Rosso

Inaugurado em 2008, o Rosso Pasta & Grill veio para ser um divisor de águas as praças de alimentação, deixando claro que um steakhouse pode ser rápido e ter qualidade.

Um lugar com velocidade de fast-food e qualidade de um bom restaurante. As carnes são de 200 gramas e o cliente escolhe o ponto de sua preferência. Os acompanhamentos são um capítulo à parte, leves, saborosos e com opções variadas. Temos o compromisso de harmonizar as novidades do paladar, sem perder a robustez e suculência de nossos tradicionais grelhados.

 

Restaurante com layout moderno que tem como premissa básica fazer o cliente ter vontade de retornar. Cultivamos a gastronomia clássica com atitude contemporânea. Rosso Pasta & Grill. Modernidade e qualidade já com cara de tradição.

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Santa Lolla

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São Paulo – Para aproveitar o bom momento do segmento de franquias  no Brasil, a Santa Lolla, rede varejista especializada em calçados, bolsas e acessórios, quer abrir 160 pontos de venda até 2013, aumentando em 40% o faturamento da rede. A expansão é de responsabilidade da Franchise Store, primeira loja de venda de franquias da América Latina e que mais vende franquias no mundo. A Santa Lolla conta hoje com 111 lojas no Brasil e uma nos Estados Unidos. A taxa de franquia é de R$ 50 mil e o faturamento de cada loja gira em torno de R$ 130 mil. Fundada em 2002, entrou para o mercado de franchising dois anos depois de sua fundação. 

http://www.dci.com.br/Santa-Lolla-quer-abrir–160–lojas-ate–2013–e-crescer–40_–11-389978.html

 

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Laffa

O Laffa é 1º Kebaberia  de Fast Casual  do Brasil, uma tendência do mercado.

O kebab é um sanduiche que é sucesso no mundo todo, e além do shawarma de cordeiro, carro chefe, o Laffa tem um cardápio variado que agrada a todos os gostos e ao mesmo tempo compacto, de fácil administração de estoque e baixo CMV.

 

Os sanduiches são feitos com o Pão folha feito na hora com uma máquina importada e exclusiva garantindo mais um diferencial. São sanduiches artesanais feitos “Just in time”, saudáveis, montado na frente do cliente. Cabe em qualquer momento do dia. Serve como refeição ou um “lanchinho” e tem Preço acessível a diferentes classes sociais.

Mas o sucesso do Laffa vai muito além do sanduiche, tem a ver com perseverança e foco no cliente.  Desde a criação da marca nos preocupamos em montar uma empresa estruturada para crescer com uma marca forte, padrões e processos definidos, informa Roni Kanarek, fundador da marca.

Sabemos que para crescer, precisamos de parceiros, pessoas que acreditem no negócio pessoas que queiram somar, fazendo do Laffa a maior rede de kebabs do Brasil.

Um Sucesso já testado e comprovado em menos de um ano, com abertura de duas lojas

Se você tem um perfil empreendedor, e quer fazer parte desta história, venha participar da construção dessa marca de sucesso, entre em contato conosco.  Junte-se a nós!

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Casa das Calcinhas

Casa das Calcinhas, a franquia mais sensual do mercado está com duas excelentes oportunidades em renomados shoppings da Grande São Paulo: Osasco Plaza Shopping e Continental Shopping.

São excelentes oportunidades de negócio para o final do ano de 2011. Entre em contato e saiba mais sobre estas imperdíveis oportunidades de conquista do negócio próprio.

 


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Abraço,

Diogo Paiva

Gerente de Expansão

casadascalcinhas@franchisestore.com.br

(11) 3284-1973

 

Pesquisa mostra que redes de alimentação cresceram 16,8%

A ABF- Associação Brasileira de Franchising e a ECD, consultoria especializada em Food Service, anunciam hoje os resultados da pesquisa ‘Panorama Global das Franquias do Setor de Alimentação’, realizada durante os meses de maio e junho de 2011 com 46 redes de franquia, ou seja, 40% das que operam no mercado.

 

A pesquisa revela o desempenho desse mercado em 2010, comparado ao ano de 2009 e também aponta  as expectativas do segmento para 2011 e os próximos dois anos (até 2013). ‘O objetivo da ABF é identificar as principais tendências e desafios para as franquias do segmento de Food Service, um dos mais representativos do sistema’, explica Ricardo Bomeny, presidente da ABF.

