil no projeto e a estimativa é incrementar em 15% o volume de vendas da maior rede de culinária italiana do país nos dois primeiros meses.

“Convidamos o consumidor a saborear um molho italiano de verdade e buscamos inspiração em nossas próprias raízes para apresentar uma campanha inédita, com toques italianos, unindo sabor e preço”, declara o diretor de marketing e franquias do Spoleto, Antonio Moreira Leite.

Presidente da Sorridents realiza palestra para dentistas que buscam o sucesso

Dra. Carla Renata

A Dra. Carla Renata, presidente da Sorridents, maior rede de franquias de clínicas odontológicas da América Latina, ministra no próximo dia 12 de maio, às 14h30 a palestra Seja um dentista de sucesso e entenda como melhorar a performance na odontologia.

A palestra vai abordar a trajetória de sucesso da empreendedora que, durante o período de graduação, enxergou a possibilidade de aliar dois sonhos: promover saúde bucal a toda população e ainda fazer com que sua clínica crescesse de maneira significativa.

No encontro, Carla contará sobre o início da carreira, quando atendia em uma pequena sala na Vila Císper, e sua trajetória até se tornar referência no segmento. Falará também sobre suas ações de responsabilidade social, sempre presentes ao longo de sua história.

Quer participar? Confirme sua presença através do e-mail michele.maia@sorridents.com.br

Teresina Shopping trará franquias de marcas famosas

Uma das particularidades do projeto de expansão do Teresina Shopping é a vinda de lojas com novas marcas para o Estado, a exemplo da Samello, Tim Premium, Mr. Kitsch, Patroni e muitas outras. A Samello é uma franquia de calçados masculinos, líder nacional no seu segmento, que constrói, há 80 anos, uma marca que se tornou símbolo de qualidade, inovação e requinte em mão-de-obra, design e tecnologia. E chega a Teresina para compor o mix de grandes grifes do Teresina Shopping.

A Tim Premium também vem para somar a essa lista. As Lojas Premium apresentam um conceito diferenciado das demais lojas Tim, pois primam de maneira especial pela excelência no atendimento, contando inclusive com um consultor especializado para pós-venda. Oferecem uma ampla diversidade de aparelhos, dispondo de espaços interativos onde os clientes poderão conhecer a funcionalidade de diversos modelos, com o objetivo de proporcionar uma experiência inovadora.

A Mr. Kitsch escolheu o Teresina Shopping para chegar em grande estilo ao Piauí. Há mais de vinte anos no mercado de moda masculina, a Mr. Kitsch é, hoje, referência quando o assunto é conforto aliado a um ótimo custo benefício. Atualmente, a Mr. Kitsch está presente em pontos estratégicos do país, oferecendo moda atual, com atitude e estilo, sem abrir mão do clássico.

Novidades também na gastronomia. Para os amantes da boa pizza, a excelente notícia é a chegada da Patroni Pizza, uma tradicional pizzaria nacional que trabalha com a autêntica massa italiana preparada com ingredientes especialmente selecionados e assada em forno a lenha. Na Patroni, todos os ingredientes usados nos mais de 40 sabores de pizza são selecionados cuidadosamente em uma central de produção, o que garante a qualidade de cada pedacinho de pizza. No cardápio, além dos sabores tradicionais, o cliente encontra receitas exclusivas, pizzas doces e a original borda recheada.

Jovens são maioria na busca por franquias, diz pesquisa

 

Um levantamento feito pela Franchise Store mostra que 45% dos interessados têm até 30 anos

Um balanço feito pela consultoria Franchise Store mostrou o perfil dos interessados em abrir uma franquia no Brasil. Com dados coletados dos atendimentos da empresa, a pesquisa mostra que 81% das pessoas que buscam um negócio deste tipo têm entre 21 e 40 anos, sendo que 45% tem até 30 anos. “Existe um interesse muito grande de um público jovem”, disse Filomena Garcia, sócia da consultoria, em conversa exclusiva com Exame.com.

Na divisão entre os sexos, os homens ainda são maioria na busca por franquias. “Hoje, é 60% masculino e 40% feminino. Mas, há dois anos, as mulheres representavam 30%”, diz Filomena.

Segundo ela, a região Sudeste é origem da maioria dos candidatos, com 54%. O Nordeste, no entanto, chama a atenção da consultora. “É a região que mais cresce, com 18% dos interessados”, conta.

