Conheça a Franquia Buddys, primeira escola de tecnologia a levar o ensino híbrido para dentro da sala de aula

Criada em 2014, pelos irmãos e primos Marlon, Matheus, Marcelo e Breno, a Buddys Escola de Tecnologia trouxe à tona como o pensamento lógico aliado ao pensamento criativo enriquecem o ensino tradicional.

O modelo de ensino tradicional nas escolas vem apresentando sinais de desgaste há muito tempo. Por isso, tornou-se imprescindível que novas maneiras de ensinar os conteúdos propostos fossem implantados.

A importância do ensino híbrido

Já é tendência mundial o ensino da tecnologia nas escolas convencionais. Ensinar programação e robótica se mostrou muito eficaz.

Além de ensinar às crianças habilidades que levarão para suas vidas adultas, o ensino híbrido se mostrou bastante eficiente no aprendizado das disciplinas tradicionais, como a Língua Portuguesa e a Matemática.

“Nessa proposta, o aluno conta com um ensino individualizado e adaptativo, logo ele pode avançar no próprio ritmo sem perder qualquer conteúdo. Isso é um diferencial enorme, pois permite ainda uma flexibilidade de horários que os pais adoram, o que nos dias de hoje é essencial”, explica Marlon Wanderllich.

Aliás, vale ressaltar que os pais começaram a perceber um interesse renovado nos estudos por parte de seus filhos. O ensino híbrido propõe, antes de mais nada, que a autonomia de cada criança seja o motor que a impulsiona ao aprendizado feito sob medida para ela.

A Buddys é a primeira escola do Brasil a ensinar tecnologia pautada nesse modelo. Os resultados e satisfação de pais e alunos, têm mostrado que a escolha dos sócios pelo pioneirismo foi acertada.

Aprender a programar desde os primeiros anos escolares prepara a criança

Mesmo que a criança não trabalhe na área de programação em sua vida adulta, estimular o pensamento lógico já nos primeiros anos da vida escolar pode ampliar o leque de opções profissionais do aluno.

“O mundo se prepara para a economia do futuro que terá forte presença das tecnologias digitais.  Basta observar a rotina diária das pessoas e notarmos o quanto a tecnologia está inserida nos hábitos diários. Investir em um ramo que prepara e capacita as novas gerações para essas novas demandas do mercado é pertinente, pois é rentável e longevo”, afirma Matheus Farley, cofundador e professor da Buddys Escola de Tecnologia.

Marcelo Brenner, também cofundador, completa: “alguns países já estão atentos à importância de aprender a programar computadores. Para preparar os jovens para um futuro ainda mais tecnológico, Inglaterra e EUA, por exemplo, já adotaram o ensino da ciência da computação na grade escolar de crianças a partir de 5 anos. A Buddys também viu essa necessidade e trouxe para a sala de aula uma metodologia pautada totalmente no aluno (ensino customizado). Eles aprendem a programar seus próprios jogos e, ao mesmo tempo, reforçam conceitos lógicos e matemáticos. Afinal, ao ver a matemática aplicada em algo que eles adoram, torna o aprendizado bem mais fácil. ”

 Projeto de expansão para o Brasil

Os sócios da Buddys – que até o final de 2016 contavam com duas unidades próprias em Belo Horizonte – receberam várias sondagens de interessados em replicar o modelo por meio de franquias. Isso os levou à um planejamento de estruturação para expansão, feito em parceria com a Cherto Consultoria, uma das principais referências em formatação de franquias da América Latina.

O plano de expansão adotado, vem superando às expectativas e até o mês de agosto desse ano já serão 9 unidades na capital mineira. Além da capital, a Buddys estará presente nas cidades de Contagem, Lagoa Santa e João Monlevade.

A meta para 2018 é levar a marca para outros estados da região Sudeste, Central e Sul do Brasil.

 O que dizem pais e alunos da Buddys Escola de Tecnologia

Ninguém melhor para falar como o ensino da programação impactou suas vidas do que os próprios envolvidos.

“A partir do momento que o Matheus começou a fazer o curso – e é uma coisa que ele gosta muito de fazer – eu percebi que ele foi voltando o olhar às outras responsabilidades escolares, mais disciplinado.” (Simone Furbino- Mãe de Matheus Furbino, 15 anos)

“É muito interessante ver como a lógica, hoje, faz mais parte da vida dele do que antes. Apesar de ele não saber explicar em palavras, ele vê nos atos. Ele se tornou mais organizado na maneira de pensar e na maneira como se organiza para os estudos. A forma como ele trabalha foi otimizada.” (Alisson, Pai de Arthur, 10 anos)

“Desde que entrei nos Pequenos Cientistas, todo jogo que eu jogo, fico pensando como ele foi feito, qual a lógica usada, como fizeram as animações funcionarem, coisas desse tipo.” (Davi Gouveia, 13  anos)

“Criar jogos, montar um site, criar blogs… Não é só uma escola de programação, o que é muito difícil de se encontrar no Brasil. É também uma experiência, tanto para quem quer encontrar conhecimentos, como para quem quer um emprego.” (Matheus, 14 anos)

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