 

O faturamento das redes participantes da pesquisa cresceu 16,8% em 2010 e alcançou um faturamento de R$ 9,254 bilhões, o que corresponde a 61% do faturamento do setor.

 

A expectativa para esse ano é ainda maior. ‘As franquias de alimentação pesquisadas esperam crescer 18,6% em 2011’, afirma João Baptista Jr, coordenador do Grupo Setorial de Redes de Alimentação da ABF.

 

Segundo ele, esse número poderia ser ainda maior. ‘O setor enfrenta desafios muito grandes como a falta de mão de obra, a alta expressiva nos custos dos imóveis e problemas logísticos que atrapalham uma expansão maior’.

 

A amostra da pesquisa foi dividida em seis segmentos presentes no setor de redes de alimentação: comida asiática (5%), pizza/massas (8%), comida variada (29%); doceria (1%); snack/cafeteria (16%) e sanduíches (41%).

 

Presença das lojas por Estado em 2010

 

Também pôde ser verificado na amostra o crescimento do franchising em determinadas regiões, bem como perfil de cada mercado. O destaque vai para o Centro-Oeste, que tem uma presença de lojas superior às despesas com alimentação fora de casa, bem como o Nordeste, que é a região com maior abertura de novas lojas. ‘Constatou-se que essas regiões são as novas fronteiras de expansão do sistema de franquias’, afirma Enzo Donna, da ECD Food Service, coordenador da pesquisa.

 

A região Sudeste continua sendo a mais representativa para o setor, com 65,7% das lojas, que equivalem à participação na despesa de alimentação fora de casa. A tendência, segundo a pesquisa, é que para os próximos anos São Paulo e Rio de Janeiro diminuam o ritmo de abertura de novas lojas. ‘Já Minas Gerais ainda tem espaço para crescer’, aponta o consultor.

 

Donna ressalta a queda na participação do Sul (com 10,7% das lojas), que, apesar de representar uma grande parcela das despesas do brasileiro com alimentação fora do lar, possui uma limitação em relação ao crescimento do número de lojas. ‘O sistema de franquias deverá repensar o modelo de negócio para essa região’, afirmou.

 

Fonte: ABF

Quatrum adere ao projeto Franshising de Baixo Carbono

Programa será implantado em 100% da rede ainda durante o 2º semestre de 2011

 

A Quatrum English Schools – rede de escolas de ensino de idiomas voltada para crianças e adolescentes – acaba de aderir ao projeto Franshising de Baixo Carbono, programa liderado pela AFRAS (Associação Franquia Sustentável, entidade vinculada à ABF – Associação Associação Brasileira de Franchising), com o  objetivo de reduzir e compensar os gases causadores do efeito estufa (GEEs).

 

Com a adesão, a rede já iniciou a implementação de medidas para reduzir o consumo de energia, gás, combustíveis e resíduos sólidos. Entre as ações que estão sendo recomendadas pela Quatrum aos franqueados estão o uso de álcool nos veículos, adoção de coleta seletiva, utilização de lâmpadas econômicas, uso de fogão elétrico e a conscientização dos alunos em sala de aula.

 

De acordo com André Luiz Ribeiro Marques, gerente da Quatrum, o programa já foi implantado na unidade de Cristóvão em Porto Alegre e será implantado em 100% da rede ainda no 2º semestre de 2011. “A Quatrum é uma das primeiras franquias a aderir ao programa, que é pioneiro no setor e contribui com o projeto brasileiro de combate aos gases tóxicos, que prevê a redução de cerca de 40% das emissões até 2020”, destaca.

 

Marques explica que o que não puder ser eliminado com esse processo nas escolas da rede Qatrum será compensado com plantio de árvores nativas para recuperação das matas ciliares do rio Xingu (MT), por meio do projeto Y Ikatu Xingu, mantido pelo Instituto Socioambiental (ISA).


Sobre a Quatrum

Há 28 anos, a Quatrum ensina inglês de forma prática, divertida, cheia de carinho e afetividade.

A marca criou a metodologia Living and Learning, que aliada às salas temáticas, proporciona um aprendizado muito mais aprofundado e abrangente, através da vivência do idioma e projeto pedagógico exclusivo.