Este é um movimento do franchising brasileiro como um todo, com cada vez mais redes olhando para o mercado nordestino e enxergando o potencial da região. Em seguida, aparecem Sul, com 12%, Centro-Oeste, com 10%, e Norte, com 6%.

Hoje, 26% dos interessados em abrir uma franquia são formados em Administração, 10% em Direito e 6% em Engenharia. Filomena ressalta que 20% das pessoas que buscam uma franquia já são empresárias. “É um índice muito alto. Outros 11% são autônomos, ou seja, pessoas que já entendem o risco de um negócio”, explica.

Outro fator apontado na pesquisa é o potencial de investimento dos interessados. Neste quesito, 39% dos ouvidos dizem ter no máximo 10 mil reais para começar, 21% falaram ter até 50 mil reais, 24% garantem ter até 100 mil reais.

Nos valores mais altos, 11% dos empreendedores estão dispostos a investir até 250 mil reais, 4% desembolsaria até 500 mil reais e apenas 1% investiria em uma franquia de 1 milhão de reais. “É curioso que a maioria diz que não tem mais do que 100 mil reais, mas acaba fechando negócios por mais de 250 mil reais. Acho que as pessoas têm receio de dizer quanto querem investir de cara”, justifica.

Em relação aos segmentos mais procurados, alimentação, saúde e beleza, vestuário e serviços aparecem com destaque. “Mas 80% dos interessados não têm ideia de qual franquia pretendem abrir”, diz.

Fonte: EXAME.com

Quatro olhos no interior

Filomena Garcia, da Franchise Store, e Mário Ponci, da Chilli Beans: marca de óculos planeja abrir 200 lojas em 2012

A grife de óculos Chilli Beans é uma velha conhecida dos corredores de shoppings brasileiros. A marca paulistana tem 15 anos e 400 lojas espalhadas pelo país – a maior parte delas em shoppings de grandes capitais. Agora, pega uma carona no crescimento da economia brasileira e começa um agressivo plano de expansão por lojas de rua do interior do Nordeste e no Sul do país. A estratégia, criada pela Franchise Store para a Chilli Beans, contempla a abertura de 200 novos pontos em 2012. "Teremos lojas e quiosques. Vamos escolher entre um e outro de acordo com o potencial de consumo da cidade e a localização do ponto", diz Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. Ela conta que os shoppings, onde nasceram os primeiros quiosques da marca de óculos, continuam na mira. Porém, o modelo de expansão foi ampliado pois foi identificada "uma oportunidade de consumo potencial nas lojas de rua". Apesar da ida da Chilli Beans para cidades menores, a política de preços deve continuar a mesma, segundo a empresa. Apesar do consumidor ter a impressão de que os preços da marca andaram aumentando nos últimos anos, o diretor institucional Mário Ponci conta que o que aconteceu foi a criação de novas linhas de produtos com preço acima da média da marca. "Trabalhamos com cinco preços por linha, com média de R$ 142."

Quatro olhos I – O objetivo da Chilli Beans para 2012 é fechar o ano com 600 pontos de venda, expectativa baseada principalmente na abertura das 200 franquias e também no resultado positivo do ano passado. A empresa fechou 2011 com aumento de 35% no faturamento em comparação a 2010. No exterior, a marca tem expandido aos poucos. A Chilli Beans tem 6 lojas em Los Angeles, 6 em Portugal, 2 na Colômbia e 1 em Angola. E está em fase de andamento – fase adiantada – também a abertura de pontos no Peru e no Oriente Médio.

Quatro olhos II – A principal estratégia da Chilli Beans para gerar desejo em sua clientela colecionadora de óculos é a parceria com artistas e estilistas. Desde 2010, a marca mantém uma parceria de cobranding com Alexandre Herchcovitch, que desenvolve produtos com os designers da Chilli Beans. As peças são lançadas em coleções semanais, assim como os óculos de linha da marca – ao todo, semanalmente chegam às prateleiras dez novos modelos. Ainda neste mês serão lançados óculos em parceria com Ronaldo Fraga, Isabela Capeto e o cantor Carlinhos Brown.