Links com a noticia:

http://medialink.com.br/blog/?p=621

http://franquiaideal.com.br/2011/08/23/quatrum-english-schools-participa-do-programa-franchising-de-baixo-carbono/

http://www.quatrum.com.br/?tag=programa-franchising-de-baixo-carbono

Para evitar decepções com franquias e franqueados

A rede tem medo de escolher o franqueado errado. O candidato desconfia das promessas da franquia. Qual a saída para evitar conflitos? Fazer um test drive

 

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Regina Jordão: testes para saber se o candidato não se empenha ou trata mal os funcionários

 

Concessionárias de automóveis costumam oferecer ao cliente em potencial a possibilidade de dar algumas voltas no carro antes de assinar contrato.

A vantagem, para elas, é melhorar a credibilidade e diminuir o índice de reclamações. Para o consumidor, é a chance de descobrir — antes que seja tarde — se o veículo atende às suas necessidades.

 

Seguindo uma lógica parecida, diversas redes de franquias vêm oferecendo aos potenciais franqueados a alternativa de conhecer de perto o dia a dia da operação antes de fechar negócio. No test drive das redes, os interessados em adquirir uma franquia são convidados a realizar todas as atividades em uma unidade já em funcionamento.

 

Normalmente, eles permanecem de um a três dias, desde a abertura da loja até a saída do último funcionário. “Ver a pessoa em ação diminui a possibilidade de escolher alguém com perfil inadequado”, afirma Filomena Garcia, sócia-diretora da consultoria Franchise Store.

Leia a matéria completa no Portal Exame:


http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0039/noticias/para-evitar-decepcoes

Griletto

A 40ª unidade será inaugurada no Shopping West Plaza, zona Oeste de São Paulo.

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São Paulo, agosto de 2011 – O Griletto, rede de franquias especializada em grelhados e parmegianas e uma das que mais cresce no País, inaugura a 40ª loja do estado de São Paulo. A nova loja fica na capital paulista, no Shopping West Plaza.

“Apostamos no estado de São Paulo por ter um mercado diversificado e com muitas oportunidades. E o local da nova franquia é um grande centro de lazer e compras da Zona Oeste da cidade”, afirma Ricardo José, sócio fundador do Griletto.

A nova franquia será administrada pela publicitária Mirella Borghi Garbuglio e pelo empresário Henrique Caruso Garbuglio que possuem as melhores expectativas com o novo negócio. “Estamos contentes com a aquisição, escolhemos o Griletto por termos boas indicações e pretendemos abrir outras unidades da rede”, conta Mirella.

Dando sequência a seu programa de crescimento no País, até o primeiro semestre de 2012 o Griletto pretende inaugurar mais 40 unidades.  Hoje, no total, são mais de 70 lojas nos principais shoppings brasileiros.

Sobre o Griletto

Fundado em 2004, em Itu (SP), o Griletto é uma rede de restaurantes fast-food especializada em grelhados e parmegianas. No mercado de franquias desde 2007, a marca é uma das que mais cresce no País. Atualmente o Griletto está presente em shoppings das principais cidades do interior paulista, Capital, Grande São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Piauí.

Rede conceituada no mercado conquistou pela primeira vez, o Selo de Excelência em Franchising 2011, reconhecimento máximo do segmento. Além disso, em uma pesquisa realizada pela Serasa Experian e Pequenas Empresas e Grandes Negócios, a rede obteve a melhor nota no quesito satisfação do franqueado entre todas as franquias e, conquistou o segundo lugar como melhor franquia para investir, entre o setor alimentação.

Atualmente o Griletto está presente em shoppings das principais cidades do interior paulista, capital, Grande São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Piauí. Seu diferencial é aliar qualidade e variedade de pratos a preços acessíveis.

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Bob’s

Está em fase de finalização a construção da sede do Bobs no bairro Dirceu Arcoverde, zona Sudeste de Teresina. A filial visa conquistar um novo tipo de público, no maior bairro da capital piauiense. As obras foram iniciadas no mês de abril e devem ser finalizadas, para a inauguração, já mês de outubro. O Bob’s do Dirceu será localizado na Avenida Joaquim Nelson, onde funcionava a JET, ao lado do Comercial Carvalho.

 
Bob’s do Dirceu será na Avenida Joaquim Nelson, próximo ao Comercial Carvalho

 
Bob’s da Avenida Jockey Club, zona Leste de Teresina. (Foto: reprodução)

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AD Life Style

A Franquia AD Life Style está com duas excelentes oportunidades para Ribeirão Preto / SP, em shoppings da rede Multiplan. 
Entre em contato conosco  e saiba mais sobre esta imperdível oportunidade de investimento!