Quatro olhos III – O mais novo nicho de mercado da Chilli Beans são os óculos de grau da linha Vista. “Fizemos uma pesquisa de mercado em que identificamos que havia demanda por óculos de grau como acessório, para compor um estilo, e não só pela necessidade”, diz Ponci. Atualmente, a marca lança em média três novos modelos da Vista por semana. São armações coloridas, vintage ou inspiradas no estilo dos geeks – fazem sucesso as armações estampadas e de hastes finas. Em 2011, foram vendidos 45.914 óculos de grau e para 2012 a expectativa é de chegar a 95 mil peças.

Fonte: Valor Econômico

5 riscos de investir em uma franquia

Assim como todo negócio, a franquia tem riscos que o empreendedor precisa conhecer

 

Com taxa de mortalidade perto dos 5%, as franquias costumam ser vistas como negócios sólidos e quase infalíveis. Em partes, este diagnóstico é verdadeiro, mas depende muito também da atuação do franqueado. 

Assim como qualquer negócio ou investimento, as franquias apresentam riscos e exigem que o empreendedor esteja muito atento a eles para que o negócio seja bem sucedido. “Franquia é um negócio, portanto, é arriscada”, alerta Filomena Garcia, sócia da Franchise Store.

Boa parte desses riscos pode ser minimizada com uma boa gestão e uma leitura atenta do contrato e da circular de oferta da franquia. 

1 – Pouco trabalho, pouco resultado

O primeiro problema de quem compra uma franquia é acreditar que o negócio vem pronto e não exige dedicação. “A gestão do franqueado pode ser responsável pela falta de rentabilidade”, explica Filomena. Segundo ela, quando o problema está no franqueador, toda a rede tende a sentir o impacto e não apenas uma ou duas unidades. 

2- Atenção no contrato

Quando o franqueado entra para uma rede, o sentimento predominante costuma ser de empolgação. Se as coisas não saem como ele espera, no entanto, surge a revolta e o empreendedor então enxerga pontos no contrato com os quais não concorda. “A assinatura do contrato é como um casamento. Se falam mal do noivo, a noiva nem escuta”, compara Filomena. Por isso, tenha um advogado por perto para ajudar a interpretar as cláusulas e saiba o que acontece quando acaba o prazo de contrato de uso da marca ou mesmo se você desistir do negócio no meio do caminho.

3 – Cuidado com o ponto

A escolha do ponto comercial, como em todo negócio, é essencial para o sucesso da empresa. Confira o contrato de locação, os prazos e valores envolvidos no ponto. Em casos extremos, esta despesa pode prejudicar a rentabilidade. 

4 – Análise financeira (e racional)

Ter todo o capital necessário para manter o negócio é premissa para tirar parte do risco da franquia. Muitas vezes, a informação de investimento inicial divulgada pelas redes é apenas uma parte do valor que a operação vai exigir. É função do franqueado ter capital de giro para segurar a empresa, principalmente nos primeiros meses. 

5 – Franqueador franco

Quase toda responsabilidade em uma franquia é dividida. Por isso, o franqueado também tem parte na escolha do franqueador.  Para evitar este problema, é muito importante conversar com pessoas que já fazem parte da rede. “Os franqueados da marca podem dizer os pontos negativos e positivos do negócio”, explica Filomena.

Leia a matéria na íntegra em EXAME.com

Rede de academias Formula quer se expandir pelo Brasil até 2015

É no ritmo de malhação frenética que a rede de academias Formula quer se expandir pelo Brasil, até 2015. Em três anos, o plano de negócios prevê 44 unidades próprias e 46 franqueadas da versão reduzida da Body Tech, do mesmo grupo empresarial.

Nos últimos oito meses, informa o CEO Mario Esses, a empresa fechou contratos de oito franquias. Duas já estão em operação em Copacabana, onde também funciona a única unidade própria. Três estão em obras: Tijuca e Campos, no Rio; Feira de Santana, na Bahia. Outras três (Salvador, Cuiabá e São Paulo) buscam pontos.

“A Formula é um modelo compacto de academia, que ocupa de 300 a mil metros quadrados. O investimento em unidades próprias é de R$ 2,5 milhões, mas o franqueado gasta R$ 800 mil, porque os equipamentos são alugados e substituídos a cada cinco anos”, explica Esses. É crescente o interesse de donos de academias de bairros em convertê-las em Formula. As duas franqueadas de Copa nasceram com outro nome.

Fonte: Jornal O Globo (Caderno Economia – coluna Negócios e Cia 07/04/2012)

Amapá Garden Shopping

Em parceria com a administradora Tenco, a Franchise Store realiza dia 10 de abril, terça – feira, a feira de franquias do Amapá Garden Shopping, no estado do Amapá.

O primeiro shopping center regional do estado do Amapá, o Amapá Garden Shopping, tem previsão de inauguração para maior de 2012 e tem investimento total de R$80 milhões.

A construção do centro de compras atende uma antiga demanda da população local, carente de centros de compras e diversões. O mall terá um mix completo composto de aproximadamente 173 lojas, sendo cinco lojas âncoras, um hipermercado e seis salas de cinema de última geração.

O pool de empreendedores, composto por cinco empresas, será responsável pelo centro de compras que possui cerca de 70mil m² na região sul de Macapá, no bairro Marco Zero.

O Grupo de empreendedores é composto por fortes investidores locais, como o Grupo Nutriama Investimentos, que atua no setor alimentício, a Arca’s Construtora e Incorporações, que atua nos setores imobiliário, revenda de automóveis, construção civil e seguimento hoteleiro, e a Green Brasil Empreendimentos, integrante do Grupo SEAMA, que além de faculdade e colégio, possui ainda uma Agência integrada de comunicação e eventos e também três centros clínicos de saúde.

Além das empresas locais, o grupo de empreendedores conta também com a Batur Empreendimentos e Participações Ltda, empresa mineira coligada à Tenco, que participa de vários empreendimentos imobiliários e de shoppings centers em diferentes Estados, e a carioca Magus Investimentos, com tradicional história no segmento de shopping centers, iniciada nos anos 70 com o Shopping Center Recife, um dos maiores empreendimentos do País, com 30 anos de sucesso.
 
Para o Presidente do Grupo Tenco, Eduardo Gribel, empresa responsável pelo desenvolvimento, gerenciamento, comercialização e administração do empreendimento, a formação deste sólido e experiente grupo de investidores demonstra a importância de Macapá, que possui localização privilegiada no Estado e que desfruta de crescimento exponencial de sua economia e população. “A partir de todo esse desenvolvimento, era natural que a cidade viesse a se tornar palco de grandes centros de compras. O Amapá Garden Shopping será o primeiro shopping regional do Estado”, reforça o presidente.
 
A Tenco traz ainda um novo conceito com o Amapá Garden Shopping. Definido como Garden, o conceito inédito estabelecido pela Tenco no Brasil integra o papel ambientalmente responsável à vida das pessoas e ao seu meio de forma harmônica. Esse novo olhar sobre o segmento de shoppings é uma inovação da Tenco, que derruba a barreira que há entre consumo e sustentabilidade, baseada no avanço da consciência cidadã de consumidores, fabricantes e lojistas. “A Tenco, historicamente, tem privilegiado projetos que contemplem a qualidade na abrangência da palavra, ou seja, qualidade de vida, na construção, para comunidade, entorno e meio ambiente”, diz Eduardo Gribel. “O Garden contempla o meio ambiente, o verde, o ser humano, a questão da consciência e de que somos capazes de fazer a diferença no mundo com nossas atitudes. Acreditamos realmente nisso”, completa.
 
O presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, reforça a importância de um shopping no Estado do Amapá e acredita no sucesso do futuro centro de compras de Macapá. “Em tempos que a indústria de shoppings caminha a passos largos, com vendas expressivas e expansão constante, é quase impossível uma região ter sucesso comercial sem a presença de um centro de compras, pois os shoppings hoje são responsáveis por alavancar o varejo local. Só em 2009, uma pesquisa da Alshop pôde detectar um fluxo de  aproximadamente 427 milhões de consumidores, nos 711 empreendimentos espalhados pelo País; números que tendem a aumentar ainda mais nos próximos anos, com a chegada de cerca de cem novos shoppings nos próximos três anos, um investimento do setor que chega a R$ 8,9 bilhões. Dentre estes novos centros de compras, o Amapá Garden Shopping chega à região Norte para elevar a representatividade do Estado, pois apesar de sua distância geográfica dos grandes centros do Brasil, é inegável sua importância econômica para o varejo nacional. O Amapá Garden Shopping passa a preencher uma lacuna, pois até então não havia um empreendimento deste porte na região, e em breve, grandes marcas do varejo poderão lá explorar seus potenciais e gerar riqueza, empregos, consolidando ainda mais a imagem da indústria de shoppings, do estado do Amapá, e do varejo de centros de compras”, reforça Nabil.