Abraço,

Lucilene Souza

Gerente de Expansão

AD Life Style

lucilene.souza@franchisestore.com.br

(11) 3854-8097

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Flytour

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A rede de agências de turismo Flytour inaugurou sua segunda unidade em Salvador (BA), dessa vez no bairro da Barra. Desde janeiro, trata-se da décima franquia aberta no Nordeste, em linha com a meta de inaugurar neste ano 20 unidades franqueadas na região. A loja atuará principalmente no segmento corporativo em viagens de negócios das empresas regionais, mas também pretende atuar no turismo de lazer.

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Cherto Consultoria realizará curso de Gestão de Lojas e Negócios & Finanças para o Varejo

O curso é voltado para gestores de canais, equipes de suporte e consultoria de campo em redes, sejam franquias ou não, além de franqueados, gerentes de unidades franqueadas e proprietários/gerentes de lojas em geral, e será realizado no Rio de Janeiro, de 25 a 27 de outubro.

Franquia: como investir

Sonha em abrir o próprio negócio? O setor de franquias pode ser uma ótima opção. Consultamos especialistas que dão 10 dicas para você não errar na hora de investir.


imageO que é franchising? Como investir seu dinheiro numa franquia? O que é preciso levar em consideração? Abrir o próprio negócio é o sonho de qualquer pessoa e o setor de franquias pode ser a melhor opção para você realizar o sonho de ser seu próprio patrão. 

O segmento vem crescendo e terminou o ano de 2010 com um crescimento de 20,4% em relação ao ano de 2009. Os dados são daAssociação Brasileira de Franchising (ABF), que esperava uma taxa de crescimento de 14 a 19%. O estudo foi realizado com 1.855 franquias que atuam no país. 

Outro dado animador para quem deseja abrir uma franquia é o faturamento: o número de redes que estão em operação no país cresceu 12,9% e o número de unidades (franqueadas e próprias) chegou a 86.365. A previsão da ABF para 2011 é que esse crescimento continue e ela acredita num crescimento de 15%. 

Um livro interessante para quem entende nada ou pouco desse setor é o Franquias de A a Z, de José Castro Schwartz. Mas qual o melhor negócio? Consultamos dois especialistas para você tirar de letra sobre franquias: o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo, e a sócia-diretora da Franchise Store, Filomena Garcia. 

Anote essas dicas: 
1. O que é necessário para abrir uma franquia 
Para abrir uma franquia, é importante o desejo de ter o próprio negócio, tempo para tocá-lo e 50% do valor do investimento em capital próprio sem dependências de terceiros. “Escolha o ramo de atividade no qual você deseja de dedicar. Além disso, localize o ponto comercial adequado ao tipo de negócio que você vai ter”, afirma Ricardo. 

2. Pesquise o valor total do investimento 
Quem vai aderir a um negócio deve saber exatamente o capital necessário para fazer os investimentos. Muitas franquias falam “invistam 100 mil reais” e quando você vai fazer a conta o valor acaba duplicado. “Muitas colocam o valor de investimento da franquia, mas não colocam o valor do investimento imobiliário ou das luvas que você vai ter que pagar. É importante identificar, em primeiro lugar, o valor total do investimento”, afirma o diretor da ABF. 

3. Conheça a fundo (estude!) o novo negócio 
Não dá para entrar num negócio sem antes conhecê-lo. “A Internet hoje é um celeiro sobre o assunto”, afirma Filomena Garcia. No site da ABF é possível encontrar informações sobre esse setor. Outra dica da sócia-diretora da Franchise Store é saber quais os deveres e direitos do franqueador e do franqueado. 

4. Apoio do franqueador 
“Quando você abre uma franquia, recebe apoio do franqueador em todas as etapas”, observa Filomena. Desde a busca pelo ponto, treinamento da equipe, abrir e fechar o caixa, todos esses detalhes operacionais têm o apoio e vigilância do franqueador. Não esqueça que também você está sendo avaliado por ele que exige, em alguns casos, condições especiais para você adquirir a franquia. 

5. Onde pesquisar sobre franquias 

No site da ABF, você pode encontrar centenas de empresas que se adequam ao investimento que você deseja fazer. É só acessar por nível de investimento ou ramo de atividades, áreas localizadas no site. “Eu quero, por exemplo, beleza e saúde. Investimentos de quanto a quanto? Ah, de 50 até 200 mil. Então, você escolhe e vai aparecer a lista das empresas que estão dentro desse padrão no site”, diz Ricardo. 

6. Afinidade com o negócio 
O primeiro contato com o franqueador se dá normalmente assim: você vai identificar a empresa e, por meio do site e do guia oficial de franquias, terá acesso ao telefone do departamento de expansão dessa empresa. Assim, vai identificar o mercado que tem interesse e esse profissional da rede vai dizer se existe disponibilidade de pontos franqueáveis naquela região ou não. “Invista em segmentos com os quais mais se identifica porque é importante ter afinidade com o negócio”, observa Filomena. 

7. Linhas de crédito especiais 
A Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, a Nossa Caixa Desenvolvimento, o BNDES, o Banco do Nordeste e alguns bancos privados têm linhas de crédito especiais para as franquias. Essas linhas têm taxas diferenciadas até mesmo pelo baixo índice de mortalidade – menos de 1% ao ano de taxa de mortalidade na área de franquias. O fato do banco já conhecer o negócio facilita conseguir a concessão do crédito. 

8. Setores tradicionais 
Existem os setores que são mais tradicionais e mais procurados porque têm uma segurança maior como o setor de alimentação, beleza e saúde e moda. Acessórios pessoais e calçados também estão em crescimento até pela alta quantidade de mulheres trabalhando – metade do mercado hoje com nível de renda ascendente. Esses ramos, mais tradicionais, trazem mais segurança. 

9. Ramos promissores 
Um ramo novo que está demandando bastante franqueados é o de turismo nos mais diversos moldes: agências, hotéis, agências de intercâmbio cultural. Outro ramo bastante promissor é o ligado à área de telefonia celular e informática. Esses são apostas para quem deseja adquirir uma franquia. 

10. Franquias de serviços 
Um que exige menor investimento e também tem crescido muito é o setor de serviços: desde acompanhamento de idosos, pequenos reparos no lar, reparos em programas de computadores etc. Ou seja: mais as pessoas trabalham fora e menos tempo disponível, então, algumas tarefas que as pessoas faziam hoje estão transferindo para pessoas. “Está havendo um boom nesse setor da economia”, afirma Ricardo Camargo.

http://www.tempodemulher.com.br/artigos.asp?CP=TDM&PG=TM_Z99&cod=894

Franchising – A Lei 8.955/94

Antes de a Lei de Franquia (Lei nº 8.955/94) adotada atualmente pelo Brasil entrar em vigor, não existia nenhuma legislação reguladora desse setor. Assim, não é difícil imaginar as inúmeras injustiças cometidas pelos empresários que se aventuraram à época em atuar nessa área, na medida em que o desenvolvimento do franchising no Brasil se iniciou com empresas franqueadoras estrangeiras que procuraram fincar suas raízes no território nacional de forma desordenada e sem projetos consistentes, ao mesmo tempo em que o país passava por sérios problemas econômicos.

Diante desse cenário desfavorável, surgiu a Lei 8.955/94, ainda hoje em pleno vigor, a qual nunca foi suficiente para regular de forma adequada o franchising no Brasil, especialmente o relacionamento entre franqueador e franqueado, conforme se explica adiante.

Por força da atual Lei 8.955/94, os termos gerais do instituto de franquia se encontram bem delineados e as empresas franqueadoras têm hoje de apresentar, obrigatoriamente, ao potencial franqueado a COF (Circular de Oferta de Franquia), a qual dá ao candidato o prazo mínimo de dez dias para análise de todas as informações pertinentes ao negócio desejado, ainda antes de pagar qualquer taxa, ou assinar o contrato definitivo, junto ao franqueador.

Tais aspectos realmente afugentaram os franqueadores desonestos que apenas objetivavam vender franquias, arrecadando com essa manobra imensuráveis somas em dinheiro, sem ofertarem depois qualquer estrutura aos seus franqueados, deixando-os à própria sorte.

Por outro lado, essa mesma Lei 8.955/1994 não traz regras que enfrentem de maneira detalhada o contrato de franchising, tratando-se a relação de franquia de um ajuste contratual “atípico”, ou seja, que não possui uma lei específica que o regule de maneira eficaz.