Calendário de eventos que a Franchise Store realizará em parceria com as administradoras de shoppings

Abril

– 10 de abril Feira de Franquias no Amapá Garden Shopping, no Amapá, realizada em parceria com a administradora Tenco

– 10 e 11 de abril Curso Como Estruturar e Gerir uma Consultoria de Campo no Rio de Janeiro

– 19 de abril Feira de Franquias no Via Vale Garden, em Taubaté,  realizada em parceria com a administradora Tenco

 

Maio

– 02 de maio Feira de Franquias no Pátio Arapiraca Garden Shopping, na cidade de Araíraca, Alagoas, realizada em parceria com a administradora Tenco

– 08 a 10 de maio Curso Gestão de Loja, Negócios & Finanças para o Varejo

– 17 de maio Feira de Franquias no Metropolitan Garden Shopping, na cidade de Betim, Minas Gerais, realizada em parceria com a administradora Tenco

– 22 de maio Feira de Franquias no Campo Grande Shopping, realizada em parceria com a administradora Lumine

– 31 de maio Curso Marketing para Franquias

 

 

Franchise Store abre vaga para gerente de pontos comerciais

 

A fim de atender a crescente demanda das redes de franquias, a Franchise Store, primeira loja de franquias do Brasil, abre vaga para gerente de pontos comerciais.
 
A empresa está selecionando um candidato que tenha experiência na busca, seleção e negociação de pontos comerciais em ruas e shopping centers. Também é desejável experiência em expansão de redes de franquias.
 

Para a vaga, não é necessária formação específica, apenas que o candidato tenha ensino superior. O profissional atuará em todo o território nacional.

Os interessados devem enviar os currículos para o e-mail claudia.bessa@franchisestore.com.br.

Griletto implanta programa de capacitação online

Por Marina Rossi

Depois de investir tempo e dinheiro no treinamento de funcionários e perceber que, ainda assim, os empregados abandonavam o trabalho, a rede Griletto partiu para uma nova estratégia: Usar uma ferramenta digital para treinar e preparar a equipe, a Universidade Digital.

O projeto envolve cursos online em diversos módulos e com um foco diferente para cada setor da rede. Por isso, as aulas – que são feitas com vídeos, textos e exercícios – são diferentes para o auxiliar de cozinha, e o atendente, por exemplo.

A nova tecnologia está sendo usada por todos os 1,3 mil funcionários das 90 lojas de todo o país.

Como os cursos são todos online, o funcionário pode fazer de casa ou usar o computador da loja. No final, todos recebem um diploma – o que, segundo a rede, faz com que os funcionários sintam-se valorizados – e podem vir a ser promovidos.

Fonte: Blog do Guilherme Barros (IstoÉ Dinheiro)

Chilli Beans lança E-Commerce

 

Loja virtual da rede entra em funcionamento com mais de 2.500 itens disponíveis

Com mais de 400 lojas no Brasil e exterior, a Chilli Beans agora lança o e-commerce como novo canal de vendas de suas linhas de produtos. Em funcionamento desde o dia 09 de março, a loja virtual disponibiliza várias categorias de produtos da marca, próprios e licenciados.

São aproximadamente mil modelos de óculos e 400 de relógios, além de 80 tipos de chapéus e bonés, entre outros itens, com lançamentos semanais. As opções de cores e modelos resultam em mais de 2.500 itens disponíveis, catalogados por estilo, cor e outras características que facilitam a busca no site. A política de preços e formas de pagamento seguem as mesmas já aplicadas em todas as lojas.

Uma novidade do e-commerce é que, além das linhas de produtos próprios, o site oferece todos os produtos licenciados que levam a marca da Chilli Beans, – entre eles, estão guitarras Tagima, bicicletas Chilli Choppers e bolsas. “Estamos otimistas em relação à nova plataforma de vendas, que permite oferecer em um só lugar toda a gama de produtos Chilli Beans e amplia ainda mais a presença da marca junto aos consumidores”, comemora Caito Maia, fundador da marca.