Perante esse problema estrutural, os mais renomados juristas e os tribunais nacionais já há muito tempo, ainda com mais força após o surgimento do novo Código Civil (Lei 10.406/2002), consolidaram o entendimento de que os princípios gerais do direito civil devem servir como parâmetros para interpretação do contrato de franquia, fixando-se, dessa forma, as regras básicas a serem aplicadas nesse campo.

E não há de se cogitar na aplicação do CDC (Código de Defesa do Consumidor – Lei 8.087/90) na relação de franchising, pois também já está sedimentado no sistema jurídico pátrio que o franqueado não é consumidor por duas razões simples: (i) o franqueado não se enquadra no conceito legal de consumidor, e; (ii) a vulnerabilidade não se caracteriza quando existe uma lei que define as obrigações do franqueador para conceder uma franquia.

De fato, o vínculo empresarial que reveste a relação entre franqueador e franqueado denota características bem diferentes daquelas formadas na relação entre fornecedor e consumidor, motivo pelo qual o potencial franqueado que pretenda ingressar em uma rede de franquia deve estar bem consciente de que o contrato de franquia representa um negócio jurídico celebrado exclusivamente entre empresários, isto é, de direito civil e não consumerista.

Como se vê, embora a proteção prevista na Lei 8.955/1994, tanto na celebração quanto no cumprimento do contrato, vise evitar a prática de abusos de parte a parte, a verdade é que esse mesmo diploma legal, por ser defeituoso, não torna o contrato de franquia um documento vão, sem qualquer relevância jurídica. Ao contrário, as disposições estabelecidas na avença de franchising, por conta disso, ganham demasiada força e acabam, no fundo, ditando toda a relação empresarial mantida entre as partes, dentro obviamente dos limites legais civilistas de âmbito geral.

Logo, mesmo não se aplicando ao contrato de franquia o CDC e sendo imperfeita a Lei 8.955/1994, ainda assim não será lícita qualquer conduta ou cláusula contratual que viole os princípios gerais estabelecidos no Código Civil vigente, ou que represente abuso de poder econômico de uma parte em detrimento da outra mais frágil na relação, geralmente o franqueado.

Portanto, como as partes devem se reportar ao atual Código Civil para identificar todas as nuances jurídicas relativas ao contrato de franquia, é evidente que alcança especial destaque nessa relação o princípio da boa-fé e o novo dogma da função social do contrato.

Desse modo, no relacionamento entre franqueador e franqueado o princípio da boa-fé contratual e a necessidade de o contrato cumprir a sua função social deverão sempre fazer parte da intenção das partes, as quais terão de observá-los tanto na celebração quanto no cumprimento da avença, e até mesmo na fase pós-contratual, sem nunca perderem de vista a essência do negócio celebrado e a esfera econômica e social que o estiver cercando.

Por fim, é bom lembrar que já existe um projeto de lei que pretende tornar o modelo de franquia um pouco mais seguro, qual seja, o Projeto de Lei 4319/08 que ainda se encontra em votação nas Casas Legislativas do Congresso Nacional e não tem previsão de ser aprovado.

Essa proposta de nova lei, decorrente do processo natural de evolução do franchising e da economia brasileira, recomenda a modificação de alguns itens essenciais a esse setor empresarial, destacando-se, a título de exemplo, o fato de que pela lei em vigor (Lei 8.955/94) qualquer negócio pode logo após a sua inauguração se transformar em franquia, enquanto que pelo novo projeto legal um negócio somente poderá se tornar uma franquia depois do prazo mínimo de 2 (dois) anos de funcionamento, o que protegerá muito mais as duas partes contratantes, a saber, de um lado, os franqueadores sérios que na hora de venderem suas franquias não terão de concorrer com empresas sem qualquer experiência no ramo, e, de outro, os franqueados que dificilmente ingressarão, ou permanecerão, em redes de franquias desonestas que não possuem estrutura adequada e tempo de maturação satisfatório.

Entretanto, até que surja uma legislação muito mais específica de franquia realmente capaz de eliminar as dificuldades que continuam a atingir os participantes dessa espécie negocial, todos no país, ao se depararem com o tema, terão ainda de se valer das disposições genéricas do Código Civil vigente e da incompleta Lei 8.955/94.

Daniel Dezontini (daniel@dezontiniadvogados.com.br), advogado e sócio fundador do escritório Dezontini Sociedade de Advogados (www.dezontiniadvogados.com.br), com ampla experiência na área de franchising e de locações de espaços comerciais em shopping centers.