Entre as vantagens do novo canal, destacam-se duas propostas que refletem a cultura de atendimento Chilli Beans – o frete grátis e o sistema de troca fácil, que permite ao cliente trocar óculos e relógios comprados no site inclusive nas lojas físicas da rede, ou fazer devoluções sem custo de frete. O serviço de atendimento ao consumidor da loja virtual pode ser feito via e-mail, telefone ou chat ao vivo.

Para saber mais, acesse: http://www.franquia.com.br/franquia/chilli_beans

Os estrangeiros estão chegando

Investidores do exterior focam suas atenções no mercado brasileiro, que enfrentou alguns problemas, mas continua aquecido 

Marilena Rocha

ESPECIAL PARA O ESTADO 

Com a crise nos Estados Unidos e sua propagação por quase toda a Europa, o mercado imobiliário brasileiro passou, ao longo de 2011, por alguns ajustes, mas continuou aquecido. Tanto que os investidores estrangeiros estão mais e mais focando seus interesses por aqui e uma das maiores franquias americanas já planeja ter 500 imobiliárias espalhadas por todo o território nacional em quatro anos.

O otimismo do setor baseiase em estudos da evolução do mercado imobiliário, incluindo uma pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês), que dá como certo o fato de o Brasil estar bem próximo de ocupar a segunda colocação no ranking de melhor mercado imobiliário do mundo em termos de atração de investidores estrangeiros, ficando atrás somente dos Estados Unidos.

Nova York ainda é a primeira colocada no ranking das localidades que mais atraem investidores estrangeiros. Mas cidade de São Paulo deu um salto considerável, passando do 26º lugar registrado em 2011 para o quarto lugar este ano. Superou todas as capitais europeias e também dos países que integram os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Tal desempenho é atribuído às garantias legais em vigor e a eventos, sobretudo esportivos, além o seu crescimento econômico.

Há quatro anos operando em solo brasileiro, a Century 21 Brasil Real Estate tem 693 corretores, 151 lojas (das quais 76 já comprando e vendendo imóveis), 75 em fase de instalação e outras 72 franquias podem ser confirmadas até dezembro. "Até 2016 teremos 500 lojas. Afinal, a média de crescimento da empresa em 2011 foi de 300% em relação a 2010", comemora o presidente da Century 21, Ernani Assis. Ele atribui o sucesso justamente ao fato de o mercado imobiliário brasileiro continuar em ascensão, de aumentarem as facilidades na obtenção de crédito e ao déficit habitacional ainda grande. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o País ganha a cada ano 1,5 milhão de novas famílias.

Presente em 73 países com um total de 8.804 agências e 121 mil corretores, a Century 21 já tem representantes em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal, atuando sobretudo (60%) em áreas do interior, exceto em São Paulo, onde 16 das 31 franquias operam na capital. "A nossa grande preocupação é eliminar as operações informais no País, pois só erradicando esse formato é que conseguiremos dar maior segurança para um negócio financeiro rentabilizado, ou seja, elevar o nível das negociações." Segundo Assis, nos Estados Unidos, somente 14% das transações imobiliárias dispensam a participação de um corretor de imóveis. "Aqui, 60% das transações são feitas entre pessoas físicas. Então, o que a gente quer é incentivar uma legislação mais justa para proteger o consumidor. Na Espanha é crime fechar um negócio imobiliário sem a intermediação de um agente imobiliário."

O melhor negócio, entende o presidente da Century 21, é o que concilia os interesses das duas partes. "Não buscamos uma queda de preços, mas sim uma acomodação. Ou seja, ninguém deve sair prejudicado numa transação de compra e venda de um imóvel. Deve haver um equilíbrio. Nossos corretores representam os dois lados e é assim que funciona no mundo todo. Por isso, multiplicamos por dois o número de transações que realizamos. Foram 768 mil imóveis usados no ano passado, mas consideramos que atendemos a 1.536.000 famílias." A procura por imóveis usados cresce porque o preço do metro quadrado do lançamento cada vez mais se aproxima do valor cobrado pelo metro quadrado do imóvel pronto. A diferença de até 40% já é coisa do passado, o que se atribui à elevação dos preços dos terrenos e custos altos da mão de obra qualificada cada vez mais escassa. De maneira geral, os preços praticados ao longo do ano obedeceram às diferenças regionais preexistentes: o Sudeste registrou em média 29% de ajuste positivo em relação ao Nordeste e o Sul exibiu preços 12% mais baratos do que o Sudeste. Em São Paulo, o tíquete médio ficou em quase R$ 900 mil, mas, no Sudeste como um todo, a predominância foi de dois quartos por R$ 445 mil, ao passo que a preferência no Nordeste foi por três dormitórios por R$ 312 mil (tíquete médio) e, no Sul, três quartos por R$ 396 mil.

Assis destaca ainda o fato de a Century 21 ser a única franqueadora internacional que não cobra royalties. "A maioria cobra 7% sobre o faturamento bruto. Nós cobramos apenas uma pequena taxa fixa, mas não ficamos sem receita porque oferecemos uma série de serviços dentro do mesmo ponto de venda, de crédito imobiliário e seguros a leilão de imóveis privados. A pessoa compra um imóvel, por exemplo, e ali mesmo já contrata a mudança ou até mesmo profissionais para pequenas reformas. Com isso o lucro líquido de nossas imobiliárias é, em média, de 3,14% ante o 1,2% registrado por qualquer outra imobiliária no País. Isso é mágico, mas é na verdade fruto de um modelo de negócio inovador", argumenta.

Comprando lá fora.Outro movimento marcou o setor imobiliário em 2011: o crescente interesse de brasileiros na compra de um imóvel no exterior. Os preços baixos por causa da crise na zona do euro e nos Estados Unidos, o real valorizado em relação ao dólar e até a facilidade de financiamento em outros países são apontados como os principais fatores para essa disposição. Mas há também quem admita estar fugindo da ganância dos que embarcaram na cobrança de preços estratosféricos pelo metro quadrado tanto no Rio como em São Paulo: até R$ 50 mil o metro quadrado numa cobertura na Vieira Souto ou mais de R$ 32 mil o metro quadrado na Delfim Moreira ou entre R$ 20 mil e R$ 30 mil o metro quadrado em áreas nobres da zona sul de São Paulo.

O setor imobiliário confirma que o ritmo desses negócios em 2011 foi duas vezes maior do que o verificado em 2010 e até 30% superior ao registrado em 1997, quando real e dólar estavam nas negociações de agora é que a maioria de interessados é formada por brasileiros que buscam por um segundo imóvel, principalmente para passar as férias. Tanto que de 11 negócios fechados por brasileiros, dez ficam em Miami, com preços a partir de US$ 250 mil, e apenas um em Nova York. Ou seja, não se trata tão somente de investimento, mas sim de algo para uso próprio junto a praias.

Dada a continuidade de consultas a corretores e bancos por parte dos interessados, analistas apostam no prosseguimento desta tendência. A maior parte paga à vista, mas há quem dê 40% de entrada e financie o restante, aproveitando os juros anuais, que não ultrapassam a casa dos 5%. Nesse sentido, alguns brasileiros chegaram a comprar vários imóveis, quase que alugando-os de imediato para pagar as dívidas assumidas com bancos.

O brasileiro também estende sua procura por imóveis no exterior aos países vizinhos. Destaque para a sua presença no Uruguai. Dos US$ 7 mil em negócios imobiliários fechados diariamente em Punta del Este, em 2011, 40% foram pagos por clientes do Brasil – 67% procedentes de São Paulo. "O interesse é tamanho que vamos abrir nossa primeira loja lá em maio, fazendo a conexão direta de São Paulo com Punta del Este", informa o presidente da Century 21.

La Barra, Jose Ignacio, Playa Brava, Bosque e Beverly Hills são as regiões que mais atraem brasileiros. "Nelas, 78% das transações são de novos empreendimentos e 22% de imóveis de revenda. Em Jose Ignacio, por exemplo, metro quadrado de mansões custa US$ 2.300." O dirigente destaca as facilidades que o governo uruguaio dispensa aos estrangeiros que lá queiram plantar raízes: só exige renda estável e não possuir antecedentes criminais.

Os estrangeiros têm direitos e proteções idênticos aos dos uruguaios para comprar e vender imóveis em todo o seu território. "A igualdade é garantida por lei e o seu sistema de registro de imóveis é sólido, bem como o sistema bancário, com leis de privacidade. O país é política, social e economicamente estável, possuindo economia aberta preços, fluxo de capital, convertibilidade de moeda e repatriamento de capital e dividendos livres", conclui.

Fonte: O Estado de São Paulo – São Paulo/SP – ESPECIAL – P. H12 – 29/03/2012